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História Inevitável - Binuel - Capítulo 1


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Notas do Autor


respondendo a pedidos, aqui estou eu com uma fic que bem que queríamos que fosse realidade KKKKKK

tomara que gostem, boa leitura🌸

Capítulo 1 - Capítulo Único


Faltava uns 15 minutos para dar duas horas da madrugada. Bia no fim das contas resolveu ficar no quarto vago. Daisy havia lhe recebido muito bem, mas ela precisava ficar um pouco sozinha. 

Bom, péssima decisão: Se tivesse ficado com Daisy talvez conseguisse se distrair. Não aguentava mais rolar na cama e não conseguir ficar em paz. 

Os desenhos voltavam: os monstros aparecendo, lhe sufocando, o coração batendo depressa... Seu estômago parecia se embrulhar a cada momento que ela se lembrava de que não estava em casa, de que sua relação com os pais não estava na melhor fase... E ao menos seu psicológico. 

Entretanto, Bia sabia. Sabia que seu mundo poderia ser o mais tumultuoso do planeta naquele momento, mas que era só ela ver uma foto, que era só ouvir a voz dele que tudo se acalmava, que as flores voltavam a aparecer e os rabiscos negros desapareciam. 

Respirando fundo, alcançou até o criado-mudo e desbloqueou o celular plugado ao carregador. Não sabia se ele estaria acordado àquela hora, mas Bia precisava vê-lo. 

Oi... Está acordado?

Digitou tímida e enviou. Manuel não estava on-line, mas ainda havia um fio de esperança. 

O fio de esperança durou dois minutos, quando ela colocou de volta o celular no criado-mudo, chegando a conclusão de que ele realmente estava dormindo. 

Até o celular apitar. 

“Oi, estou sim”

“Tá tudo bem? Já está tarde”

Bia respirou mais tranquila. 

Posso te ver?” 

A mensagem foi entregue e Bia começou a se arrepender. Não podia invadir a privacidade dele, oras! Ainda mais beirando às duas da manhã. 

Pode, claro

Ok, talvez não fosse uma ideia tão ruim. 

Sentou-se na cama antes de se levantar, apenas para inspirar e expirar, na tentativa de se acalmar. 

Vestiu o longo robe de seda que Ana havia lhe emprestado e saiu do quarto apertando o fino tecido contra si. Cruzou o corredor do andar de cima com o coração apertado, ainda com medo. 

Na porta do quarto de Manuel, Bia ajeitou o cabelo preso num coque na altura da nuca e colocou os fios que saíam atrás das orelhas. Suspirou e bateu na porta, não demorando para ele aparecer. 

— Oi. - Cumprimentou ajeitando a camisa na altura do abdome, abaixando-a como se tivesse acabado de vesti-la. O cabelo de Manuel caía numa franja meio bagunçada e ele não parecia com muito sono, pelo contrário, parecia disposto. 

Bia engoliu a seco. 

— Ei... O que foi? - Ele deixou de segurar a porta ao colocar uma mão no ombro dela, mas Bia lhe deu um susto ao abraçá-lo intensamente, apertando o namorado contra seu corpo. 

Manuel se inclinou o máximo que pôde, deixando um beijo nos cabelos dela. Ainda com Bia em seus braços, o espanhol andou um pouco para trás, trazendo-a para o quarto e conseguindo fechar a porta. 

Ficaram enlaçados por bons minutos, até a brasileira relaxar e se afastar. 

— Me desculpa... - Encarou nos olhos claros do namorado, que segurava seu rosto desenhando os fios soltos do coque. — Eu só precisava te ver, te abraçar... 

— O que aconteceu? - Questionou carinhoso, ainda acariciando o rosto dela.

— Eu... Eu não sei. - Desabafou. — Desculpa, eu não quero falar muito sobre isso. Eu também não tenho ideia de como te explicar e no fim eu só precisava de um abraço seu. 

Bia virou um pouco o rosto, encontrando a cama dele ao seu lado. Tinha um notebook ligado e vários papéis espalhados nela. 

— Você estava estudando? - Perguntou se sentindo culpada. Manuel já tinha tantas responsabilidades e interromper os estudos dele de madrugada não parecia uma boa ideia. 

