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História Indefinido - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá!!

Iludido é aquele que acha que vai escrever na quarentena. Então desculpa o atraso.

O capítulo de hoje foi muito gostoso de escrever, além de ter a aparição do amor da vida de muita gente, incluído o da minha.

A música é 100 Bad Days, do AJR, e vamos do eterno amor que tenho por essa banda.

Boa leitura!!!

Capítulo 3 - Capítulo Três: Cem Dias Ruins


Eram, novamente, cinco da manhã, quando o barulho do sino do Café chamou sua atenção.

O príncipe, o encapuzado, o amante de café forte ou simplesmente Eren, chame-o do que quiser, entrou no local, com uma mão no bolso do típico moletom e a outra na maçaneta. O capuz não estava cobrindo totalmente seu rosto, podendo agora enxergar boa parte de sua face.

— Bom dia Armin — Comprimentou sorrindo.

— Bom dia Eren — Respondeu educado.

Um dos poucos sons que preenchiam o ambiente era o barulho da televisão, como sempre ligada no canal local. Armin estava com o controle em mãos e pronto para desligá-la, mas Eren colocou sua mão por cima, impedindo a ação.

— Deixa ligado, quero vê o que vão falar sobre o jantar — Retirou a mão.

Armin largou o controle, ainda levemente chocado com a atitude do moreno, mas decidiu ignorar isso e prestar atenção no jornal.

Uma matéria sobre um acidente que aconteceu naquela madrugada tinha acabado, começando a outra que entrou com um vídeo, ele foi gravado no momento dos aplausos no jantar de arrecadação, era protagonizado por um Eren sem reação, com ambas as mãos no rosto, gritos e os sons de palmas dividiam o protagonismo com o jovem príncipe.

Uma voz começou a narrar por cima, comentava que aquele vídeo rodou a internet o fim de semana todo, o jantar tinha sido no sábado, falou também dos inúmeros elogios que o trabalho de Eren recebeu, além disso rodaram uma entrevista com um dos funcionários da cozinha.

“Ainda é muito cedo para falar se o príncipe mudou suas atitudes.” A apresentadora, a mesma de sábado de manhã, olhava para a câmera. “Por enquanto vamos manter nossas opiniões nulas”.

Depois daquilo a televisão foi desligada, um café expresso com donut azul, o Jaeger finalmente decidiu experimentar outra coisa, foi servido e uma música começou a tocar na caixa de som. Muitas coisas semelhantes a manhã que eles se conheceram aconteciam, como a primeira canção da playlist ser Sunflower. Armin trocou, deixando outra qualquer tocando.

— Posso te perguntar uma coisa? — Se sentou do lado do moreno.

— A vontade.

— Por que você não gosta de Sunflower? — Apoiou um braço no balcão para prestar atenção.

— Ah merda, está tão na cara assim? — O loiro concordou com a cabeça — Droga. Bem, eu não gosto dela por ser muito, hm, “famosinha”, digamos assim. Depois que lançou Aranhaverso ela tocou em tudo que era lugar, isso quase me enlouqueceu.

— Então é do tipo de pessoa que não gosta de músicas famosas. — Falou com convicção.

— Isso mesmo — Eren fez uma pausa na sua fala, tomando um gole de expresso — Isso acontece com outras músicas. Talvez seja o meu indie interior chato mandando em mim.

— Não é só de indie que vive o homem — Pegou seu celular, pausando a música — Vamos ver se temos algum gosto parecido. Gosta de lo-fi?

— É bom para estudar ou dormir, não é o tipo de música que escuto no meu dia a dia.

— Tenho que concordar, mas às vezes é bom deixar como som ambiente — Pareceu mexer em alguma coisa no celular, mas Eren decidiu não perguntar. — Enquanto a rock?

— Meu irmão ficava escutando vinte e quatro isso, acabei pegando um certo ódio — Armin novamente mexeu no aparelho, agora ativando ainda mais a curiosidade do moreno — O que está fazendo?

— Você vai ver. Ok, última pergunta: considera Imagine Dragons rock?

— Que tipo de pergunta é essa?

— Uma pergunta ué — Deixando seu celular de lado, o loiro se levantou.

— Tá bom… Respondendo: não, não considero.

