1. Spirit Fanfics >
  2. Inevitável - Binuel >
  3. A Briga (Bônus)

História Inevitável - Binuel - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU DO NADA COM UM BÔNUS???
eu mesma né mo só podia ser KKKKKK
to com preguiça de fazer sinopse então vou explicar: na briga da bia e do manuel na kunst, rola uma tensão sexual FODIDA entre os dois que TODO mundo percebeu. claro que se fosse @redeglobo o manuel já teria puxado a bia e tascado-lhe o beijo, massss como vivemos de migalhas da disney, resolvi pegar todo aquele tesao reprimido daquela cena e escrever fanfic que eh o que eu sempre faço KKKKKKK

eh isto
AH! aqui tem bia e manuel falando palavrão para um cacete, até pq não tem como eles falarem “catapimbas” ou “macacos me mordam” na hora da putaria né ainda mais como eles REVOLTADOS um com o outro
AH!/2 hot fogoso pra caralho, tá? se vcs se sentirem desconfortáveis, parem de ler, sério. SÉRIO.

chega de delongas, boa leitura

Capítulo 2 - A Briga (Bônus)


Fanfic / Fanfiction Inevitável - Binuel - Capítulo 2 - A Briga (Bônus)

Manuel havia passado a noite em claro com a discussão que tivera com Bia rodando sua mente. Não queria ter brigado, mas ela havia mentido pra ele logo depois de terem feito um pacto de confiança. E o pior, ela desconfiava de Victor! Ele não tinha ninguém além do Victor, seu primo era sua única família por perto, o único que lhe dava apoio e que o ajudava na investigação sobre seu progenitor. Como Bia podia duvidar dele e de sua integridade? 

A Kunst estava vazia. Manuel tinha acabado de voltar da faculdade e como estenderia seu horário no Jukebox até a noite, poderia chegar mais tarde. E nessas horas vagas de paz, ele decidiu relaxar. Depois responderia as mensagens e ligações de Bia, aquele não era um bom momento, o estresse já o consumia. Quem sabe tirasse um cochilo... Precisava descansar. Bom, até ele ouvir passos firmes em direção a cozinha, quando estava prestes a preparar um suco. 

Olhou para sua direita e lá estava a garota que levava seu momento de paz pro ralo. E a feição no rosto dela não era nada amigável. 

— Por que tá aqui? - Perguntou o mais calmo possível. 

— Tinha aula de piano com a Ana. - Respondeu Bia segurando sua raiva. 

— Ela saiu. 

— Quando ela me ligou cancelando eu já estava na porta. 

— Então ela se esqueceu de avisar mais cedo. 

— É. Parece que ela não foi a única. Se esqueceu de como funciona o celular? - Manuel bufou se afastando. Era só o que faltava! — Te liguei mil vezes e não me atendeu. - Ela o seguiu. — Manuel. - Chamou e ele perdeu o último fio de calma. 

— Eu tava ocupado. - Respondeu curto. 

— Ocupado me evitando? - Ele se virou irritado. — Eu não quero ficar assim, por que não podemos conversar?

— O que quer que eu diga? - A voz dele era baixa, e o maxilar travado já denunciava que ele não estava afim de ter aquela conversa. 

— O que tá sentindo? - Exemplificou cruzando os braços. 

— Já sabe como me sinto. 

— É, eu sei que está chateado porque eu não falei do Victor, mas...

— Não, não é por isso! - Ele interrompeu se inclinando. — É porque combinamos que não ia haver segredos. Fizemos um pacto e você quebrou. 

— Óbvio! Porque quando eu tentei te falar das minhas dúvidas sobre o Victor você não me escutou! - Bia se exaltou. 

— Já te expliquei porquê. 

Bia suspirou antes de falar. 

— Eu sei que o Victor é seu primo e você adora ele. Por isso não te disse nada, porque eu queria ter certeza, entende? 

— Certeza de quê? O que você ia sentir se eu duvidasse de sua irmã? - Ele soltou. 

— O que disse? - Bia franziu o cenho incrédula. 

— Que eu podia acreditar no que dizem meus tios: que a Helena teve toda culpa do acidente. - Bia recuou sem acreditar no que tinha ouvido do Manuel. 

— Sério que acha isso? - Perguntou ofendida. A tensão ficou ainda maior. 

— Não. - Ele baixou a guarda, percebendo que havia falado algo muito delicado até mesmo para exemplificar. — É claro que eu não acho isso...

— Se você disse é porque no fundo acha isso e me dói muito que diga isso da minha irmã! - Esbravejou e Manuel sentiu sua brecha. 

— Agora sabe como me senti quando duvidou do Victor. - Rebateu. 

— Manuel, mas é muito diferente você não pode comparar! Eu te disse que tava com a sensação de que o Victor escondia alguma coisa sobre o acidente e...

— E por que você não me disse?! - Perguntou cortando-a perdendo totalmente a cabeça, erguendo a voz. 

— EU TENTEI! - Bia exclamou chegando mais perto, se impondo. Ela também havia perdido a paciência, e não era como se ela tivesse muita. 

— Não é desculpa, Bia. - Ela ofegou com os olhos marejados de raiva. — Isso nunca foi sobre o Victor ou sobre a Helena - Manuel continuou também próximo dela. —, é sobre nós dois. 

