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História Incubus Love - Capítulo 12


Escrita por: e TigerxFox


Notas do Autor


Como eu prometi à @SamaClar , estamos aqui pontualmente dia 1 com novo capítulo :>

Capítulo 12 - Sweet Heresy


Fanfic / Fanfiction Incubus Love - Capítulo 12 - Sweet Heresy

Os olhos azuis se tornaram dourados e brilharam de desejo. O moreno parecia totalmente entregue ao ato, a Sanji e não poderia haver algo mais perfeito. Então, sem hesitar, ele afastou os lábios e fincou as presas afiadas na carne do pescoço, quase como se fosse um vampiro. 

Felizmente, Zoro não precisou explicar seu pedido porque Sanji o atendeu prontamente, abocanhando seu pescoço tão deliciosamente que não se surpreenderia se tivesse gritado de tão bom. Podia sentir as presas afiadas, tão diferentes de dentes humanos, rasgando sua pele, penetrando suavemente na carne, enquanto a saliva quente escorria por todo seu pescoço.

Enquanto o loiro mordia, sua boca se fechou na pele escura e começou a chupar. Não estava tomando seu sangue, por mais que sentisse um pouco em sua boca, só estava sugando com força para deixar uma marca. Uma enorme marca que seria impossível esconder e não sumiria tão cedo, bem onde ficava o colarinho da roupa. O loiro entrou em transe e se demorou mais do que o planejado, podendo machucar o outro, mas Zoro gemia tão gostoso, estava tão ofegante e entregue... O pensamento fez seu pau voltar a chorar de dor e Sanji sabia que não podia se demorar mais ali.

As mãos de Zoro se mantinham na bunda do loiro, empurrando o corpo dele mais para baixo, forçando suas ereções a se esfregarem. Sanji estava sugando em sua garganta há tanto tempo que estava em êxtase, queria forçá-lo a ficar ali para sempre, mas antes que pudesse mover sua mão até a nuca dele, o loiro se afastou.

Com os olhos ainda brilhando o loiro olhou sua obra de arte e sorriu satisfeito. Zoro observava ele sorrindo para si, aquele mesmo sorriso injusto de sempre, mas desta vez manchado de vermelho do seu sangue. Uma súbita vontade de beijá-lo e tomar seu próprio sangue de seus lábios sujos percorreu seu corpo inteiro, até ver o loiro beijando todo seu peito e tomando ele mesmo todo o rastro de escarlate que deixava na pele, fazendo Zoro achar que não havia nada melhor de se olhar no mundo.

Ele desceu até o peitoral largo e começou a beijá-lo completamente. Havia um pouco de sangue sujando seus lábios e a pele morena, então Sanji sempre passava a língua quando notava os rastros. Beijou e lambeu toda a extensão do peito, evitando os mamilos que resolveu deixar só para o final. Quando abocanhou um mamilo, notou que estava durinho e que crescia e endurecia ainda mais em sua boca enquanto chupava. Percebeu que aquela era a primeira vez que chupava aquela parte do moreno e quis aproveitar muito, não sabia quando Zoro se deixaria levar daquela forma outra vez. Sem querer deixar o outro mamilo carente, abusou-o com uma das mãos, arranhando ao redor da aréola e apertando com a pontinha dos dedos bem forte, ao mesmo tempo em que seus dentes fincavam no que mamava.

Seu mamilo entumecido era abusado dentro da boca de Sanji, que brincava com ele sem trégua, o estimulando com a língua em movimentos ritmados, fazendo o pau de Zoro escorrer copiosamente. Nas poucas vezes em que havia sido tocado rapidamente naquela parte ele já havia notado que era perigosamente sensível ao toque, mas ser abusado por aquela boca tão determinada a acabar com ele estava em outro nível. Estava pulsando tanto, tão parecido com quando estava prestes a gozar que, por um segundo, achou que realmente teria um orgasmo apenas com aquilo, se não fosse pelo fato do loiro ter interrompido o abuso a seus mamilos e se abaixado ainda mais pelo seu corpo. Ele poderia ter ficado aborrecido, mas apenas queria aquela boca em qualquer lugar de seu corpo, onde era apenas um detalhe, não importava.

