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História Incubus Love - Capítulo 9


Escrita por: e TigerxFox


Notas do Autor


Capa: Pixiv ID: 52251250

Capítulo 9 - Jealousy


Fanfic / Fanfiction Incubus Love - Capítulo 9 - Jealousy

Zoro não achava que era capaz de sequer lembrar seu próprio nome naquele momento, que dirá escolher alguma coisa. Ele não conseguia aguentar Sanji o provocando duplamente daquele jeito, dizendo aquelas coisas. Era muito mais difícil resistir quando aquela voz grave, ainda que manhosa, pronunciava cada sílaba tão sensualmente e falava seu nome como se fosse o nome mais sujo do mundo.

Sem deixar que Zoro escolhesse, os dois se moveram, retirando os dedos dos cuzinhos melados e cada um segurou uma mão do moreno, movendo-se até que ele estivesse sentado na beirada da cama. Então, Sanji e seu clone se ajoelharam no chão, pegaram o pau semi-morto do humano e começaram a se beijar, com aquela rola gostosa entre os dois, chupando-a em meio aos beijos indecentes, obscenos e vergonhosos. Deixavam uma quantidade enorme de saliva escorrer das bocas famintas, molhando o pau mole e fazendo escorrer para as bolas. No momento dedicavam mais atenção para a cabecinha, passando as duas línguas na glande morena e apetitosa.

Se o pau de Zoro antes estava desacordado, agora com certeza estava plenamente ereto e pronto para a ação. Não precisou de muito, apenas o que estava ouvindo e vendo já teria sido o suficiente para fazê-lo acordar sozinho, mas claro que as línguas habilidosas percorrendo sua glande com tanto carinho facilitava as coisas. Elas molhavam tudo por onde passavam e se encontravam enquanto o lambiam, fazendo Zoro pulsar com o que via. Os demônios pareciam que estavam um pouco mais interessados em competir para ver qual deles chupava do que em realmente dar prazer a ele, mas Zoro não poderia se importar menos. Ter dois Sanjis ajoelhados para ele naquela posição já era o suficiente. 

Cada lambida fazia seu pau pulsar incontrolavelmente e a visão dos dois, por vezes se beijando, por vezes brigando, era erótica demais para o pobre espadachim aguentar. Cada mordida, oh sim eles mordiam sua ereção com as presas afiadas, deveria ser um passo mais próximo do inferno, mas ao invés disso Zoro se sentia abrindo as portas do paraíso.

— Porra… Ahh... — Zoro não conseguiu se manter calado, aquela atenção dupla era boa demais, principalmente aquelas mordidas, coisa que admitia com relutância. Era confuso porque dor supostamente não deveria ser algo bom, mas estava absorto demais no prazer para questionar o sentido das coisas. 

O pau de Zoro tornava-se enorme entre as boquinhas famintas, incentivando-os a chupar ainda mais. Aquela rola era suculenta, apetitosa, não havia como nenhum dos dois não amar o sabor. Eles eram indecentes, obscenos, terríveis. Mamavam com vontade e pareciam não querer nunca mais abandonar o pau gostoso. Estava perfeito. Por mais que estivessem brigando e disputando para ver quem tinha mais espaço, era agradável e muito excitante. O pau de ambos estava enorme e molhado outra vez, seus cuzinhos se lubrificavam tanto que estavam escorrendo, sentiam uma necessidade absurda de serem fodidos. Os dois, ao mesmo tempo, por um único pau.

Zoro costumava fechar os olhos sempre que estava sentindo muito prazer, mas estava lutando bastante para não sucumbir a esse hábito. Ele queria… Não, ele precisava olhar. Eles se beijavam sensualmente, seu pau no meio das bocas meladas de tanta saliva que continuava conectando os dois mesmo quando se separavam. Zoro estava melado em todo lugar possível, estava pegajoso já que a saliva escorria obscenamente por toda parte, nunca se sentira tão sujo.

