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História Inesquecível Amor - Romance Lésbico - Capítulo 8


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Capítulo 8 - Capítulo 7


*****Lívia*****

Rebeca já está na cidade depois de sua excursão da faculdade e me chamou para tomar um sorvete depois do serviço, depois do susto de ontem com Roberta, ela que está cuidando da mesma. Saí da clínica e entrei no meu carro indo para a sorveteria encontrar minha amiga.

- Oi! (Falei animada ao chegar e encontrar Rebeca sentada na mesinha da sorveteria me esperando).

- Oi amiga! (Ela falou me abraçando).

- Como foi excursão da faculdade? (Perguntei e sentamos na mesa).

- Ah foi muito legal, Goiás é lindo e aprendi muita coisa. Era para eu voltar só amanhã junto com o restante do povo mas acabou que eu tive que vir antes, porque a minha irmã resolveu se encher da cachaça e fazer greve de fome. (Ela revirou os olhos contando e nós gargalhamos).

- Mas ela tá melhor? (Perguntei e nossos sorvetes chegaram, ela já havia pedido o meu pois conhece meus sabores preferidos).

- Tá sim, aquela ali é dura na queda. (Comentou enquanto comíamos e nós gargalhamos). - Ela me contou o que aconteceu. (Rebeca falou baixinho por saber que o assunto era delicado).

E eu resfirei fundo.

- Não era para ela ter visto aquilo, doeu tanto nela quanto em mim. (Falei triste e sem ânimo).

- Não tinha como você prever isso Liv, mas você sabe quem tem que decidir isso. Vai ser melhor para todos. (Ela sorriu compreensiva acariciando minha mão).

Eu senti uma lágrima descer de meus rosto e eu não me dava conta do quanto aquilo também estava me machucando também.

- É tão difícil sabe, tipo ela foi embora e eu fiquei com medo dela nunca mais voltar, tentei recomeçar minha vida mesmo sentindo a dor que ela me deixou e agora ela volta depois de quatro anos e quer que tudo volte ao normal? Eu amo ela mas não sei como reagir a essa situação. Não sei se devo confiar em Roberta, ela me magoou muito e é uma pessoa meio imprevisível. (Eu desabafei com minha amiga).

- Eu sei Liv e você sabe que não gosto de me meter em relacionamentos de outras pessoas mas você sabe muito bem que Roberta mudou, ela está mais madura e dedicada a não te perder de novo. Pare de ser orgulhosa amiga e faça o que seu coração está dizendo. (Rebeca disse).

- Mas a questão não é só orgulho Becka, eu tenho medo de Guilherme, ele é metido com gente barra pesada e já me disse que não aceitaria ser trocado, ainda mais agora eu estamos prestes a nos casar. (Expliquei).

- Nunca gostei desse cara, e sério que é com ele que você quer se casar? Francamente. (Ela bufou irritada).

- Eu não sei amiga, na verdade, eu não sei de nada. Está tudo muito confuso. (Falei meio desesperada passando as mãos no rosto).

- Porque você não vai lá em casa hoje? Vai ser bom para as duas que se vejam hoje. (Ela falou enquanto comia seu sorvete).

- Será? (Perguntei meio sem graça).

- Vocês já tranzaram que eu sei, nada melhor que reviver os bons tempos novamente. (Ela falou maliciosa e eu lhe joguei o guardanapo).

- Becka! (Lhe repreendi e ela riu).

[...]


*****Roberta*****

Aproveitei que tinha um tempo livre e resolvi revisar uns documentos que papai pediu, ele quer que eu multiplique novamente uma parte do dinheiro da empresa mas dessa vez não será preciso eu viajar, isso é bom pois tenho algo para me ocupar ao invés de ficar pensando na minha vida pessoal que está uma merda. Quase morro ontem e Lívia quem me levou ao hospital, não sei se isso é bom pois eu vou continuar sofrendo enquanto essa situação não acabar, e se ela não acabar como eu espero eu vou sofrer ainda mais.

Eu estava concentrada olhando os documentos sentada na cadeira em frente a minha mesa de trabalho no quarto quando ouço batidas na porta.

- Entra! (Gritei mas sem me virar para dar atenção a quem entrando).

- Tá ocupada? (Ouço a voz dela e imediatamente largo os papéis me virando na cadeira giratória para lhe ver).

Era ela linda como sempre, Lívia estava vestida em um vestido floral de alcinhas e comprido até dois palmos acima do joelho, usava uma bota cano curto marrom e o cabelo estava solto em ondas.

- Não, quer dizer, só analisando uns papéis para papai. (Falei meio atrapalhada por estar surpresa).

- Nem doente você para né? (Ela sorriu deixando a bolsa em cima do meu criado mudo perto da cama e andou até mim).

- Eu já tô bem melhor, Becka está me entupindo de comida como um peru para a ceia de Natal. (Comentei e ela riu já diante de mim).

Mas a verdade era que eu estava intrigada pela sua visita, achei que depois da nossa discussão ela ficaria um tempo sem me ver.

- Ela tá certa. (Comentou e para minha surpresa ela se sentou em meu colo). - Deixa eu ver o que você está fazendo. (Começou a mexer nos papéis na minha mesa).

- Nada demais, papai me pediu para multiplicar uma parte do dinheiro da empresa mas dessa vez não será preciso eu viajar. (Expliquei).

- "Roberta Oslyne, a Multiplicadora de Dinheiro", está muito famosa por causa desse título sabia. (Ela brincou deixou os papéis de lado e sorrimos).

- É só exagerado das pessoas. (Falei meio sem graça). - Desculpa perguntar, mas o que você está fazendo? Tô confusa. (Falei sorrindo confusa).

- Acho que a gente podia esquecer um pouco do mundo lá fora pelo menos por hoje, agora eu que te peço Roberta "Só essa noite, por favor". (Ela falou segurando meu rosto ainda sentando em meu colo).

- Por você eu te dou até minha vida se você pedir. (Falei sorrindo e lhe beijei).

Ela se ajeitou em meu colo ficando com uma perna a cada lado da minha cintura e eu lhe segurei forte enquanto o beijo ia ficando mais intenso, desci minhas mãos para sua bunda apertando-a fazendo com que Lívia rebolasse em meu colo e ela sabe que aquilo me enlouquece, na verdade, tudo nessa garota me deixa louca. Ela tirou as mãos do meu rosto e foi para as alças do seu vestido as puxando descendo seu vestido até a cintura e parou o beijo.

Olhei para os seios em meio ao sutiã de Lívia e nossa como eu tava com saudades desses seios, ela jogou o cabelo para o lado e eu subi minhas mãos para desabotuar os feches do sutiã nas costas e lhe puxei jogando em qualquer parte do quarto, Lívia me olhou cheia de luxúria nos olhos como se implorasse pela minha boca e assim eu fiz. Abocanhei o seio direito de Lívia apertando forte a bunda da mesma e ela jogou a cabeça para trás gemendo baixinho. Eu amo esse som, eu amo esses seios, eu amo ela. Vamos nos amar hoje como se não houvesse amanhã, merecemos isso, merecemos esquecer o mundo lá fora e existir só o nosso amor.

Continua...



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