História Incesto Vkook - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinyoung, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Youngjae, Yugyeom
Tags Incesto Vkook
Visualizações 156
Palavras 2.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Vkooka's
Me desculpem por demorar tanto tempo assim para atualizar a fanfic, mas eu estava com problemas de criatividade, e estava ficando cada vez mais difícil de escrever. E eu queria que vocês lessem algo bom, então não quis atualizar de qualquer forma. Mas ainda bem que eu consegui terminar o capitulo, e eu até que gostei do resultado. Então bora ler.
Boa leitura 😊☕

Capítulo 26 - The perfect night


Fanfic / Fanfiction Incesto Vkook - Capítulo 26 - The perfect night

Pov's Yoongi

Estava caminhando pelo parque próximo da minha casa totalmente aéreo ao meu redor.

Precisava relaxar, então optei por passear no parque que nunca tive tempo de vir. Andava calmamente entre o gramado, vendo alguns casais, umas crianças brincando no parquinho do local, as flores de cerejeira mostrando o doce ar da graça que é ter a primavera.

Paguei por um saco de pipoca doce e me sentei no banco próximo do lago, estou afim de esquecer que trabalho demais e até mesmo esquecer quem eu realmente sou.

Infelizmente a vida não colabora comigo, pois ao ouvir uma voz tão conhecida encarei o meu lado e vi quem eu menos esperava na minha vida toda.

— Espero que nem vem conversar comigo. — ralhei ouvindo a risada do mesmo.

— Qual é Yoongi, é inédito ver você em um lugar desses em pleno sábado. O que aconteceu? —perguntou a discórdia.

— Jung Hoseok, faz o favor de fingir não estar sentado do meu lado? —pedi sério.

— Desculpa, mas penso que essa é a hora de redimir pelo o que eu fiz antes. —sussurrou ganhando minha atenção. — Não era minha intenção tudo aquilo. Claro, no início sim, mas depois de te conhecer mudei de ideia.

— O que você quer dizer com isso? —perguntei de cenho franzido. — Fumou alguma substância?

— Não Yoongi. —riu abafado. — Apenas quero que aceite meu pedido de desculpas. Desejo recomeçar novamente.

— E eu tenho haver com as babaquices que você fez Hoseok?

— Aigoo, é tão difícil poder conversar com você de um jeito normalmente. —disse sério. — Por que não saímos juntos?

— O que? —perguntei incrédulo.

— Vamos usar desse passeio para apagarmos tudo que aconteceu. Vamos ter um novo recomeço? Uh? —sugeriu.

— Ok. Mas se você ser chato demais te dou um chute! —exclamei sério. — O que sugere?

— Por que não irmos para o cinema ao ar livre que está tendo aqui no parque? —disse. — É um evento que acontece a cada duas vezes ao mês.

— Não será de tão ruim né! Por que não? —falei me levantando do banco encarando ele ainda sentado. — Vai ficar sentado aí? Ou eu terei de te arrastar?

— Credo Min Yoongi, parece meu avô só resmungando. —fez uma careta me fazendo rir. — Olha só, fiz o azedo dar uma risada pelo menos.

— Vai ver quem é o azedo! —afirmei empurrando ele de leve. — Vamos logo.

— Certo!

Seguimos andando pelo parque com esse peste fazendo perguntas sobre os meus gostos, coisas que detesto e até mesmo minhas fetiches. Ou ele é doido, ou apenas está no nível de alguma droga de retardamento.

Pov's Jungkook

Eu não me lembro em que situação nos levou a esquentar o clima, nem mesmo em qual momento passamos a tirar nossas roupas.

Nós já estávamos dentro do quarto aos beijos e somente com nossas roupas íntimas. Afinal as peças de roupas estavam sobre o corredor da cabana, com algumas no chão e outras jogadas por qualquer canto. Com um impulso peguei meu pai no colo tendo as pernas dele entrelaçadas em minha cintura, deixei beijos por seu rosto e pescoço e voltando a dar atenção a sua boca que já estava vermelha de tanto que eu mordia os lábios ao puxá-los a cada segundo em meio aos nossos beijos quentes que estavam sendo trocados.

Deitei ele na cama, ficando por cima do seu corpo, eu sabia que Namjoon iria deixar lubrificante e camisinha na gaveta do criado mudo. Havia pedido para ele fazer esse favor.

Assim que abri a gaveta. Bingo!

Peguei o pote de lubrificante junto da camisinha. Olhei atento para o mais velho deitado na cama com uma feição fodidamente sexy ao morder o lábio inferior de um jeito sedutor.

Porra desse jeito nem mesmo o mais forte suporta a essa tentação, esse pecado carnal.

