História Incontrolável - Clace - Capítulo 8


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Jace Herondale (Jace Wayland), Jonathan Christopher Morgenstern, Kaelie, Magnus Bane, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Tessa Gray, Will Herondale
Tags Alec, Amor, As Peças Infernais, Caçadores De Sonbras, Cassandra Clare, Celine, Clace, Clary, Fairchild, Gray, Herondale, Izzy, Jace, Jem, Jessa, Joceluke, Jocelyn, Kaelie, Lightood, Livros, Luke, Magnus, Malec, Morgenstern, Os Artifícios Das Trevas, Os Instrumentos Mortais, Paixão, Parabatai, Romance, Seblie, Serie, Shadowhunters, Showrunners, Simon, Sizzy, Stephen, Tda, Tessa, Tid, Tmi, Valentim, Wessa, will
Visualizações 234
Palavras 2.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie amores? Sentiram saudades?
Ta complicado pra mim não se preocupe. Toda sexta, sábado ou domingo eu estarei vindo atualizar as fanfics.
Segunda volto as aulas na faculdade mais o trampo então vocês devem entender como tá puxado pra mim.
Mas cá estamos.
Mais um capítulo de incontrolável e vocês vão... Amar dmais esse cap. Tenho certeza kkkkkk.
Não me matem!

Boa leitura 🖤📚

Capítulo 8 - 7


P. O. V. JACE.

Saí ensopado da festa do Morgenstern praguejando pelo idiota de Jordan ter estragado um momento e depois Sebastian. O destino não estava a meu favor! E passei o resto da noite imaginando como seria o toque dos lábios de Clary nos meus de novo, agora num beijo mais longo. Como seria seu cabelo entre os meus dedos e o meu corpo colado no dela. Ignorei meus pais discutindo em seu quarto. Só torcia pra não ser por causa de mim. No domingo, era de costume meu pai ir de manhã pro golfe, mas voltou só depois das 16h00, deixando minha mãe preocupada. Quando chegou disse que resolveu ir almoçar com uns colegas e que o almoço se estendeu, seu celular descarregou e blá blá blá. Só sei que eu não via a hora de segunda feira chegar. Quando eu poderia ver e falar com Clary. Não do jeito que queria, mas era melhor que nada.

E agora eu estava aqui, saindo quase saltitando da sala de aula, com uma prova com um A . Ah, não tinha coisa melhor. Os rapazes iam pro Taki's, uma lanchonete que costumávamos ir juntos, mas eu tinha que falar com uma pessoa antes. Andei rápido até seu armário, sabendo que meu sorriso estava de orelha a orelha. Clary como sempre estava guardando coisas. Apoiei uma mão no armário ao lado e sorri falando:

- Oi, Clary. – Pelo menos não a assustei dessa vez.

- Oi Jace, tudo bem? – ela me perguntou corada. Que linda!

- Tudo ótimo. Você não vai acreditar... – ela me olhou esperando eu prosseguir. – Teste surpresa hoje, adivinha quem tirou A ? – Ergui minha prova.

Clary arregalou os olhos brilhantes sorrindo ao ver a nota e fechou o armário pra me olhar.

- Jace! Isso é ótimo, parabéns!

- Mérito meu e seu baixinha. Obrigado por isso! – Sorri mal contendo a vontade e beijando sua testa.

- Do que me chamou? – Clary me encarava.

Eu a olhei abrindo e fechando a boca sem saber o que dizer. Mas sorri aliviado quando Clary riu.

- Chamar de baixinha é um pouco estranho, quando o gigante é você! – Eu ri balançando a cabeça.

- Quer saber. Sem reforço, uma folga hoje. Vamos comemorar esse notão! – Ela me olhou confusa. – Vamos ao Taki's hoje.

- Nós dois? – Perguntou de olhos arregalados.

- Bem, os rapazes vão estar lá com algumas meninas. Mas podemos sentar em mesa seperada. – sugeri.

- Hã, não, tudo bem. Podemos ir sim, vai ser divertido.

- Ah, pode acreditar.

Eu ri e o sinal bateu, bem na hora! Os rapazes já tinham ido na frente e abri a porta do meu carro para Clary indo me sentar logo em seguida. A olhava vez ou outra reparando em suas sardas, querendo gravar cada uma na mente. Conversamos sobre as aulas de hoje. O dia de domingo, até sobre o tempo. Mas não falamos sobre o quase beijo por nada. Clary sempre fugia do assunto. Então concordei comigo mesmo que seria melhor conversar outra hora. Por fim chegamos a lanchonete e entramos, os rapazes ocupavam os fundos, Will estava lá com Tessa, e ergui as sobrancelhas ao ver Aline com Helen numa mesa afastadas do pessoal. Por um instante nossos olhares se encontraram, o seu se desviou para Clary que estava ao meu lado, erguendo uma sobrancelha ela olhou pra mim e sorriu fraco voltando a sua conversa com Aline. Me encaminhei com Clary até as mesas onde o pessoal estava, Aline devia estar realmente sério com Helen agora e pra isso, seus pais não deveriam estar nos seu pé. O que era ótimo.

