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História Inesquecível - Capítulo 1


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Notas do Autor


Pois é eu amo esse personagem com toda a minha alma e não posso aceitar que ele tenha passado pelo que passou sem ter vivido a vida ou experimentado certos prazeres

Espero que gostem e perdoa os erros eu não revisei

Capítulo 1 - Único


— É meu caro, dizem que a desgraçada tem a mão mais leve que pena. — Ace pôde ouvir um dos bêbados comentar na mesa ao lado.

Já havia um tempo que estavam naquela mesma conversa, e não era a primeira vez que o jovem ouvia o mesmo assunto naquele pequeno povoado.

Desde que havia parado naquela ilha, um boato forte de que uma gatuna havia infiltrado-se ali, roubando deliberadamente, sem que conseguisse ser pega. E o mais interessante era constatar que as vítimas eram sempre homens, na maioria das vezes influenciados pelo suposto charme da mulher.

O moreno tocou no chapéu laranja antes de sorrir e sorver um pouco de sua bebida. Já estava acostumado com mulheres daquele tipo, até porque havia se tornado um pirata e de tudo um pouco já havia visto. Inclusive, lembrara da companheira de seu irmão, na qual havia também a fama de ladra. Esse tipo ou era muito perigoso manter por perto, ou de fato, muito inteligente tê-la como aliada. Principalmente tratando-se de um bando de piratas.

Mas, aquilo não era da sua conta. De fato era engraçado notar como os homens poderiam se deixar levar por tão pouco. Principalmente os fracos que se vangloriam de sua virilidade, mas que no fundo não pode ver um par de peitos que perde completamente a cabeça.

Após sentir que não conseguia mais beber, o jovem seguiu para o hotel no qual havia se hospedado. Desde que se despediu de seu pai, barba branca, havia trilhado um caminho solitário, em busca do traidor. Parando de ilha em ilha, dormindo em hotéis, pousadas e até mesmo em florestas. Tudo para achar o homem que quebrou a única regra de seu pai. Aquele no qual ele preferia não lembrar com tanta frequência antes que pudesse entrar em combustão.

Era melhor tentar relaxar naquela noite. Algo dentro de si dizia que estava mais perto do que nunca de ficar cara a cara com o infeliz. E pra isso ele teria de estar preparado para acabar com a raça do outro. Ou não se perdoaria nunca. Nem sequer teria coragem para retornar pros barba branca.

Respirou profundamente antes de jogar sua mochila para qualquer local daquele quarto. O mesmo era agradável. Haviam poucos móveis, e por estar muito escuro, não conseguiu avaliar melhores detalhes. Contudo, a cama king size era bastante confortável, assim como os lençóis de seda em tons escuros. Aparentavam ser de casas noturnas, mas, ele sequer se incomodou com aquilo. Estava sentindo-se pesado pelo excesso de álcool, apesar de ainda não sentir que sua consciência estava ausente.

Repentinamente consegue ouvir um barulho, profundamente sutil, quase inaudível vindo do chão. Aparentemente era da sua mochila. Mais precisamente, o barulho inconfundível de moedas chocando-se.

— Se eu fosse você não mexeria nesse dinheiro. — Disse sem ao menos se dar o trabalho de erguer a cabeça para ver quem era.

Afinal de contas. Ele não precisava se levantar para saber que era a tal gatuna.

Ainda de olhos fechados, Ace abriu um sorriso após notar que ela havia mesmo afastando-se.

— Como sabia? — A voz feminina parecia bem próxima. O que lhe deu a impressão de que estava prestes a sentar-se na cama, ao seu lado.

Talvez tentaria usar a sua arma de praxe. O charme feminino. Mas, mesmo o moreno não sabendo mais o que era estar nos braços de uma mulher há bastante tempo, não era do tipo que caia naquele velho truque.

— Você estava naquele bar também. — Ele riu — Idiota. Me seguiu até aqui. Acha mesmo que não notei?

— Uh. Bravo. — Uma risada debochada ecoou no recinto. — Você não brinca mesmo em serviço como dizem.

Dessa vez, ele decidiu abrir os olhos. E mesmo com tão pouca luz no ambiente, pôde vislumbrar uma jovem de cabelos azuis, e uma tatuagem da mesma cor em seu braço.

