História Inesperado Amor - Capítulo 8


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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swanmills, Swanqueen
Visualizações 176
Palavras 2.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Lilith? –  Emma perguntou surpresa.  - A que devo a sua visita?

- Olá, Emma. Estou feliz em vê-la outra vez. – Lilith se aproximou e deu um abraço na jovem, que retribuiu nervosamente. Quando soltou-a, a mulher voltou sua atenção para Ruby. - Princesa Lucas.

- Page. –  Devolveu o cumprimento, educadamente. Apesar de não comentar, Ruby não ia muito com a cara de Lilith. Achava-a, por vezes, dissimulada e prepotente. Além disso, o óbvio o interesse que possuía por sua melhor amiga, a preocupou. Se Emma tinha ciência das "qualidades" reais de Lilith, Lucas não saberia dizer, mas esperava que a amiga não fosse tão desligada. A mulher era a típica princesinha, 

delicada, loira de face angelical, mas não conseguia esconder seu lado "podre". Pelo menos, não dela.

- Então, eu decidi lhes fazer uma visita. Confesso ter um motivo real por trás disso, mas a saudade também é responsável. – Admitiu, passando a mão ao longo do braço esquerdo de Emma, fazendo Ruby segurar a vontade de revirar os olhos. - Eu tenho algo que eu gostaria de falar com você, ou melhor, com todos.

- E o que seria? – Emma perguntou curiosa.

- Ahh, não... Eu quero dizer, quando todos estiverem presentes. Faço questão. – Lilith sorriu para Emma, que devolveu um sorriso simpático.

- Tudo bem então, bem... O jantar deverá ser servido daqui a pouco. – Informou e olhou para Ruby, que até tentou, mas não conseguiu esconder sua expressão de desgosto.

- Perfeito! – Lily falou, animada. - E como sua Alteza e suas Majestades têm passado? Há muito não via Gus.

- Vão muito bem, obrigada. Você veio com a intenção de ficar um tempo? – Indagou, com cenho franzido.

- Bem, sim... Eu teria avisado que estava vindo, mas demoraria muito tempo e tomei a decisão recentemente. Espero que não se importem. – Ela falou, fazendo a cara mais inocente que conseguia.

- Não... De maneira nenhuma. Você é mais do que bem vinda a ficar. – A jovem Swan respondeu receptiva e com um sorriso amigável. Mesmo que Ruby nunca houvesse falado com ela, Emma sabia que sua melhor amiga não gostava da outra mulher, pelas expressões faciais, quando estavam com Lily ou quando a citavam em alguma conversa. Sinceramente, a loira não entendia o por quê. Ela a achava simpática, inteligente, atraente e até tiveram algo aqui e alí, mas sem compromisso, o que a agradou. Foi fácil e prático. Era claro que a jovem não desconhecia a fama da mulher à sua frente, só que, contanto que não a envolvesse,  Emma não poderia se importar menos.

- Obrigada. E, Emma? – Lily chamou, aproximando-se perigosamente da loira. - Eu realmente senti a sua falta. – A princesa Page deu um leve beijo nos lábios da moça, que olhou surpresa com o ato inesperado, enquanto  Ruby optou por virar o rosto. Não era obrigada a testemunhar aquilo.

Instantes depois disso,  o trio ouviu passos soarem atrás delas, fazendo-as virar a atenção para o indivíduo que se aproximava.

- Altezas… – Belfrey cumprimentou. - O jantar estará pronto para ser servido em cinco minutos.

- Obrigada, Belfrey, estamos indo. Aproveite e providencie mais um lugar à mesa e um quarto de hóspedes. Sua Alteza Lilith passará um tempo conosco. – Emma  informou e Miranda acenou com a cabeça. - Avise também a minha serva para descer. Eu a pedi para esperar em meu quarto, mas agora todos iremos jantar.

- Ordenarei à meu servo, Shane, para trazer minhas coisas. – Lilith informou, antes de todos seguirem seu caminho para o salão de jantar.

        xxx

Regina estranhou quando Belfrey a havia pedido para descer ao salão de jantar, sob ordem da princesa. Até porque, a mesma tinha lhe dito para esperá-la em seus aposentos, deixando-a intrigada, receosa e curiosa, ao mesmo tempo. O que poderia ser tão sério, a ponto de ser preciso tratá-lo a sós, com uma serva?

Lembrou-se do olhar que a nobre Real havia lhe direcionado... Fora suave e não pareceu-lhe nada grave ou vital.

