História Indecisão - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin)
Tags Bangtan, Bts, Engenheiros Do Hawaii, Humberto Gessinger, Jin, Kim Seokjin, Musical, Playlistsnq, Seokjin, Songfic, Vida Real, Worldwide Handsome
Visualizações 83
Palavras 2.829
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Uma one-shot fluffyzinha pra vocês, baseada na música “Vida Real” da extinta (mas ainda viva em meu coração) banda de pop-rock Engenheiros do Hawaii (link da música nas notas finais).
É uma música muito bonita: tanto em letra, quanto em melodia.
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Ah, vida real!


Fanfic / Fanfiction Indecisão - Capítulo 1 - Ah, vida real!

Quando começou a ser anunciado por todos os cantos — nos outdoors, nas redes sociais e no boca a boca, é claro — que muito em breve aconteceria mais uma edição do famoso festival de pop-rock que era tradição todos os anos em minha cidade, eu simplesmente surtei.

 

Cai a noite sobre a minha indecisão

Sobrevoa o inferno minha timidez...

 

E qual o primeiro nome que veio em minha mente? O dele, é claro! Kim Seokjin! E não era apenas porque ele desde sempre foi o meu melhor amigo. Era também — e principalmente — porque uma das bandas de pop-rock que se apresentaria naquela grande festa era, justamente, a banda favorita de nós dois desde sempre.

 

Um telefonema bastaria, passaria a limpo a vida inteira...

 

Seria tão fácil convidá-lo, não é mesmo? Um telefonema bastaria, porém... É como já dizia a minha canção favorita daquela mesma banda e que, certamente, seria cantada naquele festival: “Na hora da canção em que eles dizem ‘baby’, eu não soube o que dizer”...

 

Ah, vida real...

Como é que eu troco de canal?

 

Eu conhecia Jin desde que eu me entendia por gente. Ele desde sempre foi meu melhor e mais sincero amigo, sempre presente nos momentos mais importantes de minha vida, com seu jeito gentil, amável e extremamente especial de ser.

Claro que já havíamos saído juntos inúmeras vezes e que, por tanto tempo de amizade, éramos muito próximos. Mas confesso que naquela vez, especialmente, uma indecisão enorme caiu sobre minha mente. Uma timidez fora do comum sobrevoou os meus pensamentos. E quer saber por quê? Porque Jin sempre foi muito mais do que um melhor amigo para mim. Jin também sempre foi o único e verdadeiro dono de meu tímido e inseguro coração.

 

Esperei chegar a hora certa por acreditar que ela viria

Deixei no ar a porta aberta no final de cada dia

 

Ao longo de tantos anos de amizade não me faltaram oportunidades para lhe declarar os meus mais profundos sentimentos. Mas por muito tempo esperei chegar a hora certa, por acreditar fielmente que ela um dia ainda viria. Muitas vezes deixei no ar os meus sentimentos, mas assim como os frutos não colhidos amadurecem, por tanto esperar, meu amor de tão maduro foi ao chão e lá ficou.

 

Cai a noite doce escuridão, de madura vai ao chão

 

Minha indecisão sobre se aquilo era certo ou não me impedia de confessar os meus sentimentos por Seokjin. Minha cabeça e meu cérebro brigavam entre si quanto a tentar ou não avançar naquilo, pois temia não apenas não ser correspondida, mas, principalmente, acabar arruinando nossa amizade tão especial e importante para mim. E era esse pensamento que me impedia de revelar para Jin o que se passava no fundo de meu coração. E era esse mesmo pensamento que me fazia recuar quanto a convidá-lo para ir ao show comigo.

Ele iria ficar feliz com meu convite? Sim. Ele iria adorar ter a oportunidade de ver de perto aquela banda que nós dois éramos tão fanáticos? Com certeza! Mas eu tinha muito receio de convidá-lo.