As duas línguas pareciam que o acariciavam em todos os lugares, devorando famintas cada centímetro dele, logo seu pau deixou de protagonizar tudo e Zoro sentiu a boca de um deles descer cada vez mais. Involuntariamente ele abria cada vez mais as pernas, ficando completamente exposto, e não estava ligando, desde que os dois não parassem com as carícias era o que importava. 

As presas afiadas raspavam no pau grosso, e eles chegaram a várias vezes fecharem os dentes na pele sensível, por notar que Zoro amava aquilo. Poderiam continuar daquele jeito para todo o sempre, apenas lambendo e mordendo pequenas partes do pau inchado, mas claro que o clone infeliz tinha que estragar tudo outra vez, abocanhando em desespero aquela rola e a engolindo, deixando o real completamente irritado. Um único segundo que Sanji seguiu a linha de saliva que escorreu para as bolas e foi até elas para recuperar, o maldito intruso já se aproveitava da situação. Ele quis brigar, xingar, matar, arrancar cada fio de cabelo loiro do outro, mas os testículos inchados chamando sua atenção o fizeram aceitar aquilo. Então ele abocanhou um por vez, sugando com força como se assim conseguisse retirar todo o gozo acumulado, mesmo sabendo que não ia rolar. O saco era apetitoso e por mais enormes que estivessem, ainda conseguiu enfiar os dois na boca e fazer movimentos obscenos de sucção. Quando as soltou e afastou a boca, viu uma imensidão de saliva escorrendo mais para baixo, passando pelo períneo e indo ainda mais além.

Zoro sentia a língua fina do demônio se demorando em suas bolas e agarrando-as com a boca, fazendo ainda mais saliva escorrer para baixo. Ele descia ainda mais, massageando e beijando lugares em que o humano nunca fosse esperar que eram sensíveis, mas talvez ele fosse sensível em todo lugar para Sanji. O clone aparentemente cansou de brincar com sua glande e agora chupava propriamente seu pau, mas ele não estava prestando tanta atenção quanto deveria. 

Seus sentidos pareciam focados na habilidade da boca do original e Zoro levou a mão até sua cabeça loira para incentivá-la, mesmo que aquele demônio com certeza não precisasse de incentivo nenhum para ser safado. Inocentemente Sanji desceu a boca até o local, fazendo longos círculos com a língua no períneo e sem pensar ele desceu até o cu e passou a coletar a saliva naquele pequeno orifício. Sua língua deslizava em todas as direções, molhando a entrada virgem. Quando percebeu as reações do humano, Sanji ousou testar algo novo, enfiando a pontinha da língua naquele cuzinho gostoso.

Zoro sentiu por um momento a língua pressionar sua entrada, o que fez com que ele reagisse mais alto do que pretendia novamente, xingando baixo entre a respiração pesada. O gemido de Zoro o incentivou a continuar, e Sanji começou a enfiar a língua molhada naquele buraquinho tão inocente e puro, começando a desvirtuá-lo. Seu pau pulsou forte ao se imaginar metendo ali, fazendo-o salivar em desespero.

O clone estava muito preocupado com o que Sanji fazia, porque parecia que Zoro estava gemendo só para ele, desde que começou a chupá-lo lá embaixo. Estava com inveja, também queria fazer o moreno sentir prazer. Sem perceber ele tinha parado de mamar ao ver a mão forte empurrando cabeça do real contra o cuzinho gostoso que ele estava desesperado para chupar também, sentia inveja, ciúme e aqueles sentimentos estranhos o fizeram voltar com o ritmo, chupando com vontade a ereção cheia de pré-gozo, engolindo tudo sozinho. Poderia se vangloriar daquilo, mas por não estar notando os gemidos de Zoro para ele, o que provavelmente era só paranoia de sua cabeça, estava frustrado. Em um segundo estava engolindo todo o pau, no outro seu cuzinho era preenchido por aquela mesma rola. Ele sentou com gosto no caralho melado, enterrando-o por completo em seu interior. Gemeu gostoso e indecente, alertando seu corpo real do que acontecia.

— Minha virgindade é toda sua, Zoro. Me fode com força. Me enche de porra. — Ele falou obscenamente, se deliciando com aquele cacete enorme.

