1. Spirit Fanfics >
  2. Inesperado >
  3. EXTRA! - Inesperadamente.

História Inesperado - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


quão inesperado foi esse retorno aqui, hein? de 0 a 10, COMENTEM. çkdsfçl
quem mais supre a carência escrevendo cena de chamego do otp? não tem coisa melhor. :')

espero que vocês apreciem a leitura tanto quanto eu apreciei escrever esse capítulo.
tá bem curtinho, mas é só um pedaço do passado do namoro dos dois. eu achei importante mostrar como era bonitinha a relação deles etc etc. :( sem contar que eu tava precisando muito escrever um negócio com esse tanto de açúcar, ENTÃO, uni o útil ao agradável. ~çldf~çslfdsf peço perdão desde já por qualquer erro que tenha passado batido, aliás.

aproveitem a leitura!!! ♥

Capítulo 2 - EXTRA! - Inesperadamente.


2017.

 

Escandalizado pelas notícias no jornal, o mais velho dos Byun suspirava pesado a cada novo parágrafo que relatava a situação do impeachment de Park Geunhye. Resmungava, vez ou outra, indignado sobre como o governo parecia não ter jeito. O sapato social fazia ecoar um toque frenético contra o balcão de madeira, num tique ansioso que Baekhyun já conhecia há muito tempo. E achava graça.

ㅡ Não é mais fácil fingir que não tá vendo? ㅡ o garoto indagou ao pai, enquanto fatiava um bolo de morango em dois pedaços enormes sobre o mesmo balcão onde o mais velho tinha seus cotovelos apoiados. ㅡ Você sabe que a gente não pode fazer nada pra mudar isso.

ㅡ Que pensamento pequeno ㅡ o velho resmungou de volta, coçando o início áspero da barba que estava por fazer em seu queixo. ㅡ Se todo mundo pensar como você, meu filho, esse país vai pra vala de vez.

Baekhyun rolou os olhos, enfeitando dois copos com suco de laranja e canudos coloridos.

ㅡ Claro que a gente tem que ir atrás dos nossos direitos e exigir que as coisas sejam certas, mas essa ansiedade aí ㅡ desviou o olhar para o pai, rindo baixinho ㅡ só vai te deixar careca, pai. Mais ainda.

E, depois da última frase, saiu às pressas de perto dele, levando os dois pedaços do bolo e os dois copos em uma bandeja de plástico escada acima.

ㅡ Ah, moleque… ㅡ o Byun esbravejou teatralmente, numa brincadeira boba que fez Baekhyun rir junto dele, mesmo lá dos últimos degraus.

Enquanto ia andando na direção do seu quarto, Baekhyun ia pensando sobre as questões que faziam seu pai resmungar e se questionando dos motivos de não conseguir ficar tão indignado quanto ele. Talvez nunca tivesse dado tanta importância para questões políticas ou talvez porque não se deixava pensar a respeito do seu país por muito tempo.

A verdade era que, com Kim Jongin deitado em sua cama, não era exatamente no impeachment da presidente que ele gostaria de pensar mesmo. Nem conseguiria se concentrar num assunto desse tipo perto dele, a não ser que estivessem mergulhando numa daquelas conversas infindáveis da madrugada e resolvessem debater sobre. Para ser sincero, adorava quando paravam para conversar sobre coisas importantes e, no meio de uma frase inteligente que Jongin soltava, se deixava levar pela vontade quase esmagadora de beijá-lo e enfatizar o quanto ele ficava gostoso falando daquele jeito.

Quando se aproximou da cama, deixou a bandeja sobre ela, com cuidado para não derrubar o suco, e se esticou no colchão, sorridente, enchendo os lábios carnudos do namorado de beijos estalados e curtinhos.

ㅡ Meu pai tá acordado. E reclamando ㅡ disse, risonho, se acomodando ao lado do mais novo antes de puxar o que havia trazido para o seu colo.

Eram nove da manhã de um sábado chuvoso, o clima típico que deixava os dois namorados enroscados debaixo da coberta durante todo o dia. Não havia sequer desculpa a respeito de estudar para as provas, fazer um trabalho juntos ou coisas importantes a serem resolvidas. O senhor e a senhora Byun estavam cientes de que, caso a porta estivesse fechada sem que os dois garotos dessem as caras para fora, o sinal era para que não incomodassem; estavam colocando os seriados da Netflix em dia e, no pior dos casos, fazendo coisas que eles não gostariam de presenciar.

ㅡ Qual a reclamação da vez? ㅡ Jongin se aninhou ao lado do namorado e puxou um pedaço do bolo com o garfo, saboreando com uma fome de cinco ursos.