E se ele entendesse o meu convite de forma equivocada? Tudo bem, se ele entendesse o meu convite como um encontro amoroso, na verdade, isso não seria o errado; muito pelo contrário, seria o correto, afinal de contas, eu sentia que o amava há anos e um encontro com ele era tudo o que eu mais podia desejar ter um dia.

Mas e se pior: se ele entendesse o meu convite de forma correta? Isto é, entendesse que eu de fato estava o chamando apenas como o amigo que ele sempre foi e que, como um grande amigo, eu queria a sua companhia? Não, não era isso o que eu queria! Eu queria muito mais dele!

 

Ai meu Deus! Quanta indecisão!

 

Os dias iam passando e aquela indecisão sobre convidá-lo ou não cada vez mais me consumia. Mas resolvi deixar aquele medo de lado e, finalmente, em um surto repentino de coragem, liguei para Jin com o objetivo de chamá-lo de uma vez por todas.

 

— Jin... Então... — comecei a falar um tanto hesitante. — Você viu que vai ter um festival de pop-rock nos próximos dias? — falei timidamente, contrastando nitidamente com a minha animação minutos antes, quando conversávamos por horas sobre algum assunto aleatório qualquer, o que era nosso grande hábito quando não estávamos juntos pessoalmente.

— Sim, obviamente! — respondeu animado.

— E você viu quem vai se apresentar, né? — perguntei começando a me animar.

— Claro que sim! Como eu não saberia? Sou o fã número 1, esqueceu? — disse divertido.

— Claro que não! A fã número 1 sou, oras! — disse eu, já bem menos tensa.

— Tá bom... Vai sonhando! — Sorriu.

— Bom... É... E então... Você... É... — Voltei a ficar nervosa e ele notou, já que começou a rir.

— Que foi, mulher! Desembucha! — Só de ouvir sua risada, já pude imaginar o seu lindo sorriso tão natural e tão sincero, o que fez minhas bochechas esquentarem automaticamente.

— Você... Vai? — perguntei hesitante.

— Sim, quero muito ir! — Era a minha oportunidade de chamá-lo. Aquele era o momento perfeito. Mas amarelei e, simplesmente, muda fiquei. — Eu pretendo ir com a minha namorada — disse simplesmente, após o meu silêncio.

— Oh, sim, claro. Entendo... — disse eu, totalmente desconcertada.

 

E, assim, o meu mundo caiu. Todas as minhas esperanças e expectativas foram por água abaixo. Se eu fiquei arrasada com aquela sua declaração? É claro que sim. Porém, no fim das contas, agradeci à minha timidez por não tê-lo convidado de forma direta, pois poderia ter sido bem pior do que foi — imagina só que horror seria levar um “não” na cara? Mas confesso que me senti um pouco traída. Não, não me refiro à minha paixão silenciosa pelo meu melhor amigo. Mas, puxa, eu era ou não a sua melhor amiga? Como ele começava a namorar e eu ficava sabendo dessa forma?

Os dias foram passando e eu não mais toquei no assunto do show com Jin. Embora em nenhum momento eu tentasse demonstrar, por dentro eu me sentia mal, pois as minhas chances de algum dia ter algo com ele foram para o espaço junto com o seu namoro. Culpei-me internamente por nunca ter lhe dito antes o que eu sentia. Martelava em minha mente aqueles chatos pensamentos do “e se?” e do “será?”. E se eu tivesse me declarado antes? E se eu não tivesse demorado tanto a criar coragem para convidá-lo? Será que, dessa forma, seria eu a namorada que iria com Jin para aquele show?

Mas mesmo namorando outra pessoa, Jin, em nenhum momento, se afastou de mim ou me tratou diferente por isso. Não que eu achasse que seria do seu feitio mudar comigo só por conta de um relacionamento amoroso, mas eu imaginava que ele teria que abrir mão de parte de seu tempo comigo para poder usá-lo com sua namorada. Mas não. Muito pelo contrário. Jin se mostrava cada dia mais amável e atencioso comigo, o que era algo que eu não conseguia realmente entender.

