História Incontingência - Capítulo 4


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Marshall Lee, Principe Chiclete
Tags Gumlee, Marshall Lee, Prince B Gumball, Yaoi
Visualizações 98
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Será se alguém ainda se lembra dessa fanfic? :v Mals a demora :')
Bom, como o enem já passou e eu tive uns dias pra refletir sobre a vida pois fiquei sem net, resolvi terminar de escrever esse capítulo.

Espero que gostem ♡

Boa leitura!!

Capítulo 4 - Casa Desconhecida


Fanfic / Fanfiction Incontingência - Capítulo 4 - Casa Desconhecida

Apesar do rosado ter concordado em ajudar, Marshall teve que esperar o término da experiência, para então Gumball trocar de roupa e se por pronto para sair, deixando um vampiro irritado pela demora de começarem a “missão”. Já estava até pensando em aceitar a proposta de levar um mapa qualquer.

Quando Bubba se pôs a disposição na varanda, o rei dos vampiros suspirou em alívio, logo pegando-o entre os braços e flutuando para longe com o mesmo.

Gumball instruía o outro para todos os lugares que deveria ir. O primeiro não passava de uma floresta com um tênis sujo e desgastado jogado no chão, objeto o qual o vampiro deixara cair sem a intenção de fazê-lo. Não era o que procuravam. O segundo, após uma busca demorada, descobriram que o sinal no dispositivo batia em cima de um pedaço de tecido em um galho, que, de acordo com o mais velho, era uma parte que havia sido rasgada acidentalmente de uma camisa que costumava usar.

Marshall o agarrou novamente, voltando à busca. E, Enquanto os pelos do corpo do rei se eriçavam, com a respiração de Gumball em seu cangote, um grito fora ouvido, mais especificamente um pedido de socorro. Marshall poderia ignorar facilmente, porém...

- Está ouvindo? Alguém precisa de ajuda. – Disse o rosado, procurando entre as brechas causadas pela distância das árvores a baixo de seus pés. – Marshall, vamos descer.

- Não temos tempo pra isso, Bubba. – O dito o olhou confuso, com seu cenho franzido. – Precisamos encontrar o que viemos procurar.

- Não acredito que estou ouvindo isso. Alguém precisa de ajuda e você vai simplesmente ignorar? – disse irritado.

- Olha, Gum, não podemos resolver todos os problemas do mundo, mas podemos resolver o meu problema. Essa floresta não é confiável, você não pode...

- Me desce, Marshall! – o interrompeu, fortalecendo seu agarre no ombro do outro.

- Escuta, princesa...

- Agora! – deu uma leve batida no ombro esquerdo do vampiro, enquanto mexia suas pernas em uma birra.

- Que droga, Gumball! Para de se mexer, você vai acabar caindo. – reclamou tentando fazer o rosado ficar quieto. – Pára, caramba. - só fez o outro ficar mais irritado, tendo que segurar seu braço direito que o batia em protesto enquanto o pedia para ser colocado no chão. – Tá, tá, a gente vai descer. – disse finalmente fazendo o mais novo parar. – Que merda.

Pousaram quando encontraram o dono da desesperada e estridente voz, um ser que aparentava uma massinha de modelar rosa em forma de círculo, amassada em algumas áreas, com olhos que não passavam de uma pequena esfera preta e brilhosa, com uma boca, sem nariz, pernas finas e curtas, braços da mesma forma. Ele esboçou um semblante de alívio quando percebeu a presença dos dois.

- O que aconteceu? Por que está gritando? – O rosado se aproximou, agachando-se em frente ao desconhecido.

- Por favor, me ajudem, levaram meu irmão, se eu voltar pra casa sem ele meus pais me matam! – disse, desesperado.

- Se acalme. O que exatamente aconteceu? – Continuou o príncipe.

- Um pássaro apareceu e levou ele! Levou ele pra uma casa sinistra naquela direção. – Apontou para trás de si, sinalizando o paradeiro da tal residência. – ele tentou me levar também, mas consegui fugir. Por favor, meu irmão! Meus pais vão me matar!

- Calma. Nós vamos achar seu irmão. Apenas fique com isso. – disse, enquanto rasgava um pedaço do tecido de sua roupa para dar ao pequeno. – desse modo podemos te localizar assim que acharmos o seu irmão. – Deu-lhe a parte retirada de sua camisa. – Agora fique em um lugar seguro que vamos atrás dele. – aconselhou, levantando-se. – Vamos, Marshall. – chamou, se dirigindo em direção a moradia ainda desconhecida.

Deu alguns passos adiante, antes de olhar para trás, para saber se o vampiro o seguia, e, sim, ele o fazia, sem uma expressão facial que pudesse definir seu humor, em um flutuar calmo, vagaroso. Até estranhou quando seus olhos se encontraram, mais perto do que imaginava, pois havia pensado que o mais velho nem ao menos tivesse saído do lugar, porém, agradeceu, não iriam ter que discutir novamente.

Voltou seu olhar adiante.