— Na verdade estava separando uns materiais para a faculdade. - Ele começou a empilhar as folhas marcadas com marca-textos, sentando-se ao lado do computador em seguida. 

— Não queria atrapalhar. - Ela começou a ajudá-lo, empilhando as polaroides. — Nossa... - Murmurou distraída. Ele realmente era talentoso. 

— Gostou? - Ele ergueu a sobrancelha e sorriu ansioso. 

As fotos eram lindas. As luzes, a natureza, as pessoas... A foto dela no dia em que saíram para ponde dos cadeados também estava lá. Bia mostrou para ele que riu abaixando a cabeça, meio envergonhado por ter uma foto dela em seu material. 

— Quer dizer que está usando fotos minhas para os seus estudos... - Disse encontrando outra, a do primeiro encontro dos dois antes dele quase voltar para a Espanha. 

— Disse que estava perfeita. Perfeita até para eu ganhar pontos extras na faculdade. - Brincou com uma expressão brincalhona, antes dela voltar a atenção para as fotos e ele para o notebook. 

— São lindas, Manuel... Você tem muito talento, eu adorei. - Deixou as polaroides encima das folhas empilhadas na cama, colocando-as na mesa ao lado da porta, que ele parecia usar para estudar. 

— Obrigado, mas você bem que podia facilitar o meu trabalho tirando mais algumas fotos pra mim, o que acha? 

— Acho uma péssima ideia, seus professores não devem gostar de ver uma garota aleatória aparecendo nas suas fotos de trabalho. 

— Mas você não é uma garota aleatória. - Manuel deixou o notebook no criado-mudo. — É minha namorada. 

Bia sorriu sentando-se na cama com ele. 

— O que faz aqui? - Manuel perguntou tomando as mãos dela. 

— Não consigo dormir. - Respondeu com o olhar baixo. 

— Quer se deitar um pouco? Quando você dormir eu te levo pro seu quarto. - Ofereceu já dando espaço para ela na cama. Não era uma enorme cama de casal e nem tão pequena quanto a de solteiro, mas caberia os dois ali caso se espremessem. 

— Não quero atrapalhar, eu realmente acho que só precisava de um abraço e isso você já me deu. - Dizia sorrindo de forma grata. 

— Ah que isso, é só um pouquinho. - Quase fez beicinho. — Você precisa descansar. 

— Você também precisa e estava estudando até essa hora. 

— Eu pego no sono muito rápido. 

— Sei...

— Vamos, Bia, só até você cair no sono. - Ela não resistiu a carinha fofa que ele fez. Os cabelos desajeitados também não ajudavam. 

— Ok, mas só um pouquinho. - Bia se levantou para tirar o robe de Ana, dobrando-o e deixando-o encima da mesa ao lado da porta. 

Andou até a cama ajeitando sua camisa que era folgada e curta. Bia vestia uma calça azul quadriculada bem larga e uma camisa lilás lisa com a barra batendo um pouco acima do cós da calça. 

Deitou se esgueirando por debaixo das cobertas e Manuel resolveu deixar o abajur aceso. Bia repousou a cabeça no peito dele enquanto ele acariciava seus cabelos, enrolando os fios soltos com os dedos. O silêncio era sua maior companhia, mas não era desconfortável, pelo contrário era aconchegante. 

— Ainda não consegue dormir, não é? - Já haviam se passado alguns minutos quando o espanhol sussurrou. 

Bia negou com a cabeça levemente, apertando a camisa branca de Manuel na altura do peitoral. 

— Muita coisa aconteceu... - Ele continuou falando. — Não há outro lugar onde eu queira estar agora, senão aqui. - Confessou. — Mas você tinha que estar em casa, com a sua família. 

— Mas eles...

— Sei que eles erraram. - Interrompeu. — Mas eles te amam demais e só pensam no que seria melhor pra você. - A brasileira permaneceu em silêncio. — Bia, eles agem desse jeito para o seu bem, mesmo que errem, eles tentam acertar pensando em você. - Suspirou. — E eu não acho justo você sair de casa por minha causa. 

— Digo o mesmo. Você também saiu, se lembra? - Disse argumentando. 

— É diferente. Sua relação com seus pais que está em questão. Quando saí de casa, foram por motivos que vão além de nós dois. Eu acho... - Tomou coragem antes de continuar. — Acho que se déssemos um tempo e se você conversasse com eles... Talvez...

