História Indecisão. - Capítulo 5


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Categorias Star Wars
Personagens General Hux, Kylo Ren, Rey
Tags General Hux, Hux, Kylo, Kylo Ren, Kylux, Leia Organa, Rey, Reylo, Star Wars
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Palavras 3.117
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo ficou enorme demais... Então esse é oficialmente o penúltimo. Amém né! No próximo nosso conto chega ao fim! ❤️

Capítulo 5 - Sinceridade.


Fanfic / Fanfiction Indecisão. - Capítulo 5 - Sinceridade.

A nave do supremo líder balança um pouco. Com dificuldade, consegue pousar no local indicado por Rey. O planeta era muito bonito, coberto de vegetação, mas aterrissar ali, era um pesadelo; muitas árvores antigas de raízes profundas deixavam o solo acidentado, dificultando a aterrisagem. Kylo nem pensou em esconder a nave. O planeta era praticamente inabitado, viviam apenas animais selvagens de porte pequeno. Ao desembarcar, Rey já se encontrava a poucos metros, aguardando. Kylo se aproximou dela devagar, era difícil pra ele acreditar que ela realmente estava ali, tinha receio de que se ao menos piscasse, ela poderia desaparecer.

- Obrigado por confiar em mim.

- Eu que agradeço por cumprir sua palavra Ben. Venha, tenho uma surpresa para você.

Kylo estranhou a atitude dela. Rey estava extremamente calma e contente, ele estava curioso para saber o que do que se tratava. Estava escurecendo, Rey o guiou floresta adentro até uma pequena clareira onde ficava o acampamento da Jedi. Era tudo muito simples: uma barraca e uma pequena fogueira pronta para ser acesa se encontravam ali. Ao andarem mais um pouco, Kylo viu uma mulher de pé, esperando por eles. Ele mal podia crer na pessoa que estava ali.

- Mãe? – disse em voz baixa, mas para si mesmo. -

Kylo para abruptamente. Ele congela, sente o corpo paralisar ao vê-la. Não sabe o que fazer ou como reagir. Rey pega na sua mão enluvada e o puxa.

- Venha Ben – ela diz- Não deixe sua mãe esperando.

Ele a segue, andando vagarosamente, Leia tinha um sorriso tímido no rosto, assim que Kylo parou na sua frente, ela o abraçou.

- Meu menino. Que saudade.

Ren cai de joelhos ao ouvir as palavras dela. Como poderia Leia perdoa-lo depois de tudo o que fez? Ele abraça a mulher a sua frete e chora aos soluços, as lembranças da infância se misturando com os flesh backs da morte de seu pai, que fora causada por ele mesmo. O sabre de luz vermelho ultrapassando o corpo, o último toque de Han em seu rosto. Essa era uma dor e um arrependimento que o consumia diariamente. Leia através das lágrimas de seu filho e da ligação da força, sentia claramente as emoções dele. Compreendeu que Kylo verdadeiramente se arrependia e que a muito tempo sofre pelos seus atos. Ela pega o rosto do homem, que para ela é só um garotinho assustado e diz:

- Eu te perdoou meu filho. Não importa as coisas que fez, eu te perdoou. Ainda há tempo de se juntar a nós e de voltar para a luz.

Tentando conter as lágrimas, Kylo responde: - Mas eu não mereço mãe. Como poderia ainda me amar depois de tudo o que fiz?

- Porque eu sou sua mãe, sei que te transformaram numa coisa que você não é. Sei também que parte desse seu sofrimento é nossa culpa. Seu pai e eu não soubemos lhe dar com o grande poder que vinha de dentro de você. E o mandamos para longe. Esse foi o nosso maior erro.

Kylo para de chorar, enxuga o rosto com a manga de suas vestes e se levanta.

- Obrigado mãe.

- Você sempre será o meu menino. – Ela beija o seu rosto - Agora eu preciso ir. Deixarei você com a nossa Jedi aqui, vocês tem muito o que conversar...