— Ótimo, agora um amigo meu me deve cinco dólares — Parou na frente da caixa, aumentando seu volume — Pode dar play na música que está no meu celular? Acho que vai gostar dela.

A tela estava ligada, revelando que Armin anteriormente mexia na Spotify, mais especificamente em uma playlist com o título de dois emojis de arco-íris. O Arlert sabia que Eren não era um poço de inteligência, então nunca ia associar aquele título com sua orientação sexual.

Sorte a sua.

A música 100 Bad Days, do AJR, começava a tocar.

— Essa seria aquelas músicas com batida alegre e letra triste? — Perguntou o moreno — Porque com um título desses não parece falar de boas coisas.

— É ai que você se engana — Em questão de passos o loiro estava na frente de Eren, estendendo a mão — Não sei se o seu indie interior vai deixar-te aproveitar a música, mas pode tentar.

Um pouco desconfiado o Jaeger aceitou o convite, sendo puxado para o meio do Café por um loiro bem animado.

A música de início parecia narrar uma vida complicada, mas todos os trechos eram acompanhados por um “sorte a minha”, o verdadeiro sentido da canção só era revelado no refrão, quando uma voz robótica narra que cem dias ruins rendiam cem histórias boas, e que essas histórias o deixavam mais popular em festas. Logo o vocalista entrava, mostrando uma visão otimista da vida.

Os dois garotos dançavam de mãos dadas, de início o moreno ficou um pouco travado, mas foi envolvido pela atmosfera alegre de nível quase infantil, se soltando completamente e acompanhando Armin naquela dança desajeitadamente perfeita.

Uma sequência de músicas do AJR que Arlert sabia de cor prosseguiu, não se considerava um fã obcecado da banda, mas curtia demais o trabalho deles e tinha vontade de ir em um show.

Voltando aos rapazes, eles acabaram esbarrando em algumas cadeiras, o capuz de Eren caiu e um sapato de Armin decolou de seu pé, arrancando risada dos amigos. O jovem loiro prezava por esses momentos de descontração que tinha, e depois daquele sábado estressante e cheio de revelações os dois mereciam aquilo.

Com a barriga doendo de tanto rir o Jaeger sentou em uma cadeira próxima, Armin sentou do seu lado com o peito virado para o encosto da cadeira e apoiou a cabeça lá, tentando acabar com o riso.

— Meu avô vai me matar — Falou entre fortes lufadas de ar.

— Armin… — Iria falar algo, mas o som do sino da loja chamou a atenção dos dois.

Passos firmes eram ouvidos na direção dos garotos, que ergueram a cabeça e se depararam com um homem de estatura baixa e uma cara intimidadora.

— Eren Jaeger! — Aquela voz de quem cometeria um assassinato estava marcada a ferro nos pesadelos do Arlert — Mas que caralhas você tá fazendo aqui seu pirralho?! 

— Senhor Levi! — Se levantou — Como você me achou?

Aos olhos de Armin parecia que Eren tinha um genuíno medo daquele homem, talvez fosse um dos caras da segurança, o guarda pessoal dele fazia bastante sentido, mas já tinha o conhecimento que a guarda do Jaeger mais novo era Mikasa, tinha até trocado algumas palavras com ela na noite do jantar. O mais provável é que o tal Levi trabalhava diretamente com o rei e foi mandado por ele para ir atrás do príncipe fugitivo.

Eles discutiram mais um pouco, Eren tentava justificar suas fugas, dizendo que só estava indo ver um amigo, que não estava em festas e não bebeu nada alcoólico. Levi respirou fundo antes de começar a falar o quanto aquilo era perigoso e irresponsável, mostrando uma verdadeira preocupação.

— Você tem dois minutos para se despedir — Parecia mais calmo — E você! — Esquece, o tom ameaçador voltou, e dessa vez voltado para o loiro — Me parece alguém inteligente, vê se coloca um pouco disso na cabeça dele.

Após essa fala confusa o homem saiu no Café.

Okay, aquilo foi muito estranho. Mas o lado bom é que ele não proibiu a amizade dos dois.

— Foi mal por isso — Eren levou a mão até a nuca — Não pensei que ele me acharia.

— Isso não é culpa sua — Já de pé olhou para o moreno.