Chegou a véspera do dia no qual seria o show. A animação que antes existia, desapareceu. Não que não me agradasse mais a ideia de poder ver meus ídolos de pertinho, mas aquilo tudo perdeu pelo menos 50% da graça ao pensar que não o faria ao lado de Jin, que por sua vez, iria se divertir bastante ao lado de sua namorada. Eu tentava não transparecer, mas eu estava sim um tanto abatida. E era em momentos assim de desalento que Jin sempre era o meu ombro amigo para chorar. Mas como eu poderia fazer isso se era ele mesmo o motivo de minha tristeza?

Como eu sempre fazia em meus momentos de abatimento, eu fui para o parquinho do condomínio onde morávamos — área essa totalmente obsoleta há anos, já que no nosso condomínio as “crianças” mais jovens eram justamente Jin, eu e nossos seis amigos, os quais já estavam bem crescidinhos por sinal. A diferença era que eu sempre jogava uma pedrinha na janela do apartamento de Jin que ficava em frente ao tal parquinho, para que meu melhor amigo me viesse fazer companhia; e dessa vez, é claro, tive que me contentar em ficar ali sozinha.

Sentada no banco de balanço namoradeira do parquinho — aqueles típicos bancos com dois lugares, feito de madeira —, indo lentamente para frente e para trás, ouvindo o barulho forte do vento da noite que caía e o leve ranger do banco que devia ser mais velho do que eu, foi inevitável lembrar-me de Jin.

Quantas vezes estivemos nós dois ali? Quando crianças, nós dois passávamos tardes inteiras ali, sozinhos ou com os nossos amigos, nos divertindo pra valer naqueles mesmos brinquedos um tanto surrados pelo tempo. Quando adolescentes, ali deixou de ser um lugar para brincadeiras para se tornar um local para desabafos. Conversávamos de tudo, desde problemas com notas na escola até sobre nossas primeiras aventuras e desilusões amorosas.

Não sei quando foi que eu realmente me apaixonei por Seokjin. Talvez eu fosse apaixonada por ele desde que éramos crianças e que ele me defendia das brincadeiras bobas dos nossos amigos, ou que me protegia da chuva quando voltávamos juntos da escola...

Não sei quando foi que eu realmente me dei conta que era apaixonada por Seokjin. Talvez tenha sido quando ele me falou que deu o seu o primeiro beijo na garota mais popular e mais bonita da nossa escola, ou quando eu, mesmo depois de ter beijado alguns rapazes, nunca senti aquela sensação de “borboletas no estômago” que toda pessoa apaixonada diz que sente ao beijar a pessoa amada.

Mas qualquer que fosse a resposta para essas perguntas, de nada adiantaria mais. Se antes já era difícil para mim algum tipo de aproximação com Seokjin solteiro, imagine agora com ele namorando?

Então me limitei a chorar a minha dor, em silêncio, sozinha, naquele balanço envelhecido pelo tempo. Bom, esse era realmente meu objetivo, porém vi que meus planos fracassaram quando uma sombra de uma pessoa alta e de ombros largos começou a ficar cada vez maior. E segundos depois, não eram apenas sombras e ao olhar para o lado do banco, vi que eu não estava mais sozinha.

 

— Por que não jogou uma pedrinha na minha janela, hum? — perguntou-me Jin, serenamente e com um sorriso singelo no rosto, o qual só reparei pelo canto do olho, pois não tive coragem o suficiente para encará-lo.

— E mesmo assim você veio... — murmurei, sorrindo.

— Sim, você sabe que sempre estarei aqui por você, não sabe? — perguntou procurando o meu olhar, o qual eu fiz questão de desviar.

— Como sabia que eu estava aqui? — indaguei curiosa, impulsionando nosso banco para frente e para trás com os meus pés, com um pouco mais de força por conta do peso dele.

— Não sei... Talvez eu tenha pressentido, já que tenho te observado um tanto distante ultimamente... — falou baixinho, enquanto eu nada consegui dizer de tão surpresa. Então eu não estava disfarçando bem? — Você não falou mais nada sobre o festival de pop-rock... — desabafou.