“O governo tá acabando com o país, Baek. Precisamos fazer algo.” ㅡ ele engrossou a voz, fazendo pose, e riu baixinho logo depois. ㅡ Mas eu tava lendo sobre a situação toda e… Sei lá, não tenho uma opinião definida. Acho que a Geunhye é uma coitada.

Jongin arqueou as sobrancelhas, interessado.

ㅡ Por quê?

Quase desconcentrou o mais velho ao escorregar a ponta do nariz por seu pescoço e deixar um beijo ali, mas, naquela hora, Baekhyun estava mais focado em acabar com aquele pedaço de bolo e conversar sobre o que vinha pensando no caminho até o quarto.

ㅡ Ela foi influenciada, sabe? Não fez nada do que fez por mal, pelo que eu ouvi. A outra lá, a amiga doida dela, é que tava envolvida com xamanismo e uma seita maluca. E, sabe ㅡ engoliu o pedaço do doce que guardou no cantinho da bochecha enquanto apontava sua posição sobre o assunto e puxou um novo com as pontinhas do talher ㅡ ela deve ser outra coitada influenciada por outro coitado que foi influenciado por outro coitado e o ciclo segue até o… Poder maior que não conhecemos.

ㅡ Illuminati? ㅡ sugeriu.

ㅡ Illuminati. ㅡ Baekhyun concordou, como se fosse a verdade mais óbvia do mundo. Os dois riram e o Byun roubou um beijinho do namorado. Beijinho com gosto de suco. ㅡ Às vezes acho que meu pai daria um ótimo anarquista ㅡ acrescentou, depois.

ㅡ Ele daria mesmo ㅡ Jongin resmungou, sonolento, passando um dos braços sobre a barriga do mais velho, num meio abraço que o permitiu deitar a bochecha no ombro do namorado.

ㅡ Não quer mais? ㅡ Baekhyun perguntou, referindo-se ao bolo.

ㅡ Depois. Tô com sono ainda, amor ㅡ a voz rouquinha fez o Byun suspirar, principalmente pela respiração ter resvalado em seu pescoço de um jeito gostoso. Ele moldou um beicinho.

ㅡ Não vou te deixar dormir mais.

Jongin sorriu, abrindo os olhos que tinha fechado por um instante para fitar o namorado e morder-lhe a bochecha de leve.

ㅡ E por quê não?

ㅡ Porque preciso conversar sobre política, óbvio ㅡ soltou, falsamente indignado. O Kim riu e deixou um beijo barulhento onde tinha mordido antes que voltasse a se acomodar sobre o ombro macio do menor.

ㅡ Achei que precisasse conversar sobre a organização, direção e administração dos meus beijos pelo teu corpo… Tinha até me animado.

ㅡ Esse é o tipo de política que eu tava pensando ㅡ cochichou, bem pertinho do ouvido do mais novo, fazendo-o rir e se encolher naquele abraço quente.

Baekhyun se esticou outra vez para deixar a bandeja sobre o criado ao lado da cama antes que pudesse retribuir o abraço do maior, aproveitando-se do fato de que estava sem a camiseta para espalmar a mão contra suas costas e arranhar de levinho.

ㅡ Eu já acordo com vontade de você, que saco… ㅡ o Kim resmungou após se arrepiar com o contato das unhas naquela região tão sensível do seu corpo e levou uma das mãos ao rosto do Byun, acariciando-o com o polegar de um jeito sutil. Se beijaram por um segundo. Beijinho com gosto de bolo de morango.

Baekhyun virou o rosto na direção da palma que o acariciava, selando os lábios bem no centro dela com um carinho que Jongin já conhecia bem. Depois, voltou a se deitar com o rosto bem próximo daquele que tanto gostava de admirar e sorriu ao ver-se meio vesgo para permanecer olhando em seus olhos de chocolate derretido. Gostava tanto daqueles momentos em que tinha o Kim somente para si que, por algum tempo, se esqueceu sobre o que vinha se questionando até aquela hora. De fato, não queria discutir política com o namorado, mas verdadeiramente adorava os momentos que tinham brincando sobre algo, por mais sério que fosse o caso. Rir com o Jongin era uma das melhores coisas do mundo.

ㅡ Eu tô o tempo todo com vontade de você ㅡ segredou.

Jongin sorriu bonito e se inclinou na sua direção, tomando seus lábios num beijo mais longo que apenas um selar. Desceu os dedos longos na direção da nuca do menor, enroscando-os em seus fios lisos enquanto a língua escorregava contra a sua e a conduzia para dentro da própria boca, na intenção de passar alguns segundos chupando sem pressa.

Enquanto isso, a palma do mais velho ia descendo pelas costas quentes do Kim, arranhando de leve ou só numa carícia gostosa na direção da bunda macia.

O mais novo riu ao ter aquela região pressionada, arrancando uma risadinha travessa do namorado em seguida.

