História Indecent Photo - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Rebecca
Tags Chantagem, Eden's Zero Mention, Foto Indecente, Nalu, Short Fic
Visualizações 286
Palavras 4.468
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii lindos leitores!
Obrigada a todos que favoritaram e comentaram 💞
Este vai ser o último capítulo da fanfic por isso espero que gostem ❤
Obs: Pequena correção, este é o maior capítulo da fic ahaha
Boa leitura ❤✨

Capítulo 7 - "Natsu, eu te amo!"


Fanfic / Fanfiction Indecent Photo - Capítulo 7 - "Natsu, eu te amo!"

-Mãe, onde está a minha camisola branca e azul?

-Eu coloquei no teu armário. - Gritou do seu quarto.

-Eu não encontro! - Ouvi passos e logo minha mãe apareceu na porta do meu quarto.

-Porque estás tão nervosa? - Foi em direção ao armário mexendo em algumas roupas para logo retirar de lá a bendita blusa branca - Por acaso, ele é algum namoradinho teu? - Sorriu para mim e eu senti o meu rosto ferver.

-N-Não. Ele é só um amigo.

-Então porque estás tão nervosa? 

-E-Eu não estou. Agora sai, preciso de me arranjar. - Ouvi a sua risada enquanto eu a empurrava para fora. Fechei a porta do quarto a tempo de ouvir a voz da minha irmã.

-Ela está a mentir, mãe. O rapaz que vem aí é seu apaixonado. - Arregalei os olhos imaginando formas de matar Rebecca vezes sem conta na minha cabeça.

Suspirei tentando me acalmar. 

Vesti a camisola sem mangas com decote em bico e uma saia azul. Coloquei uma maquilhagem simples e decidi deixar o cabelo solto. Me encarei no espelho gostando do resultado. Desci as escadas vendo a minha mãe com a mesa pronta. 

-Estás linda, filha. - Sorriu para mim. 

-Obrigada mãe. Cadê o pai? 

-Ele foi comprar um vinho no supermercado ao fundo da rua. 

-Ah.

-Então, esse teu amigo…? - Senti a insinuação na sua voz me fazendo suspirar.

-Juro para ti que ele é só meu amigo. 

-Está bem. Está bem. Ele é bom rapaz?

-Sim. Ele é um dos melhores alunos da minha escola. Ninguém tem realmente muito para se queixar dele.

-Vocês se conhecem há muito tempo?

-Há uns três anos. - Me sentei na mesa a vendo preparar o almoço.

-Porque só agora o trouxeste aqui? - Abri a boca para responder mas eu não sabia o que lhe dizer. Fui salva pelo toque da campainha.

-Parece que ele chegou. - Falou minha mãe animada lavando as mãos. 

Um pouco nervosa, me coloquei a pé indo atrás da minha mãe. Rebecca que estava na sala parou de ver o que quer que seja que estivesse a ver para vir até ao hall de entrada, apenas para ver o que aconteceria. 

Me senti ainda mais constrangida. Talvez isto não tivesse sido uma boa ideia. 

A porta foi aberta e um rosado com um sorriso meigo apareceu segurando um pequeno ramo de flores. Me segurei para não abrir a boca e falar alguma coisa.

-Tu deves ser o Natsu. - Layla abriu um sorriso maior para o mesmo - Bem vindo. - Lhe deu passagem e o cumprimentando com dois beijinhos.

-Isto é para si. - Lhe estendeu o ramo de rosas e vi minha mãe se constranger um pouco. 

-Isso é muito querido da tua parte. Entra logo! - A risada fofa de Natsu preencheu o ambiente.

-Obrigado por me receber. 

-Sempre é bom ter companhia. E tu saíste uma deveras encantadora.

Eu encarava os dois sem saber o que dizer. Olhei para Rebecca que se parecia divertir com a situação.

-O almoço ainda não está pronto. Podem ir para a sala enquanto eu termino. - Sorriu para mim e eu assenti segurando Natsu pelo braço e o levando até à sala.

-Eu te ajudo na cozinha. - Avisou Rebecca.