Sanji se aproveitava da entrega do moreno para poder tocar cada pequena parte do corpo pecaminoso. Tentava não exagerar nos abusos, fingir-se de inocente e puro, sem fazer coisas tão pervertidas com o outro homem, mas tudo aquilo era em vão. Cada vez que seu pau pulsava ou sentia o do outro pulsando enorme em contato com o seu, ele deixava marcas no corpo moreno, chupando com força cada pedacinho de carne. Nada mais justo do que os dois marcados, já que da última vez Zoro fez o favor de enchê-lo de marcas e também em seu clone, que no fim sobrou tudo para o pobre o loirinho.

Poderia enrolar por horas no corpo, beijar e chupar cada milímetro daquele pecado, fazê-lo seu e o marcar todinho, mas precisava gozar logo e quanto mais demorasse mais tempo levaria para ter seu merecido orgasmo. Com isso em mente, ele se posicionou no meio das pernas grossas, afastando-as o suficiente para caber e deixá-lo ainda mais vergonhosamente exposto.

Conseguia enxergar tudo daquela posição e salivava com desejo em lamber aquele novo horizonte. Olhou o pau vistoso de Zoro gotejando e sorriu, admirado com o quão lindo ele ficava assim. Passou a língua lentamente por toda a extensão, coletando todas as gotinhas de pré-gozo que havia escapado. Ao terminar a limpeza, abocanhou o pênis até estar todo dentro de sua boca até a garganta, derramando ali toda a saliva que merecia, mas depois de apenas dois movimentos de sucção o retirou da boca.

Zoro estava novamente prestes a gozar com os abusos da boca de Sanji em seu pau, quando ele interrompeu o que fazia mais uma vez. Na próxima talvez ele cogitasse estrangulá-lo. Estar tão próximo de se desfazer e parar por duas vezes seguidas era doloroso, estava ficando sem ar, quase frustrado o suficiente para perder todo o controle e pedir para gozar. Mesmo que nem fizesse tanto tempo assim desde a última vez. Mesmo que não soubesse porque cada toque deixava seu corpo tão exageradamente sensível.

O loiro desceu para as bolas e melou com ainda mais saliva cada uma, deixando que escorresse até a entrada do outro. Sanji estava pensando em lamber aquele lugar desde a última vez e não conseguia tirar de sua mente como Zoro se contraiu só com a menção de enfiar sua língua naquela cavidade.

Não demorou nem um minuto para ele apertar as coxas do outro, as afastando ainda mais e aproximar os lábios do buraquinho que inconscientemente piscava convidativo para ele. O loiro circulou a língua lentamente, como se estivesse tentando provocar o outro e tirá-lo de si. A linguinha bifurcada fazia um bom trabalho ao redor da entrada e aos poucos começava a se aproximar mais do objetivo. Em momento algum Zoro pareceu desgostar daquilo ou querer que parasse, então ele só continuou até estar molhando a entradinha gostosa e consequentemente deixando que as duas pontinhas finas penetrassem bem de leve o lugar. Ele apertava as coxas grossas como se aquilo fosse fazer o moreno não sentir dor ou esquecer que estava lambendo seu cuzinho virgem, em uma tentativa de fazê-lo relaxar para dar mais espaço.

Zoro estava tentando concentrar todas as suas forças em se manter absolutamente imóvel. Sentia que se começasse a se mexer não haveria volta, falaria algo patético para ganhar alívio ou pior, ele tocaria a si próprio sem pudor, buscando o orgasmo que lhe foi negado duas vezes. Em vez disso apenas apreciava os toques do outro naquela região pouco explorada, sua respiração pesada e os gemidos sendo engolidos com dificuldade.

