História Inefável - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Lu Han
Personagens Lu Han, Sehun
Tags Hunhan, Luhan, Luhan Dono De Cassino, Sehun, Sehun Tatuador
Visualizações 97
Palavras 3.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bom?
Ainda lembram dessa fic? YUDGSFYUCGDSUFDS

Bom, o desenho que está no capítulo é o que fiz pra mostrar mais ou menos como é o menino Sehun<3 Sorry, fiz as pressas e minha mãe disse que não está parecido /chora, apanha/
E eu ri que no desenho dele de costas tá parecendo um anão com costas bem pequenas, mas quando você vê na folha não parece. Deve ser o ângulo

Mas vou parar de falar e desejo-lhes uma boa leitura<3

Capítulo 3 - Que comecem os jogos!


Fanfic / Fanfiction Inefável - Capítulo 3 - Que comecem os jogos!

Passou-se quase uma semana e ainda estou na casa dos meus pais, não fazendo nada de interessante na maior parte do tempo, tirando às vezes em que me ligavam pedindo alguma informação ou que resolvessem algum pepino pequeno que acabava tudo em uma ou duas ligações.

Depois daquele ocorrido, não o encontrei mais. Quer dizer, eu o vi discutindo com o primo em Causeway Bay quando tive que passar pra comprar uns apetrechos que havia esquecido no meu apartamento em Macau.

Agora mesmo estou jogado no sofá, passando os canais da TV sem o mínimo interesse. Estaria tudo numa completa paz se não fossem os vizinhos fazendo barulho com umas músicas estranhas nas alturas. Eu estava tão indiferente que nem me importava com a baderna alheia. Meu final de semana foi salvo quando um amigo chamou pra sair, tomando um banho bem gelado e me arrumando com a roupa mais confortável possível.

Combinamos de encontrarmos numa cafeteria que tem em Mong Kok, outro bairro bem cheio, e era certeza que iria pedir minha ajuda em algo relacionado a alguma burocracia – afinal trabalhávamos na mesma área. Mas diferente do que pensei, só quis conversar. Desabafou sobre a vida corrida, a falta de tempo pra si mesmo e que já estava um pouco farto do trabalho.

- Você tem certeza que quer vender suas ações? Logo agora que está tão valorizado e os lucros estão sendo ótimos?

- Aquela companhia de eletrônicos jogou uma oferta tão tentadora que tenho certeza que ficaria abalado como estou.

- Vendo como sua empresa está crescendo, eu seguraria pelo menos por um ou dois anos e se estivesse muito cansado então passaria para frente.

- Se o grande acionista do Venetian diz, quem sou eu pra retrucar! – e terminou rindo baixinho – Mas e você? O que pretende fazer depois da separação?

- Sendo sincero? Eu não sei…

Sendo sócio majoritário, então são muitas complicações nas minhas costas. Apesar de ter começado esse negócio por causa do casamento, não é algo que desgosto. Aprendi a gostar, ainda mais quando amo apostar; meu sangue ferve só de pensar que corro risco em alguma jogatina que faço pra ter lucros no Venetian.

Meu amigo acabou recebendo uma ligação e foi embora antes, combinando de jantarmos um dia desses já que estaria aqui em Hong Kong por mais um tempo. E enquanto ia andando nas ruas já clareadas pelos postes e lojas, recebi uma notificação de um aplicativo de encontros casuais. Não coloquei a foto do meu rosto todo, apenas da boca pra baixo. Não que fosse encontrá-los, mas as vezes sinto saudades de paquerar um pouco.

Fui ver sua mensagem e era um pedido pra me encontrar, pensando seriamente em aceitar. Apesar de ser bastante impulsivo, sou bem racional quando se envolve assunto público, o que agradeço muito, e inventei uma desculpa qualquer. Não posso expor minha imagem nesse exato momento, ainda mais com o divórcio e gente querendo puxar o meu tapete.

Com as mãos no bolso da calça, fui andando sem rumo até parar numa rua onde ele comprava comida nas barraquinhas, aproximando e vendo que o dono ainda era o mesmo.