Percorreram todo o percurso calados. Gumball se perguntava se Marshall estaria irritado, se bem que ele, de certa forma, tinha razão, não tinham muito tempo a perder, a atmosfera já começava a escurecer, mas não podia simplesmente se negar a ajudar alguém.

Se puseram lado a lado quando chegaram em frente a uma pequena casa feita de madeira, o material que já estava velho e desgastado, com algumas regiões podres e cheias de cupins, além de outros insetos.

Aparentava que a residência fora construída de qualquer jeito, como se tivessem colocado parte por parte do material apenas no intuído de deixá-lo na forma de uma casa, sem harmonia, sem um planejamento aparente. Cortinas sujas em um rosa opaco cobriam as duas janelas pelo lado de dentro, não dando para ver se havia qualquer sinal de vida em seu interior.

O lar parecia ter sido abandonado a anos, pelo descuido que se encontrava a parte de fora.

Gumball olhou para Marshall antes de subir os quatro degraus que ali havia, escalando-os cautelosamente, verificando se nenhum quebraria com seu peso, mas apenas provocaram alguns rangidos. O vampiro flutuou por elas, pousando em frente a porta, e, quando o rosado o alcançou, o rei resolveu chuta-la pois estava com preguiça de retirar suas mãos do bolso para bater no intuito de chamar a atenção de quem estivesse lá dentro, porém, apenas com um chute a porta abriu, escancarando-se, deixando dois rapazes surpresos.

- Você... –

- Já estava aberta. – O cortou, se defendendo.

Logo na entrada encontrava-se a sala, com três sofás, um tapete grande e velho de baixo da mesa de centro, e a frente tinha uma lareira a lenha, apagada, com uma TV embutida. À esquerda continha uma escada que levaria a um suposto novo andar à cima, e do lado direito da escadaria havia uma outra porta.

O lugar era velho tanto quanto o lado de fora e os móveis eram quase todos de madeira.

Marshall clareou melhor o ambiente depois que encontrou um interruptor perto da entrada e o apertou, enquanto Gumball chamava pelo suposto proprietário do lar, mas não houve resposta. O vampiro adentrou a residência mesmo depois dos protestos do rosado, logo mexendo nos objetos que encontrava, e o príncipe não resistiu e entrou, ainda chamando por alguém, mas na casa parecia não haver.

Depois de mais alguns chamados, desistiu de fazê-lo, logo se pondo a procurar por quem viera achar, e após dar uma boa olhada na sala que estava, antes de subir as escadas, veria o que poderia ter atrás da porta que se encontrava entre a escadaria e a lareira. Aproximou-se dela e bateu três vezes antes de pegar na maçaneta e girá-la para abrir, e dentro havia apenas uma pequena, estreita cozinha.

- enfim algo digno a ser encontrado. – disse Marshall, atrás de si. – Tô com fome. – comentou adentrando o espaço, indo em direção a geladeira, sendo seguido pelo príncipe.

- Marshall, não pegue nada sem permissão. – avisou o rosado.

Quando encostou a mão para abrir a geladeira, capturou algo escuro com sua visão periférica, e logo virou o rosto, em direção da porta, para ver o que poderia ser, e ali estava, um pássaro grande e negro os observando. Bubba seguiu seu olhar, se aproximando ainda mais do vampiro depois de notar a ave que os olhava enquanto pendia sua cabeça para o lado, como um pombo faria.

Os três ficaram imóveis e em silêncio durante alguns segundo.

- Isso é... – O vampiro parou de falar ao se assustar com um barulho que o estranho soltou pelo bico no momento que começou sua fala.

A ave deu alguns pequenos saltos onde estava.

- Invasores. – disse, em um tom baixo e rouco. Seus olhos vermelhos brilhavam.

- É um engano – falou o rosado, enquanto o de penas entortava sua cabeça para o lado em sinal que o escutava. – estamos procurando alguém, não foi nossa intenção invadir sua casa, a porta estava aberta – defendeu-se.

O pássaro ficou um instante calado, olhando ao redor da cozinha e depois voltando seu olhar aos dois intrusos. – Ah, claro. – falou, virando sua cabeça para seu lado direito, em direção a entrada do cômodo onde estava, mas logo voltando sua visão para os rapazes, os avaliando dos pés à cabeça antes de prosseguir. – podem... Continuar. – liberou, diga-se de passagem, de uma forma um tanto suspeita, dando alguns saltos para o lado, sem tirar os olhos do princípio e do rei, passando pela porta da qual viera. – divirtam-se, eu acho.

No momento que terminou sua fala, a porta da cozinha se fechou em um baque, e Gumball correu para perto da mesma, e pelo contrário que esperava, ela não estava trancada, o príncipe não teve nenhuma dificuldade em abri-la, porém, quando o fez, o local não era mais o mesmo do qual vieram, agora, um quarto infantil.

Os dois se entreolharam confusos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Qualquer coisa errada no capítulo me desculpem :x

Obg por lerem :*

Bjos e até a próxima se a preguiça me permitir o/


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