Manuel se calou quando Bia o interrompeu com um beijo. Ela tomou o rosto dele e se esticou para unir os lábios, proibindo-lhe de terminar a frase. 

— Nunca mais me diga uma coisa dessas. - Sussurrou contra os lábios de Manuel ainda com os olhos fechados. — Só o fim do mundo pra me fazer separar de você. Seja o que for, resolveremos juntos. - Ele sorriu mordendo o lábio inferior, desenhando o rosto de Bia com o olhar. 

Manuel iniciou um novo beijo, agora com muito mais calor. Sua mão livre tocou na cintura desnuda pela blusa curta de Bia, onde ele a acariciou enquanto sua língua batalhava com a dela. Beijavam-se como nunca antes. Lá estavam as faíscas que saíam todas as vezes que se beijavam, mas dessa vez era diferente era como se nunca tivessem se beijado antes, como se provassem do gosto dos lábios um do outro pela primeira vez. 

Manuel puxou a cintura de Bia, trazendo-a para cima dele, onde ele ergueu o torso, sentando-se com ela em seu colo. As mãos dela acariciando sua nuca e apertando seu ombro, ela tão perto, o cheiro inebriando seus sentidos... De repente o beijo ficou mais agressivo. Bia sentia ele lhe apertando por debaixo da blusa, sentindo as mãos frias e grandes do espanhol tocando sua pele quente. Suas bochechas estavam coradas e seu corpo parecia em chamas a cada enroscada de línguas, a  cada pressão nos lábios. 

Separaram-se ofegantes, ainda com as testas unidas. As respirações se misturavam e o mundo parecia ter parado. Ela tocou nos lábios entreabertos dele, sentindo-o soltar o ar com força. Acariciou aquela região, beijando-o no canto da boca, roçando os lábios nos dele, querendo mais. 

— Bia. - Manuel arfou ainda de olhos fechados, sentindo as investidas dela. 

— Oi... - Respondeu em português, com a voz entrecortada dando selinhos nele. 

— Bia. Para. - Manuel se afastou de vez, negando com a cabeça. Ela ao menos se importou, agora beijando a bochecha, sentindo a barba rala lhe fazendo cócegas. — Para... - Quase implorou. 

Ela parou. 

Os olhos se encontraram. 

— Não posso... - Ele negou com os olhos brilhantes. — A gente precisa parar aqui antes que não tenha mais volta, antes que eu não responda mais pelos meus atos. 

Ela sorriu de canto. 

— Então não fale nada. Não precisa responder por nada. - Voltou a traçar da boca até o maxilar dele com beijos. 

— Isso é sério, Bia. - A voz dele saiu mais rouca, um pouco mais carregada pelo desejo. 

— Eu sei. - A voz de Bia soou doce, antes dela sussurrar com a boca na orelha dele, enquanto segurava-o pela nuca. — Eu te quero, Manuel. - Contou como se fosse um segredo. 

Ele recuou para ver o rosto dela. 

— Tem certeza? - Questionou com os olhos nublados mas também preocupados. 

— Como nunca tive na minha vida! - Respondeu firme, dando-lhe seu consentimento. 

Um novo beijo foi dado e Manuel começara a cumprir com sua palavra, não respondendo mais por seus atos. 

Suas mãos passeavam por dentro da blusa de Bia, sentindo as costas nuas se arrepiando aos seu toque. Bia segurava o rosto dele quando suas unhas hora ou outra arranhavam os cabelos macios na nuca. As mãos do espanhol subiram até as costelas da brasileira, onde reparou que ela não usava sutiã no mesmo momento que Bia enlaçou as pernas ainda mais nele, dando um contato mais ousados para suas intimidades. Gemendo baixinho, ele abraçou a cintura de Bia, invertendo as posições, deitando-a na cama com seu corpo cobrindo o dela. 

Manuel separou seus lábios com beijos castos, fazendo-a gemer em reclamação com a distância. Ele se ergueu um pouco e puxou a camisa que vestia por cima da cabeça, não dando tempo a Bia para apreciar a visão, logo iniciava os beijos no pescoço da namorada. 