- Luhan! – o senhorzinho de meia idade me reconheceu na mesma hora e sorri

- Há quanto tempo, não? – dei uma olhada no que vendia – E pelo jeito ainda continua vendendo os espetinhos que tanto amava. Quero dois.

Conversamos um pouco e depois segui meu rumo para não atrapalhar nas vendas, andando despreocupadamente até minha casa. Já era noite e as ruas estavam sendo iluminadas apenas por alguns postes e a grande lua que aparecia algumas vezes, intercalando sua luz com a nuvem escura.

Um passo de cada vez, pensamentos cheios, sentimento vazio. Era assim que estava me sentindo.

Comecei a cantarolar quando o movimento da rua foi diminuindo até estar sozinho, arriscando a dançar um pouco pra espantar o tédio. O caminho que faço é o mesmo quando andava com SeHun naquela época, acabando por sorrir com a lembrança dos dias felizes e sem preocupações. De mãos dadas e tomando sorvete, contando alguma piada sem graça e trocando alguns beijos.

- Finalmente voltou pra casa.

Levantei o rosto, dando de cara com o dono dos meus pensamentos sentado na calçada e em frente à casa do vizinho com um cigarro em mãos, baforando bem lentamente que era possível ver a fumaça saindo e dissipando no ar.

- O que está fazendo aqui? – o único barulho era da casa do vizinho, onde ainda continuavam com as músicas estranhas – Veio pedir desculpas?

- Não. Seu vizinho é um conhecido que sempre me chama pra aparecer aqui e ver os ensaios. – sentei ao seu lado e tirei o cigarro da sua mão, dando uma tragada e depois devolvendo. Minha cabeça estava pesada e uma tragada apenas piorou a minha suposta abstinência ao vício – Então… sobre aquele papo de ter te largado, fui tentar descobrir o que quis dizer… Não fui eu que te mandei o bilhete pra fugirmos juntos, nem sabia da existência até me contar.

- Como não?

- Foi o Chanyeol. – o seu olhar estava para frente – Ele estava precisando de grana e acabou aceitando o dinheiro da sua família pra nos enganar. – me olhou pelo canto dos olhos enquanto respirava fundo pra controlar a fúria que começava a se apossar de mim – Parece que você também não sabia disso.

- Claro que não! – bufei furioso – Eu não sabia nem que os meus pais tinham conhecimento do nosso envolvimento.

- Mas no final você conseguiu seguir em frente e agora é o famoso dono do Venetian. – outra baforada e depois pisou no cigarro – Se tornou uma boa pessoa que ajuda com projetos de caridad…

O barulho da porta do vizinho sendo aberta fez o papo ser finalizado, aparecendo a cabeça do Chanyeol e seu maxilar roxo. Mal me viu e pediu desculpas de um jeito até meio mal educado, fechado a porta em seguida, provavelmente desistindo o que pretendia fazer inicialmente.

O roxo em seu rosto era a prova de que Sehun já havia acertado as contas com violência, reprovando internamente. Mas Chanyeol era o menor dos meus problemas, o pior seria encarar os meus pais e a mágoa em ter que encará-los depois do que fizeram. Se sabiam que estava com Sehun, então deveriam entender o quão feliz estava ao seu lado; ainda mais quando diziam que a minha felicidade vinha em primeiro lugar.

Eu os adorava tanto mesmo depois de terem basicamente me vendido pra um casamento fodido, onde nunca seria feliz. E saber que eles são os verdadeiros culpados da nossa separação me entristece mais ainda.

- Ei… – suas mãos seguraram o meu rosto pra que o olhasse – Já foi. Eles te amam, fizeram isso para o seu bem.

- Não. Fizeram por puro egoísmo! – as primeiras lágrimas de raiva caíram, a minha indignação era enorme – Tudo porque a junção entre as duas famílias geraria mais lucro. Falam que me amam, mas no final só sou uma marionete. E é por essa razão que gostava de ficar com você. – toquei as mãos que estavam no meu rosto – Você sempre me fez sentir livre. Eu podia falar de absolutamente tudo com você.

- Que instabilidade emocional, Lu. – apertou minha bochecha com um sorriso – Eu estou aqui na sua frente, isso não basta pra que pare de choramingar? É passado, não vai adiantar remoer algo de já passou.