Duh! Nenhum assunto com servos era de tão suma importância

Todavia, aquela expressão lembrara-lhe do momento no qual, meio sem querer, olhara fixamente nos olhos de Emma, enquanto ainda estavam deitadas no chão. Vira algo nos azuis, que não conseguira identificar. Eles tinham ficado estranhamente escuros e sentiu que a jovem mal respirava em cima dela. E ela própria havia prendido a respiração, porque o rosto da princesa ficara perigosamente perto. Regina tinha de admitir que encontrou-se encantada por sua beleza e suas enormes íris brilhantes.

Murmurando uma repreenda para si mesma, a latina esfregou com força as mãos em seu rosto. Não entendia de onde surgiam aqueles pensamentos, mas viu-se cada vez mais cativada pela nobre, mesmo conciente de que era completamente errado cultivá-los daquela forma.

Parando frente ao grande salão, Regina esgueirou-se suavemente  para dentro, caminhando até ocupar silenciosamente seu lugar, atrás de Emma. Alguns instantes se passaram, antes que uma voz, que acreditara jamais ouvir outra vez, encheu-lhe os ouvidos, causando-lhe ânsia; uma onda fria subiu-lhe a espinha e ela levantou os olhos, incrédula.

- Regina Mills... Eu pensei que nunca mais a veria novamente. – Lilith falou, seu tom mostrava uma mistura de desgosto e descrença e seu rosto carregava um sorriso cínico. O rosto de da latina foi de surpreso à enojado, em poucos segundos.

- Lilith Page. – Regina reconheceu, olhando diretamente para a loira, sua voz cheia de desprezo. Todos olharam para as duas, sem entender o que estava acontecendo. A mulher voltou-lhe uma carranca indignada.

- É Alteza para você, sua imunda! – Lilith ralhou. Regina soltou uma risada, ausente de qualquer humor e cruzou os braços em frente ao peito, levantando uma sobrancelha.

- Alteza? Oh, perdoe-me,  Lilith... Eu não costumo tratar vermes com tanto respeito. – Regina atirou, ainda impondo sua presença confiante,deixando Emma horrorizada com sua ousadia. Porra! Que diabos Regina estava fazendo?

- Mills! Peça desculpas agora mesmo para sua Alteza! – Emma exigiu. A última coisa que precisava, era ter  Lilith irritada. Regina porém, não fez nenhuma questão de demonstrar arrependimento, até porque, não havia. Lilith levantou-se e ficou à altura da visão da latina. Esta estava do outro lado da mesa, de frente para ela e atrás da cadeira de Emma. Gus e Ruby ocupavam, cada qual, um lugar ao lado da jovem Swan, enquanto o rei e a rainha mantinham-se no mesmo de sempre.

- Você não ouviu sua Alteza! Peça perdão por sua insolência! –  Lilith exigiu, batendo o punho na mesa.

- Eu ouvi muito bem,  Lilith, mas não vou humilhar-me diante de você, nunca mais! – Seu tom era gélido e Emma fitou-a com olhos arregalados. Ela nunca tinha visto a latina desobedecer uma ordem sua e, muito menos, desrespeitar um convidado. O que estava acontecendo e de onde ela conhecia  Lilith?

- Vocês viram isso? – Page perguntou aos demais. - Uma serva se recusa a obedecer! Quem diabos você pensa que é? – Questionou irada, fazendo uma cena. Regina fixou seu olhar nela e enrijeceu. A rainha encarou o rei e ele sabia que tinha de intervir, mas Gus segurou o braço de seu pai, silenciosamente pedindo para esperar, assim voltando sua atenção para Emma e depois para a morena.

- REGINA MILLS! – Regina respondeu forte, com carregado sotaque espanhol. - A mulher, cuja a vida, seu irmão e você, arruinaram!!! Eu jamais me curvarei a vocês novamente! – A latina rosnou, o ódio jorrava livremente de seus olhos castanhos flamejantes. Ruby voltou-se para a amiga, horrorizada, mas recebeu o mesmo olhar desta. Gus, por outro lado, manteve-se impassível, segurando uma das mãos de sua irmã, por debaixo da mesa. Mary Margaret apertava a mão de David, que apenas acenava com a cabeça. Belfrey não demonstrava nada em sua faxada, assim como Mulan, mas sua perplexidade com a cena era inegável. Lilith perfurava Regina com os olhos, mas um sorriso cínico apareceu em seus lábios.

