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História Incomparável - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá leitores! POR FAVOR, LEIAM ESSAS NOTAS, É IMPORTANTE!

● Primeiramente, quero deixar claro que essa fanfic é uma adaptação da série La Usurpadora, feita pela televisa no ano de 2019 (baseada na produção original em formato de novela). Eu assisti a série e simplesmente amei! Queria muito ver ela na versão do nosso casal lindo e cheiroso aka OQ, mas pelo que notei, não existe (se existir eu gostaria que me avisassem, eu mesma não encontrei), então decidi escrever. Vou seguir a linha da série, porém, não será ao pé da letra, pois terei que mudar aspectos para que se encaixe em Once Upon a Time, terei que preencher lacunas, tirar personagens, colocar outros e também porque farei mudanças em cenas e desenvolvimentos que acho que devo.

● Não sou expert na política do país onde se passa a fanfic, mas buscarei saber algumas informações que me ajudem a escrever a história e que não fique sem sentido. Qualquer coisa podem me mandar mensagem falando sobre.

● Sou fã de carteirinha da trama e Super indico que assistam a série La Usurpadora e enalteçam Sandra Echeverria, a protagonista. Ela é maravilhosa! (tem na amazon vídeo e em sites)

● A personagem Isabella Cordova (uma das gêmeas), para quem não sabe, foi interpretada pela própria rainha Lana Parrilla, na série Chase. Então, aqui teremos duas personagens (Isabella e Regina), mesma face. Voilà!

Criei essa conta para postar a fanfic por motivos que vocês já devem saber rs.

Boa leitura e obrigada por estarem aqui!

Mwah

Capítulo 1 - Primeira dama


Fanfic / Fanfiction Incomparável - Capítulo 1 - Primeira dama

Narradora

 

Isabella Cordova, com toda a sua beleza altamente atraente e elegante caminhava a passos apressados para fora do quarto do milionário Jefferson Stan após uma tarde de paixão fervorosa, onde passou mais tempo do que planejara. A mansão do homem faria os olhos de qualquer pessoa brilharem, mas Isabella já estava acostumada a olhar para toda aquela opulência, não era nada novo ou interessante. August Booth, seu motorista e cúmplice a esperava no carro como um capacho, estava pronto a seguir ordens a qualquer momento e guardar os maiores segredos da mulher envolvente.

— Olá, Isabella. Demorou hoje, já recebi ligações da casa presidencial e tive que inventar uma desculpa. - Booth tentou soar casual, mas a amargura não abandonou seu tom por completo.

— Conseguiu descobrir o que te pedi? - a mulher morena de olhos cintilantes e amendoados se limitou a questionar a respeito do que lhe importava.

— Consegui. Ela é perfeita para nossos planos, como você previu. Toda a investigação que fizemos rendeu bons frutos. Por sorte ou quem sabe, destino, ela sabe falar bem a nossa língua. Ao que parece nasceu aqui, mas se mudou ainda na infância para Porto Rico, mas não abandonou a linguagem.

— Ótimo. Hora de colocar tudo em ação, August. Nada, absolutamente nada pode dar errado.

— Não vai dar errado. A essa hora a moça já deve ter lido o e-mail sobre a casa de assistência que ela gerencia com uma tal de Ruby Lucas. - o homem informou. 

— Estou cruzando os dedos para que ela caia como um patinho. 

— Está certa de que vai para as Maldivas diretamente? - August mudou de assunto repentinamente.

— Sim, porquê? - Isabella franziu a testa, não gostava de perguntas enxeridas.

— Pensei que poderia ficar por aqui e após a execução final do plano poderíamos ir juntos para o ext…

— Preciso resolver essas coisas antes, já conversamos sobre isso, o Stan também é importante para que esse plano funcione. Depois conseguirei todo o dinheiro e poderemos partir. Em fim serei livre e você terá a poupança do banco repleta de dinheiro, poderá viver como um rei. - a mulher se inclinou sobre o banco e passou os braços pelo pescoço de August acariciando-lhe a pele quente.

— Tudo bem Isabella. Como você quiser.

 

***

 

Em meio à manifestação que já durava três dias, as pessoas não paravam de berrar críticas ao governo do lado de fora do Palácio Nacional de Belém, mais conhecido como a casa do presidente de Portugal, Robin de Locksley Cordova. O país passava por uma crise ligada ao setor de transportes que estava paralisado. A proporção era tamanha que a assessoria do presidente já lhe alertava para o fato de outros ramos também aderirem a greve, a situação poderia piorar e muito.