— Se eu soubesse que a noite terminaria assim, nem teria vestido a camisa. - Manuel comentou com o hálito quente contra a pele dela. 

— Ora, que atrevido, senhor Gutiérrez! - Cochichou divertida. 

Era impressionante que nem o clima mais sensual poderia tirar a vibe brincalhona dos dois. 

— Olha quem fala... - Manuel segurou nas laterais do corpo de Bia, beijando o pescoço dela com força. — sabemos que sua intenção em vir aqui era apenas pra me seduzir. 

— E no fim eu consegui, não foi? - Respondeu petulante. 

— Primeiro a voz, depois o beijo e depois o corpo. - Manuel ergueu o rosto, colando sua boca na orelha dela, umedecendo os lábios antes de completar: — Quantas armas mais você tem, senhorita Urquiza? - Bia gemeu. A voz grave, carregada, falando em seu ouvido... — Saiba que você e só você será o motivo da minha ruína. - Chupou o lóbulo da orelha. 

— Manuel... - Ela queria mais, precisava de mais. Rebolou contra a cintura dele quando Manuel prendeu as mãos dela acima de sua cabeça, voltando a se concentrar no pescoço, distribuindo os chupões da forma mais gostosa que poderia oferecer. 

— Eu vou dar tudo o que você quer, Bia. Tenha paciência. - Pediu com os lábios roçando na pele da brasileira. 

— Não consigo... - A voz saiu falha quando ele lambeu o traço da clavícula dela. — Vamos, por favor... - Ele a soltou atendendo ao pedido. 

Bia abraçou as costas do namorado, arranhando e desenhando naquela região quando ele apertou os quadris dela. Parecia um sonho tê-lo ali, mas seu corpo em chamas denunciava que tudo era realidade. 

Manuel desceu os beijos por cima da camisa lilás de Bia, vendo o mamilo enrijecido dela. Deu um beijinho por cima do mamilo excitado e ela arquejou erguendo as costas com a surpresa. Sorrindo, Manuel tomou a barra da blusa curta, jogando-a em algum lugar do quarto. Bia corou com a exposição enquanto ele olhava a visão mais bonita de sua vida: Beatriz Urquiza com as bochechas coradas, os olhos entreabertos, os lábios vermelhos, os fios desgrenhados moldando o rosto e seus lindos seios médios expostos. 

— Você é tão linda, Beatriz... - Suas íris refletiam a adoração de suas palavras. O coração dela falhou uma batida. Ela nunca havia escutado ele chamando-a por Beatriz e isso a fez descobrir que ouvir a pronúncia de seu nome saindo da boca dele resultara nela mais excitada e pronta para recebê-lo. 

Manuel se curvou beijando entre os seios dela, tomando o direito com a mão enquanto a outra mão segurava a lateral do corpo, como se a usasse para devolver o prazer. 

Bia foi aos céus quando ele chupou o mamilo esquerdo, brincando com a boca enquanto massageava o outro. Ah, como ele era bom... Seus lábios se abriram em um gemido mudo quando ele beliscou o outro seio, passando a língua aveludada e quente na parte sensível. Ele desceu as carícias lentamente, beijando, roçando o nariz suspirando, até chegar no cós da calça do pijama de Bia. Ela estava de olhos fechados, curtindo cada toque e carinho que ele lhe proporcionava ao subir as carícias novamente em direção ao seio direito, onde passou a chupar, fazendo o mesmo trabalho que fez com o esquerdo, agora pressionando as costelas da garota enquanto a mesma arranhava suas costas com vigor. 

Descendo o elástico da calça de Bia, ele a despiu deixando-a apenas com a calcinha. Se Manuel dissesse que nunca, NUNCA havia imaginado como seria Bia por debaixo das roupas ele estaria mentindo, todavia qualquer devaneio, sonho, delírio, não chegava aos pés da realidade. As pernas firmes e torneadas, a pele dourada... Bia não poderia ser mais perfeita, mas a visão que tinha dela nua, vestindo apenas uma calcinha branca de algodão com uma linda mancha de sua excitação... Aquilo sim parecia utópico. 

Ele mordeu o lábio inferior com o desejo, salivando louco para sentir o gosto dela, então não perdeu mais tempo. Enrolou os dedos nas laterais da calcinha, vendo a mancha nela crescer e os arfares ansiosos da parte dela aumentarem. Sorriu. 