Sanji percebeu que o local era claramente intocado e Zoro com certeza nunca deveria ter se imaginado sendo violado ali, o que não significava muito já que há poucos meses também não pensava em transar. Sanji estava tão focado no que fazia que mesmo se um ser superior falasse com ele naquele instante não ouviria. Apenas continuou metendo a língua, se deliciando com aquele buraquinho apertado que contraía e esmagava sua língua. Ao mesmo tempo em que abusava daquela cavidade, ele soltou uma das pernas, segurando-a com o ombro para que não se fechasse e levou a mão até o próprio cuzinho sempre escorrendo, penetrando três dedos de uma vez e coletando sua lubrificação natural. Imediatamente ele tirou os dedos e voltou com a mão para o de Zoro, enquanto metia a língua para deixá-lo bem molhado, enfiou um dedo melado e esperou que as paredes deixassem de esmagá-lo com tanta força. 

A invasão repentina era até bem-vinda para Zoro, apesar de não ter tido tempo para se acostumar com aquilo. Mesmo com a lubrificação que o loiro havia tirado sabe-se lá de onde, ou talvez o lambeu o suficiente para ficar molhado, o dedo fino entrava com dificuldade no buraquinho virgem, fazendo Zoro contrair involuntariamente. Felizmente, Sanji não desistiu e continuou estocando o dedo pacientemente até acrescentar progressivamente uma quantidade cada vez maior de dígitos, fazendo com que a pressão e a ardência se tornassem maiores. 

Zoro era irritantemente apertado e por estar se contraindo tanto não parecia querer ser penetrado ali, então Sanji pensou em retirar-se pouco depois de tentar algumas investidas e para sua surpresa o moreno se contraiu e o impediu de sair. Com o claro desejo, o loiro continuou a alargá-lo, movimentando os dedos em círculos e conseguindo espaço para enfiar mais um. Os movimentos de vai e vem, assim como os circulares se repetiam dezenas de vezes, tudo em conjunto com a língua do loiro que sempre estava ali para lubrificá-lo mais. Poderia fazer surgir um tubo de lubrificante com facilidade? Com certeza, mas, de acordo com todas as outras vezes em que transaram, Zoro apreciava um pouco de dor e naquele mesmo momento ele parecia estar amando. 

A lubrificação não era nem perto de suficiente, Zoro pensou, era completamente diferente de quando ele fodia o outro. Mesmo seu pau sendo bem maior que dedos, a entrada do loiro nunca parecia tão apertada e estava sempre bastante escorregadia para recebê-lo. Neste caso, parecia que Sanji travava uma batalha contra seu corpo que desejava expulsá-lo enquanto ele forçava seus dedos para dentro. O atrito da invasão doía, mas Zoro não conseguia deixar de pensar na dor como prazerosa. Do mesmo modo como as presas do loiro rasgando sua pele com força tinham feito seu pau pulsar, os dedos o dilacerando por dentro e se forçando sem pedir passagem por sua entrada intocada provocavam um prazer indescritível.

Mesmo com a limpeza anterior de Sanji, seu pau já estava completamente melado de pré-gozo outra vez. Cada vez que Sanji investia ele pulsava sobre seu abdômen e escorria um pouco mais, quase como se alguém estivesse o masturbando.

Tinha consciência de que o loiro estivera espiando suas reações todo esse tempo, talvez em outro momento tivesse se envergonhado, ou tivesse se condenado por estar tão entregue. Mas ele já havia se decidido que não iria mais fingir que não queria. Não estava se deixando levar por um demônio que o provocava, ele estava fazendo aquilo porque queria ser tocado por Sanji. 

Após notar o corpo bem mais largo e preparado para recebê-lo depois de conseguir meter com força três dedos inteiros ao mesmo tempo, Sanji se retirou e começou a acariciar o próprio pau que pulsava em desespero, choramingando por atenção. Ele olhou para o moreno pedindo permissão para continuar, para que pudesse meter.