— Sei disso, mas não deixa de ser humilhante — A mão na nuca apertou os cabelos existentes lá, um claro sinal de nervosismo — Infelizmente eu tenho que ir agora.

— Queria que pudesse ficar mais.

— Eu também. Mas olha, podemos marcar alguma coisa juntos, algo que não envolva um furioso Levi vindo me caçar — Riram, as piadas de Eren eram péssimas, mas por algum motivo Armin via humor naquilo.

O moreno tirou do seu bolso uma familiar nota de vinte e um papel de post-it laranja dobrado, entregou na mão do Arlert e saiu sem falar mais nada.

Curioso o jovem abriu o papel, revelando um número de telefone e um “me manda uma mensagem!” com um bonequinho desenhado pelo Jaeger sorrindo.

Armin teve que segurar um gritinho que provavelmente não seria nenhum pouco masculino, mas seu surto teria que esperar um pouco até arrumar o Café novamente.



Eren (Seg - 18:49)

O Levi é o guarda do meu pai, mas acabou servindo de babá pra mim e pro meu irmão.

Isso é muito humilhante.

Armin (Seg - 18:50)

Caramba, sinto muito sksksks

Eren (Seg - 18:50)

De boas. Às vezes o Levi consegue ser legal. Como na vez que ele me ajudou a fugir de um baile chato.

Mudando de assunto: eu falei de você pra uma amiga.

Armin (Seg - 18:50)

Oras, agora virei assunto entre seus amigos?

Eren (Seg - 18:51)

Virou ksksk

Enfim, contei pra ela que você é muito inteligente e tals…

Agora ela tá indo no Café te conhecer.

Armin (Seg - 18:51)

O QUE?! POR QUE?!

Eren (Seg - 18:51)

Segundo ela é porque nosso grupo de amigos é babaca demais para dar conselhos.

Eren (Seg - 18:52)

Relaxa, a Annie é de boas, pode parecer um pouco fria de início, mas é legal.

Armin (Seg - 18:52)

Eu tô com medo agora.

Armin estava sentado do lado de fora do Café, em seus preciosos trinta minutos de folga.

Dentro do estabelecimento estava uma loucura, pela janela conseguia ver Marco correndo para fazer os pedidos enquanto seu avô estava no caixa e chamava as pessoas pelo número do pedido. Em um dado momento já estavam sem pessoal para servir de garçom. Provavelmente Marco acabou ligando para Jean ir ajudar, mas nada do amigo chegar.

O loiro largou seu celular na mesa. Tudo bem, uma amiga de Eren estava indo o conhecer, aquilo era aleatório demais! O motivo era ainda mais estranho.

Bem, ignorando tudo aquilo, ficou muito feliz por agora ter o número do seu novo amigo. Eren era aquele tipo de contato que enchia a conversa com memes, figurinhas e piadas, uma característica que particularmente Armin gostava muito. Acabou nem prestando atenção direito nas aulas da faculdade que teve naquele dia.

A sua sorte era que nas segundas todos os cursos tinham um horário a menos, fazendo assim sair às cinco da tarde e pegar o turno do início da noite no Arlert’s Café, ah, e também ter mais tempo para conversar com o Jaeger sem ter medo do professor tomar seu celular.

Perdido em pensamentos nem notou quando uma figura feminina se sentou na outra cadeira da mesa, só quando ela o chamou.

— Você é Armin Arlert? — Se assustou quando viu uma mulher loira, provavelmente da mesma altura que ele, na cadeira a sua frente, ela parecia séria.

— Sim, sou eu — Ajeitou-se no seu assento, se ela fosse a amiga de Eren provavelmente era uma garota de classe alta, então tinha que se comportar adequadamente.

— Ótimo, eu sou Annie Leonhardt — Estendeu sua mão para que Armin apertasse — O Eren fala muito de você.

— Eu já tenho essa informação — A mão dela era bem firme — E então, o que ele andou falando de mim? 

— Só coisas boas, te garanto. Eu conheço aquele pivete desde que éramos crianças, mas nunca o vi tão animado com um novo amigo — Ela apoiou os braços na mesa — Ele te contou o que vim fazer aqui?

— Brevemente.