O clone repetiu palavras tão parecidas com as do verdadeiro em seu primeiro encontro com ele que Zoro achou que estava tendo um déjà vu. E, exatamente como antes, ele não se aguentava ao ouvir aquelas palavras sujas naquela voz terrivelmente sexy.

Quando Sanji parou de lamber o cuzinho gostoso e olhou para cima, viu o filho da puta sentado na rola de Zoro, com as costas nuas encostadas no kimono escuro que cobria o peitoral que ele tanto amava e rebolando com vontade. Estava com a língua para fora e uma expressão obscena e convidativa, apertava os próprios mamilos encarando Sanji e o provocando. O menor não aguentou só olhar e teve que abandonar o cuzinho do humano e se levantar, ele agarrou as coxas grossas do clone e se aproximou, sua mente pensava em arrancá-lo dali, mas seu corpo se juntou ao do maior e seu pau estava entrando facilmente no cuzinho quase virgem.

— Sua maldita puta, se aproveitando do meu humano no segundo em que não prestei atenção. — Ele investiu com força, invadindo o cuzinho que deveria ser apertado, mas como era um íncubo também era bem elástico e entrava fácil. Estava mais enterrado naquele buraco que o próprio Zoro, os dois paus pulsavam naquela cavidade molhada e Sanji estava gemendo mais por esse contato do que por estar fodendo. Era muito bom sentir seu humano invadindo o mesmo buraco que ele, por mais que preferisse que o buraco invadido fosse o dele.

Sem querer ser passado para trás, o clone puxou os ombros do outro loiro e o beijou com vontade, parecendo que pela primeira vez desde que Zoro apareceu realmente estava com vontade de devorar seu igual, ser fodido pelos dois era indescritível, o prazer era imenso.

Zoro queria beijá-los, mas ambos estavam fora de seu alcance e já ocupados beijando um ao outro. Então, tudo que pôde fazer foi beijar o que alcançava, as costas do clone de Sanji. Não exatamente beijar, ele apenas sugava descoordenadamente cada pedaço de carne que podia, manchando toda a pele branca de chupões, de olhos fechados, sem perceber direito o que fazia. Só precisava mordê-lo, sugá-lo, o demônio engolia seu pau para dentro de si enquanto o outro investia impiedosamente fazendo a fricção e a pressão serem inconcebíveis e era tão bom que ele queria gritar, então precisava manter sua boca devidamente ocupada.

O clone entrou em transe quando Zoro começou a beijar suas costas. Ele se sentia amado, vitorioso. Cada vez que sentia a boca o sugando, sabia que uma marca ficaria na pele exageradamente clara. Os dentes do humano eram perfeitos, a boca faminta e desesperada por ele não poderia ser melhor, ele só conseguia gemer entregue enquanto recebia os dois paus em seu cuzinho molhado. E do nada seu rabinho foi apertado e ele gritou de prazer, não tendo mais mente para conseguir manter o beijo que trocava com o outro loiro. Estava sendo muito para aguentar. 

Quando abriu os olhos, percebeu que os loiros haviam interrompido o beijo e Zoro continuou sugando as costas do clone enquanto encarava a pupila enormemente dilatada do Sanji original. Ele nem percebera quando agarrou o rabinho até então esquecido do clone em uma das mãos e começou a apertar, mas pelo visto Sanji havia percebido e não parecia muito satisfeito com isso. 

Sanji estava com ciúme, era para aquelas marcas serem nele, não naquele corpo falso. Para piorar, o desgraçado ainda estava basicamente masturbando o rabinho sensível, enlouquecendo aquele clone indesejado. Sentia inveja, também queria... Poderia até choramingar falsamente igual o clone, mas antes de ter qualquer reação Zoro o puxou com a mão livre para um beijo bem ao lado do rosto de seu gêmeo e tentou beijá-lo enquanto recebia dolorosas, e deliciosas, mordidas de retaliação em seu lábio inferior. Sanji gostou muito disso, dele tê-lo beijado, não o clone, então ele sorriu bobamente e se entregou ao beijo, o que não significava que perdoava Zoro por dar atenção para outro além dele. Por isso, sua raiva acabou fazendo com que mordesse forte os lábios do humano, como se quisesse marcá-lo e dizer que o pertencia, e na realidade era isso mesmo. 