Os toques, infelizmente para Zoro, pararam por um momento. O loiro estava olhando diretamente para si, sem tentar esconder seu olhar entre as suas pernas e Zoro viu alguma coisa em seus olhos, uma pergunta talvez. Ele queria saber se ainda estava tudo bem continuar, e Zoro prontamente respondeu que sim, também apenas com o olhar.

Sanji estava tontamente feliz que antes que usasse qualquer palavra já tivesse notado o consentimento. Em momento algum ficou fantasiando comer aquele homem, especialmente já que não imaginava que ficariam mais do que uma só vez, mas agora que estava quase lá, sentia uma necessidade sem controle. Então, ele apenas conduziu o pau todo lubrificado de pré-gozo até a entrada apertada e com um pouco de dificuldade conseguiu enfiar a glande. Com isso dentro, todo o resto do caminho era mais fácil, o pior já havia passado. 

Havia uma confiança no olhar que trocaram que Sanji não sabia em que momento surgira. Zoro, que até pouco tempo repudiava seus toques e tentava afastá-lo, tratava-o com violência apenas se forçando em si, estava ali deitado na cama, totalmente entregue e receptivo, apenas aguardando pelo prazer. 

Era a visão mais linda que já viu em todos seus anos de existência. Como um homem podia ser tão atraente? Não existia como ignorar o peitoral subindo várias vezes enquanto ele respirava profundamente e ofegante. O abdômen se contraindo em espasmos que indicavam o quanto desejava gozar.  Amava observar a enorme cicatriz que cortava seu corpo em diagonal, indo do peito até a cintura, parecia que mesmo tendo aquela vida tranquila, Zoro ainda teve certos problemas.

Ficar apenas com a pontinha dilatando sua entrada era praticamente uma tortura. Zoro podia se sentir contraindo sobre o volume enquanto Sanji ainda estava com os olhos áureos brilhando e o encarando. Havia uma expressão que Zoro não conseguia definir naquele olhar, não era apenas a luxúria que sempre ficava obviamente aparente em todas as vezes que encarava o loiro, embora ela ainda estivesse presente, claro. Não sabia exatamente o que era, só sabia que jamais tinha sido encarado com tanta profundidade. 

Sanji achava que o rosto daquele homem era perfeito, o mais lindo de todos, o que era estranho porque de longe era a aparência que agradava as pessoas. Aquela cara emburrada, as sobrancelhas curvadas e uma expressão de mau o tempo todo não era o que costumavam classificar como bonito, e nem estava levando em consideração o cabelo verde. Mas, todos os traços se juntavam e formavam algo harmonioso que Sanji gostava muito de admirar. Sem perceber ele estava sorrindo enquanto observava o moreno corado, era impossível não se admirar com uma expressão tão fora do comum para aquele homem. O loiro amava fazê-lo mostrar diferentes expressões cada vez mais.

Sem conseguir resistir a tudo aquilo, ele abaixou o corpo, colando-o no do maior e juntou seus lábios de forma calma e graciosa, enquanto as mãos deslizavam pela cama até conseguir achar as do outro e ficar bem próximas das dele. Não sabia por que estava agindo assim, só estava e não iria se negar as coisas que desejava fazer. A movimentação fez seu pau deslizar aos poucos até estar totalmente dentro do moreno, o mais fundo que conseguia aguentar. Era desesperador aquele prazer, aquela cavidade apertada que parecia sugá-lo ao mesmo tempo que parecia querer expulsá-lo. Era coisa de outro mundo.

Enquanto o beijava começou a se movimentar lentamente, tentando abrir espaço para poder enfiar mais forte e fundo. O corpo virgem o esmagava tão forte que parecia querer expulsá-lo, e provavelmente queria mesmo, mas ele não recuaria. Zoro havia deixado claro que podia, que queria, não mudaria de ideia até que os dois estivessem satisfeitos. Por ultimamente estar só se encontrando com o moreno e essa ser a primeira vez em que mudavam de posição, Sanji até havia esquecido o quanto era bom e o quanto amava foder.