Ficamos desse jeito, nos encarando sem dizer nada, como uma espécie de consolo pelo tempo perdido. Como uma análise do que deveríamos fazer. E enquanto os segundos iam passando, nossos rostos iam se aproximando bem lentamente, vendo sua língua passando sobre os lábios, fechando os olhos no momento que os senti sobre os meus.

Por todos esses anos guardei os sentimentos no meu fundo, onde ninguém descobriria, e agora o dono está de volta para trazê-lo à tona. A textura dos seus lábios, a língua com o piercing na ponta com a minha, as mãos sobre o meu rosto, o polegar fazendo um carinho… Definitivamente, Sehun ainda é o meu primeiro amor. Tantos anos se passaram, mas parece que tudo continua o mesmo.

As sensações que só sentia com ele ainda continuam até hoje. O sentimento de acolhimento e carinho, de querer estar ao seu lado não importando com a circunstância. É complexo e tão simples ao mesmo tempo, algo tão bom que não quero mais abdicar.

- Luhan… – chamou baixinho, se afastando apenas o suficiente para me olhar – Me desculpa. Eu deveria ter impedido o seu casamento.

- Não se desculpe. Você disse que é tudo passado. – ajeitei minha franja que caía nos olhos – Eu também não deveria ter aceitado tão fácil e ido embora para Macau. Deveria ter te procurado de novo.

- E eu não deveria ter sumido.

Acabamos por sorrir um para o outro e continuamos ali na calçada, tendo o prazer de ter a sua mão com a minha e sentir o polegar acariciando a pele num carinho sútil. 

É ter momentos assim que me faz pensar como seria se não tivéssemos seguido por caminhos diferentes.

(…)

No final, fomos pra minha casa e passamos toda a madrugada conversando. Descobri algumas situações bem desagradáveis que passaram na sua vida, como nas vezes em que comprou briga com os mais estourados do nosso círculo de amigos. Ou das cicatrizes que adquiriu depois que me fui.

Também soube como se tornou um tatuador.

- Eu estava jogado em um beco escuro e em cima do lixo. – as palavras eram ditas sem que olhasse nos meus olhos – A cada dia que passava sentia que vivia uma vida que não era minha. Sabe quando você desiste da sua vida? Eu estava desse jeito, fazendo tudo o que dava na telha sem me importar com as consequências. Até que um homem apareceu e começou a brigar por estar em cima do seu lixo bagunçando tudo. – sorriu – Foi aí que eu conheci meu mentor.

Eu fui o causador da sua desgraça no passado, mas Sehun afirma que não. Diz que acabou escolhendo esse caminho porque precisava fingir que nada mais lhe importava, o que era totalmente mentira. O que mais lhe importava foi arrancado das suas mãos e aquilo se tornou uma decepção maior do que o permitido.

Não disse nada aos meus pais enquanto estavam fora, iria dar uma pequena vingancinha pelo o que fizeram. Assim já me livro dos futuros envolvimentos com o sexo oposto e de quebra ainda os farei ficar com peso na consciência.

A gente até tenta ser bom, mas as circunstâncias me fazem deixar o pior lado dominar.

- O que aconteceu que queria conversar com a gente sem ser por telef…. – minha mãe parou de falar logo quando entrou na sala – Quem é ele e o que faz aqui?

- Mãe, pai. Quero que conheçam o primo da pessoa que subornaram pra nos separar há dez anos. – sorri, levantando do sofá e os puxando pra ficarem frente a frente – Esse é o Sehun, meu ex namorado que não seria ex caso não tivesse o dedo podre de vocês.

- Filho, a gente pode explicar.

- Não existe explicação. – sentei ao lado do Sehun, os olhando com fúria – O que fizeram é imperdoável, ainda mais quando sempre disseram que a minha felicidade é importante.

- Mas ele é um homem, a sociedade te julgaria, filho. E eu não queria que ninguém lhe fizesse mal. – olhou para Sehun de cima a baixo – Olha como ele é, não tem nada haver com você, Luhan.