Por estar sendo basicamente ignorado, o clone conseguia reparar mais no que acontecia. Sanji parecia desesperado por aquele homem e Zoro parecia sentir o mesmo também. O humano começava a gemer mais alto, parecendo excitado com o beijo, mais do que com a foda. Os gemidos eram altos e roucos, parecendo que ele estava em desespero. Então ele sorriu e começou a rebolar com mais vontade. O pau de Sanji escapou de seu cuzinho e isso fez os outros dois separarem o beijo.

— Goza no meu cuzinho, Zoro. — Aproveitando-se da situação, o clone implorou e se contraiu com força, esmagando e massageando o pau grosso. Sentia que Zoro ia gozar e queria recebê-lo bem fundo.

Infelizmente para o clone, nos planos do original não estava incluso deixar ele receber a porra de seu homem, então ele puxou com força o corpo mais forte que o seu e o derrubou na cama, batendo suas próprias costas no colchão e recebendo o peso do clone em cima de si. Se conseguisse raciocinar, aquela era a pior posição existente. O clone estava de quatro sobre si, empinado de uma forma que seria fácil Zoro meter nele. Sanji se amaldiçoou por isso, mas antes que pudesse protestar estava sendo beijado e seus braços eram segurados nas laterais do corpo, obrigando-o a ficar imóvel. 

O beijo de Sanji tornava sempre tudo mais inebriante e Zoro sentiu que estivera muito mais próximo do que deveria do orgasmo e quase agradecera quando o Sanji original arrancara o clone de si, ou teria gozado pateticamente rápido. Mas, mais uma vez, Zoro se encontrava bobo encarando os dois Sanjis se beijarem sem darem a menor sombra de atenção a ele. Zoro não tinha certeza do porquê isso sempre acabava acontecendo, talvez aquele loiro fosse apenas muito narcisista. De qualquer forma, agora que os estímulos haviam parado estava mais calmo e não mais a ponto de gozar, embora ainda estivesse bastante excitado. 

Se levantou para observar a ação que acontecia ao seu lado, os dois se beijavam, mas qualquer pessoa poderia facilmente confundir aquilo com uma briga. O clone, um pouco maior, estava acima de Sanji, aparentemente imobilizando seus braços mais fracos, e havia muito mais violência do que num simples beijo. Zoro poderia apostar que Sanji estava mordendo o clone ainda mais forte do que havia mordido seus próprios lábios há pouco, e os gemidos vindo de ambos se pareciam mais com rosnados do que tudo, embora ainda tivessem bastante efeito sobre a ereção já bastante dolorida do espadachim.

Ambos estavam o mais arreganhados que conseguiam, o maior se empinando, mostrando a Zoro seu cuzinho extremamente largo da invasão recente, e o original tentava ao máximo se mostrar embaixo do outro. Zoro também notou que o Sanji original ainda tinha gozo escorrendo de si, sem dúvidas o clone apenas conseguira lamber o conteúdo superficialmente quando tentou. Talvez a opção óbvia fosse o clone, já que estava bem mais acessível, mas o fato de ter notado aquilo fez Zoro escolher o original primeiro, obscenamente empolgado com a perspectiva de meter naquele cuzinho gozado de novo. 

Os mamilos dos gêmeos se esfregavam, o beijo era intenso, mas não havia desejo ou paixão, pareciam dois animais brigando por um pedaço de carne. Os lábios e línguas estavam cheios de mordidas dolorosas e extremamente prazerosas, suas bocas cheias de sangue. Os paus se roçavam, o maior praticamente submetendo o menor, tomando controle dele. Particularmente o loiro amava aquilo, só preferia que fosse Zoro a controlá-lo. O clone rebolava sensualmente em cima de si, se oferecendo para o humano e nem isso fez o outro escolhê-lo, Zoro queria ele, não uma farsa e quando sentiu o pau grosso entrando em seu cuzinho melado, ele gemeu gostoso se deliciando com o volume a mais o preenchendo. 