— Caralho... - Xingou baixinho, retirando a peça minúscula de vez. Bia nunca ouviu Manuel falar um palavrão sequer, mesmo quando ele estava realmente irritado. E esse feito inédito gerou consequências, como seu quadril tomando vida própria nos movimentos desesperados por um toque. E ele prontamente atendeu sua necessidade. 

— Manuel! - Exclamou ao sentir a língua dele traçar sua extensão calmamente. Ela não estava preparada e a surpresa fez os pelos de seu corpo arrepiarem. 

Ela desceu o olhar e o viu chupando-a com veracidade, hora ou outra o polegar pressionando em seu clitóris enquanto suas mãos apertavam suas coxas possessivamente. A visão dele com a cabeça entre suas pernas foi tudo o que ela precisava para confirmar de que havia tomado a decisão certa. Segurou a cabeça dele acariciando os cabelos castanhos, sentindo-o sugar os lábios menores para depois penetrá-la com a língua. 

Obrigada pelos roncos, Pietro” — Bia pensou ao ter que morder os lábios para segurar o gemido alto que havia escapado. 

Prensou a cabeça de Manuel contra si involuntariamente quando seus quadris passaram a rebolar junto com os movimentos dele. O nó em seu ventre se apertava cada vez mais e só piorou quando o espanhol segurou na cintura dela, impedindo-a se se mover para que ele voltasse a lamber sua extensão. Bia jogou a cabeça para trás, contra os travesseiros assim que Manuel sugou seu clitóris, gemendo insaciada com o prazer e maravilhada com o talento dele em lhe dar o prazer. Ele levou o polegar para pressionar a entrada dela enquanto sugava-a e Bia não conseguiu suportar mais o formigamento em seu ventre com o nó tão apertado. Suspirou com o coração acelerado e sentiu um filete de sangue saindo de seu lábio ao segurar o som preso na garganta. 

— Vamos, linda, goze pra mim. - Manuel pediu sussurrando contra sua intimidade, soprando. A voz grave dele junto com as últimas investidas foi o ápice para ela se desfazer nele, gozando, vendo os desenhos se tornarem estrelas. 

De repente toda a tese criada na cabeça de Manuel de que Bia nua e excitada em sua cama era a coisa mais linda que já havia visto fôra pro ralo. Beatriz Urquiza gozando dava um tapa na versão anterior, dando-lhe a melhor visão do mundo. Parou para observá-la um minuto, como se tirasse fotos com a mente para que não se esquecesse dessa cena. 

— Não me diga que se cansou. - Ela brincou ainda bem ofegante e Manuel sorriu com os lábios brilhantes. 

— Nós nem começamos! - Manuel respondeu afiado, ajoelhando-se na cama e passando a desatar o laço de sua calça de moletom. 

— Não... - Bia se sentou, impedindo-o. — É minha vez. 

Ele negaria qualquer atitude dela, mas a brasileira foi muito mais além ao tocá-lo por cima da calça. 

Uma das mãos pequenas de Beatriz tocaram-lhe a cintura enquanto a outra subia do abdome para o ombro. Bia tinha um sorrisinho agradável ao vê-lo despido da cintura pra cima. Trouxe-o para si e começou a beijar a divisa do pescoço para o ombro esquerdo do namorado, mordiscando-o por ali. Manuel fechou os olhos e soltou o ar pela boca enquanto a boca de bia agia em seu pescoço e peitoral ao mesmo tempo em que sua mão esquerda passeava em pelo torso. 

Ele só foi capaz de uma coisa em meio ao afago dela: Libertar as madeixas castanhas presas no coque, deixando-o livre para tocar nos lindos cabelos de Bia, fazendo com que o cheiro doce deles tomasse conta de seus sentidos. 

Manuel não conseguiu segurar um grunhido quando a namorada arranhou seu abdome, traçando com as unhas a trilha de pelos negros tão macios quanto cashmere até o cós da calça, onde terminava o seu “caminho da felicidade”, ao mesmo tempo em que passava a língua bem ao lado do pomo-de-adão, que se movimentou quando ele engoliu a seco. 

— Bia... - Manuel murmurou quando sentiu-a delineando os beijos por todo seu tórax até os últimos músculos de seu abdome. 