Rapidamente, deixei as coisas em cima da cama, voltando a beijar seus lábios inchados e saborosos me deliciando com o gosto de sangue que minha mordida fez no meio ao ósculo podendo ouvir o resmungo do mais velho.

Levei minha mão direita para a barra da sua cueca e a esquerda puxei ele para ficar na ponta da cama. Em um ato ligeiro tirei sua cueca deixando-o totalmente exposto para mim. Uma bela visão, com esse corpo bronzeado e escultural ao meu ver.

Agarrei seu membro vendo ele arquear as costas com o toque gélido dos meus dedos envolta de seu membro pulsante. Sorri satisfeito ao ver a cara de piedade que ele estava fazendo e decidi provocá-lo um pouco, já que eu estava desejando ter uma preliminares antes de qualquer atitude.

Lambi sua glande sugando um pouco do seu pré gozo vendo ele agarrar os lençóis da cama com tal ato. Soltei um riso nasal em cima de seu falo vendo seus pelos se arrepiarem com o contato.

Olhei para ele uma última vez antes de abocanhar seu membro por completo e fazer um oral no mesmo. Passei a aumentar o ritmo da velocidade de acordo com os gemidos que ele soava pelo quarto me fazendo ter a sensação maravilhosa que é tê-lo comigo a toda hora e momento.

Levei minha língua atrevida até seus testículos e sua entrada, podendo ver ele agarrar com as duas mãos os meus cabelos em forma de conter os sons prazerosos que estava contendo no fundo da garganta. A questão é que quanto mais ele tentava controlar os gemidos e arfadas mais eu provocava, deixando o oral lento e ora até mesmo tirava minha boca do local.

— Eu não quero você controlando os gemidos, então faz o favor de deixá-los livres e saciar minha vontade. —ordenei deixando um tapa sobre cada uma de suas coxas.

Voltei a dar atenção para o seu membro pulsante novamente e decidi que era hora de acelerar os movimentos de vai e vem e, até o modo passear minha língua pela sua entrada para depois voltar ao seu pênis e sugar apenas a glande, onde eu sei que é uma área bem sensível aos toques prazerosos e ponto de um orgasmo perfeito.

Aumentei o ritmo dos movimentos fazendo com que minha boca fizesse sons eróticos pelo quarto. Tudo tão intenso e profundo, seu pênis indo até minha garganta e os estalos soando cada vez mais altos para provocá-lo.

Senti suas mãos largarem os meus cabelos e sua canhota agarrar em meu braço apoiado sobre a cama, me arranhando completamente ao que eu gemia em seu membro.

O que não durou muito e eu apenas suspirei aliviado ainda com seu pênis na minha boca, podendo notar quando Taehyung começou a impulsionar o quadril para cima pedindo para foder a minha boca. Aquilo com certeza já está me avisando que ele está pronto para o seu ápice e antes dele desejar tê-lo, fiz questão de tirar minha boca de seu pênis ouvindo um grunhido de reclamações, me fazendo sorrir ladino ao que provocava-o.

Observei atentamente cada traço do mais velho na minha frente sorrindo ainda inconformado pelo o que aconteceu me fazendo abrir um de meus sorrisos de coelho que ele tanto ama.

Analisei mais uma vez essa perfeição dos deuses e selei nossos lábios mais uma vez em um beijo calmo e apaixonado—fazendo ele sentir o pré gozo dele sobre meus lábios—tentando demostrar o quão importante e amado ele é por mim.

Acho que assim se sucedeu quando ele me puxou para ficar em cima dele novamente e acariciou meu rosto e meus cabelos durante o ósculo.

Encarei suas orbes castanhas e sorri na sua direção ao que despejava o lubrificante nos meus dedos e passava sobre sua entrada rosadinha. O provocando suspiros e reboladas sobre os meus dedos.

Brinquei com o meu dedo rodando a ponta em sua entrada vendo ele suspirar em deleite, abri mais as pernas dele podendo vislumbrar a sua entrada e assim inserir o primeiro dedo ao que distribuía beijos e chupadas por suas coxas e subia para a barriga.

Com certo cuidado coloquei mais um pouco do lubrificante no segundo dedo e entre sua entrada e passando a inserir o dedo médio junto do indicador vendo ele morder o lábio inferior ao que recebia beijos e chupões da minha boca em sua pélvis e coxas. Eu queria fazer ele se sentir bem, eu sei o quanto dói, mas pelo menos queria tentar distrai-lo ao que essa sensação ruim passasse.

Esperei alguns segundos e voltei a movimentar agora os dois dedos em seu interior e sua expressão suavizar, sem delongas enfiei o terceiro dedo sentindo esse entrar com facilidade pelos movimentos que eu fazia de tesoura.