— Ah... É que... Bom... — Eu estava nervosa e, como sempre acontece quando fico, começo a gaguejar e me enrolar nas palavras. — Você disse que iria com a sua namorada, então por isso não falei mais. — Repirei fundo, ainda sem conseguir encará-lo.

— Ah, é isso? — Senti um sorriso apenas pelo seu tom de voz, já que ainda não havia tido coragem de encará-lo. — Devia ter imaginado que era por isso...

— Isso o quê? — perguntei finalmente conseguindo encará-lo, ao mesmo tempo em que com o meu pé eu freei o balanço.

— Por que você, durante todo esse tempo, não me perguntou quem era a minha namorada? — questionou-me sorrindo, de um jeito que eu não soube decifrar.

— Ah, Jin... Eu não sei! — falei nervosa, já me sentindo corada por aquele assunto.

— E você não gostaria de saber quem é? — questionou com aquele sorriso típico de quando está aprontando algo.

— Se for importante pra você, pode dizer. — Dei de ombros.

 

Jin então se levantou e parou logo em minha frente, me fazendo levantar a cabeça para o alto para poder encará-lo, totalmente confusa. Ele então segurou a minha mão e me fez levantar, me deixando frente a frente com ele. E a situação — que já parecia estranha o suficiente — ficou mais esquisita ainda quando Jin sacou, de dentro de seu casaco, um par de ingressos para o festival e os ofereceu a mim.

 

— O que é isso, Jin? — perguntei com o cenho totalmente franzido em sua direção.

— Ora... Não está vendo? É um par de ingressos para o festival de pop-rock! — disse arregalando os olhos, como se constatasse algo óbvio. — Você aceita?

— Mas, Jin... Você não disse que iria com sua namorada? Ela desistiu? — Engoli em seco ao questionar, nervosa. Confesso que doeu saber que eu era apenas sua segunda opção. E, então, ele aproximou-se mais ainda de mim.

— Você aceita? — perguntou-me mais uma vez, arqueando as sobrancelhas em minha direção.

— Jin... Eu não estou entendendo nada...

 

E então minha voz foi interrompida pelo toque suave e macio de seus lábios rente aos meus. Foi algo tão inesperado naquele momento, mas que, ao mesmo tempo, foi tão esperado por mim ao longo de todos esses anos, que eu não conseguia decidir que reação eu deveria ter: se felicidade, ou espanto.

Foi um beijo simples, um mero conhecer de bocas, mas que foi mais do que suficiente para que eu sentisse, pela primeira vez, aquela famosa sensação gostosa que irradiava do meu peito até o meu estômago. Sim, finalmente, as famosas “borboletas” resolveram dançar alegremente em meu estômago. E puxa... Como foi bom sentir aquilo!

 

— Você aceita? — perguntou-me de novo, um tanto ofegante e impaciente, após ter separado os nossos lábios.

— Jin... Eu realmente não estou entendendo... — disse nervosa.

— Puxa, mas como você é lenta, hein? — Sorriu balançando a cabeça de um lado para o outro, como se me repreendesse, segurando minha bochecha com a mão que não segurava os ingressos. Seu olhar profundo em direção aos meus olhos e sua boca tão vermelhinha e convidativa fez minha respiração desregular. — Você aceita ir ao festival comigo?

 

Meus olhos instantaneamente se arregalaram, é claro. Há poucos minutos eu chorava justamente por achar que havia o perdido, antes mesmo de ter tido oportunidade de tê-lo. E minutos depois, ele me roubou um beijo! Será que eu estava entendendo direito?

 

— Mas Jin... Você me disse que iria pro show com sua namorada, então... Como isso tudo é possível?

— Muito simples... — disse encostando sua testa na minha e roçando levemente o seu nariz no meu, num carinho vindo dele que eu desconhecia até então que era tão bom. — Aceite ser minha namorada e eu te levarei pro festival. Simples assim. A resposta agora só depende de você — disse sopradamente, com os lábios próximos demais dos meus. Tão próximos que, quando me dei conta, ele já me beijava novamente.