Aquela tatuagem. Ele já havia visto em algum lugar. Mas... Onde?

— O que foi, vai me punir agora?

Ele não tinha certeza, mas notou uma certa onda de malícia naquela pergunta. Mas também achou ter sido mais uma de suas táticas para envolve-lo em uma armadilha.

— Essa tatuagem. Onde conseguiu?

De repente, ele a viu ficar sem palavras. Seu semblante de ouro deboche havia dado lugar para uma expressão melancólica. Talvez um pouco sombria. Nem parecia com a tal ladra aterrorizante que todos comentavam naquela ilha.

Ace levantou-se. Deixando-a um pouco em alerta. Mas, não importou-se nem um pouco com aquilo. De fato já estava tão anestesiado pelo álcool que se estivesse sendo invasivo não saberia que estava sendo.

A jovem estremeceu por um momento quando Ace, sem nenhum aviso prévio, tocou-lhe a pele. Bem encima do desenho azulado, explorando sem receio de constranger a mulher, a tatuagem. Estava mais preocupado em recordar-se daqueles traços.

— Você a conheceu. Esteve com seu bando em Alabasta.

Os olhos dele piscaram repentinamente. Havia desconfiado, mas não sabia quer era exatamente o que sua intuição acusava ser. Definitivamente, a navegadora dos chapéus de palha tinha alguma relação com a ladra daquela ilha.

— Eu não ia roubar você, se é o que está pensando. — Fitou os olhos expressivos de Ace, em seguida abrindo um sorriso pequeno. Cheio de melancolia.

— Quer que eu acredite que, depois de ter roubado metade dessa ilha, não queria me roubar? Mesmo minha mochila estando cheia de dinheiro? — Ele arqueou uma das sobrancelhas, em seguida abriu um imenso sorriso. Tão parecido com o de seu irmão. Luffy.

— Pode conferir se falta pelo menos uma moeda lá. — O encarou com firmeza. — Apenas deixei um bilhete.

— Um bilhete?

— Eu sei que em breve vocês vão se encontrar. E como ela já traçou o seu destino, longe da nossa ilha, queria dar uma última notícia.

Ace franziu o cenho. Mas, estranhamente não estava incomodado com toda aquela conversa. Na realidade gostava de como aquela jovem parecia sincera em tudo o que dizia. Se estivesse mentindo, não saberia mais em que acreditar. Ele não iria conferir, no fundo algo lhe dizia que estava falando a verdade.

Sem dúvidas, se ele estivesse em outra situação. Se as curvas dos caminhos de sua vida não fossem tão incertas. E se não tivesse praticamente dado as costas para a sua família em busca de vingança, ele a convidaria para fazer parte dela. Aquele tipo de olhar um tanto presunçoso e ao mesmo tempo sincero, entregava que tipo de mulher ela era. Não escondia ser mesmo o que era.

— E que notícia seria essa? — Ele perguntou curioso.

Não sabia o motivo da curiosidade, mas algo naquele olhar azul escuro despertava conflito interno em Ace. E não sabia explicar exatamente o que isso significava.

— Vou me casar.

Ele esperava tudo. Absolutamente tudo, menos aquilo. E, de fato, não compreendeu bem o motivo de ter desmanchando seu sorriso no mesmo momento. Uma fisgada estranha assolou a boca de seu estômago. Como aquilo era possível? Só haviam conversado por míseros segundos, e em tão pouco tempo sentiu um misto de emoções apenas estando ali, perto daquela misteriosa mulher.

— Eu esperava tudo, menos isso. — O moreno sorriu abertamente, atraindo sem querer o olhar dela para si.

— O que? Uma mulher como eu não pode se casar?

— Mulheres como você não costumam se casar. — Aproximou-se dela. Que estava sentada na ponta da cama.

A pouca iluminação da lua, invadindo o quarto, lhe dava um pouco de visão dos olhos escuros dela. Ace mal sabia o nome daquela infeliz que havia entrado em seu quarto sem mais nem menos. Ele queria manda-la embora e pegar a maldita carta e dizer que não estava com paciência para conversas aleatórias. Mas, estaria indo contra sua própria vontade.

Acontece que ele não queria, de maneira estranha, que ela fosse embora.