Deixei meus dedos parados apenas procurando um lugar em específico e quando achei tratei de raspar as pontas dos dedos em seu ponto sensível vendo ele arquear as costas, me fazendo sorrir satisfeito. Toquei mais algumas vezes só para provocar e ouvir os gemidos roucos, e quando vi que já estava bom e preparado apenas tirei meus dedos do seu interior.

Abri a embalagem da camisinha e colocando o ícone sobre o meu membro e passando lubrificante no mesmo. Passei mais um pouco do líquido na entrada do mais velho que me olhava com luxúria, e com certa calma passei a entrar nele com cuidado ao que distribuía beijos pelo seu pescoço e ombros.

Quando senti meu pênis entrar por completo no interior alheio esperei alguns segundos apenas aproveitando desse tempo para beijar e acariciar a face do meu pai, tão lindo, tão magnífico e tão meu.

—Jeongguk pode ir...—resmungou ao que rebolava sobre meu pênis. — Já está bom.

Sem dizer mais nada apenas comecei a fazer movimentos lentos e sentindo o quadril alheio rebolar ao que me ajudava se afundar mais.

Entrelacei meus dedos com os dele e aproximei minha boca de seu ouvido podendo tanto ouvir como gemer sobre o dele. Eu desejava poder gemer em seu ouvido afim de provocá-lo mais, afinal quantas vezes ele me provocou de tal maneira.

Estávamos sem pressa apenas apreciando o momento, o cheiro de incenso pairando sobre o ar junto do nossos suores se misturando, as pernas do Kim se envolvendo em minha cintura ao que me puxava mais para si. Tudo tão perfeito, romântico e apaixonado, como deveria ser.

 Eu estava tomando o maior cuidado para não machucá-lo, afinal é a primeira vez dele sendo passivo e eu precisava ser carinhoso, mesmo que ora eu aumentava a velocidade.

Encarei a face divinamente encantadora e com a destra toquei seu queixo selando nossos lábios ao que gemia-nos entre o ósculo. Só encerramos o contrato quando eu finalmente achei o ponto sensível alheio que se separou do ósculo apenas para gritar meu nome me deixando com mais vontade ainda de tê-lo para mim.

Em um ritmo mais rápido eu comecei a estocar somente na sua próstata fazendo-o revirar os olhos ao que sentia suas curtas unhas arranhando da minha nuca até as costas, seus gemidos e arfadas próximos ao meu ouvido, as reboladas que ele dava para me ajudar, suas pernas apertando meu tronco em volta de si, nossos gemidos, suores e olharem se conectando em um só, desejando ouvir o quão bom está sendo para nós.

—Eu quero que você grite. —falei entre uma arfada. —Grite para eu saber a quem você ama. —chupei seu pescoço próximo ao pomo de adão.

—EU TE AMO JUNGKOOK. —gritou entre um gemido alto.

—Isso, con-continue! —pedi autoritário ao que chupava seu menino direito. —Grite!

—JEON! —mais um grito.

E assim seguiu, um grito, dois, três, cinco, sete, e quando fomos ver já estávamos ambos intensos, dei atenção ao membro abandonado do meu pai e comecei a pulsar nele com movimentos rápidos de vai e vem em uma masturbação de acordo com as estocadas em sua próstata, além de gritos estava apreciando os gemidos e arcadas, uma música para os meus ouvidos que ansiavam poder desfrutar disso. E quando menos esperava-nos chegamos ao nosso limite, mas para prolongar fiz questão de estocar mais um pouco podendo sentir o corpo abaixo do meu tremer ao que recebia o melhor orgasmo de sua vida.

Assim que sai de cima dele jogando a camisinha no lixo, me encarei vendo os estragos e danos feitos pelas unhas felinas do mais velho me fazendo sorrir orgulhoso, como eu já estava pelo menos planejando comprar aliança, Caminhei para fora do quarto vendo a cara confusa do meu pai me fazendo dar de ombros.

Olhei atentamente para o corredor encontrando minha calça em cima de uma mesinha para enfeites, peguei a mesma tirando de lá a caixinha de veludo preta, voltei para dentro do quarto notando que meu pai me esperava deitado na cama com um sorriso satisfeito na face e o famoso brilho no olhar apaixonado.