Sentei sorrindo ao lado de Clary de frente para Will e Tessa que olhavam para Clary também sorrindo. A olhei e a ruiva estava tão vermelha... Contive o riso e cutuquei ela com o braço.

- Tudo bem?

Ela me olhou abrindo a boca mas assentiu apertando os olhinhos verdes. Logo Dot veio atender nossos pedidos, Clary pediu um milkshake de morango e eu um de baunilha. Comecei a conversar com ao rapazes sobre nosso jogo de quarta feira, mas vi que Clary estava praticamente muda, um braço meu já estava atrás de seu banco e decidi incluir ela na conversa, coitada.

- Você vai ao jogo? – Perguntei a olhando e depois sugando minha bebida.

- Ah, eu... Não sei. Talvez fique estudando. – Ela deu uma risadinha guardando o cabelo atrás da orelha.

- Mas é um babaca arrogante mesmo. – Will disse me chutando por baixo da mesa.

- Hey. – O encarei. – Enlouqueceu?

- Eu não, mas você vive roubando o tempo de estudo da menina, e ainda quer que ela pare de estudar pra si mesma, só pra te ver suado no meio do campo. – Will sorriu e eu me mexi desconfortável.

- Não é isso... Eu só...

- Chega de falar da escola! – Bat disse me interrompendo empurrando um cestinho com fritas para Clary. – Quer batatas Clary? – Perguntou todo sorridente e Clary aceitou.

- Obrigada, Bat. – Clary falou sorrindo pegando batata.

- Ah, ela sabe meu nome! – Observei ele dizer todo bobo, o que não estava me agradando. – Você não quer me dar aula de reforço também não, Clary?

Ele perguntou arrancando risadinhas do pessoal e de Clary! Fala sério! Eu quem devia estar arrancando risadinhas dela, pior mesmo foi quando ela assentiu. Engoli em seco.

- Até posso, se preencher a ficha na escola.

Dessa vez eu ri, quase gargalhando. Levamos a conversa de boa, embora eu percebesse algumas olhadas de Bat em Clary, algo como interesse. O que me irritava, e eu nem sabia por que exatamente.

- Quando vai ser a próxima festa de seu irmão Clary? – Bat perguntou depois de pedir mais fritas.

- Ah, não sei. Talvez mês que vem. – Respondeu ela dando de ombros.

- Ah, um tempão hein...

Ele ia continuar conversando com ela mas olhei meu relógio e chamei sua atenção.

- Preciso ir pra casa, podemos ir? – Perguntei a olhando.

- Hã, claro. Vamos sim...

Ela disse começando a tirar dinheiro da carteira mas interrompi questionando. Ela queria pagar, fala sério. Eu a chamei! Paguei nossos pedidos e me dirigi para o carro com ela, um silêncio enorme entre nós. Ao entrarmos cocei os cabelos da nuca antes de por a chave na ignição.

- Bat ta afim de você. – Disse revirando os olhos.

- O quê?! Hã, não ta não.. que viagem. – Clary disse rindo nervosa.

Eu apoiei minha mãe em seu banco a encarando com sorriso fácil nos lábios assentindo.

- Ele está sim, e parece que você também.

Não foi intensão mas minha voz foi ficando séria. Clary me encarou por um tempo e depois revirou os olhos sorrindo torto.

- E tem algum problema, nisso? – Perguntou mordendo o lábio. Provocadora!

- Na verdade tem!

- Qual? – Ela ergueu as mãos gesticulando.

- Fala sério... – Balancei a cabeça virando pra frente incapaz de encará-la. – Ele não serve pra você!

- Por que você acha isso?

- Por que... Porque você é você Clary. Simples assim.

Disse convicto, ligando o carro. Clary era boa demais para um idiota como Bat. Merecia muito mais do que um interesseiro barato feito ele. Clary não disse nada, se virou encarando o painel do carro e tomei a conversa por encerrada, e vencida.

P.O.V. CLARY.

“Porque você é você, Clary. Simples assim.”

Jace disse e me segurei pra não deixar meu queixo cair ao ouvir aquilo. O que ele pensava? Que eu não serviria pra ficar com ninguém? Que qualquer um que eu ficasse, não significaria nada pra ele em si? Resolvi não dizer mais nada, me virei pra frente e coloquei o cinto esperando que ele me levasse embora. O caminho todo foi em silêncio incômodo dentro do carro. Jace me chateou dizendo aquilo. Pela segunda vez dizendo que eu não servira nem pra ficar com alguém.