- Bem... Você deveria rever seus conceitos, Mills. Afinal... Há um motivo para eu estar aqui. – Ela informou e olhou para Emma, sua expressão suavizando brevemente. - Eu vim para pedir a mão de Emma Swan em casamento. – Informou e o choque foi coletivo. - Assim, se ela aceitar… – Continuou, antes de levantar a voz. - Você, Regina, terá de se curvar diante de mim!

Todavia, morena não se afetou pelo terror que a jovem Page tentou transmitir-lhe. Sabia que, mesmo se Emma concordasse com o casamento... ideia essa, que lhe causava repulsa e algo mais, na qual era incapaz de explorar, Regina tinha certeza que jamais conseguiria obedecer a mulher diante dela, outra vez. Ousadamente, a latina deu a volta para ficar frente à frente com Lilith, antes de responder à altura..

- Mesmo que minha senhora cometa o erro enorme de se casar com você; mesmo que ela acorde todos os dias ao seu lado; mesmo que seja meu dever obedecer e que eu sofra castigos severos por não cumprir, eu jamais irei me curvar diante de você! Eu não me curvarei para a assassina da minha família! Não me curvarei para alguém que tirou, cruelmente, tudo o que eu tinha de mais precioso na minha vida! Nem que eu apanhe todos os dias por isso, Page! Eu não me curvarei à você, NUNCA!!! Regina gritou no rosto de Lilith e não levou tempo o suficiente para registrar o forte tapa que a loira lhe devolveu em resposta. A potência do golpe foi tanta, que cortou o canto da boca da latina.

- Desgraçada!!! Você merece ser castigada severamente por sua audácia! – Ela se virou para a jovem Swan - Emma, faça alguma coisa com sua serva! Ela não pode sair impune, depois da forma como falou! – Lilith exigiu, fazendo Emma olhar aterrorizada. Apesar das ameaças, ela nunca castigou Regina e nunca pensou, se quer, em fazê-lo. Mas o desrespeito de Regina havia sido óbvio, então o que deveria fazer? Ela não queria que a latina fosse machucada.

- Eu...Eh...Eu. – Gaguejou nervosamente, olhando para Regina, que a fitava de volta. Um feixe de medo passou pelos olhos castanhos e Emma engoliu em seco. O rei, porém, viu o desconforto da filha diante da pressão de Lilith Page e veio em seu socorro.

- Basta, senhorita Page! Como rei, devo lhe informar que não cabe à Emma aplicar esse tipo de castigo, comigo estando presente. – David começou, mas foi interrompido pela princesa Page.

- Então eu exijo que vossa Majestade aplique o devido castigo!!! Quarenta chicotadas por seu desrespeito! É o mínimo que ela merece! – Lilith cuspiu, irada. No pedido, que estava mais para ordem, todos voltaram-se para o rei. Emma lhe enviou um olhar suplicante e ele apenas a encarou, com um pedido de desculpas.

- Dado às circunstâncias, não tenho outro remédio se não promover um castigo à Regina. – O rei informou, fazendo Lilith sorrir vitoriosa e a latina abaixar a cabeça, derrotada. É claro que seria castigada, ela já deveria estar esperando por aquilo, mas foi mais difícil do que imaginou, ouvir sua sentença sair da boca de um rei tão bondoso. Emma mordeu o lábio inferior e olhou para seu irmão, que apertou mais fortemente sua mão, em apoio. Ruby e Mulan encaravam Lilith com nojo. Ela havia começado toda a provocação, porque tinha conhecimento de que, no final, a corda sempre arrebentaria para o lado mais fraco. E a fraqueza de Regina se limitava a sua condição servil. - Entretanto, quarenta chicotadas é um número exagerado, em minha opinião. Diminuirei para vinte. – Ele concluiu, lançando um último olhar para a filha, tentando transmitir que era o máximo que ele podia fazer para aliviar o castigo. David era um homem justo e todos sabiam disso. Ele não era cego, nem burro, para não ter percebido que a culpa pelo início da confusão, não havia sido de Regina. Mas sendo serva, a latina tinha de ter respeitado, não importava o que fosse. Ele gostava da serva, ela era prestativa, inteligente e nunca precisou chamar-lhe à atenção. Além disso, em uma conversa recente com sua esposa, o rei obteve um breve conhecimento sobre a mudança de atitude de Emma, para com ela, o que significava uma grande coisa, vindo de sua filha. Então sim, era difícil para ele aplicar o castigo, também.

- Apenas vinte? Majestade… – Lilith reclamou, descontente.