— Então, você costuma levar essa vida de ladra a quanto tempo?

A mulher riu. Os olhos espremidos e adoravelmente fechados. Atraindo automaticamente o olhar de Ace, que se viu paralisado com o ato adorável. Sim, não podia mentir que era mesmo adorável vê-la sorrir daquela forma.

— Não fiz isso aqui nessa ilha por coincidência. Os homens daqui no qual eu roubei, causaram problemas na minha ilha, o que não me deixou escolhas. Sabe como é.

— E como soube que eu estava aqui? E que havia me encontrado com Luffy e seus companheiros?

— Fácil. Eu costumo ler jornal. — Respondeu de prontidão, o sorriso meigo cobrindo novamente os lábios femininos.

Ace não sabia o que estava acontecendo ali. Ele sequer imaginou, que em toda a sua jornada solitária, e em meio a tantas noites vazias, se encontraria bem ali. Conversando com uma completa estranha, e sentindo uma atração estranha pela mesma.

Sim. Não era mais nem uma criança. Não era aquele Ace de dez anos zangado com seus irmãos zombeteiros por corar perto de garotas. Agora, ele era um homem feito. E já havia provado um dos mais perigosos frutos proibidos. O sabor feminino.

— E então, vai entregar minha carta, caso a encontre?

Ele estava muito alheio. Não sabia dizer se era por aquele olhar marcante, expressivo em todos os detalhes, ou pelo cheiro agradável se lavanda que emanava do corpo dela. Sim, ela estava mesmo cheirando como uma jovem mulher. Feminina em mínimos detalhes, delicada apesar de intensamente traquina.

Já fazia um tempo que ele não se dava ao luxo de notar particularidades tão precisas assim de uma mulher. No geral, apenas observava o que não dava para deixar passar, por puro instinto, mas sempre bloqueando um possível interesse, não deixando que seguisse por um caminho mais profundo. Perigoso. Tinha um foco, e não podia fugir dele com distrações.

Mas, naquela noite, não sabia o motivo de seu quarto ter sido invadido justamente por aquela jovem. Mas, já que o destino havia a colocado ali, não contrataria dessa vez.

— Eu entragarei. Aliás, qual mesmo o seu nome?

— Nojiko. — Disse colocando uma mecha do cabelo azul para trás da orelha. Estava genuinamente agradecida. Ele mal sabia quando se encontraria outra vez com seu irmão, mas, agora tinha um motivo para encontrá-lo novamente.

Ace assistiu Nojiko umedecer os lábios antes de um sorriso com um certo fascínio. Logo ele abriu um sorriso involuntariamente.

Estava sendo levado pelo momento. Sentia suas mãos formigando, com certo desejo de tocar a pele feminina dela. Saber como era ter o peso de seu corpo sobre o dela. Ouvir os seus suspiros, em meio a súplicas recheadas de luxúrias.

— Nami é sua irmã?

— Sim. — Ela sorriu com nostalgia.

Fez um breve resumo da infância e da adolescência difícil que tiveram juntas. Ace não podia estar mais impressionado com tudo, e principalmente com essa jovem. Tudo o que falava sobre a irmã, a forma como se cuidavam, o lembrava muito sua infância com Luffy. Até mesmo o sentimento de proteção que tinha com a Nami era a mesma coisa com ele e o chapéu de palha.

A ligação que ambos estavam tendo em uma simples conversa, parecia mostrar que tudo fazia sentido ali. E que se não houvesse um destino cruel o esperando, as coisas poderiam ser diferentes. E ele sem dúvidas sabia o quanto aquilo poderia ser real.

Ah... O que havia de tão intenso nela também tinha de proibido. Não era uma qualquer. Estava comprometida, e em breve não se veriam. Ou até não se veriam nunca mais. Ace definitivamente não conseguia mais caber dentro de si de desejo.

— O que eu ganho em troca?

Ela foi pega de surpresa com a pergunta. E, principalmente, com a aproximação repentina do rapaz. Já estavam tão próximos que podiam sentir ambas as respirações confundindo-se.

Os olhos escuros dele já transbordavam desejo. Apenas por fixarem-se na boca alheia.

— O que tem em mente? — Nojiko sussurrou. O tom levemente convidativo o fez notar que ela também queria.