Se Zoro achava que estava doendo antes, nada se comparava ao comprimento e largura que agora o invadiam. Mesmo que Sanji tenha feito lenta e naturalmente, ainda doía muito. O que felizmente não era nada ruim para Zoro. 

Era prazeroso e ele estava nem perto de pensar em reclamar, pelo contrário, a única coisa que saiu de seus lábios ao sentir a entrada ser alargada com força foram gemidos do fundo de sua garganta que já não conseguia mais controlar. Tentava tomar os lábios do outro enquanto isso, mas estava tão desajeitado em seu desespero, de olho fechado, que o máximo que conseguia era encostar as bocas brevemente e interromper os quase beijos com gemidos.

Zoro devia estar sendo pateticamente óbvio em sua excitação em ser fodido daquele jeito e até sentir um pouco de dor, porque Sanji não tardou a colocar-se bem mais profundamente, metendo sem hesitar. Entrementes, seu pau se movia pesado em sua barriga a cada estocada, implorando para gozar e Zoro sentia que se fosse interrompido de novo ele morreria. Mas, longe disso, o loiro começou a rebolar os quadris e engatou um ritmo tão prazeroso que fazia com que Zoro sentisse cada centímetro do pau se movendo dentro de si, acariciando e rasgando seu interior ao mesmo tempo. 

E, simplesmente assim, Zoro gozou tão intensamente que não estava nem ligando para o quão rápido havia sido, com a satisfação convencida que certamente apareceria no rosto do loiro, absolutamente nada importava enquanto ele se sentia tão bem quanto podia. Agarrou a coisa mais próxima, nesse caso os dedos de Sanji, enquanto pulsava e parecia que seus pulmões iam colabar com tanto prazer.

Sanji sorriu satisfeito ao ter o moreno gozando tão gostoso pra ele. Sem dúvidas era um desperdício não ser em sua boca, claro, mas ao olhar para baixo e ver os dois corpos se esfregando com toda aquela porra os conectando, ele pensava que talvez não fosse tão ruim uma única vez desperdiçar o gozo daquela forma. Era sujo e excitante, os barulhos causados pela fricção dos dois abdômens melados com o sêmen era uma sinfonia perfeita aos ouvidos de um pervertido. Ele decidiu parar de meter um tempinho enquanto o moreno tinha seu orgasmo e se recuperava, sabendo o quão sensível o corpo ficava após gozar. O loiro amava aquela sensação, continuar sendo fodido enquanto gozava, mas por ser a primeira vez de Zoro era melhor deixá-lo respirar.

Zoro abriu o olho ainda um pouco atordoado com o orgasmo e viu apenas um borrão dourado acima de si, sua visão ainda completamente turva. Sentiu que Sanji se movia diminuindo a velocidade progressivamente, até parar por completo. Talvez estivesse tendo consideração pela sua sensibilidade, ou vai ver achava que tinham terminado agora que ele tinha gozado. Conseguiu finalmente focar nas feições do outro, que continuou parado por alguns segundos. Zoro se moveu para frente, forçando Sanji a entrar um pouco mais nele, e olhou diretamente na íris dourada para enfatizar o que queria dizer. 

Não precisou de muito mais que isso para o loiro entender o recado e bastante entusiasticamente recomeçar os movimentos, num ritmo parecido com o de antes. Quando Sanji iria esperar que um virgem se forçasse contra seu pau logo depois de gozar, praticamente implorando sem palavras para que continuasse metendo? Era alguma tentativa de tirá-lo de si? Ele havia começado devagar e com cuidado, apenas quase retirando completamente sua rola e metendo novamente o mais fundo possível e repetindo isso várias e várias vezes. 