— Desde que assumi a presidência desse país, pela primeira vez me sinto completamente perdido. - olhando para a rua da sacada do alto do palácio, Robin enxugou a testa com um lenço. Embora já tivesse tentado acalmar a situação duas vezes, nada parecia funcionar. 

— Você vai conseguir. Acredite mais em si mesmo. Onde está o Robin idealista com quem passei boa parte da adolescência? - essa era Zelena Leigh, ruiva de olhos azuis marcantes e uma beleza interessante, também  era uma das melhores amigas do loiro desde os tempos de colégio. Hoje ela ocupava o cargo importante de assessora especial do presidente por quem era secretamente apaixonada, bem, talvez não tão secretamente assim. O fato era que Zelena era uma mulher muito inteligente e esperta, de forma que Robin sempre confiava em sua sagacidade e instrução para resolver os problemas que abalavam o governo e eram ligados diretamente a ele.

— O que eu, um presidente sem partido, posso fazer? Às vezes custo a acreditar que consegui chegar até aqui.

— Um presidente sem partido que foi eleito pela maior parte da população. - Zelena rebateu. - Jamais se esqueça disso e pare de diminuir seus feitos. Vamos conseguir superar isso. Tenho algumas pistas do que pode estar acontecendo com os trabalhadores.

— Pistas? Diga-me, Zelena.

— Não até eu ter certeza da situação, o que será logo. Agora tenha paciência senhor presidente.

— Tudo bem, tudo bem. Não tenho nenhuma melhor opção para o momento. - Robin sorriu e balançou a cabeça, após, olhou para o relógio e bufou. - Isabella está atrasada. Vou me arrumar para as fotos da família.

— Isso é tão clássico dela. Vá lá, eu seguro as pontas aqui com o general Gold.

— Não sei o que eu faria sem você, Zelena.

— Provavelmente estaria chorando no meio da rua.

O homem fez um gesto de falso ultraje, apertou levemente a mão da ruiva e deixou a vasta sacada do palácio.

Enquanto isso, Isabella (pasmem, a primeira dama) adentrava as portas de casa acompanhada do motorista August e dois seguranças que os alcançaram poucas quadras depois da mansão de Jefferson Stan. A bela mulher dominava muito bem a arte de despistar as sentinelas que estavam sempre acerca da família.

— Boa tarde, senhora. Está atrasada, é melhor que já se dirija ao vosso quarto, onde a equipe de preparação lhe espera. - instruiu Milah, a governanta do Palácio de Belém com calma e educação.

— Não preciso que tome conta do meu horário. - Isabella revirou os olhos e rumou as escadas, irritada com aquele compromisso sem sentido para ela.

A morena passou as próximas duas horas provando vários vestidos e reclamando que os empregados nunca traziam algo que ela gostasse, reclamou também dos cabeleireiros lhe puxarem as madeixas e do batom vermelho que não era vermelho o suficiente, gostava de ter os lábios sempre tomados por aquela tonalidade rubra. Ao final de tudo, estava pronta e prontamente exuberante em seu belo vestido marsala colado ao corpo que deixava o colo a mostra e claro, condizente com sua posição de primeira dama de Portugal, outra coisa que não lhe apetecia eram aquelas roupas que apesar de muito elegantes não deixavam seu corpo livre como gostava.

Na sala de estar especial, já estava Henry, filho do presidente com Marian, sua primeira esposa que falecera quando o garoto tinha apenas dois anos de idade. Hoje ele tinha quase dezoito anos e mais dificuldades nos bolsos do que seu pai sequer poderia imaginar. Além dele também estava no cômodo a doce e carente Anabel, de quatorze anos, filha de Robin e Isabella usando um delicado vestido cor de rosa.

— Oi, mãe! Finalmente chegou. - a mais nova cumprimentou assim que viu Cordova - Você sabe que não posso ficar saindo da escola desse jeito ou vou reprovar! Tiraram-me no meio da aula para essas fotos.

— Não sei por que não tiramos fotos separadas e depois unimos tudo pelo computador. - Henry ignorou a irmã. 

— Por que está tão incomodado, Henry? Andou bebendo uísque? - Isabella perguntou mais para provocá-lo do que por qualquer preocupação que fosse. Ela nunca se preocupava.

— Não é da sua conta, Isabella. 