-Como fui? - Sorriu de canto quando se sentou no sofá.

-Bem. Minha mãe te adora. - Falei me colocando à sua frente e cruzando os braços emburrada - Não és simpático assim comigo. 

-Heartfilia, não faças essa cara para mim. - Segurou minha cintura me fazendo segurar um grito quando me puxou e me fez sentar no seu colo. 

-N-Natsu! - Tentei sair com o coração em mãos apenas de imaginar alguém aparecer. Segurei seus ombros tentando me levantar mas o seu braço na minha cintura me mantinha no lugar. Senti os seus lábios beijarem meu pescoço e descer prazerosamente pelo meu decote. A sua língua lambeu o vale por entre os meus seios me fazendo estremecer no seu colo. Uma das suas mãos desceu até à minha bunda a apertando com vontade. 

Os seus lábios avançaram contra os meus de forma desejosa e eu gemi quando a sua língua tocou na minha e eu senti o sabor da sua boca. Não importava quanto tempo passasse ou quantas vezes o beijasse, nunca parecia o suficiente. 

Mordi seu lábio inferior e colei nossos lábios mais uma vez. As minhas mãos foram parar nos seus cabelos macios o puxando contra meu corpo. 

Nos separamos ofegantes. 

-Natsu… - Gemi contra seus lábios vendo a sua pele arrepiar e um volume se formar abaixo de mim me fazendo acordar para a realidade e sair do seu colo antes que ele me impedisse - Tu és louco?! - Murmurei raivosa vendo a sua mão mexer no seu membro incomodado.

-É, talvez não tenha sido uma boa ideia. - Sorriu sem graça - Estou duro e sem conseguir me aliviar. 

-Bem feita! - Resmunguei me virando para a televisão vendo o que quer que seja que estivesse a passar.

-Não faças essa carinha para mim, Heartfilia. É excitante demais. - Senti o seu hálito quente no meu ouvido e o olhei irritada - Tá parei! Vamos falar de outra coisa para ver se isto passa. - Se referiu à sua ereção - Quando minha mãe soube onde eu vinha, quase que quis vir junto. - Riu e eu não consegui segurar a risada.

-Ela era mais que bem vinda. - O rosado iria responder quando a minha mãe aparece na sala.

-Lucy, eu preciso de ir ter com o teu pai. Ele esqueceu-se da carteira. Por favor vai ver a comida e tenta não colocar fogo na cozinha. - Deu um pequeno sorriso sem graça - Eu volto logo. 

-Hai. 

-Eu vou contigo! - Ouvi a voz de Rebecca e a mesma correr atrás da minha mãe. 

-Acho que já não vais almoçar. - Me levantei do sofá vendo o rosado atrás de mim. 

-Porquê? 

Olhei para trás vendo a sua testa franzida.

-Eu sou um horror na cozinha e a minha mãe vai demorar imenso por isso definitivamente a comida vai queimar. - Ri sem graça me aproximando das panelas.

-Para a tua sorte, eu sei algumas coisas. - Olhei para o Dragneel com a sobrancelha arqueada - Quê? Não acreditas em mim? 

-Não é não acreditar, é ter minhas dúvidas. - Vi o mesmo revirar os olhos e me puxar para longe do fogão.

-Sai de perto antes que te queimes e deixa me ver. - Assenti me colocando perto da pequena mesa da cozinha que estava vazia por irmos comer na zona de jantar - Estamos bem. Não parece que falta nada. - Falou quando provou um pouco da comida que minha mãe fazia. 

-Hum. 

-Sabes o que isso significa? - O olhei confusa vendo um sorriso de canto nascer no seu rosto. 

-Natsu, não! - Tentei fugir do mesmo, mas ele é mais rápido me segurando pela cintura e pelas coxas me fazer sentar na mesa.

-Porque não? Tu mesma disseste que a tua mãe ia demorar. 

-Quando apareceste aqui com um ar tão meigo, até me esqueci do pervertido que tu és. 

-Eu precisava que a tua mãe gostasse de mim para me deixar voltar cá. - Sinto a sua mão se colocar entre as minhas pernas - Abre as pernas para mim? - Mordendo o lábio inferior nervosa entreabri as pernas sentindo a sua mão me acariciar.