O pau quase completamente dentro e rebolando de modo a se movimentar deliciosamente com certa força, mas não o suficiente para Zoro. Talvez outro dia deixasse claro que queria ser fodido com bem mais força, talvez ver até onde ele realmente gostava da dor. Mas, naquele momento, com as mãos se encostando daquele jeito e Sanji tão perto de si, era suficiente.

A posição em que estavam não permitia que Sanji o visse, mas o loiro sabia que a visão deveria ser linda cada vez que se entalava no cuzinho apertado. Aos poucos as estocadas foram aumentando. Talvez o mais estranho daquela posição fosse as mãos do moreno segurando seus dedos com força, parecendo que ia esmagá-lo. Zoro estava em desespero e era lindo de se ver.

Zoro observava Sanji acima de si com certa curiosidade. Ele parecia ainda mais frenético do que sempre, completamente fora de si. Seus cabelos dourados colados no rosto pelo suor, todo vermelho até as orelhas, a boca aberta e babando inconscientemente em cima de seu corpo. Encarava os olhos dourados que cintilavam, agora no plural graças à franja que havia se afastado com a movimentação, e eles reviravam às vezes, uma prova do quão perdido o outro estava. Zoro não pode deixar de imaginar se ele se parecia tão desesperado quando fodia o loiro.

— É tão bom dentro de você, Zoro. — Sanji disse com a voz baixa e por mais que parecesse uma provocação, ele só queria demonstrar o quão bem se sentia ali. Ainda estava meio besta por ter feito o outro gozar só com poucos estímulos e uma penetração dolorida, mas toda vez que se lembrava disso, recordava que o moreno apreciava bastante sentir dor.

Zoro havia parado de encará-lo ao escutar aquela frase um tanto vergonhosa. Não sabia por que era tão estranho de ouvir aquilo. Era algo que ele já sabia, estava perfeitamente evidente pela linguagem corporal e pelo prazer estampado no rosto de Sanji. Só achava que ouvir as palavras de alguma forma era pior ainda, Zoro era fã do silêncio por uma razão. Não havia necessidade de falar coisas vergonhosas que já eram óbvias.

Sanji viu o outro virando o rosto para o lado como se quisesse evitar seu olhar e acabou rindo baixinho, realmente era um homem fofo. Por não conseguir mais beijá-lo, a única escolha que sobrou era abusar daquele pescoço tentador. Sem parar de meter, mantendo sempre o mesmo ritmo, ele colocou a língua para fora e começou a lamber em círculos cada gotinha de suor que estava no pescoço grosso. Quando se abaixou mais, a língua foi substituída por suas presas pontiagudas e a cada investida elas raspavam na pele bronzeada, deixando pequenos arranhões. Era tentador e Sanji nunca passou vontade, então na investida seguinte ele cravou os dentes na carne suculenta e parou um pouco as reboladas, focando-se em deixar outra marca, para assim o moreno ter os dois lados de seu pescoço marcados por ele.

Ele chupava com uma força exagerada, os lábios pareciam famintos e sugavam com vontade a pele, puxando-a para si, enquanto suas presas se enfiavam cada vez mais fundo, dilacerando completamente a carne. Parecia a cena mais suja e imunda de todas, mas as mãos se tocando levemente, os dedos entrelaçados sem eles nem mesmo notarem, talvez diminuísse a perversão do ato e transformasse em algo mais... Gentil, talvez. Era muito estranho para o loiro tratar alguém com todo aquele carinho, não fazia parte de sua personalidade, mas... Não estava achando ruim fazer aquilo com Zoro. 

Zoro adorava aquela atenção em seu pescoço. Adorava que a pele sensível fosse avidamente abusada pelas presas pontiagudas, sugada com tanto empenho que parecia que iria arrancar um pedaço. Não conseguiu se conter e estava fazendo os movimentos lentamente no lugar de Sanji, empurrando seu corpo em direção ao dele enquanto ainda recebia a deliciosa mordida em sua garganta.