A mulher apenas revirou os olhos e se virou para a filha.

— Não vai reprovar Anabel, é por isso que contratamos professores particulares.

— Não vai reprovar porque é filha do presidente. - Henry afirmou com sarcasmo.

Anabel colocou a língua para o irmão e ajeitou os cabelos escuros como os da mãe atrás das orelhas.

— Não sei por que Robin não chegou ainda, depois dizem que eu sou atrasada, me poupem. Talvez dê tempo de você trocar o vestido, Anabel, este te deixa gorda. - Cordova arrumou o bracelete de ouro em seu braço e não percebeu a expressão estupefata e magoada da menina ao seu lado.

— Até sua mãe te critica, Anabel. - Henry sorriu com deboche.

— Melhor ter uma mãe que critique do que não ter mãe alguma. - Isabella usou seu tom irônico e o garoto trincou o maxilar com a provocação.

— Olá, família. Desculpem a demora, tive que atender uma ligação de última hora. - Robin entrou na sala naquele instante e recebeu um olhar acusador da esposa.

— Vamos começar, sim? - perguntou o fotógrafo agoniado com o ambiente ao passo em que todos tomaram seus lugares para fazer fotografias que saíram perfeitas. Quem as visse e prestasse atenção naqueles sorrisos e gestos aparentemente carinhosos, jamais imaginaria a quantidade de problemas que aquela família possuía.

No final do dia, durante o jantar, onde só estavam presentes Robin e Isabella, pois todos os outros, incluindo Odete, mãe de Robin que também morava naquela casa, e que possuía lapsos de memória vez ou outra, tinham encontrado algo melhor para fazer.

— Ouça Robin, já te pedi antes e peço de novo, eu quero o divórcio! - Isabella resolveu abordar o assunto uma vez mais, quem sabe aquilo poderia lhe poupar tempo e esforço. Ainda podia desistir de seu plano.

— Esse tema outra vez? Não é um bom momento Isabella.

— Nunca é um bom momento, Robin! Eu não aguento mais isso, não quero mais viver aprisionada!

— Por que você insiste em ver as coisas assim?

— Eu as vejo como são. - a mulher o desafiou com o olhar.

— Pode ter um pouco de paciência? Você sabe que o país está passando por uma situação difícil. - Robin suspirou pesadamente, como se o ar fosse denso demais. - Eu preciso zelar pelo governo, uma notícia dessas seria péssima para o momento e principalmente, preciso manter o foco em tomar decisões melhores para o povo.

— E as decisões melhores para mim? - Isabella se alterou aumentando o tom de voz. - Você só pensa em si mesmo!

— Isso não é verdade. Estou pensando em toda a família. Acalme-se. Custa esperar mais um pouco nesse casamento?

— Que casamento? Isso já não é um casamento há tempos e você só insiste em fingir que é. 

— E a Anabel?

— O que tem ela?

— Como o que tem ela Isabella? Ficará arrasada, sabe que ela é uma menina sensível. - o homem a observou com atenção. 

— Terá que entender, ela já é grandinha o suficiente. Há aprendizado pela dor também.

— Não creio…

— Ouça eu sei que ela vai superar, ela quer ver a mãe dela feliz e não estou feliz aqui!

— Não é possível. Agora não Isabella, agora não.

— Que merda, Robin! - a mulher jogou o prato e talheres em sua frente no chão, estava demasiado nervosa.

— Acalme-se, Isabella! - Robin se ergueu e se colocou ao lado da mulher, preocupado, ela já havia passado por episódios de estresse antes e não foram nada simplórios.

— Então me dê um tempo! Preciso de pelo menos duas semanas em uma viagem. Lembra que o psiquiatra disse que isso seria bom da última vez? Estou me sentindo sufocada aqui, Robin. - Isabella se virou para ele quase implorando. O plano era sua última saída.

— Tudo bem, tudo bem… Só, por favor, não apareça em algum shopping de Miami fazendo compras como da  outra vez, os repórteres estão loucos atrás de notícias como estas. Seria um escândalo. 

— Prometo que não.

O celular do presidente tocou e ele fez um gesto de desculpas para a esposa que já estava acostumada com aquilo e para atender a chamada deixou a sala de jantar além de uma Isabella exultante com um sorriso malicioso nos lábios.

 


Notas Finais


Opaaa! Essa família hein...

O que acharam do primeiro capitulo? Comentem pls.

Beijo


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