-Se a minha mãe nos apanha, tu nunca mais voltas cá. E se meu pai te apanha, nunca mais vais ter filhos na vida. 

-Esse é um risco que eu quero correr. - Falou segurando nas minhas pernas e as colocando na mesa flexionadas. A minha calcinha escorregou das minhas pernas até ao chão da cozinha para onde ele atirou. Senti o frio tocar nas minhas costas e o rosto moreno desaparecer por entre as minhas pernas. 

A sua respiração quente batia em cheio contra a minha intimidade aumentando a minha excitação, foi quando a sua língua me tocou com vontade que meu corpo estremeceu e um gemido escapou por entre meus lábios. 

-Natsu… - Segurei seus fios rosados o impedindo de se afastar. Senti o mesmo me chupar com força e dois dedos fazer movimentos rápidos dentro de mim - Eu vou….Natsu! - Atingi o orgasmo sentindo espasmos percorrerem meu corpo. O meu peito subia e descia descompassado e o rosado me encarava com um sorriso malicioso. 

-Acabei de te fazer gozar na mesa onde comes com a tua família. Excitante, hein? - Senti o mesmo rosto corar e me coloquei sentada na mesa a tempo de ouvir a porta de entrada abrir.

Arregalei os olhos me colocando no chão e indo para perto das panelas.

-Obrigada, queridos. - A minha mãe abriu um sorriso meigo para nós os dois que Natsu correspondeu com outro.

Saí da cozinha com o peito ainda a bater acelerado pelo susto. O rosado ao meu lado agia como se nada tivesse acontecido. 

-Então, tu deves ser o Natsu. - A voz firme do meu pai à nossa frente me fez temer pelo Natsu.

-E você deve ser o Jude. Lucy me falou muito de si. - Sorriu para o loiro mais velho que arregalou os olhos.

-Sério? 

-Também me disse que gostava de basquetebol. 

-Claro. Tu também? - Perguntou animado e eu mais uma vez encarei os dois de boca aberta. 

Natsu conseguia fazer boa figura e fazer todos gostarem de si não importa onde estivesse.

Senti alguém me tocar nas minhas costas e vi Rebecca com um sorriso malicioso no rosto. 

-Acho que te esqueceste disto. - Sussurrou me entregando algo na mão e só aí percebi que continuava sem calcinha. 

-O-Obrigada. 

-De nada, maninha. Apenas tem mais cuidado na próxima vez. - Assenti vendo a mesma ir em direção da cozinha. 

Olhei para o rosado que falava com o meu pai com um sorriso no rosto e meu pai parecia mais animado que ele. Sem ninguém me ver, me afastei do grupo e vesti a calcinha. 

-Onde foste? - Perguntou Natsu com uma expressão confusa.

-Casa de banho. 

-O almoço está pronto. Espero que gostes da comida, Natsu. 

-Não se preocupe Dona Layla, eu gosto de qualquer coisa. - Se sentou ao meu lado na mesa. 

-Lucy me disse que eras um dos melhores alunos na tua escola. Já sabes para onde vais para o ano? Deves ter muitas escolhas. - Perguntou enquanto servia todos na mesa.

-Não devo ir para longe. Eu gosto bastante da minha família, acho que não conseguiria ficar muito longe deles.

-A nossa Lucy é igual. - Me deu um pequeno sorriso - Talvez fiquem juntos na mesma universidade. 

-É talvez. - Vi o seu sorriso de canto para mim e o meu peito bateu acelerado. 

Andar na mesma universidade que Natsu realmente seria um sonho. 

-Desculpa por perguntar, mas o teu cabelo é natural? - Pergunta olhando o cabelo de Natsu.

-Sim. O meu pai tem igual. - Explicou - Apenas o meu irmão e a minha mãe que tem cabelos negros.

-É um grande contraste. - Deu uma pequena risada - Mas é uma cor linda. Filhotes devem ser adoráveis. - Me engasguei na minha comida vendo Natsu sorrir do meu lado achando piada à situação. Rebecca ria do outro lado da mesa, já meu pai preferiu se manter calado. 