Ace arqueou uma de suas sobrancelhas antes de puxa-la pela cintura com agilidade. Arrancando assim um suspiro surpreso da jovem. Suas mãos masculinas exploraram as curvas por cima do tecido. Enquanto ambos os olhares não se desgrudavam.

— Eu poderia passar a noite te dizendo o que tenho em mente. — Murmurou de modo atraente, sentindo os pelos da mulher eriçando-se junto a sua pele. — Mas, eu prefiro fazer.

Naquele instante, Ace teve a maravilhosa sensação dela enfraquecida em seus braços apenas com o que havia acabado de dizer. Então, logo estava certo de que ambos nutriam a mesma vontade naquele momento. E, mesmo sendo irracional aquele instante, não se importariam ou colocariam rótulos em si mesmos. Apenas deixariam-se levar por uma noite.

Uma única e inesquecível noite.

— Me beija. — Ela pediu, com os olhos entreabertos. Transbordados de desejo.

Ele abraçou o corpo feminino com mais força. Em seguida, seus lábios tomaram os dela com certa lentidão, iniciando um beijo calmo. Nele havia curiosidade, paciência, muito carinho, assim como os toques do rapaz em cada mínima extensão do corpo dela.

Mãos acariciando a curva da cintura, dedos indicadores arrastando, sem o mínimo esforço, a pele da nuca dela. Distribuindo arrepios deliciosos por onde passavam.

Nojiko sorriu sem perceber quando procuraram um pouco de fôlego. Abraçou ainda mais o rapaz pelo pescoço, em seguida deitando-o completamente na cama, de modo lento e muito sensual. Ace havia gostado muito daquela visão. Um sorriso travesso, típico de uma ladra, estava estampado nos lábios dela.

Ace suspirou profundamente quando os dedos finos dela tocaram-lhe o dorso nu. Acariciando cada extensão de sua pele, de seu peito, abdômen, seguindo um caminho torturante de beijos até o umbigo. Ele, por si só, já estava insanamente ansioso, e por ser uma noite única, não queria ser o contemplado.

Tocou as mãos ligeiras da gatuna. As famosas mãos leves como penas, na qual todos haviam comentado na ilha. E de fato elas faziam maravilhas, Ace poderia passar uma vida inteira refém daquele toque que não reclamaria. Mas, naquele instante queria ter o prazer de estar no comando. Por isso, a censurou de imediato, invertendo urgentemente suas posições.

— Mas...

— Shhh... — A viu respirar pesadamente com o olhar que lançou em sua direção. — Considere um presente de casamento.

Ace tomou novamente os lábios dela. Agora, pousando as mãos por baixo da blusa, recebendo como resposta alguns gemidos dengosos entre o beijo. Havia gostado muito daquilo, e mal podia esperar para tê-la gemendo o seu nome, com o corpo suado de prazer, com cada proporção de seu corpo emanando calor para o seu. Estava sedento por isso, sentia-se febril por uma mulher que sequer conhecia direito. E aquilo de alguma forma o assustava.

O moreno afastou-se um pouco para explorar melhor a curva do pescoço dela. Ganhando mais suspiros pesados dela e carícias desajeitadas nos fios de cabelo de sua nuca. Aos poucos ela foi livrando-o de sua bermuda e chapéu com admirável agilidade. Não era para menos levando em conta que costumava ser discretissima em seus roubos.

— Esse cheiro... — Ace sussurrou perto do lóbulo da orelha feminina, sentindo-a estremecer mais uma vez com apenas um sussurro seu — Me deixa louco.

Nojiko cobriu as costas do rapaz com carícias ousadas, retribuindo o prazer e arrepios que o mesmo proporcionava a ela com apenas alguns beijos em sua pele sensível. Havia levantado uma de suas pernas sem que se desse conta disso, roçando lentamente em uma das pernas de Ace.

— Você... — Tentou dizer entre suspiros profundos — Sabe mesmo como tocar uma mulher.

O moreno não conseguiu conter um sorriso malicioso ao ouvir aquilo. Na verdade, estava apenas sendo levado pelo desejo misterioso que sentia por aquela mulher. Pelo seu cheiro feminino, pela sua pele macia, e pelas suas curvas lindas. Sim. Estava apenas deixando seu desejo por ela tomar o controle naquela situação.