Me aproximei dele olhando fixamente em suas orbes castanhas tendo um abraço caloroso vindo dele com os braços em volta da minha cintura. Com certo cuidado me desprendi de seu abraço encarando novamente seus olhos ao que me pronunciava:

—Kim Taehyung, eu não sei a qual motivo me fez se sentir atraído por ti, não sei por qual razão Deus deseja nos fazer passar por isso e nem desejo saber a verdadeira história por trás disso tudo. Mas agora aqui, nesse exato lugar, com toda essa noite planejada de última hora, segurando sua mão, enquanto encaro os seus olhos e tenho esse maravilhoso sorriso sendo direcionado a mim, eu consigo ver o quão sortudo e apaixonado eu sou por tê-lo ao meu lado. Nosso amor pode ser errôneo, algo carnal aos olhos de quem ver pai e filho juntos, mas para nós esse amor é infinito e o mais correto possível. —acariciei seu rosto. —Kim Taehyung, é nessa cabana, com um bom final de semana, aproveitando cada segundo contigo que eu tomei a decisão de te torná-lo meu. Aqui hoje estamos assumindo nosso amor, nossas vontades, nossos desejos e nossos sonhos. —abri a caixinha de veludo revelando o par de alianças. —Você aceita ser meu namorado? Aceita me ter por toda a sua vida, mesmo que eu seja chato ou possessivo as vezes? —perguntei vendo ele morder o lábio inferior ao que lágrimas escorriam de seu rosto e sua feição mudará, foi nesse exato momento que eu absolutamente engoli a seco temendo a resposta que virá a mim.

Pov's Hoseok

Havíamos saído do cinema animados, falávamos sobre o filme e as partes engraçadas que havíamos gostado. Nunca que eu vi Yoongi deste jeito, olhando assim até parece que ele nem é frio diariamente.

Passamos a andar lado a lado com ele ainda comendo a pipoca que havíamos comprado, está até que divertido poder sair com ele.

— Então...—falei meio acanhado.

— O que? —perguntou de cenho franzido.

— O que vamos fazer agora? —perguntei.

— Não sei, me diz você Hoseok!

 

— Estou pensando em te levar pra um restaurante, afim de comermos.

— E por que não?

— Ok, o que acha de comida italiana? —questionei.

— Acho boa, vamos?

— Tudo bem senhor Min!

— Me trate apenas como alguém comum. Nada dessa coisa de senhor, não sou velho! —reclamou fazendo careta.

—Ok!

Seguimos nosso caminho para o restaurante próximo do parque, um lugar calmo e com um ar animado. Acho que ele pode gostar da ideia já que concordou com ela.

Chegamos no restaurante depois de algum tempo caminhando e entramos. Sentamos em uma mesa que era perto do vidro, assim dava para ver as pessoas lá fora.

Ficamos em silêncio até o garçom chegar e perguntar o que queríamos, olhamos o cardápio e fizemos os tais pedidos, o garçom então sorri e se retira.

Eu olho para o rosto do Yoongi e fico pensando, o quanto ele é lindo, alguém tão maravilhoso e com uma personalidade forte e única, ele é diferente de todos que já vi, é alguém para se admirar.

Quando meu pai mandou eu passar a perna na empresa do Yoongi, eu não queria, quer dizer talvez um pouco no começo, mas depois vi o quanto Min Yoongi se esforça para ter o que tem, e eu me sentiria muito culpado por acabar com o sonho de alguém, eu me sentiria culpado se visse Yoongi perder tudo por causa de mim, e me arrependo demais de ter aceitado isso, eu quero o perdão sincero dele, e farei de tudo para conseguir.

Quando os nossos pedidos chegou acompanhado com um vinho, percebi Yoongi me encarar, apenas sorri para ele e abaixei a cabeça, ele pegou a comida e o vinho e então começou a comer, logo em seguida eu faço o mesmo.

— Yoongi me perdoa pelo o que aconteceu, por favor! — olhei para ele e ficamos nos encarando — eu juro que não estou mentindo, eu estou arrependido de verdade! — finjo uma cara de choro.

Ele continua e me encarar, aquilo estava me dando agonia.

— Tá bom Hoseok, vou te dar um voto de confiança! — disse em um suspiro.

— Sério? — pergunto surpreso.

— Sim, eu não sou de dar segundas chances para ninguém, por isso se sinta importante por ter me convencido a te dar mais uma chance — bebeu um pouco de vinho.

— Obrigada, obrigada — bati palmas feliz — não vou te decepcionar — sorri

— Pode voltar segunda-feira se quiser, você vai trabalhar no mesmo cargo de antes — sorriu sem mostrar os dentes.

— AHHHH OBRIGADA YOONGI — Grito contente, mas Yoongi me olha de cara feia por ter feito todos olharem para nós.

— Desculpa — abaixei a cabeça.

Continuamos a comer nossa comida italiana, estava uma delícia! Prometo não vacilar mais com ele. 


Notas Finais


Oi Vkooka's
Espero que tenham gostado desse capitulo, deixem a opinião de vocês ai nos comentários para eu ler! 😊🌷
Até a próxima, e não desistem de mim! 🤣🙏


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