-Minha mãe sempre disse que eu era adorável em criança. Deve ter sido do cabelo. - Comentou ignorando a minha tosse. Minha mãe riu do seu comentário.

-Deves ter razão. 

-Tudo bem, Lucy? - Ouço a voz debochada de Rebecca. 

-Claro. 

Continuei a comer vendo o meu pai se colocar na conversa de minha mãe e Natsu. 

 

[...]

 

-Já vão? - Ouvi a voz da minha mãe quando me levantei do sofá interrompendo a sua conversa com o rosado. 

-Sim. Vamos sair com o grupo. 

-Ah que pena. Mas volta quando quiseres, Natsu.

-Vou voltar. 

-Aparece por cá para vermos um jogo um dia destes. - Meu pai lhe deu uma passa bem se despedindo do rosado.

-Claro, será um prazer.

-Não sei a que horas volto. - Segurei no braço do Natsu e o puxei para fora de casa - Adeus! 

-Apressada! - Ironizou quando chegamos cá fora.

Não respondi. Sentia o meu estômago revirar de nervosismo. Havia combinado com Rebecca me confessar ao rosado hoje. O plano de sair com seus amigos não pareceu tão mau na altura. Mas agora ao pensar bem, talvez não quisesse ser rejeitada na frente deles.

Chegamos na casa da Levy, vendo que todos já estavam lá.

-Vieram juntos? - Perguntou a azulada quando abriu a porta estranhando.

-O Natsu foi comer a minha casa. - Respondi entrando em casa.

-Comer o quê? - Ouvi a intuação na voz de Gajeel me fazendo corar e Levy dar um cascudo nele.

-Olá. - Cumprimentei Gray e Erza que estavam abraçados no sofá. Sorri feliz pela relação deles ter evoluído tanto em tão pouco tempo.

-Finalmente chegaste! Já te ia ligar. E parece que o Natsu também chegou. - Me sentei ao lado deles.

-Alguma novidade? - Apontei para os dois vendo Gary corar ligeiramente.

-Nós estamos a ficar. Não é nada sério, mas queremos tentar. 

-Depois do meu término com o Jellal, fiquei muito mal, por isso quero ir com calma agora. - Assenti para Erza que sorriu constrangida para mim.

-O que querem fazer? 

-Eu trouxe bastante comida. - Gajeel saiu da cozinha com três sacos em mãos. 

-Aí vocês não sabem! - Levy se sentou na poltrona perto do sofá com um brilho de animação no olhar.

-E lá vamos nós! - Gajeel revirou os olhos pousando os sacos perto da mesa de centro da sala - O irmão da Levy tem playstation e o novo fifa, querem jogar? - Olhou para o rosado e Gray que assentiram. 

-Espera aí Gajeel. Vem comigo ali na cozinha. Preciso de te mostrar uma coisa. - A pequena se levantou e levou o namorado consigo.

Gray se despediu de Erza com um selinho e eu me imaginei querendo que Natsu fizesse o mesmo. 

-Não devias encarar pessoas assim, é estranho. - A sua voz rouca chegou nos meus ouvido.

-Não estava a fazer nada demais. - Dei de ombros me sentindo um pouco constrangida. Logo Levy e Gajeel chegarem à sala. 

-Vou até lá cima com os rapazes. - Me deu um beijo na bochecha e se afastou de mim me deixando a sorrir feita boba para trás.

-Aí, Lucy tu és tão fofa apaixonada. - Ouço a voz de Levy e eu a olho sem graça - Tu e o Natsu ficam lindos juntos. Não sei como não tinha pensado nisso antes. 

-Ficas a pensar nisso depois. Agora me diz o que aconteceu. - Apressou Erza curiosa.

-Depois do show da Lucy e do Natsu na escola, Lisanna não apareceu na escola.

-Agora que penso nisso… Ela realmente não estava na sala.

-Pronto, ela saiu para beber porque estava triste de já não ter uma chance com o Natsu. Imagina quem ela encontrou no bar? 