ㅡ Safado ㅡ falou.

ㅡ Você não reclamou ontem.

ㅡ E nem tô reclamando hoje ㅡ rebateu, risonho, descendo a boca pelo maxilar do menor na direção do pescoço cheiroso. Encheu a pele com beijos tão barulhentos quanto aquele que tinha deixado em sua bochecha, causando cócegas e um Baekhyun todo encolhido, gargalhando.

ㅡ Para, amor! ㅡ o tom de voz mais alto veio acompanhado das duas mãos empurrando o mais novo pelos ombros e fazendo-o rir mais do que o Byun. ㅡ Pestinha!

ㅡ Olha quem fala ㅡ o Kim sorriu, finalmente afastando o rosto daquela região para voltar a beijá-lo na boca. ㅡ Lindo.

ㅡ Você que é ㅡ Baekhyun sorriu bonito, subindo as duas mãos ao rosto do mais novo para segurá-lo enquanto acariciava as bochechas e roubava mais alguns beijinhos e espalhava outros por toda a carinha sonolenta.

Permaneceram abraçados e trocando beijos, mordidas e carinhos bobos, inocentes e nem tão inocentes assim, risos baixos e xingamentos de mentirinha, “eu te amo”s e declarações melosas espalhadas pelo ar do quarto enquanto a chuva parecia mais barulhenta que nunca, tornando a vontade de sair da cama cada vez mais nula. Não que precisassem, de qualquer forma.

Era um costume gostoso, aquele; nos finais de semana, um grude matinal que durava até a hora do almoço, sem compromisso ou qualquer programação que parecesse melhor do que fazer nada além de trocar mimos. Tanto Jongin quanto Baekhyun eram carinhosos na mesma proporção em que eram cheios de hormônios agitados, nunca sabiam quando um carinho seria somente um carinho e quando se transformaria em alguns minutos de gemidos contidos e lençóis sujos. Mas estavam sempre dispostos a qualquer que fosse o final daquilo.

Naquela manhã, o Kim não conduziu um final malicioso. Aproveitou bastante os lábios do namorado o quanto pôde e, em certo momento, se deixou acomodar novamente naquele ombro gostoso, fechando os olhos e embarcando num cochilo cheio de resmungos sonolentos. Baekhyun passeava os dedos por seu cabelo macio enquanto, com a mão livre, descia a página do Twitter em busca de algo interessante que o distraísse.

A pontinha do nariz ia e vinha devagar entre os fios escuros do namorado e as unhas curtas traçavam caminhos invisíveis na nuca cheirosa enquanto, entre vídeos de gatinhos e piadas ruins, o mais velho se deixava sorrir para o celular, contendo uma risada ou outra para que o maior não acordasse.

Com um repuxar travesso no canto dos lábios, Baekhyun abriu a câmera frontal do celular e se certificou de que tinha o rostinho adormecido do namorado bem enquadrado na tela, enquanto, bem no cantinho, seus dedos apareciam, passeando sobre a orelha, escorregando no pescoço, pressionando de levinho a bochecha e fazendo todo o caminho de volta.

Tinha gravado o carinho e quis rir de felicidade com o resultado da filmagem quando foi reassistir.

 

@baekbyunh

sonolento e manhosinho. é assim que meu urso começa o dia. @kjongin ♥

[vídeo]

 

Sorriu contente com o resultado do tweet meloso e bloqueou a tela do celular antes de deixá-lo em algum lugar sobre o colchão e voltar a abraçar Jongin direito. Nem percebeu o sono vir aos poucos, mas conforme dedicava toda sua atenção aos pontos que sabia que Jongin gostava de receber carinho, se deixou adormecer junto ao namorado.

 

 

@kjongin

@baekbyunh eu sou maluco pelos teus carinhos. :( meu amor inesperado. ♥

 

 

•••

 

ㅡ Meu filho te influenciou mal, não foi? ㅡ o patriarca dos Byun repreendeu Jongin assim que o ouviu dizer que  não tinha muito o que opinar sobre o escândalo político.

Baekhyun estava cortando um pedaço da lasanha quando ouviu a voz do pai e olhou feio na sua direção, fazendo-o sorrir de um jeitinho cúmplice. Jongin deu risada.

ㅡ A gente pensa parecido, na verdade ㅡ lançou um olhar ao namorado, como se esperasse por sua confirmação, e acabou arrancando um sorriso bonito do mais velho.

ㅡ Para de encher a cabeça dos meninos de minhoca, pelo amor de Deus ㅡ a mamãe Byun reclamou, se acomodando na mesa após deixar sobre ela o último prato; a salada deliciosa de macarrão que só ela sabia como fazer. ㅡ É por isso que o Jongin não traz a família pra almoçar com a gente.

O Kim riu, negando com a cabeça no mesmo segundo.