Ela deu uma última olhada em Ren antes de se retirar.

- Nos veremos em breve meu filho. Eu te amo.

Leia anda até a outra extremidade da clareira, onde podia se ver a Falcon, Poe estava do lado de fora, aguardando.

**

A noite estava muito bela, o céu estrelado. Rey preparava uma sopa na fogueira. Kylo tinha alguns suprimentos em sua nave e os usa para complementar o jantar. Ele e a Jedi trocaram poucas palavras depois que Leia partiu. Ren ainda pensava no encontro que teve a minutos atrás com sua mãe, Rey achava que ele precisava de um tempo para processar tudo o que houve. Depois de se alimentarem, a garota pega uma manta comprida e a estica perto da fogueira. Ela se sentou, tirou as botas, a cinta, as ataduras dos braços, ficando apenas com a calça e a parte superior da vestimenta, que se assemelhava a um vestido sem mangas.

Kylo fez o mesmo que ela. Se sentou na outra extremidade do tecido, tirou as botas, as luvas e a camada grossa da parte de cima da roupa, ficando com o peito nu. Acabou fazendo isso de modo automático, afinal era desse jeito que ele costumava dormir. Rey sentiu as bochechas corarem por vê-lo semi despido novamente, tentou manter a calma e disse:

- E então... Porque queria me encontrar?

Kylo encarava o fogo sem saber muito bem o que responder.

- Eu... Bem... Eu queria te ver. Mas acho que não pensei além disso.

Para Rey, aquela resposta não parecia ser o suficiente. Ele ainda estava escondendo alguma coisa, ela sabia que o homem estava confuso e inseguro de qual caminho seguir.

- Como conseguiu vir sozinho?

- Bem, eu sou o supremo líder agora, as pessoas já tinham medo de mim antes, então... Foi fácil. Ninguém ousa fazer perguntas.

- Eu nunca tive medo de você.

- Eu sei e é por isso que eu gosto de você.

Rey sente o coração acelerar ao ouvir a confissão.

- Vai se juntar a nós Kylo? -Ela pergunta, tentando não demonstrar desconforto –

- Eu não sei ainda Rey. Não sei se consigo.

- Porque não?

- Tem coisas sobre mim que mesmo que eu mude de lado, você jamais me perdoaria.

- Por exemplo?

- Eu matei e ajudei a matar diversas pessoas ao longo da minha vida. Jedis, civis, soldados, oficiais... Participei efetivamente dos planos para destruir planetas, os rebeldes e qualquer um que ficasse no caminho da primeira ordem.

Rey retruca determinada:

- Não vê Kylo que você se tornou aquilo que fizeram de você? Claro que não estou te livrando de seus atos, apenas dizendo que o caminho que você escolheu não foi totalmente por culpa sua. As escolhas de outras pessoas, contribuíram para a maneira que você se sentia e esses sentimentos fizeram com que você percorresse o caminho do lado negro, pois ninguém foi capaz de te mostrar uma maneira melhor.

Kylo analisa as palavras dela com cuidado.

- Mas isso não apaga as coisas que eu fiz. – disse ele com pesar –

- Não, não apaga. – agora Rey segura em sua mão – Mas ainda há tempo de mudar Ben. Nunca é tarde.

Ali sobre a luz do fogo, Kylo sente o toque de Rey sobre seus dedos, como no dia em que a força os conectou e eles viram o futuro um do outro. Apesar dela ter mãos calejadas por causa dos treinos e aos esforços físicos que fazia em Jakku devido as escaladas, Rey era delicada e macia. Ren não se deteve mais, se ela estava disposta a aceitá-lo sem restrições, então ele decidiu não perder a oportunidade. Com os olhos nublados de desejo, com a mão livre, passou a ponta de seus dedos sobre o rosto da garota, contornou seus olhos, nariz, bochechas até chegar a parte que mais desejava: os lábios. Enquanto tocava aquele lugar, seus olhos a devoravam e sua mente imaginava tudo o que faria quando a beijasse e onde desejava ter aquela boca em seu corpo.