-Conta logo, Levy!

-O mulherengo do Sting Eucliffe. Não tenho que dizer o que aconteceu depois.

-Não acredito. Lisanna merecia melhor que ele. - Torci a boca. Sting era um traste e Lisanna era boazinha demais para ele.

-Concordo. Mas parece que a mesma está apaixonada por ele. Só espero que corra tudo bem para ela.

-Também. - Erza ia dizer mais alguma coisa quando ouvimos algo quebrar lá em cima e Levy se levantar assustada e correr até lá cima.

-Ainda não falamos sobre o Natsu. - Ouvi a voz de Erza e a encarei - Desde quando é que vocês namoram?

-Não namoramos. - Ela arqueou uma sobrancelha - Talvez sejamos ficantes. Não sei, a nossa relação é tão confusa. - Suspirei.

-O que pensas em fazer?

-Eu me vou declarar para ele hoje. - Contei vendo a mesma arregalar os olhos - É, eu sei. Mas eu não quero continuar a guardar isto para mim.

-Eu até te desejava boa sorte, mas é meio óbvio que o Natsu também é louco por ti. - Dei um sorriso para ela.

-Eu espero que sim. - A voz raivosa de Levy se fez presente e atrás de si, vinha Gajeel, Natsu e Gray com orelhas vermelhas. 

-Auch Levy-chan! - Resmungou Gray - Acho que vou ter de colocar gelo nisto. 

-Tem na cozinha. - Respondeu ainda emburrada.

Encarei Natsu que já parecia que tinha esquecido o que tinha acontecido e falava animado com Gajeel sobre o jogo que antes jogavam. Respirei fundo ganhando um pouco de coragem. 

-Natsu, posso falar contigo? - O mesmo parou de falar com Gajeel e me olhou confuso e intrigado.

-Alguém já se colocou em sarilhos na primeira semana de relacionamento? - Debochou Gajeel e mais uma vez Levy lhe acertou um cascudo.

Fui em direção à varanda da Levy perto da cozinha onde sabia que teríamos privacidade. O rosado ainda não havia dito nada, mas sabia que ele estava curioso.

O mesmo parou de frente para mim e parece que a minha coragem toda desapareceu. 

-O que se passa? - Sinto a sua mão tocar na minha bochecha e seu polegar se mexer carinhosamente - Estás muito calada. Aconteceu alguma coisa?

-Natsu, e-eu -

-O que estão a fazer os dois aqui? - Deixo o ar sair da minha boca ao ouvir a voz de Gray - Estão se a pegar por acaso? 

-Estamos a tentar. - Debochou o rosado afastando sua mão do meu rosto.

-Desculpem interromper. Continuem. - Deu um sorriso para mim e logo saiu de perto.

-O que ias dizer? - Me olhou novamente.

-Não era nada. - Abaixei a cabeça tentada a desistir de me confessar. Iria sair da varanda quando sinto o meu braço ser segurado.

-Nem penses! Sei que me ias dizer alguma coisa. Desembucha, Heartfilia. 

Sinto um nó se formar na minha garganta e tentei respirar fundo. Não conseguia olhar nos seus olhos. O meu rosto estava quente e sabia que o mesmo me encarava curioso. 

-Natsu, eu te amo! E quero ser tua namorada, de verdade. - Sentia o meu rosto ficar cada vez mais vermelho e o peito bater de forma angustiante com o silêncio que se formou no local. Essa angústia só aumentou quando ouvi a risada do rosado preencher o ambiente.

Nunca havia me confessado a ninguém, mas não era suposto ele me beijar e dizer que sentia o mesmo? Ou eu acabei de ser humilhada?

Sinto os meus olhos humedeceram e saí da varanda a correr a tempo de deixar de ouvir as risadas do Dragneel.

-Ei, Lucy onde vais? - Ouço a voz preocupada de Gray mas não paro para o responder.

-Que merda fizeste, Natsu? - A voz raivosa de Erza é a última que ouço antes de sair de casa de Levy e sair a correr para não sei onde. 