Jace parou o carro de frente a minha casa e tirei o cinto, mas a porta permaneceu trancada, o olhei erguendo uma sobrancelha séria.

- O que houve?

- Como assim?

Jace me olhou inclinando a cabeça as sobrancelhas loiras se erguendo.

- Falei alguma coisa errada? – ele perguntou franzindo o cenho tirando o cinto.

- De modo algum, Jace. – Fiz a sonsa e sorri virando pra porta. – Será que pode abrir?

- Temos mais uma coisa pra falar.

Me virei pra ele perguntando o que era já irritada. Mandão! Um idiota mandão era o que ele era. Mas não pensei em mais nada disso quando Jace avançou contra mim. Me segurando e me puxando pela nuca. Sua outra mão na minha cintura. Fiquei nervosa quando seus lábios roçaram os meus numa carícia antes de selar os meus, pedindo espaço, eu arfei abrindo os meus. Jace me beijara! Estava me beijando! Senti sua língua na minha, seu gosto era doce e sua boca morna, me beijava com calma, movendo seu rosto e eu retribui tudo aquilo, sem querer que aquele momento acabasse, minhas mãos indo para sua jaqueta as segurando enquanto nossos corpos se aproximavam. Jace mordeu meu lábio, sugando e soltando um gemido parecendo satisfeito e eu arfei querendo que ele fizesse aquilo de novo.

Não sei por quanto tempo ficamos nos beijando, nenhum de nós queríamos parar. Mas o som de risada de crianças na rua nos fizeram parar, nos afastamos lentamente e corei quando ele me deu mais um selinho, nos olhamos com o rosto ainda próximos, e eu pisquei sorrindo nervosa.

- Agora estamos conversados.

Jace disse dando uma risadinha rouca que me fez arrepiar ao mesmo tempo que tirou meu sorriso do rosto. Era isso? Ele iria dizer só isso?

- Por que me beijou? – Perguntei num fio de voz.

- Você me deixou muito tentado desde quinta-feira, Clary. Não foi muito justo.

Eu ergui as sobrancelhas e dei uma risada seca e incrédula balançando a cabeça o encarei.

- Então era só isso? Posso ir embora?

- Clary... – começou mas eu interrompi.

- Não, Jace. Você precisa saber, não sou só mais uma garota pra ninguém, não sirvo pra isso. Não sei o que quis provar me dando esse beijo... Eu disse pra você esquecer o que fiz quinta feira. Não pra ser imprudente sem ligar pra mim. Fez isso só pro seu ego não ser ferido! – Acusei.

- Hey! Não é nada disso. – ele balançou a cabeça irritado.

- Sério? Por que bem. Parece que eu sou só eu Jace. O que um cara popular e bonito como você iria querer com uma nerd cheia de sardas como eu, não é mesmo? Será que pode abrir a merda da porta pra eu poder ir embora? – minha voz se elevou irritada.

- Não ponha palavras na minha boca, não foi isso o que eu disse.

- Não sou só mais uma, Jace. – Respirei fundo. – Abra a porta.

Jace me olhou por um tempo, seus olhos indo de um canto a outro e então distravou a porta. Finalmente!

- Não acho você só mais uma, Clary.

Eu o olhei avaliadora e balancei a cabeça.

- Prove.

E saí do carro, a passos rápidos seguindo pra casa. Eu já estava no meu quarto e Jace ainda não tinha saído. O olhei da janela e só depois de balançar a cabeça ele saiu. Respirei fundo e fui tomar um banho. Minha cabeça me fazendo enlouquecer, lembrando do beijo. Tinha sido tão intenso, e apesar das palavras finais de Jace, foi um beijo carinhoso, que me desnorteou toda. E ele estragara tudo, me falando aquilo. Bufei e fui me trocar. Vestindo uma roupa leve pra ficar em casa, desci pra cozinha pra começar a preparar a janta. Macarrão com queijo Sebastian gostando ou não. Não sabia se ele estava em casa ou não, ainda. O telefone tocou e fui atendê-lo. A moça que fazia a limpeza em casa vinha a cada dois dias. Mas eu e Sebastian éramos muito bagunceiros, minha nossa! Mamãe e papai teriam que dar um bom extra pra ela, nesses dois meses. Falando neles, eram eles quem ligavam. Atendi logo ouvindo a voz da minha mãe.

- Clary, filha, tudo bem?

- Sim, mamãe. Saudades.

- Também estamos morrendo de saudades. Como estão as coisas por aí, Clary?

- Estão bem mãe. De verdade.

- É o que espero. Espero que minha casa esteja inteira também, Clary. – Ela riu me levando junto. – Estão precisando de nós? Podemos voltar se vocês precisarem.