- Eu também desejo isso Ben. – Diz Rey de repente –

Kylo é pego de surpresa se perguntando como ela sabe sobre seus desejos.

- Nossa ligação através da força. – Ela responde - Você se esqueceu?

- Acho que sim. – Ele diz rindo envergonhado por ter deixado algo tão importante de lado –

Rey pega a mão de Kylo que está entrelaçada na sua e a leva até o seu rosto. Agora as duas imensas palmas dele estão sobre suas bochechas, uma de cada lado. Rey fecha os olhos e inclina a cabeça sentindo o toque das mãos. Ele afunda um pouco dos dedos no cabelo da garota, as faces agora tão próximas. Não há resistência por parte dela, Ren encara os olhos de esmeralda que o convida a prosseguir e assim ele sacia seu desejo tocando sua boca nos lábios da Jedi. Com um pouco mais de facilidade as línguas se encaixam, Rey já tem uma noção mais ampla do ato por conta do último encontro, ele no entanto se contêm, por causa da experiência deseja intensificar o beijo e ter domínio sobre a situação, mas ele sabe que com ela terá que ter paciência e ir devagar.

Aos poucos o ritmo se acelera. Rey pousa suas mãos sobre o tronco do cavaleiro. O abdômen trincado, os músculos rígidos a fazem soltar gemidos enquanto trocam saliva. Ela explora o peito, os braços, o pescoço e sobe até os cabelos de ébano apertando-os e se embrenhando neles. A garota interrompe o beijo e vai ao encontro do pescoço do homem, ela o lambe, o beija e numa fome que não sabia explicar de onde vinha, mordiscou o pescoço e o ouviu soltar um gemido.

- Me desculpe Ben. – Ela diz num sussurro -

- Não peça desculpas. Eu quero que você tire o que quiser de mim.

A garota treme um pouco por conta do nervosismo, então ele decide tomar a iniciativa. Se curvando sobre o corpo da Jedi, Kylo repete nela, o mesmo ato que lhe foi infligido no pescoço minutos atrás. A imensa mão masculina desce sobre o corpo ainda vestido, até adentrar a parte interna de sua calça. Ren explora a região com o dedo, afinal é a sua primeira vez com uma mulher. Ele procura a abertura no meio das pernas dela e sente o local quente e úmido. Kylo se deleita com a sensação e explora a área interna. A Jedi geme baixinho revirando os olhos, aquilo enche os ouvidos do homem de satisfação. Ele quer fazê-la gritar mais, muito mais. Ren retira a parte inferior das roupas da garota para poder apreciá-la melhor.

Voltando para dentro dela, ele encontra uma parte levemente diferente das demais, meio enrugada. Ao tocar no local, Rey solta um grito mais alto e rouco. Kylo entende que aquele lugar dá mais prazer a ela. Ele se lembra de como usava as mãos e a boca a mesmo tempo para dar prazer ao seu antigo amante e resolve testar o mesmo. Enquanto seus dedos continuam trabalhando, Kylo põe a língua na parte superior da vagina, sentindo uma parte se enrijecer. Ali, ele toca devagar, descobrindo.

- Ben! – Rey deixa escapar – Oh Ben...