Com a calça barrando-a, Bia resolveu acabar com a tortura de uma vez, descendo o elástico do moletom, tendo uma surpresa maravilhosa antes de despi-lo direto. 

— Que audácia, senhor Gutiérrez. - Ele não vestia uma cueca. 

— Tento dormir o mais confortável possível. - Argumentou fazendo uma careta adorável. 

A calça deixou de fazer parte do jogo, dando a Bia uma surpresa das boas, juntamente com o medo. Ele era sim bem avantajado como ela suspeitava que fosse e isso a assustava quando pensava na possibilidade de se machucar, ou da dor que sabia que sentiria. Porém era longe demais para voltar atrás e Bia ao menos queria cogitar essa possibilidade. O desejava e o teria, ponto. 

— Perdão, eu não sei muito bem como agir daqui... - Disse nervosamente, tomando o membro de Manuel em sua mão. Ele quase engasgou um gemido. — Me diz se eu estiver fazendo algo errado ou se não for... - Ela começou a movimentar. — o suficiente. 

Sua mão movia-se tímida ao mesmo tempo em que ela parecida decidida em seus atos, proporcionando a Manuel uma das melhores experiências sexuais. 

Analisando todas as expressões prazeirosas que apareciam lindamente naquele rosto e os grunhidos baixos que ele tentava segurar, Bia seguiu seus instintos, começando a se inclinar com uma ideia em mente, como se retribuísse o favor. 

— Porra! - Exclamou ao sentir a boca de Bia em seu membro agora pulsante. O que diabos ela estava fazendo?!

Afastou a namorada com facilidade, pegando na cintura de Bia e deitando-a na cama novamente, se ajeitando entre as pernas dela. 

— Você não gostou? - A voz dela quase partiu o coração dele. Droga! Havia feito pensar que não a queria! 

Manuel cobriu o corpo dela com o seu, apoiando-se no cotovelo ao lado do rosto de Bia para não machucá-la com seu peso. 

— Não, não, meu amor, não é isso... - Negou lhe oferecendo um sorriso de canto compreensivo. Bia afastou um pouco dos cabelos caídos pela testa que roçavam nos olhos claros de seu príncipe espanhol. Ele torcia para que ela não estendesse o assunto. 

— Então por que não me deixa lhe dar prazer como você me deu? - Sua torcida deu errado. Bia fez justamente o questionamento que ele não queria responder. 

Respirou fundo. 

— Olha, o que eu vou te falar agora não há maneira menos chula e suja de dizer, então por favor, não se assuste. - Ela esperou a continuação ansiosa, encarando as íris brilhantes. — Por mais que eu adore a ideia de ter você me chupando, eu não posso mais suportar a ideia de ainda não estar dentro de você. 

Bia abriu um sorrisinho aprovando a declaração, mesmo que não quisesse demonstrar. 

— Então o que está esperando? - Manuel respirou aliviado, unindo suas testas como costumavam fazer antes de se beijarem mas agora, com ele usando uma das mãos para guiar seu membro para a entrada de Bia. 

Ela era apertada, muito apertada. Ele tinha que se controlar muito para não deslizar de uma vez e machucá-la, porque era tentador demais sentir seu falo ser recebido pela intimidade quente e úmida da mulher abaixo de si. Mas Manuel não se mostrava apenas concentrado na penetração, ele ficava atento as expressões e aos sons que Bia fazia, sempre se certificando de que não estava machucando-a. 

Quando se pôs inteiro dentro dela, ele teve que ficar parado para respirar. Escondeu o rosto entre o os cabelos dela e suspirou para ter tempo. A sensação de estar dentro de Bia era a melhor do mundo e seu corpo parecia compartilhar do mesmo sentimento, já que ao menos conseguia se mexer. 

— Você está bem? - Perguntou carinhoso, vendo-a comprimir os lábios. 

— Vai passar. - Respondeu baixinho. Manuel sabia que Bia estava sentindo dor desde que ele havia rompido a barreira. Indo onde nunca ninguém foi, reivindicando-a como sua. — Pode começar. 

Seus movimentos eram calmos e suaves, enquanto Bia segurava em suas costas. Suas testas unidas lembrava-os do primeiro beijo, a primeira vez que tiveram um contato íntimo e a sensação de primeira vez alcançava-os naquele momento assim como antes. 