Depois que Zoro meteu no original, que soltou um gemido bem mais manhoso do que os que estava ouvindo há pouco, segurou a bunda do clone no lugar, um pouco acima da entrada que recebia seu pau com gosto. Isso não quis dizer que ele pretendesse ignorar o clone completamente dessa vez, muito pelo contrário. Pretendia dar o máximo de atenção que conseguisse. Por isso, pouco tempo depois se retirou do menor, embora este o apertasse de forma dolorida e possessiva, e se enterrou no clone, alternando periodicamente o buraco onde metia, ficando mais excitado ainda pelo quão sujo isso soava em sua mente.

A foda era maravilhosa e estava enlouquecendo Sanji. Seus mamilos ficavam ainda mais duros e o contato com os do clone era bem mais intenso e prazeroso. Sanji estava quase enlouquecendo, não havia nada melhor que ser fodido. Isso é, até Zoro mudar o buraco e abandoná-lo. O sexo perfeito deixava de existir e a inveja retornava, não era justo ele estar metendo no seu clone também, Zoro deveria escolher apenas um, mas estava a todo tempo sendo guloso e querendo os dois. Mesmo que as metidas no clone durassem pouco, Sanji estava irritado e quando Zoro voltava a fodê-lo, nem conseguia apreciar muito, ainda que seus gemidos continuassem altos e delirantes, como se estivesse amando aquilo. 

Zoro estava ficando louco. Já havia chegado muito próximo de gozar duas vezes antes dessa posição, mas agora estava ficando realmente impossível. Toda vez que ele estava muito próximo se lembrava que precisava dar atenção ao outro, interrompendo o ritmo para trocar de Sanji. Todo aquele estímulo interrompido estava fazendo seu pau ficar excessivamente sensível e absolutamente desesperado para gozar. Todavia, ele realmente não conseguia parar de dar atenção a ambos. Cada vez que se demorava um pouco mais em um deles o outro já começava a se contorcer e tentar chamar sua atenção, se oferecendo desesperadamente. E Zoro não queria negar essa atenção, queria fazer os dois sentirem prazer.

Zoro repetiu aquilo várias vezes, alternando entre os buracos, fodendo os dois ao mesmo tempo. Sanji poderia fazer surgir mais um pau no moreno? Claro que ele podia, mas aquele clone era o pior de todos e não merecia uma rola tão gostosa, então não se daria o trabalho. Não conseguia negar que aquela foda suja estava sendo maravilhosa, só não queria continuar tendo que dividir seu humano com outro. 

— Já chega, isso não está dando certo. — Sanji reclamou em um momento que Zoro investia com vontade no cuzinho de seu clone e ele estava abandonado. — Seu cabeça de mato, quero que só me foda, não perca tempo com essa puta indecente. 

Sanji o chamou de algo estranho e nem mesmo entendeu de onde saiu aquilo, mas fazia sentido, já que o cabelo de Zoro era questionável. Estava cansado de dividir, aquela posição era a pior de todas.

Quem aquele demônio de sobrancelha enrolada achava que era para falar do seu cabelo? Se ele não tivesse outras prioridades no momento teria argumentado exatamente isso, mas achou mais prudente não sair xingando o demônio, depois do sexo havia muito tempo para isso. 

Zoro não queria admitir, mas Sanji tinha razão, aquilo não estava funcionando. Mas não pelo motivo que o loiro achava, obviamente. Era muito difícil lidar com os dois ao mesmo tempo daquele jeito.

— Os dois de pé, agora. — Zoro ordenou e se ajoelhou no chão de madeira e era a segunda vez que o fazia por causa daquele íncubo, embora agora de maneira muito mais submissa.

Ainda trajava o kimono que não teve tempo de tirar durante todo esse tempo de sexo eufórico e era quase como se estivesse venerando os paus apetitosos que pulsavam enormes em sua direção. 


Notas Finais




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