Então era ali que ela gostava. Intensificou os movimentos em ambos os locais para ver o que acontecia e o resultado era o que Kylo imaginou: sentiu Rey pulsar enquanto ela gemia seu nome. Os dedos encharcados do néctar dela o deixara ainda mais sedento. Ele coloca a língua na fenda de Rey e a lambe. Sabe que ela já gozou, mas deseja sentir o sabor. Depois, ele sobe tirando a parte superior da roupa que restava. Kylo vê os seios de Rey, tão lindos, ele os toca, ‘tão macios’ ele pensa. Ren coloca as mãos, um em cada seio e faz movimentos circulares, depois aperta os bicos rígidos com cuidado. Ele quer descobrir onde Rey sente prazer, tem a ideia de passar a língua em um dos bicos, afinal uma coisa era certa: Tudo no corpo que ficasse rígido indicava duas coisas: medo ou excitação e ele sabia muito bem que se tratava da segunda opção.

Rey sentia tudo o que o cavaleiro fazia e as sensações que ele lhe trazia eram muito intensas, já havia experimentado algo parecido à muito tempo, mas não naquele jeito. Ren se demora um pouco em seus seios e volta aos lábios de Rey, mas ela quer retribuir tudo o que estava sentindo.

- Ben, me deixe fazer algo por você.

Ele tinha uma ideia, mas ficou envergonhado de dizer. Rey se concentrou usando a ligação para descobrir o que Ben queria. A garota induz ele a se deitar, tira a calça preta revelando o membro avantajado e duro. Rey o segura com as mãos sentindo pela primeira vez a rigidez de um membro masculino. Ela o coloca em sua boca de um jeito meio desajeitado, com receio de machucá-lo. Passa a língua úmida em toda a extensão, o homem solta gemidos roucos de prazer. Percebendo que estava fazendo certo, ela continua. O pênis de Kylo vai ficando úmido por causa da saliva de Rey, os lábios da Jedi subindo e descendo, aquela visão deixava-o cheio de tensão. O membro cada vez mais duro pronto para explodir. Rey sente que deve passar a língua na ponta do pênis e assim o faz.

- Assim Rey, continua assim. – ele pede –

Ela intensifica os movimentos no local e sente algo sendo expelido para dentro de sua boca, acompanhado de gemidos do homem. Rey engole o líquido, o sabor é forte, diferente. Ela se deita ao lado seu lado e o abraça enquanto Ren recupera o fôlego. A garota está curiosa agora, jura que tinha visto algo na mente de Kylo. Não sabia se deveria ou não perguntar, mas resolveu se arriscar.

- Kylo eu vi um coisa. Quando você colocou sua boca embaixo de mim.

Ele franze o cenho intrigado se vira e a encara. Sua voz sai baixa e rouca, cheio de dúvidas.

- O que você viu Rey?

- Eu vi você, com um homem. Vi que você queria fazer algo parecido comigo, como o que você fazia com ele.

‘droga ’, mas ele pensa. A simples lembrança de Hux que ele teve em segundos foi vista por Rey. Como poderia explicar isso a ela?

- Antes de você. Antes de eu te conhecer, de me apaixonar por você, eu tive outra pessoa.

Rey o olha de volta surpresa, mas aguarda em silêncio desejando saber mais.

Kylo se senta tentando esconder o medo de ser rejeitado por Rey se ela soubesse. Mas ela já tinha visto um vislumbre dessas lembranças e agora precisaria contar.

- Eu ficava com um homem da primeira ordem.

- Era o general Hux, não é? Já ouvi histórias e comentários, mas nunca o encontrei pessoalmente.

- Como você sabe?

- Eu vi na sua lembrança.

- Bom... Eu era jovem quando começamos a nos relacionar. Eu, nós, bem, nós não éramos exatamente alguma coisa. Nos encontramos por um bom tempo apenas pelo prazer, bom pelo menos da minha parte. Antes de você Rey, eu jamais havia me apaixonado.

Ela processa as palavras de Ben. Não cabia a ela julgá-lo.

- Eu já experimentei algo similar uma vez.

Ele se vira, voltando a olhá-la abismado. Rey se senta e conta sua história.