-Devia ter deixado as coisas como estavam. - Sentia o meu peito pedir por ar mas não queria parar. Ouvi passos apressados atrás de mim e alguém se colocar na minha frente e me segurar pela cintura para não cair pela paragem brusca.

-Porra que tu corres depressa para quem tem peitos grandes. - Falou sem fôlego. 

-Me solta, Natsu! - Desviei o olhar do seu rosto e tentei me afastar do mesmo. Sentia os meus olhos meios húmidos e lágrimas escorrem pelos meus olhos.

-Porque fugiste de mim? Nem me deixaste falar. - Falou um pouco aborrecido. O mesmo secou minhas lágrimas e eu encarei seu rosto.

-Tu riste na minha cara. Não tinhas muito que dizer. - Falei emburrada desviando o olhar dele - Tudo bem se não gostas de mim daquele jeito mas eu também não vou fazer mais nada contigo. 

-Tem calma, Heartfilia. Eu não ri porque achei ridículo o que tu disseste. - O olhei curiosa e com os olhos um pouco vermelhos - Apenas achei engraçado a tua carinha ao me contar algo que eu já sabia. - Arregalei os olhos corando ao extremo. O mesmo bagunçou os cabelos rosados e me olhava com um sorriso fofo no rosto - Qual é? Eu posso ser muita coisa, mas não sou burro. Posso ter demorado para perceber mas faz algum tempo que sei que tens sentimentos por mim. Apenas estava à espera para ver quando é que tu ganhavas coragem para admitir. 

-Baka. - Desviei o olhar mas não consegui segurar o sorriso que preencheu o meu rosto. Senti os seus braços me puxarem contra ele. 

-Eu também te amo, Heartfilia. - Passei meus braços em volta do seu pescoço puxando sua boca até a minha sedenta pelo seu beijo. 

Sinto o mesmo sorrir entre o beijo e morder meu lábio inferior.

-Natsu Dragneel! - Me separo do mesmo ao ouvir a voz raivosa de Erza - O que é tu fizeste?! - Vejo o corpo de Natsu arrepiar e se manter atrás de mim - O que ele fez, Lucy? Estás bem? - Me perguntou preocupada quando chegou à nossa beira.

-Sim. Não te preocupes, Erza. Nós estamos bem. 

-Então a confissão acabou bem? - Olhou para mim e eu assenti corada - Vocês namoram oficialmente?

-Sim, Erza. - Ouço a voz de Natsu atrás de mim e eu apenas assinto.

-Viu, eu lhe disse? - Sinto o meu corpo arrepiar ao ouvir aquela voz tão conhecida.

-Grandeeney, mãe… - Olho para trás de mim me soltando de Natsu.

-Lucy, então o Natsu é teu namorado ou não? - Engulo em seco encarando o Natsu que logo respondeu.

-Desculpe não ter contado mais cedo, Dona Layla. Apenas não queria assustar seu marido logo de início. - Bem não era mentira. Eu já havia comentado com Natsu que meu pai quase havia comido Shiki inteiro quando ele foi lá casa. Os dois agora tem uma relação melhor, mas meu pai ainda não vai muito com o moreno.

-Compreensível. Peço desculpa pelo o engano. É que eu encontrei a Grandeeney no mercado e quando ela veio falar comigo, tivemos que vir falar com vocês para clarificar as coisas. - Sorriu sem graça para nós e se virou para Grandeeney - Temos de marcar um almoço todos juntos.

-É o que eu estou a dizer à Lucy à algum tempo. - Virou costas indo embora com minha mãe falando alegre.

-Acho que agora é oficial. - Encarei o Dragneel sorrindo tímida mas com uma felicidade enorme no meu peito.

-É parece que sim.

-Vamos voltar para casa? - Perguntou Levy - Eu não sei se fechei a porta.

-Vamos. - Ri sentindo a mão de Natsu em volta da minha.

.

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.

.

.

Bónus

Anos depois

-Não acredito que acabei de me casar com o meu chantageador. - Ri quando vi o mesmo bufar. 

-Tu estás no meu colo. Queres que te deixe cair? - Neguei rindo quando finalmente chegamos no quarto e ele me atirou para cima da cama.