- Nunca julgue um livro pela capa. – o acusado disse e passou o braço no meu pescoço – O filho querido de vocês não parece fazer mal a uma mosca e pretendia até processá-los, mas consegui fazê-lo mudar de ideia. E é desse jeito que você me trata, sogrinha?

Ser chamado de “sogrinha” foi o estopim perfeito pra minha mãe colocar a mão na nuca e fingir que ia desmaiar. Meus pais sempre foram de jogar sujos, usando meus sentimentos para conseguirem o que querem. Só que infelizmente, para eles, eu estava disposto a negar tudo o que não achava inconveniente para mim.

Enquanto meu pai a colocava pra sentar no sofá, veio tentando dar um discurso de que pensou apenas no meu melhor e que estando ao lado de Sehun só me tornaria o pior. Nem dava mais raiva.

- Não vou mais dar ouvidos à vocês, só me chateei em todas as vezes que o fiz. Eu quero viver! Não vou ser mais uma marionete, porque eu percebi que posso me mover sozinho e muito bem. Espero que não se intrometam na minha vida como fizeram dez anos atrás ou eu juro que não respondo por mim. – me agachei na frente da minha mãe, percebendo o olhar de ambos tristes e desviando dos meus – Eu sempre fiz tudo o que queriam, será que agora não posso ser feliz? Eu casei com alguém que não amo e nunca amei, então posso ser feliz agora?

- E quem garante que será feliz com esse rapaz? Olhe só pra ele! Deve se meter em brigas ou vender drogas!

- Não vou mentir que as vezes estou envolvido nas brigas, mas é por uma boa causa. A maioria das vezes é quando as gangues vão importunar os turistas. Agora sobre drogas, serve pomada anestésica? Eu preciso pra quando um cliente pede pra colocar um piercing.

Depois dessa resposta eu não ia nem querer viver, podia dormir sem essa. Dei risada e me levantei, esticando a mão pra que o tatuador a segurasse. Saí da casa dizendo pra que refletissem e depois mandassem um vídeo pedindo desculpas porque não pretendia voltar tão cedo em casa. Peguei a pequena mala previamente arrumada e saímos sem olhar para trás; indo até a casa do vizinho, mais especificadamente na garagem, porque haviam chamado SeHun pra que aparecesse de tarde.

A verdade é que não queria estar na casa cheia de gente desconhecida – tirando ChanYeol, mas que também quase não converso –, ainda mais quando tem trinta seres me encarando como se fosse uma espécie bizarra de extraterrestre. O bom é que não se importaram muito e eu fiquei num canto afastado na garagem enquanto via SeHun conversando em meio aos gritos e cantorias estranhas, fora as guitarras e baterias num som absurdo.

Ele não demorou muito e voltou ao meu lado, pedindo desculpa pra que ficássemos mais um pouco porque estava esperando uma pessoa lhe dar um pacote, entregando uma garrafa de cerveja ao mesmo tempo em que deixava a mão repousando em volta do meu pescoço.

- Está bem barulhento aqui. – falou alto no meu ouvido, fazendo um sinal de “vaza” com a mão para um cara que vinha na nossa direção – Quer dar um perdido na varanda da casa? Ali não vai ter ninguém pra nos encher o saco.

- Eu quero. E meus tímpanos agradecem.

Ele pegou a pequena mala das minhas mãos e saiu me puxando no meio daquele monte de pessoas, subindo as escadas na lateral e dando de cara com um casal aos beijos, que acabaram se assustando com a nossa aparição. SeHun nem deu muita bola e foi passando por toda a cozinha até chegarmos na sala e puxar o vidro pra passarmos à varanda.

Era final da tarde e o mormaço estava forte, o céu começava a escurecer com indícios de chuva. Largamos minha bolsa na mesa do canto e ficamos ali sozinhos, encostados na sacada de ferro com os dedos entrelaçados, parecendo um casal bobo e apaixonado.

Claro, não estou reclamando.

- Você pretende morar aqui em Hong Kong? – neguei com a cabeça, sentindo o vento quente – Então o que tenho que fazer pra mudar de ideia?