— Tá, primeiro: eu gosto de conhecer os amigos dos meus amigos. Mikasa falou coisas boas em sua relação também, e ela não elogia muito. Segundo: eu preciso de conselhos.

— Se me der licença posso pegar um café para a gente, conselhos são sempre melhores acompanhados de uma boa dose de cafeína.

— Claro, mas eu prefiro chá gelado — O Arlert se levantou,

Quando entrou no Café notou que Jean tinha chegado, com certeza usou a porta dos fundos, ele ajudava Marco com os pedidos e os dois trabalhavam em ótima sincronia. Deu boa noite para o amigo e foi até a máquina de chá e colocou em uma xícara, depois foi a máquina de gelo. Quando terminou pegou um café com leite para si, voltando para a mesa.

— O que gostaria de conversar? — A xícara de chá foi colocada na frente da loira.

— Eu tenho um amigo, dois para falar a verdade — Tomou um gole do líquido. — Reiner e Bertholdt, por um tempo eu até que fui afim do Berth, mas isso é passado. A questão é que aqueles dois idiotas vieram me falar que estão afim um do outro.

— Nossa — Armin se sentou no lugar de antes — O que você falou para eles?

— Nada, esse é o problema. Eu sou a pior pessoa para se falar de romance, Eren também é péssimo — Mais um gole — Tem mais duas amigas nossas, Ymir e Historia, mas com certeza elas trancariam eles em um quarto até confessarem seus sentimentos.

— E como sabe disso?

— Porque elas já fizeram isso! Ymir é direta, sempre que gosta de alguém fala na cara. Já Historia é mais na dela, mas acaba sendo influenciada por Ymir a fazer algumas loucuras.

— Acho que entendi — Seu cérebro já tinha informações o suficiente para formular uma teoria — Eren deve ter falado alguma coisa sobre mim que te fez crer que sei algo sobre romance.

— Exatamente — Annie pareceu levemente chocada com a rapidez — Tem como me ajudar?

— Hum — Apontou para dentro do Café, mas especificamente para Jean e Marco — Tá vendo aqueles dois? — Ela concordou com a cabeça — Cerca de um ano atrás eles estavam no mesmo dilema que seus amigos. Acabaram vindo pedir conselhos para mim.

— E então?

— Disse para Marco, o moreno de sardas, para chamar Jean para sair, não revelei que sabia que os sentimentos eram correspondidos, mas segui aquele clássico do “se não tentar nunca vai saber”. No dia seguinte do encontro recebi uma mensagem de cada um, eram fotos deles abraçados com a legenda “adivinha quem tá namorando?” — Armin riu com a lembrança — A melhor coisa que você faz, Annie, é tentar ajudá-los a se encontrar, incentivar conversas, às vezes indiretas são boas, mas nunca, nunca mesmo, conte toda a verdade, esses são os sentimentos deles, e eles tem que se sentirem seguros para compartilhar um com o outro.

Um tempo de silêncio se instalou, parecia que Annie estava absorvendo as informações.

— Agora entendo porque Eren sempre exalta sua inteligência — Sorriu para o loiro — Posso pedir mais uma coisa?

— Claro.

— Algum dia dessa semana vou arrastar aqueles dois para um encontro, acho que seria legal ser aqui — Terminou a xícara de chá, só sobrando dois gelos no fundo — Conte para Eren o que acontecer, tanto eu quanto ele estamos nessa de tentar ajudar.

— Ficarei de olho — Parecia que o assunto acabou, então os dois loiros se levantaram — Foi um prazer conhecer você Annie, e espero que der tudo certo com Reiner e Bertholdt.

— O prazer foi meu, Armin, fico feliz com sua amizade com Eren, ele tá passando uma época difícil e eu sinto que você vai poder ajudá-lo muito.

— Época díficil?

— Não posso falar sobre isso — Se abaixou, pegando um capacete que Armin não tinha notado que estava no chão — Um dia ele vai te dizer.

Se despediram, ela pagou o chá com uma gorjeta bem gorda e o Arlert viu Annie sumir pelas ruas com sua moto.

Aquela última parte do diálogo tinha deixado um ponto de interrogação na sua cabeça. Tudo bem, ele sabia que Eren estava em uma batalha contra a mídia para reconstruir sua imagem, mas no meio de tudo aquilo tinha uma parte em branco.