 

E puxa... Eu não conseguia decidir qual beijo tinha sido o melhor: se o primeiro, por sua surpresa e emoção, ou o segundo, por ter me permitido sentir pela primeira vez a sua língua brincando deliciosamente com a minha.

Ao fim daquele delicioso beijo de língua — que eu mal podia acreditar que havia sido mesmo real — Jin me envolveu com seus braços fortes em um abraço aconchegante e cheio de carinho. Um abraço que eu estava acostumada a sentir há tanto tempo, mas que dessa vez, veio carregado de um sentimento diferente... Veio carregado de amor.

 

— Sabe... — Jin começou a falar, apoiando o seu queixo em meu ombro, fazendo com que sua voz soprasse diretamente em meu pé do ouvido, arrancando-me sensações maravilhosas. — Eu esperei tanto por isso! — Separou-se do meu abraço, depois ter me apertado forte na cintura, para olhar-me diretamente nos olhos e acariciar minha face. — Não sei como, nem quando, mas... A verdade é que me apaixonei por você! — Sorrimos encantados olhando um para o outro. — Mas... Fazia tempo que eu esperava pela hora certa e eu não sabia se ela iria chegar, ou se ela já tinha passado e eu tinha perdido. Eu tinha medo, tinha receio... Eu não sabia se era o certo a fazer... Mas resolvi arriscar de uma vez por todas. Quando vi o anúncio do festival, e com a nossa banda preferida tocando nele, fiquei completamente indeciso se essa não seria, finalmente, a hora certa que eu tanto esperei. Comprei esses ingressos sem nem pensar e estava criando coragem para te entregar... E, bom... Acho que a hora certa chegou, né? — Respirou fundo e deu uma breve pausa. — Só... Por favor, não me diga que você não sente o mesmo por mim... — disse nervoso e eu sorri por entender perfeitamente os seus sentimentos.

— Jin... Eu aceito! — disse de repente, em um surto repentino de coragem que eu mesma desconhecia existir em mim.

— Então... Você aceita ir ao festival comigo? — perguntou receoso e um tanto nervoso.

— Eu aceito... Ser sua namorada! — respondi com um enorme sorriso no rosto, duvidando que aquilo não era, na verdade, um sonho...

 

Ah, vida real!

Tchau!


Notas Finais


E então, o que acharam?

Fiquei muito soft escrevendo essa one-shot!
Também sou muito tímida e já perdi muitas “oportunidades” acreditando que a tal “hora certa” iria chegar.
Mas a verdade é que a “hora certa” é decidida por ninguém mais, ninguém menos que nós mesmos!

Se gostaram, favoritem e/ou comentem para eu saber, por favor!

Link da música VIDA REAL (Engenheiros do Hawaii): https://www.letras.mus.br/engenheiros-do-hawaii/104388/

Essa fic faz parte do segundo Desafio Aberto do Projeto o qual tenho muito orgulho de participar: #PlaylistSNQ, do @SNquality.
Se gostaram e quiserem ler mais fics com essa temática com foco em estilos musicais, sigam a tag e se tiverem curiosidade e quiserem participar, é só dar uma olhada no jornal explicativo do projeto: https://www.spiritfanfiction.com/jornais/desafio-aberto--playlistsnq-13868572

E a propósito, se não conhecem ainda o @SNQuality, deem uma olhada no perfil do projeto. Aposto que vão gostar das histórias que já estão postadas lá! Tem algumas minhas por lá também, podem conferir!

E para mais fics com o Jin, sigam o meu perfil dedicado a fics com o nosso querido Worldwide Handsome: @julyflz.
Me encontrem também no Twitter e no Wattpad com o mesmo user:
Twitter: https://twitter.com/julyflz
Wattpad: https://www.wattpad.com/user/julyflz

Um abraço!

Ju.


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