Ouvia Sanji gemendo enquanto chupava a carne do seu pescoço, interrompendo várias vezes a marca e lambendo o local, apenas para voltar a chupá-lo. Quanto mais Sanji sugava e mordia, quanto mais doía, Zoro ficava mais e mais excitado, sentindo seu pau começar a crescer novamente entre os dois, tão próximo do último orgasmo e sem intervalo que chegava a ser dolorido.

Eles estavam tão próximos que os corpos pareciam apenas um, se movendo em sincronia, muito mais juntos do que jamais estiveram em qualquer outra vez. Zoro percebeu isso porque provavelmente não havia um centímetro de corpo que não estivesse encostando em Sanji. Desde seu interior completamente preenchido por ele até suas mãos, pés, torso e as bocas que não paravam por um segundo para respirar.

Ter Zoro rebolando em seu pau era o maior golpe baixo que existia, não havia como qualquer pessoa conseguir se controlar com tamanho prazer. Aquele homem era perfeito e estava começando a enlouquecer por completo o pobre loirinho. Era injusto ser tratado daquela forma, sexo não deveria ser banhado em beijos e carinhos, deveria ser apenas um pau entrando em um buraco com força, mas de longe era o que estava acontecendo, sem dúvidas não era o que o loiro queria naquele momento e olhando a expressão do outro, ficava claro que ele também não desejava só uma foda bruta de que não se lembrariam.

Cada vez que o moreno rebolava, Sanji conseguia sentir com aqueles movimentos uma nova ereção recém desperta roçando em seu corpo sensível e era impossível não sorrir, ali teve certeza que apenas uma rodada não seria o suficiente naquele dia. Ao abandonar o pescoço apetitoso cheio de marcas, Sanji procurou desesperadamente pelos lábios do maior, selando-os profundamente ao encontrá-los. O gosto daquela boca era viciante, não existia forma de resistir. Ele retomou os movimentos, investindo com força contra o corpo moreno, enfiando-se por completo no cuzinho apertado e delirando. Os gemidos eram altos e banhados em prazer e luxúria, não queria esconder o quanto se sentia bem fazendo aquelas coisas com ele.

Infelizmente, tudo que é bom dura pouco e ele mesmo já não estava mais conseguindo segurar. Tentou de todas as formas conter seu orgasmo, diminuindo os movimentos e até chegando a parar, mas claramente não deu certo. O interior quente do outro se contraía e o esmagava e era tão bom que não dava para suportar. Com mais poucas investidas fortes e patéticas, Sanji gozou dentro do homem, marcando-o como seu amante. Gemeu alto o nome de Zoro, apertando inconscientemente as mãos dele com os dedos entrelaçados, quase como se aquilo fosse a única coisa que conseguia dar apoio ao corpo pálido, talvez realmente fosse. 

Ainda que tenha conseguido continuar estocando por mais algumas vezes após o orgasmo, não demorou nem segundos para suas pernas perderem totalmente as forças e ele cair em cima do outro corpo, ofegante e satisfeito. Sua respiração estava péssima e ainda assim Sanji se forçava a beijar Zoro, em desespero. Não queria que acabasse ali, mas não conseguia partir para a próxima no mesmo instante, naquele momento só desejava poder ficar beijando o moreno e segurando suas mãos levemente, quase como em uma carícia, enquanto recuperava as forças e o controle do próprio corpo. 

Seu pau ainda estava dentro do outro, aos poucos perdendo a virilidade e se tornando flácido. Havia gozado tanto e estava tão melado que sentia que seria muito agradável forçar outra ereção e continuar a meter forte, mas se perguntava se aquele corpo quase virgem aguentaria levar duas vezes seguidas, Zoro devia estar totalmente quebrado. O pensamento fez o loiro soltar uma das mãos e levá-la ao rosto alheio, tocando-o com gentileza e carinho. 

— Eu sei que você gosta de dor, mas… — Sanji começou a falar baixo, com a voz manhosa e cansada, ainda meio ofegante. — Está doendo muito, Zoro? Eu não queria te machucar...

