História Incongruente (Dipper x Mabel) - Capítulo 8


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Categorias Gravity Falls
Visualizações 108
Palavras 623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, como vão?
Se quiserem POV do Dip me avisem.

Capítulo 8 - Seis


Fanfic / Fanfiction Incongruente (Dipper x Mabel) - Capítulo 8 - Seis

 

Imensamente agradecida as cartas e a mesada mensal, fechei a pequena porta do compartimento de encomendas e me virei. Não havia nada além de contas de luz atrasadas e a droga de uma convocação de meu clone, ou seja meu querido irmãozinho Dipper, além claro do envelope marrom com a pensão que recebia todos os meses de minha mãe para manter os estudos e fazer seja lá o que ela quisesse que eu comprasse. Eu acho que adolescentes normais gastariam com dinheiro e comidas diferenciadas num restaurante de terceira classe.

Eu realmente não me importo com nada disso, na verdade me importava mas isso já passou. Fora apenas um fogo superficial de pré-adolescente comum; garotos, roupas, competições, exibicionismo, corpos bem formulados além do exagero de aparelhos eletrônicos e falsas amizades. Acho que por deixar tudo isso pra trás e assumir responsabilidades que não eram minhas me tornei um ser misógino (não literalmente, apenas de uma maneira interessantemente diferente) e muito mais maduro, a maior responsabilidade é ter de me adequar à uma situação delicada que vivo constantemente a vários anos: O amor pelo meu irmão gêmeo, que atualmente só se junta com uma vadia de peitos enormes e um cabelo loiro exageradamente enjoativo.

Só por isso me adequei a observar e viver, ele realmente é um idiota de fato por não perceber meus sentimentos que perpetuam por tantos anos de diversas formas diferentes. Eu o amo com todas as palavras e ele é só mais um pedaço de decepção por que além de uma família problemática, problemas sociais e um estigma social ridiculamente forte sou um fracasso com humano.

Entrei dentro da cabana velha, estava caindo aos pedaços mas quem podia reclamar? Era só uma cabana velha.

Sai diretamente na cozinha e me sentei em uma das cadeiras do balcão, ainda observando as cartas em minhas mãos.

Eu só queria ser a Mabel, uma das gêmeas do mistério. Afinal quem sou eu? Uma garota visivelmente chamativa mas que possuí um conteúdo pobre? A corrompida que se apaixonou pelo seu próprio irmão? Ou sou só a Mabel?

Deus, eu me pergunto todos os dias! Por que ela, ao invés de mim? Por que sou eu que tenho que sofrer por toda essa droga de situação?

Ela nem conhece ele o suficiente para dizer algo, ela é apenas uma cobra infiltrada em meio aos anjos; Por que tenho tanta inveja?

Naquele instante eu o observo preparando o nosso jantar, seus cabelos acastanhados claros se fundem com o último pôr-do-sol de junho e seus olhos se mantém presos ao forno ligado, sua nuca está suada e consigo ver sua pele oleosa. Infelizmente, ela tem tudo isso pra si e eu nem consigo sequer um abraço sincero e amigável por mais que queira algo mais.

Ele segura uma travessa entre suas mãos e se apressa em coloca-la sobre a mesa. É lasanha e cheira bem.

Por alguns instantes encaro o prato enquanto Dip busca duas latinhas de refrigerante dentro da geladeira velha, e eu observo novamente o retrato de um deus bem em minha frente. Ele tem um sorriso largo em seu rosto, o piercing no lado direito de sua sobrancelha brilha e fica mais bonito a cada dia, assim como seu dono.

Ele sorri pra mim e se senta na mesa.

- Eu fiz com carinho para você, sei que você gosta Mabes. – disse e enfiou uma garfada na boca. Apenas assenti e tentei imitar seu sorriso.

Ele é maravilhoso.

Ao seu lado, seu celular recebe uma notificação e vibra. Como resposta meu irmão mais velho sorri, o sorriso mais sincero que já vi desde que cheguei ali.

Já sei do que se trata, e eu só queria ser o motivo daquele sorriso igual ela é.


Notas Finais


qualquer erro me avisem e eu corrijo imediatamente


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