ㅡ Não é nada disso.

ㅡ Claro que não é, esse moleque adora o sogro dele! ㅡ papai Byun rebateu naquele mesmo tom brincalhão que costumava fazer a alegria do almoço em família toda vez.

Jongin teve que exibir um sorriso ao ouvir a palavra “sogro” escapar dos lábios do homem com tanta naturalidade. Era mesmo uma grande sorte que fosse aceito como namorado do filho dos Byun e recebido tão bem.

O clima não era tão agradável na sua casa, sabia disso, embora seus pais nunca tivessem se colocado contra o namoro dos dois. Era nítido o quanto a senhora Kim gostaria que Baekhyun fosse uma menina de cabelos longos, quieta e tímida, enquanto o Byun tinha os cabelos bem curtinhos, era escandaloso e espontâneo, engraçado e sociável tanto quanto era gentil e carismático ao ponto de não deixar que sua sogra sequer tivesse a chance de odiá-lo por ser um homem. Era uma das companhias mais agradáveis que tinha.

Eram famílias tão tradicionais e, ainda assim, não faziam nenhuma objeção a respeito daquele namoro. Um fato inesperado.

Mas Baekhyun tinha ouvido falar em algum momento de sua vida que as pessoas costumavam se calar perante um amor de verdade, pois nenhum ser humano ousaria ir contra um quando se deparasse com ele. Imaginava que aquele era o caso. E se sentia grato por isso.

ㅡ Não tem como não gostar de você ㅡ mamãe Byun disse, com um sorriso apaixonado nos lábios ao beliscar de levinho a bochecha do marido.

Baekhyun assistiu aquela cena com uma expressão boba, constatando que era realmente impossível não perceber e se calar diante de um amor de verdade quando se presenciava um.

 

•••

 

ㅡ Acho mesmo que seu pai vai com a minha cara ㅡ Jongin concluiu.

Tinha a mão do namorado entrelaçada a sua enquanto caminhavam sem direção definida pela rua principal do centro da cidade. A ideia era encontrar um lugar para comer algo doce, mas a verdade era que só gostariam de sair de casa um pouco.

A chuva tinha ido embora e, com ela, a vontade de permanecer na cama pelo resto do dia. Visto o clima do almoço, seus pais provavelmente iam gostar de um pouco de privacidade também, portanto, pareceu pertinente que fossem dar uma volta como bons namorados que eram.

ㅡ Mas é claro que ele vai com a sua cara ㅡ Baekhyun ia dizendo, distraído, enquanto tentava encontrar no celular o efeito perfeito para postar a foto que tinha tirado ainda há pouco. Caminhavam tão devagar que andar enquanto olhava para o celular não parecia um perigo. Sem contar que tinha apoio na mão de Jongin caso levasse um tropeção e corresse o risco de ralar os joelhos. ㅡ Meu pai te adora. Mas quem não te adora, Jongin? Por favor.

ㅡ Hmmm… Chanyeol?

O Byun soprou uma risadinha, desviando o olhar para o namorado na intenção de beijá-lo na bochecha.

ㅡ Ele também gosta de você. Do jeito dele… ㅡ voltou a fitar o celular, logo depois.

ㅡ O vídeo que você postou mais cedo… Ele comentou. “Não pago internet pra ver isso”. ㅡ Jongin fez graça com a voz, imitando o melhor amigo do namorado e fazendo-o rir alto.

ㅡ Viu? É o jeito dele gostar de você. Implicando ㅡ argumentou. ㅡ Eu sei porque ele é assim comigo desde que me conhece.

ㅡ E você também era assim comigo...

ㅡ Verdade ㅡ apontou. Então, estreitou os olhos antes de guardar o celular no bolso do jeans e parar Jongin no meio da calçada, pausando a caminhada ao ficar na sua frente e abraçar seu pescoço. ㅡ Mas só porque queria te dar uns beijos.

O mais novo sorriu, abraçando-o pela cintura ao ter um beijo roubado.

ㅡ Inesperadamente, o baixinho invocado que me tratava mal tava querendo me pegar.

Baekhyun riu baixinho e concordou com a cabeça algumas vezes, fazendo a ponta do nariz roçar à do mais novo de um jeitinho romântico antes de selar seus lábios aos dele outra vez. E outra, e outra.

ㅡ Inesperadamente.   

 


Notas Finais


eu me inspirei no que tava realmente acontecendo na coreia em 2017, mas não me aprofundei no assunto, então peço desculpas DESDE JÁ se tem uns absurdos aí. essa história tem licença poética sobre os acontecimentos reais e etc. (BRINCADEIRA, MAS É SÉRIO.)

obrigada a todo mundo que leu!!! NOS VEMOS NOVAMENTE EM BREVE. ♥♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...