- Quando eu estava em Jakku, eu tinha uma amiga, ela morou comigo um tempo, antes dela sair para pegar peças e nunca mais voltar. Uma tarde fomos juntas explorar uma nave que tinha caído a pouco tempo. Ela era imensa e acabamos demorando demais. Escureceu, e quando finalmente íamos embora, uma tempestade de areia estava próxima. Decidimos esperar do lado de dentro, e a noite no deserto é muito fria. Nos abraçamos para tentar manter o calor e ela começou a me tocar de um jeito estranho.

Kylo escutava atentamente enquanto o reflexo do fogo brilhava na pele de Rey.

- Eu fiquei quieta no começo. Eu estava curiosa de como aquilo ia terminar. Mas ela parou um instante e me perguntou:

- Quer que eu pare Rey?

Eu olhei nos olhos da minha amiga e sacudi a cabeça dizendo que não. Ela continuou e eu decidi fazer o mesmo no corpo dela. Foi quando ela me tocou e eu a ela, até que sentíssemos o pulsar uma da outra. Adormecemos e voltamos pra casa. Nunca mais falamos sobre isso, pois ela se foi antes que eu tivesse a coragem de perguntar .

- O que aconteceu com ela?

- Eu não sei. Alguns dias depois do nosso incidente, ela saiu pra catar peças sem mim e nunca mais voltou. O que sei são apenas histórias, mas acho que alguém a levou.

Ele a olhou, o semblante sonhador, agora estava um pouco triste.

- Eu nunca vou te deixar Rey. Nem se quisesse, a força não deixa lembra?

A garota riu. O coração de Kylo se alegra ao vê-la feliz novamente. Mas ele sente as próprias bochechas corarem e quando se dá conta, está com o membro enrijecido de novo.

- Rey... Eu...

- Não, precisa explicar Ben. Eu vi o que você pensou.

- Eu preciso aprender a usar melhor essa nossa ligação.

- Eu já aprendi. – Ela provoca – Sei que imaginou eu e a minha amiga, juntas e isso, excitou você. Eu entendo. Não completamente, mas entendo.

- Você aprende rápido Rey. Muito rápido.

Ela sorri envergonhada e diz: - Acho que precisamos continuar.

Ela se senta no colo dele ficando de frente. As intimidades se tocam e Rey se esfrega no membro de Kylo seguindo seus instintos. Ela volta a ficar molhada, Ren geme, nublado de desejo. Eles trocam beijos famintos. Deitando a garota com cuidado, ele a penetra devagar. Sente que está difícil romper a barreira e fica com receio de que a machuque. Quando finamente se coloca totalmente dentro dela, ele vê uma lágrima percorrer os olhos esmeralda.

- Quer que eu pare Rey?

- Não. Pode continuar, acho que uma hora a dor vai passar.

Kylo se concentra para usar a sua ligação com mais eficiência dessa vez. Ele se move, sente a dor de Rey, mas ela o incentiva a continuar. Alguns minutos se passam e finalmente ele sente a Jedi relaxar.

- Mais forte Ben.

Agora a dor tinha ido embora, ele percebe que a vagina dela se expande e o desejo de Rey cresce.

- Mais forte Ben.

Ela segura em seus cabelos negros, pedindo por mais. As estocadas dele agora eram fortes e intensas, tinha medo feri-la, mas quando pensava em diminuir o ritmo Rey pedia por mais. Sentiu que o ápice se aproximava e segundos antes de atingi-lo, as paredes da garota se fecham, estrangulando seu pênis de modo que ele não consegue mais se segurar e jorra dentro dela.

Kylo se deita ao lado da menina que agora se tornara mulher e que sabia que era sua. Rey o beija de forma terna e diz: - Eu não me importo o que você tenha tido alguém antes Ben. Homem ou mulher, não importa. O que interessa é se você vai ser meu.

- Eu sou seu Rey. Sou seu pra sempre. Enquanto sua luz iluminar a minha vida, eu sou seu.

Eles se abraçam e adormecem ali mesmo, sob as estrelas.



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