- Não, mãe. Está tudo bem. – Voltei pra cozinha levando o telefone junto. – Se vocês foram pra se resolver então fiquem.

- Queremos estar aí para seu aniversário querida. Você está crescendo muito rápido.

- Se isso significasse altura também. – Disse revirando os olhos. – Isso é culpa sua.

- Não discordo. – Nós rimos. – Como está indo a escola? O curso de artes?

- Tudo bem, mãe. Estou dando aulas de reforço também.

- Ah, querida. Para quem?

- Jace Herondale.

Ficamos quieta na linha e minha mãe deu uma risadinha engasgada.

- Seu irmão não deve ter gostado muito. Ele é filho de Céline não? Estudamos juntas.

- Hum, não gostou muito mesmo não. – Eu ri. – E sim, ela comentou isso um dia.

Conversei com minha mãe mais um tempo e depois com meu pai, quando Sebastian chegou ficou conversando mais meia hora com eles. Preparei nosso jantar e nossa noite foi tranquila. Até jogamos em seu vídeo game. Não contei sobre o beijo em Jace é claro. Meu irmão morreria do coração!

P.O.V JACE.

Magnífico! Aquele beijo tinha sido magnífico! Passei o resto da tarde lembrando do sabor dos lábios de Clary, de suas mãos em mim e as minhas nela. E também me xingando por ela interpretar tudo errado daquela maneira, fui idiota. Mas ela disse pra provar, e era o que iria fazer. Não estava só interessado num beijo. Estava interessado nela por completo. Clary era incrível e divertida e... Linda. Então eu iria me redimir por rebaixar ela daquela forma.

Na hora do jantar, meu pai não apareceu e jantamos só eu e minha mãe. Ela parecia incomodada. A última vez que ele começava a chegar tarde em casa, estava fazendo coisas com outra mulher e isso destruirá tanto minha mãe. Ela tinha problemas com bebidas e aquilo só serviu pra afundar minha mãe na merda do álcool. O que me causou problemas na escola, pois tinha que faltar algumas vezes pra cuidar dela. Enquanto meu pai se fazia de coitado, como se tivesse se sentindo culpado. Minha mãe deu um ultimato, o que não concordei. Ou ele terminava o caso ou se divorciariam! Sinceramente eu preferia a segunda opção. Mas não foi o caso. E se ele estivesse a fazendo passar por isso de novo. Já não sei mais o que faria. Meu pai era orgulhoso e rancoroso, ambicioso e gostava de olhar para o próprio pé. Ah, e também comandar minha vida. Como se eu fosse querer seguir os passos de um homem feito aquele.

Ajudei minha mãe tirar a mesa e levar pra lava-louças, ela estava cabisbaix e eu não aguentava ver ela assim. Abracei minha mãe de lado, apoiando o queixo em seu ombro fazendo beicinho.

- Tudo bem, mãe?

Ela me olhou e sorriu divertida mas seus olhos ainda triste e assentiu me dando um beijo na testa.

- Tudo querido. Só um pouco de dor de cabeça. Vou me deitar.

Eu assenti e me afastei a deixando subir para seu quarto. Saí de casa precisando de um ar, quando meu pai chegou estacionando seu carro ao lado do meu. Eu o olhei por inteiro, já estava sem gravata e entrava em casa apressado. Eu o segui trancando a casa.

- Não veio pro jantar. O que houve? – Sondei.

- Reunião de última hora com uma cliente insistente. – Ele respondeu indo pegar água na geladeira. – Onde está sua mãe?

- Subiu pro quarto. Dor de cabeça. – cruzei os braços.

Ele assentiu e foi lavar o copo que usou. Passou por mim bagunçando seus cabelos.

- Você vem chegando tarde últimamente, pai.

- Muito trabalho no escritório. Você já está em idade pra me ajudar se quisesse. Mas prefere o futebol não é mesmo?

- Tenho algumas responsabilidades. Como você, com sua esposa e filho.

- Se quer me dizer alguma coisa, diga logo Jonathan.

Ele se virou e nos encaramos. Respirei fundo e disse olhando em seus olhos.

- Não a magoe de novo!

- Por que você sempre volta nesse assunto? Sou um homem arrependido Jace. Não faria aquilo de novo com sua mãe. Eu a respeito.

Ele se virou e subiu as escadas. Mas alguma coisa não me deixava acreditar que estava sendo sincero.


Notas Finais


Então Peoples o que acharam???
Um beijo de verdade agora hein! Que fez fom que todos se derretessem kkkkkk
Espero que tenham gostado.
Vocês viram a capa que a Bia Lewis me presentou? Eu amei. A coisa mais cut genty! Iti malia kkkkkkkk

Espero que tenham gostado do capítulo.
Desculpem a demora.
Volto no fim de semana que vem, com mais. Grande beijo! 😘


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