-Tu estás pesada, hein! - Respirou fundo tentando recuperar o fôlego.

-Baka! - Lhe dei um pontapé no joelho o fazendo curvar e rir.

-Deve ser os peitos. Eles parece que nunca param de crescer. - Debochou subindo na cama e se colocando em cima de mim. 

-Porque não vens confirmar? - Mordo meu lábio inferior ao ver o mesmo colocar a mão entre o decote do vestido - Ele foi caro. - Avisei vendo o mesmo resmungar. Me levantei da cama para retirar o vestido simples e branco para ficar apenas de lingerie de renda branca. Senti o olhar desejo do Dragneel por todo o meu corpo. O mesmo retirou a sua gravata e passou a abrir os seus botões rapidamente. O seu adnominal ficou exposto e eu senti a minha intimidade encharcada ao vê-lo livrar da calça social e ficar só de boxer preta que logo também abandonou seu corpo.

O seu braço passou pela minha cintura me fazendo sentar no seu colo e senti a sua ereção dura contra a minha intimidade.

-Eu não vou ser leve hoje. - Murmurou entre beijos no meu pescoço.

-Nem esperava que fosses. - Coloquei as mãos no seu peito o empurrando contra a cama e ficando sobre a sua ereção.

Rebolei no seu colo o provocando. Levei as minhas mãos até à parte de trás do meu sutiã o tirando do meu corpo. As mãos quentes do mesmo se apressaram a cobrir e massagear com vontade. 

Os meus movimentos de vai e vêm sobre o seu pau eram bons, mas não eram suficientes. As mãos do rosado chegaram na minha calcinha a rasgando e atirando os farrapos para fora da cama.

Me levantei um pouco apenas para posicionar o seu membro na minha entrada. Senti o seu pau deslizar para dentro me fazendo gemer. Eu que controlava os movimentos, encarei o rosado que me olhava com os olhos cheios de desejo. Subi e desci lentamente e abri um sorriso de canto ao ver o mesmo se segurar para não me atirar para a cama e me foder da maneira que ele queria.

-Chega, Heartfilia! - Senti o meu corpo bater contra o colchão macio e o seu pau passar a bater de forma violenta contra o meu sexo. Ignorei quem pudesse ouvir e comecei a gemer alto. 

As suas estocadas eram brutas e precisas, acertando no meu ponto g que ao longo dos anos juntos, ele memorizou com louvor.

-Não importa o quanto eu te foda ou com quanta força, tu continuas apertada. - Sinto os seus lábios nos meus seios e mordidas percorrem meu corpo.

Senti o seu pau aumentar e o mesmo se afundar mais dentro de mim.

-Natsu! - Arqueio as costas sentindo mesmo gozar dentro de mim ao mesmo tempo que eu gozava. 

O seu pau sai de dentro de mim e eu sinto o seu esperma escorrer para fora de mim. O seu corpo deitou do meu lado, mas eu não estava satisfeita. 

Subi no seu colo e um sorriso percorreu seu rosto. 

-Parece que vai ser uma longa noite. - Murmurou me olhando concentrada em levar seu pênis novamente duro até à minha entrada.

Desci com força no seu pau vendo o mesmo gemer rouco e o meu nome sair por entre seus lábios.

-Porra Heartfilia!

 

[...]

 

-Acho que tu saíste mais pervertida que eu. - Falou me puxando para deitar no seu peito.

-Fica calado. Tu que me tornaste assim. - Corei escondendo o rosto no seu peito.

-E não podia ter feito melhor. - Riu me dando um beijo nos cabelos loiros bagunçados - Tu me deixas acabado. 

-Vai dormir, Natsu. - Murmuro me deixando cair no sono.

-Eu te amo, Heartfilia. - Abri um sorriso sonolento.

-Eu também te amo, Natsu.


Notas Finais


Me digam o que acharam nos comentários ❤
Este foi o final e espero que tenham gostado💞
Eu tenho mais algumas fics Nalu se quiserem dar uma vista de olhos💕
Até uma próxima ✨🌹


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