- Hm… Talvez me amar bastante até me deixar louco e tornar alguém bem psicopata ao ponto de não conseguir te largar mais. Que tal? – apenas levantou uma das suas sobrancelhas – Brincadeiras a parte, que tal você vir comigo pra Macau? Eu só vou conseguir ficar aqui por apenas um mês.

- Já te disse, eu sou dono de um negócio. Não posso largar tudo e ir com você.

- E quem disse isso? Nós somos pessoas pacientes e podemos fazer tudo com calma. – ele espremeu os olhos – Okay, eu não sou mas você é.

- Sabe… – olhou para baixo e sorriu, soltando nossos dedos e retirando a jaqueta de couro junto com o coturno, deixando tudo na mesinha com um guarda-sol e podendo ver o braço direito todo tatuado – Talvez seja bom ser um pouco impulsivo nas nossas decisões.

- O que quer dizer com isso? – disse enquanto o olhava continuar a tirar suas roupas – O que está fazendo, SeHun?

- Vamos pular pra piscina. – apontou pra baixo e vi a grande piscina quase num convite pra que nos jogássemos dali – Topa? Tá quente demais e vai ser bom ficar agarrado a você na água. – o seu sorriso me fez fazer o mesmo

- Não vai dar errado?

- Confia em mim, eu já fiz isso e não deu bosta.

Me despi ficando só de cueca e subindo com cuidado na sacada, segurando as nossas mãos com força enquanto olhava pra baixo com a ‘vista’ pra piscina. SeHun me sacaneou dando um passo pra trás quando estava pronto pra pular, mas percebi a tempo.

- No três, então. 1, 2 e… 3!

Pulamos juntos, afundando na água gelada entre as nossas gritarias e a da garagem, emergindo num fôlego só. Trocamos risadas, ficando um de frente para o outro até não aguentar e lhe roubar um selinho. Perdemos tanto tempo afastados um do outro que não consigo me conter. Não sei se SeHun ficou com alguém nesses anos e nem me importo, só quero poder olhar o meu futuro de agora em diante ao seu lado. E ele parecia pensar o mesmo.  

Fazer diferente e ter uma segunda chance.

Continuar enchendo-o de beijos como agora e aproveitar cada segundo, como antigamente e também com novas formas de amá-lo.

- Ei, Lu… – voltou a mordiscar meu lábio inferior, não aguentando e passando os braços na sua cintura, voltando a beija-lo diversas vezes até que a maldita falta de ar desse as caras – O que você acha de mais tarde passarmos no Victoria Peak? Relembrar velhos momentos…

- Está esperando que lhe peça novamente em namoro? – sorri, brincando com o elástico da sua boxer – Acho que seria mais justo se você fizesse dessa vez. – pousei as mãos no seu quadril, o balançando e perdendo o olhar na sua clavícula – Claro, não estou te pressionando…

- Então quer dizer que o dono do Venetian está disposto a entrar num relacionamento? – me puxou pra ficarmos colados com os braços em volta do meu pescoço, sorrindo genuinamente passando a língua no canto dos lábios e o olhar alternando entre meus olhos e boca – Uau, quem diria que cairia nos meus encantos enquanto está em processo de separação.

- Bom, você sabe que gosto de apostar… – deixei o rosto a milímetros de distância – Se apostar em mim, então garanto que vai se tornar um viciado até não conseguir largar meus joguinhos.

Sorriu, deixando um beijo rápido antes de falar.

- Então que comecem os jogos. 


Notas Finais


História sobre pular da varanda pra piscina: NÃO FAÇAM ISSO, CRIANÇAS. /é um fato verídico e deu tudo certo para aqueles loucos que chamei de amigo, mas aconselho a não pularem, okay?
Ceis acharam que eu ia ficar só na treta? Nã nã ni nã nã! Eu ando bem soft, a treta eu deixo pra minha ChanBaek UYGSFYUGDSUF
Vou tentar volta mais rápido, okay?

Aliás, vocês preferem capítulos maiores e att mais demorada ou capítulos menores e mais rápidas?

Espero que tenham gostado e nos vemos na próxima att?
XOXO<3

Twitter: https://twitter.com/veneninhoderato


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