História Indictment - Jackson Wang - Capítulo 1


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Categorias Got7
Tags Got7 Jackson Wang
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Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ahhhhhh tô muito feliz de postar minha primeira fanfic com meu lindo utt!!!!
Aproveitem e espero que gostem! Deixem comentários dando as opiniões de vcs!! Bjs

Capítulo 1 - I - Sensação horrível


    Eu estava certa de que aquilo seria apenas mais um dia chato da minha vida. Mas agora eu estou sendo entrevistada por um policial, em um hospital, e eu nem sei direito o que aconteceu ou tá acontecendo.

- Senhorita Kim me responda! Diga o que aconteceu naquela sala de aula. - Falou imponente e eu ainda não tinha caído em si.

- Ok, e-eu... - Tava começando a cair na real e uma lágrima queimava a minha buchecha.

- Conte tudo e rápido - Ele ordenou e eu assenti com a cabeça. 

- Assim que cheguei no trabalho eu conversei com a mãe do menino e ela me passou as instruções, horas depois eu apliquei o remédio - Minha voz já saia com súplica, para que ele acreditasse em mim, eu começava a falar mais alto.

- E depois... - O policial me pediu para proseguir com as mãos.

- Foi isso. Ele passou mal horas depois do remédio. Eu não fiz nada! Eu só fiz o que a mãe dele pediu! Apenas.. - Continuava minhas súplicas enquanto o policial se levantava e falava com o outro em frente da porta. 

- Tá certo. Se não quer falar a verdade vamos ter levar. - Falava friamente. E eu já estava aos prantos. Como assim ser presa? Eu não fiz nada de errado. Minha vida estaria arruinada na prisão por algo que não fiz.

O policial me puxava pelos braços. Aquela foi a pior cena da minha vida. Eu estava vendo um filme de terror onde eu era a protagonista. Eu estava sendo humilhada. Passava pelas pessoas em direção à porta principal e elas me olhanvam como se eu fosse o verdadeiro demônio por ter 'matado' aquela criança. Eu só queria desaparecer naquele momento. Tudo aquilo era pertubador e eu previa ser apenas um começo. 

Assim que chegamos na delegacia, pegaram meus últimos pertences e me entregaram uma nova roupa. A de presidiária. Fiquei numa pequena sala esperando me darem o direito de ligar para alguém. E pensando no furacão que minha vida tinha passado em algumas horas.

- Senhorita Kim? - um alto guarda apareceu na minha frente abrindo o portão da cela.

- Sim? - Minha voz ainda saía trêmula e baixa.

- Você tem direito à uma ligação - Disso o mais sério possivel. E me puxou me levando para uma mesa com um telefone fixo. E com a mão mandou eu me sentar, então, assim fiz. 

- Já sabe para quem ligar? - Disse impaciente e acenei quem sim com a cabeça. 

Assim que me entregou o telefone disquei o número do Bam, era a única pessoa que eu sabia o número, além dele ser meu amigo mais achegado.

- Alô? - Bam respondeu a linha sem saber quem era.

- Bam, sou eu, Solji - Falava desesperada.

- Oi Sol! Eu soube o que aconteceu com você! Você tá bem? Não se preocupe eu acredito em você não importa a verdade. - Bam falava rápido e dava para perceber um certo desespero na sua voz.

- É, eu tô bem. Só preciso de um advogado. Por favor! 

- Claro - Respondeu sem hesitar. Ele era uma pessoa que eu podia confiar.

- Pode avisar meus pais também? 

- Sim, sim! Mais algo que posso ajudar? Posso ir te visitar?

- Infelizmente só amanhã, já está ficando tarde e peça para a mamãe vir também. Quero falar com ela. E papai também, se ele puder. Obrigado por tudo Bam. - Apesar de tudo tinha Bam para me ajudar.

- Claro meu Anjo! Por nada. Irei avisar e eu irei também amanhã com o advogado. Tchau até amanhã e cuidado com a prisão! - Disse num som de brincadeira e dei risada enquanto o policial resmungava dizendo que o tempo tinha acabado. Fechei a cara novamente. 

- Okay, mais uma vez obrigado. Até! - E ele desligou o telefone. Eu amava Bam, como amigo, claro.

Essa seria minha primeira noite na primeira. Aquele frio, frio da solidão. Eu morava sozinha mais nunca uma noite havia se tornado tão fria e só. Parecia que eu não tinha ninguém fora daqui. Mas eu sabia que tinha. 

Depois de uma luta contra aquela escuridão eu consegui dormi naquela noite. Eu dormi pela primeira vez numa prisão. Me sentia uma verdaeira criminosa e aquela sensação era horrível.


Notas Finais


Esperem pelos outros capítulos. O Jack aparece já já kkkkkk
Espero que tenham gostado!
Tchau amores!!


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