O por quê.

Por que agora? O que teria feito ele querer mudar? Tinha realmente algum motivo?

Era nesses momentos que Armin se tocava que não sabia muitas coisas em relação ao Jaeger, eles podem parecer que se conhecem a anos, mas um mês era um mês, e foi no fim de semana passado que descobriu a identidade do cliente misterioso. Essas inseguranças eram esmagadoras, talvez quando Eren descobrir coisas iria acabar com tudo.

Não! Não podia deixar suas incertezas lhe dominarem! Essas coisas em branco eles iam saber no momento certo. Quando se sentirem seguros com a amizade.

Mas tinha uma coisa que queria contar agora.

Puxou seu celular do bolso, abrindo o aplicativo de mensagem e vendo uma de Eren.

Eren (Seg - 19:07)

A Annie foi ai mesmo? Porque ainda tenho minhas dúvidas.

Armin (Seg - 19:07)

Sim, ela veio.

Eren (Seg - 19:07)

Não acredito sksksksksk

E como foi?

Armin (Seg - 19:08)

Posso falar depois? Tem uma coisa importante que quero te contar.

Eren (Seg - 19:08)

Esse é o momento do filme que você se revela um vampiro gostoso de milhares de anos?

Armin (Seg - 19:08)

O que?! É claro que não!

Eren (Seg - 19:09)

Então qualquer coisa que você falar não vai ser pior que isso.

Armin (Seg - 19:09)

Seu senso de humor às vezes me assusta.

Enfim, lá vai…

Eu sou gay.

Eren (Seg - 19:09)

Era isso?

Eren (Seg - 19:10)

Achei que ia revelar que na verdade era um puta rico milionário que se passa por atendente para viver uma vida normal.

Armin (Seg - 19:10)

Você anda assistindo muitos filmes…

Eren (Seg - 19:10)

Eu sei.

Falando sério agora:

Eu não me importo de você ser gay Armin, você é fantástico e minha opinião não muda por causa da sua orientação sexual.

Eren (Seg - 19:11)

E também seria hipocrisia da minha parte, já que tenho amigues gays, lésbicas, bis, pans, além de conhecer alguns trans ali e aqui.

Eu mesmo sou bi pra falar a verdade.

Armin (Seg - 19:11)

Eu estou em choque.

Armin (Seg - 19:12)

E aliviado também.

Eren (Seg - 19:12)

Pois é.

Armin (Seg - 19:12)

Eu jurava que todo mundo da família real fosse mega conservador.

Eren (Seg - 19:12)

Vish! Tem gente de altíssimo cargo aqui no palácio que é LGBT. Você até conhece um.

Armin (Seg - 19:13)

Não me diga que é o Levi.

Eren (Seg - 19:13)

Ele mesmo.

Armin (Seg - 19:13)

Puta que pariu sksksksk.

De uma forma bem estranha Armin se sentia aliviado. Nunca em seus dezenove anos de vida pensaria que a mente de Eren fosse tão aberta assim. Claro, tinha alguns palpites por causa da conversa que teve com Annie, mas ler isso do próprio Jaeger foi o suficiente para matar temporariamente suas incertezas.

Encerrou a conversa com Eren e guardou o celular, voltando para dentro para retornar o trabalho.

Afinal o momento de folga acabou e tinha trabalho a fazer.

Continua...



Notas Finais


Explicações:

1 - As perguntas que o Armin fez pro Eren tem um fundo, incluindo a parte do "Imagine Dragons é rock".
Meio que quem considera eles rock tem uma visão muito fechada sobre o indie, achando que só é aquelas músicas tristes.

2 - Armin e Connie fizeram uma aposta, já que Connie considera IG rock, então eles perguntam pras pessoas que conhecem e dependendo da resposta cada um paga cinco dólares pro outro.

3 - o grupo de amigos do Eren são: Annie, Reiner, Bertholdt, Historia e Ymir.

É isso, espero que tenham gostado!! Vou tentar aproveitar a quarentena pra escrever, mas não prometo nada. Então qualquer coisa ficamos com o domingo para postar.

Até a próxima!!!

AJR - 100 Bad Days: https://youtu.be/_RZUN-UPnAI


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