— Está tudo bem. — Zoro falou, e era verdade. Ficou pouco surpreso com o toque suave em seu rosto e até agradado com a pergunta, embora não gostasse de que alguém pensasse que ele não conseguia aguentar alguma coisa. E também não gostava tanto dessa insinuação de que fosse um masoquista ou algo do tipo. Sanji sempre falava as coisas de um jeito a fazer parecer que ele era um completo pervertido, o que fazia seu rosto esquentar sem que pudesse impedir. — Só, tira logo. Fica estranho assim. 

O que também era verdade. Por mais que não tivesse se incomodado nem um pouco tanto com a invasão dolorida inicial quanto com as investidas fortes posteriores, era um pouco esquisito permanecer daquele jeito sem nenhuma movimentação e com Sanji totalmente esgotado e deitado nele. Sentia-se cheio demais agora que não estavam mais transando e já começava a perceber que estava escorrendo por trás, o que era muito sujo.

Sanji pareceu desnecessariamente satisfeito e sorridente com a resposta, voltando a beijá-lo, desta vez distribuindo beijos em todo lugar que conseguia alcançar enquanto estava claramente morto em cima de seu corpo. Não conseguia se lembrar de ter sido beijado dessa forma em todos os outros encontros. Geralmente Sanji era tão safado, mas o tocava agora de forma quase inocente, mesmo que com certeza estivesse achando graça de seu rosto vermelho e de tê-lo colocado numa posição tão obscena e entregue. Tão entregue quanto se poderia ser, se parasse para pensar bem.

Não que Zoro estivesse reclamando. Era ótimo e com certeza estaria pronto para aceitar todos os carinhos e dormir logo em seguida, se não fosse o fato de que ainda estava completamente duro. Se não tivesse gozado tão cedo, se tivesse aguentado mais tempo… Mss era tarde demais. Gozou logo no começo das investidas e depois só foi ficando cada vez mais excitado de novo. Agora, Sanji estava completamente esparramado sobre ele, os corpos colados e a ereção sendo esmagada entre os dois. Cada vez que o loiro se movia acima dele Zoro deixava escapar um pequeno suspiro, que denunciava seu estado. Era óbvio que o loiro notaria na mesma hora.

Sanji ficava feliz pelo outro não estar choramingando de dor, sabia que fora um tanto bruto e para a primeira vez de alguém aquilo deveria ser muito difícil. Ele se retirou lentamente, fazendo o pau mole deslizar para fora e parar de barrar a passagem de toda a porra que havia despejado ali. O barulho indecente que fez ao sair o fazia sentir um tesão absurdo. Por estar muito cansado, só a movimentação para a retirada foi o suficiente para ele ficar ainda mais exausto e voltar para cima do corpo maior.

Estava um tanto manhoso e preguiçoso. O rosto corado de Zoro era atraente e poderia passar o resto de sua existência apenas admirando, enquanto sorria como um bobo apaixonado. Não que ele estivesse apaixonado, obviamente, não podia sentir nada, afinal.

A tranquilidade do momento era atrapalhada por aquele pau duro que vez ou outra pulsava em desespero, chegando a ser fofo. Zoro ainda precisava de alívio e como era seu dever, tinha que fazê-lo ficar satisfeito. Mas, estava tão cansado... Enquanto agia de forma manhosa em cima do outro, uma ideia surgiu em sua mente, algo que já viu muitas pessoas fazerem, só que ele mesmo nunca havia experimentado. Pensou que não havia problemas em transarem daquele jeito, então resolveu que seria assim.

— Não sei se eu aguento mais uma, mas... — Ele disse ainda ofegante e cansado, parecendo que ia perder a consciência a qualquer instante. Nem mesmo Sanji entendia o motivo de estar tão exausto, não era normal se cansar apenas com um round. — Eu posso me sentar em você e deixar que conduza...


Notas Finais


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