- Se sua Majestade falou vinte, então serão vinte, Page. – Gus cortou-a. Lilith olhou incrédula para todos eles, antes de respirar fundo, em frustração e ceder.

- Tudo bem… – Ela voltou-se para Regina, dando um olhar azedo, que foi devolvido com a mesma intensidade. - Marcus! – Lilith chamou seu servo. - Leve-a para fora e dê-lhe vinte chicotadas, para que não esqueça o respeito, da próxima vez! – Page ordenou e o rapaz sacudiu a cabeça, antes de pegar a latina fortemente pelos dois braços e arrastá-la por todo o salão. Emma sentia-se perturbada. Depois de toda a cena, ver Regina ser levada quase que violentamente para fora do salão, lhe cortou o coração. No entanto, o que ela deveria fazer? Se até o rei não pôde deixar de evitar o castigo? Ela olhou para Lilith. A mesma possuía expressão de prazer vil e a jovem Swan se perguntou como  ela conseguia sentir tanta satisfação, em algo do gênero. Tinha conhecimento de sua fama, mas, naquele momento, pôde comprovar que  não era apenas conversa. Seus devaneios foram interrompidos, quando ouviu os gritos de ódio de Regina. Sua voz, carregada de maus sentimentos, arrepiou Emma.

- Você se arrependerá Lilith Page! Por tudo!!! Eu farei você e Hades pagarem pelo que me fizeram, está me ouvindo?! Um dia eu terei dinheiro suficiente para adquirir minha liberdade e nesse dia, eu vou atrás de vocês e os farei se arrepender, miseráveis!!! – Regina jurou, irada, se contorcendo e fazendo Marcus ter algum trabalho para forçá-la presa. - Vocês tiraram tudo de mim, tudo!!! Traidores, assassinos!!! – As lágrimas de fúria escorriam livremente pelo rosto da latina. - Um dia, Page, UM DIA!!! – Foi a última coisa que Regina gritou, antes de sumir pela porta de trás. Todos olharam para a última cena, estupefatos.

- Insolente. – Lilith murmurou, antes de voltar a se sentar. Um silêncio ensurdecedor reinou na mesa de jantar, obrigando David a tentar desfazer o clima pesado.

- É melhor voltarmos a comer. – Ele sugeriu, mas as coisas ainda continuaram tensas. Emma havia perdido a fome. Ela não conseguiria comer, sabendo que, naquele exato momento, Regina estaria sofrendo o castigo que Lilith propôs.

Lilith Page.

Como havia deixado esse detalhe passar? Ela sabia que Lord Hades havia tomado um reino para si, mas não se preocupou em descobrir mais detalhes e Regina nunca mencionara o nome de quem desgraçara-lhe a vida. Emma  sentiu raiva da mulher a sua frente, pois, de tudo o que ela imaginaria sobre Lilith, aproveitar-se da fraqueza dos outros, fora, de longe, o mais baixo que poderia esperar. Ela e Hades assassinaram a família de Regina.

Mills.

Como poderia julgar sua serva, se ela própria teria reagido da mesma forma? Precisava fazer alguma coisa, porque a única injustiçada, havia sido Regina.

A loira recebeu o aperto de Gus e olhou para ele, disfarçadamente. Parecia que o príncipe sabia o que ela estava pensando, quando ele acenou com a cabeça. Sim! Ela não permitiria que mais injustiças fossem feitas, não para sua Regina.

- Vossa Majestade... Papai... Você pode me dar licença por alguns minutos, preciso fazer uma coisa. –  Emma pediu, calmamente e todos olharam para ela.

- Com certeza, filha. Você pode ir. –  David permitiu, dando-lhe um olhar sábio. Ele não era tonto. Tinha uma leve ideia do que sua filha iria fazer, mas não moveu um músculo para impedi-la. Afinal, o que o rei não via, o rei não sabia.

- Emma filha, não vai terminar seu jantar? – Mary indagou, recebendo um aperto do rei, como que pedindo para deixá-la.

- Eu já volto, mamãe. Eu esqueci uma coisa. – Emma mentiu e se levantou, saindo pela porta que ia em direção a cozinha. Lilith estranhou a atitude da loira, mas não comentou nada. Todos acompanharam a com os olhos, antes de David voltar a falar.

- Voltemos a comer. –  Ele instruiu, e assim o fizeram. Gus queria dissipar a tensão, por isso resolveu iniciar uma conversa paralela.

- Então Ruby, o que você tem feito ultimamente?...


Notas Finais


Lily é muito ridícula nee???


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