Após conseguir livrar-se da camiseta amarela, Nojiko o ajudou com a calça jeans. Estava mais ansiosa do que parecia, e nem sabia como ambos estavam tão lentos em seus movimentos se carregavam consigo um desejo quase palpável ali. Quase ensurdecedor. Reverberando em cada suspiro, em cada gemido, em cada som molhado dos beijos.

Se aquilo poderia ser considerado paixão, sim, eles não se importariam em rotular como apenas isso. Na verdade, não interessava muito. Aquela noite era a primeira e a última. O que poderia ser, ou o que realmente era não fazia a menor diferença. Não quando Nojiko sentia-se absurdamente amada em todos os toques. Em todas as carícias. E em todos os beijos molhados.

— Você é tão linda... — Ele mordeu os lábios antes de tomar um dos seios nus em uma das mãos.

Nojiko arqueou-se por completo com o toque repentino. De fato não estava pronta para um algo tão íntimo e ousado. As mãos másculas de Ace eram ásperas, mesmo assim pareciam perfeitas segurando seus seios sensíveis à sua pele.

Ele pôde sentir o peso de ambos com precisão, logo em seguida fazendo-a se contorcer por baixo de seu corpo ao acariciar com lentidão os mamilos enrijecidos. Não conseguia deixar de pensar no quanto aquela mulher era linda. O rosto corado de prazer, os olhos escuros mergulhados em profundo transe. Era incontestavelmente linda.

Nojiko alcançou o rosto dele, trazendo-o para mais um beijo. Acew permaneceu com uma das mãos no mamilo sensivel, massageando levemente e ao mesmo tempo circulando-o com o polegar. Ela, no entanto, gemia manhosa durante o beijo, infiltrando em Ace uma certa vontade de ouvi-la mais alto. Queria que gritasse, que seu gemido reverberasse ali dentro. Na intenção de que, mesmo que não se encontrassem nunca mais, o som maravilhoso do seu grito de prazer ficasse para sempre em sua mente. E que a satisfação de ter sido o autor daquela voz carregada de luxúria, o acompanhasse por onde quer que fosse.

Desceu então uma de suas mãos. Procurando por ela. Explorando as regiões mais sensíveis, arrastando com muita lentidão os dedos pela virilha, em seguida pela parte interna da coxa, arrancando mais uma vez muitos suspiros entre o beijo que de repente se tornou urgente. Abrasador. E intenso.

Quando Ace finalmente havia encontrado sua intimidade, a sentiu arqueando-se sem aviso prévio. Os quadris pedindo por mais.

— Tão molhada... — Interrompeu o beijo com a voz carregada de sensualidade — Tão quente.

Nojiko estava toda arrepiada. Cada mínima extensão do seu corpo reagia à voz estupidamente sedutora de Ace. E principalmente ao que suas carícias realizavam em seu corpo.

E ele conseguiu arrancar um grito de prazer no instante em que deslizou um dedo para dentro dela. Quase enlouquecendo por dentro, ao constatar que ela era mesmo incrível. Tão úmida e apertada. Queria senti-la em sua boca, saborear o seu gosto e deliciar-se com seu cheiro. E, por ser uma oportunidade única, ele não a descartaria.

Nojiko estava fora de si. Mal havia notado que a respiração quente de Acee fazia-se presente entre suas pernas. E que, sua língua quente agora beijava sua intimidade com certa fome.

Os gemidos agora eram incontroláveis. Ace lambia, a penetrava, beijava o quanto podia. Enfraquecendo as pernas da jovem, deixando-a completamente descontrolada em cima da cama, arqueando-se e fechando-se responsiva a ele. Os bravos fortes do rapaz seguraram, maldosamente, as pernas femininas. Impedindo-a de dificultar o seu acesso.

— A-ace... — Disse com uma voz lenta e arrastada. — A-agora...

O jovem rapaz levantou o olhar. Vislumbrado pela visão que tinha. Paralisado pela imagem extremamente erótica que tinha ali, fazendo seu coração acelerar intensamente. Com toda certeza, ele levaria aquele momento para sempre consigo.

