História Incomparável - Capítulo 13


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Categorias Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Bill Kaulitz, Romance, Tokio Hotel, Tom Kaulitz
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Palavras 1.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Indecisão


P.O.V HENRRIQUE ON

Bato na mesa indignado por não estar achando provas suficientes contra eles. Tinha que colocá-los atrás das grades, eles são os assassinos sim, devo admitir que scarlet tem se provado uma boa policial. Pego as fitas e olho para cada um deles mas nada de ruim também.

- que droga! - meu telefone toca eu atendo ouvindo a voz do outro lado me interesso - fale...

- ...

- quero que encontre qualquer coisa que os incrimine que faça com que scarlet não tenha dúvidas nenhuma, quero que assassinos como eles saiam presos!

- ....

- não me importa! Encontre se precisar espione eles... - desligo o celular e saio da sala vendo scarlet vim para minha direção.

- Bom dia henrrique - a cumprimento como ela a mim, um aperto de mão.

- Bom dia scarlet, e tenho provas para colocar eles atrás das grades... Tom kaulitz já agrediu uma moça foi indiciado por agressão física tem gravações disso... um homem capaz de agredir mulher tem capacidade de matar um homem. - solto da sua mão e a deixo sozinha indo para baixo do nosso andar sem olhar para trás. Mas antes tive o prazer de ver seu olhar de dúvida.

P.O.V HENRRIQUE OFF

P.O.V SCARLET ON

Depois da conversa com Henrique fico em dúvida, agressão física não é assassinato mas ele tinha razão, os ferimentos era de raiva no corpo de Anderson tinha que investigar isso melhor, atiro minha bolsa no armário começo a investigar a situação. Realmente tom kaulitz parecia ter agredido uma fã ao ter passado pelo carro dele pela notícia ela o havia irritado pedindo autógrafo mas quando não a deu ele tinha tentado sair á mesma riscou o carro dele sem querer e então saiu de seu carro irritado a agredindo, fui ver o resultado dessa situação vejo que o inquérito da investigação foi aqui, pego minha bolsa e saio para meu carro, sigo para o tribunal e na recepção falo com um rapaz.

- Bom dia, sou Scarlet mortens quero falar com o responsável por um caso de agressão a alguns anos atrás, o acusado era Tom kaulitz. - digo para o moço a minha frente

- ok, espere um minuto - ele digita algumas coisas em seguida me avisa - esse caso ocorreu a anos, qual seu interesse? Não posso dar informações desculpe - ele me fala gentilmente e pego meu crachá

- Sou da U.AC.S agente Scarlet. - ele olha e se apronta de novo no computador

- Foi com o juiz Ramos, e o advogado Sérgio. - ele me indica a direção que sigo e em seguida encontro a sala

- com licença - falo para uma moça - Sou scarlet mortens quero falar com o juiz Ramos - mostro meu crachá de identificação ela liga para ele do telefone

- A agente especial da u.a.c.s está aqui quer falar com o senhor. - um minuto depois ela me indica a entrada - senhor ela está aqui. - ela me dá passagem

- obrigada, bom dia senhor. - digo ao entrar

- bom dia, o que trás a senhorita aqui? Sou o juiz Everesto Ramos sente-se - era um senhor acho que uns 60 anos, mas bem conservado, sério, de olhos azuis e cabelos brancos.

- Gostaria de saber o que se resultou no caso de agressão envolvendo tom kaulitz, ele e o resto da banda está envolvido num caso e preciso de informações. Por favor. - digo direta.

- o caso de agressão a uma menina, se refere... ele foi inocentado, o rapaz não havia feito nada a ela, foi uma acusação para ganhar dinheiro, ela dizia que ele havia batido nela mas não, ele apenas a afastou do carro pelas outras câmeras era visível isso, já por outras não, foi tudo resolvido. - fico pensativa no que ouvia e anotava vendo o senhor a minha frente também pensativo.

- eles estão envolvidos num caso de assassinato classe A mas minhas suspeitas é que alguém quer incrimina-los. - digo por fim ao juiz ele fica espantado com a gravidade.

- o que te faz pensar isso? - ele me pergunta.

- Muitas coisas, a cena do crime era perfeita, não havia arrombamento nem ao menos roubo, tudo estava em ordem, eles não tinham sinal de luta nem sinal de terem ficado com sangue nas mãos por mais tempo que foi visto já que quem chamou a polícia foi uma empregada do hotel... eles estavam transtornados e havia dois corpos, um ainda não foi identificado por causa da pouca informação mas um deles é o antigo figurinista da banda. - finalizo meu resumo da situação.

- entendo... acusação é sua hipótese... é algo possível mesmo mas não vá só por essa linha de pensamento ok? - ele me fala com um sorriso e uma postura que exalava experiência

- sim senhor, obrigada por seu tempo já estou indo. - ele se levanta comigo indo até a porta, ao sair dela

- até e boa sorte agente. - ele fecha a porta e eu me retiro dali.

Sigo para fora do prédio colocando meus óculos de sol, quando vejo vir um homem em minha direção qual reconheço assim que fica perto de mim

- Bill? O que ta fazendo aqui? - pergunto sem entender ele antes de falar me entrega um copo de mate Leão - meu favorito. - digo para ele abrindo o lacre

- Bom vim te ajudar no que precisar não aguento mais isso... na noite que saímos aconteceu algo horrível e não quero mais ficar parado quero fazer alguma coisa! - ele diz gesticulando muito com as mãos

- primeiro se acalma, segundo, o que acha que pode fazer sem experiência nisso? A única coisa que pode fazer é me informar... de tudo que lembra. - o olho calma pela primeira vez, estava me pondo no lugar deles.

- informação? La vai essa, a menina Samanta que falamos foi no dia da festa atrás do Tom e levou outro fora e saiu bufando. Logo depois ouve uma alarde nos acusando de assassinos... - ele para de falar

- alarde e provocação, venha comigo ali tem um Banco me fala qual é dessa situação do Tom. - me sento com ele

- A dois anos atrás a Samanta queria ficar com o Tom mas ele não, foi na época que ele já tava pensando em parar as saídas de mulherada mas ele não queria nada a sério ainda, só curtição, aí como ela queria algo sério ele deu um fora nela.. dos feios ela não deu o braço a torcer mas ficou péssima e arrasada depois disso fomos embora daqui, tínhamos que voltar para Los Angeles, depois disso ele continuou a vida dele um tempo depois só que ele parou com as saideras, ela voltou a incomodar por celular o que forçou o tom trocar o número, depois disso nunca mais. - ele termina tomando um gole de café que só agora percebo que ele trazia.

- Ok, isso é bem interessante... vá para casa vou investigar isso... - digo para ele, ele segura meu pulso fico cara a cara com ele quando me viro - hã? O que foi bill... - o olho nos olhos com os óculos

- por que irá investigar isso? Tem que investigar o assasino... - ele me solta já que me fez parar.

- todos que estejam perto de vocês ou estiveram, tenho que investigar. Agora tenho que ir vá para casa ou algum lugar. - saio dali com meu carro e me dirijo para a delegacia.

P.O.V SCARLET OFF



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