Segurando na cintura dela, Manuel estocava de forma firme porém calma, sempre em alerta, afinal, a prioridade era o prazer de Bia e não dele. Demorou poucos minutos para que ela se acostumasse e aos poucos, a brasileira sentia seu corpo em chamas novamente, junto com a intimidade pulsando por ele. 

Os arfares começaram a se misturar e Manuel já estava à beira de perder o controle, movimentando-se mais forte a cada minuto. Não era como se ela não contribuísse com o feito, Bia também arranhava as costas do namorado e sempre gemia com a boca grudada na orelha dele, de vez em quando roçando seus seios no peito dele afim de mais contato físico.

Agora os quadris dela movimentavam-se com ele, incitando-o ir mais fundo. Os dois perdidos em movimentos insanos e fogosos, todavia ainda carinhosos com uma demonstração clara de afeto mútuo e devoção do ato. A cada rebolada, estocada, arfada ou gemido, era a prova do quanto estavam se amando, alcançando as estrelas juntos. 

Manuel passou a tocá-la estimulando o ponto de prazer da namorada, que mordeu o ombro dele em surpresa, fazendo-o gemer de forma deliciosa. Ela estava perto e ele não duraria muito com os arranhões e mordidas. 

— Manuel... - Ronronou ao ponto de se derramar mais uma vez. Ele pulsou ao ouvi-la gemer ser nome enquanto metia dentro dela. 

— Eu também, Bia. - Declarou-se dando um beijo no rosto dela. 

Estocou mais algumas vezes até senti-la lhe apertando, suas paredes se fechado ao seu redor. Bia arquejou e Manuel rosnou com ela o esmagando, chegando lá. 

Respirando fundo, Manuel gozou logo depois, derramando seus jatos quentes dentro dela enquanto os espasmos atingiam sua namorada após o orgasmo intenso. Não se preocupou pela falta de camisinha, ele sabia que Bia tomava anticoncepcional para regular o fluxo menstrual, já que havia visto a mesma tomar.

Ofegou saindo-se de dentro do calor dela quando Bia gemeu em protesto. Rolou para o lado da cama com um sorriso em êxtase, puxou-a para si e ela deitou em seu peitoral, quando ele começou a acariciar seus cabelos longos. A testa de Manuel era marcada por alguns fios de cabelo grudados com o suor e Bia tinha as pernas moles. Mesmo que ela o desejasse de novo, o cansaço já tomava conta de seu corpo. 

Uma hora depois e ambos ainda estavam acordados, em silêncio, tentando a todo custo crer que o que havia acontecido fôra real e não um sonho. 

— No que está pensando? Consigo sentir o cheiro da fumaça saindo de sua cabeça. - Bia questionou divertida, desenhando com a ponta do indicador no peito de Manuel como se fosse uma folha em branco. 

Ele engoliu a seco, tomando ar antes de responder com o mesmo sorriso doce de sempre. 

— Em como você é linda. - Bia riu. — É sério. Como você é a coisa mais linda que eu já vi na minha vida inteira. 

Bia ficou em silêncio, a feição distraída. Ela com certeza havia tirado a sorte grande. Manuel era perfeito em todos os sentidos possíveis. 

— E você? - Ele devolveu a pergunta. 

Bia se ajeitou debaixo do lençol se movendo para ficar em cima dele, observando o rosto angelical de seu namorado. Colocou o cabelo atrás da orelha vendo Manuel também se arrumando com ela sobre seu corpo. 

— Que estamos perdendo tempo. 

— Temos todo tempo do mundo. 

— Na verdade temos todo tempo do mundo até às seis horas. - Corrigiu erguendo o rosto. 

— Até as seis? 

— Uhum. - Assentiu balançando a cabeça. 

— E o que estamos esperando? - Manuel agarrou sua cintura e inverteu as posições enquanto Bia gargalhava. 

E então seguiram se amando de novo e de novo, não conseguindo interromper o sentimento inevitável do desejo e do amor que os cercava.


Notas Finais


se a disney não faz, a fã faz né KKKKKKK
tomara que tenham gostado pq isso me deu um puta trabalho KKKKKK

nos vemos em breve♥️


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