O rosto dela contorcia-se de tanto prazer, os seios rosados e marcados pelos seus toques ainda sensíveis e responsivos. A pele nua, apenas clareada pela luz que vinha da lua, pela janela. Era sem dúvida, a figura mais marcante e incrível que já havia visto em toda sua vida. E a guardaria para sempre consigo.

Havia entendido o que ela queria dizer com aquilo, e afastou-se por completo. Logo em seguida, retornando a beijar aquela boca tão saborosa. Levando para ela o seu sabor, tornando aquele ato ainda mais íntimo e profundamente erótico.

Ace abriu as pernas dela lentamente, sem que ambos quebrassem o contato visual. Nojiko suspirou ansiosa ao senti-lo tocar-lhe a entrada de sua intimidade de maneirs preguiçosa. Brincando com seus hormônios, alertando que era do tipo que a fazia perder a cabeça com tão pouco.

Ela, soltou um gemido rouco quando o sentiu por completo, acostumando-se aos poucos com o seu tamanho. Desejando, com apenas um olhar suplicante, que se movesse logo ou se não poderia morrer ali mesmo.

Os movimentos se tornaram urgentes pouco a pouco, Ace sentia-se completo com tudo ali. O cheiro dela o inebriava, suas mãos delicadas arranhando suas costas e o seu interior tão acolhedor e inexplicavelmente apertado.

— A-Ace... Oh... — Ela repetia o nome dele em meio às investidas, hora abraçando-o, hora arranhando-o com força.

Ele era incrivelmente viril, másculo e forte. Seu suor cobria o corpo miúdo de Nojiko de modo caloroso, o que tornava tudo ainda mais delicioso. A sensação abrasadora de seu abraço nunca seria esquecida pela mesma, nem mesmo depois que tivesse casada.

— Mais... Por favor — Sua voz era fraca, deixando-o ainda mais louco de prazer.

Não foi preciso pedir outra vez. Ace intensificou suas estocadas, pretendo com fervor as pernas femininas ao redor de sua cintura. Invadindo-a completamente, não só a sua essência mas também a sua alma.

Era coisa de louco, ele não conseguia dar nome para aquilo, definitivamente a transa mais intensa de toda a sua vida. Onde ele foi capaz de colocar não só o seu corpo, mas também tudo o que tinha dentro de sua para oferecer. Era tudo tão intenso, febril, louco.

Talvez fosse o fato de que não se veriam nunca mais. E que, sem dúvidas, parte dele sabia que em outras circunstâncias, ele seria dela. Sem contestar. Sem questionar. Ele viveria por ela, mesmo com a vida bandida que levava.

Teve uma forte emoção ao senti-la envolvendo-o com fervor. Contorcendo-se por dentro, avisando-o que havia chegado lá. Não demorando muito para que ele sentisse a maior satisfação de todas. Sem importar-se em derremar-se nela. O abraço forte, cheio de calor, suor e intensidade não seria quebrado por nada. Era ali que eles ficariam até o raiar do dia.

— Ace... Eu...

Ela estava ofegante. Todo o seu rosto bonito pingava de suor. Assim como as bochechas permaneciam vermelhas. Ela era linda.

— Eu sei. — Ele depositou um beijo molhado, cheio de significado na testa dela. — Apenas guarde esse presente em sua mente. — Deixou um beijo mais demorado nos lábios dela. — Em seu corpo.

Nojiko havia entendido o que ele quis dizer. E nunca em sua vida imaginaria que estaria tão entregue a alguém, na qual nunca viu antes. Nunca pensou sentir tudo o que havia sentido, por alguém que nunca mais veria.

— Nem se me pedisse pra te esquecer, eu seria capaz disso. — As mãos dela acariciaram o rosto do rapaz, que fechou os olhos para sentir melhor o toque.

O jovem não quis saber se no dia seguinte teria que lidar com a realidade. Não quis entender que, quando o sol surgisse, aquela ladra não seria sua, e sim de outro homem para o resto da vida. Só precisava fazê-la sua pelo resto daquela noite. Várias e várias vezes, de modo insaciável. De modo interminável.

Firmando em seu peito que, se morresse no dia seguinte, teria passado pela melhor experiência de sua vida. Tendo consigo, em sua pele, em seu coração e em sua mente marcas de uma mulher inesquecível.


Notas Finais


Perdoa os erros eu não revisei bjs


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