— E você acha que eu não sei?! Acha que eu estou feliz em desconfiar do seu primo? Da única pessoa que te dá apoio naquela família?

— Então PARA de desconfiar dele! - Manuel quase implorou com a veia do pescoço saltando. 

— Tá me pedindo para ignorar toda a minha intuição por que você - Apontou no peito do Manuel com força, fazendo-o se assustar levemente com a dor, recuando. — quer?! Eu estou tentando montar o quebra-cabeça do passado até para não atingir o nosso relacionamento no futuro! 

— Já está atingindo nosso relacionamento no presente, você quer fazer mais o quê? Voltar no tempo?! Isso é tudo coisa da sua cabeça, Bia! 

— Ah, agora eu sou doida? O Victor foi o único que saiu vivo do acidente se eu não começar com ele vou começar por quem? Pelo túmulo do Lucas e da Helena? 

Manuel soltou um riso nasal irônico, esgotado. Aquilo era mais do que podia aguentar pelo resto do dia. 

— Chega. Não dá pra conversar com você. - Virou-se saindo da cozinha e Bia se sentiu extremamente ofendida. 

— É claro! Foge mesmo! Parece que você é um covarde, que não consegue colocar seus erros na mesa! - Gritou seguindo-o vendo parar. 

— Covarde? - Ele se virou com sangue nos olhos. — Covarde é você que veio aqui cheia de marra querendo me impor suas verdades após quebrar o nosso pacto de confiança. - Manuel andava ameaçadoramente em direção a Bia, falando com sua voz grossa completamente fora de si. Bia chegou a engolir a seco. — Você pode me xingar até os confins do mundo por estar irritada comigo - Ele se inclinou bem próximo do rosto dela. —, mas nunca mais me chame de covarde, porque eu nunca tomei atitudes tão corajosas como fiz pra sustentar o nosso relacionamento. 

Bia viu a feição dele dura e irredutível, mas também sentiu suas respiração se misturando. Ok, o que estava acontecendo? Por que ela pensava na proximidade dele? Ela ainda estava brava! Ele não pode simplesmente falar aquelas palavras e se aproximar daquele jeito! 

De qualquer modo, todos os seus pensamentos foram silenciados quando Manuel enlaçou sua cintura dando-lhe um beijo duro, cheio de sentimentos impuros. 

Sua língua adentrou a boca de Bia sem permissão, tomando posse do beijo. As mãos apertando a cintura dela com tanta força que a ponta de seus dedos já estavam brancos. Bia também lutava; uma mão cobria o rosto dele, segurando-o pelo maxilar enquanto forçava a nuca contra si, acabando por deixar sua blusa subir quando erguera os braços para envolvê-lo, dando toda a liberdade para Manuel estimular aquela região desnuda com seu toque. 

Um beijo impassível, onde ambos brigavam por ele. O fogo era tanto que até as sensações vinham mais rápidas, causando efeito no corpo de ambos quase que instantaneamente. A cada enroscada de línguas, o ventre de Bia se contorcia e a cada puxão nos cabelos, Manuel sentia seu autocontrole ir para a casa do caralho. 

Bia quebrou o beijo para pegar ar, rendida ao sentimento, mas Manuel assim que entreabriu os olhos e viu a boca dela vermelha, arfando em busca de ar, tomou os lábios novamente. Respirar pra quê? Ela não queria discutir? As investidas dele eram quase irresistíveis, mas Bia precisava de ar, então seus lábios pareciam se desencontrar sempre, com ele buscando-os com veracidade. 

O coração dela batia descompassado, mas Bia não abaixaria a guarda — se Manuel queria lutar ela não o deixaria vencer a briga. Assim que sentiu uma das mãos dele descer atrevida em direção a sua bunda, Bia pulou, fazendo-o ter uma reação rápida em segura-la em seu colo, distraindo-se. No controle, ela segurou o rosto quente dele, ditando o ritmo do beijo como queria, com uma sensualidade surreal. Queria domina-lo e estava conseguindo apertando a cintura de Manuel entre suas pernas e movimentando os lábios da forma que queria. 

Manuel estava perdido. Ela estava ganhando e isso fez seu sangue ferver, mas não a tempo de reagir. Bia quebrou o beijo empurrando a nuca dele em direção ao seu pescoço, onde ele não hesitou em beijar e lamber. Vendo-a gemer, Manuel percebeu que aquela era sua chance de usar o ponto fraco dela a seu favor, chupando aquela região com força enquanto apertava as coxas envoltas de si. Ela grunhiu rebolando quando ele mordeu passando a língua entre seu queixo e pescoço, incitada a querer mais. 

Pensando rápido, Manuel andou com Bia em seu colo gemendo enquanto ele dominava-a com os beijos e chupões até o piano, afastando o banco com sua perna. 

Ana não vai se importar se nunca souber” — Ele pensou ao erguer Bia e colocá-la sentada encima da tampa das cordas do piano. 

— O que você...? - Bia murmurou ao ver onde ele a havia posto, mas Manuel a calou com um beijo. Se ela ficasse quieta talvez a briga pudesse se estender mais, e ele não estava afim de brigar falando. 

Com ela quieta por estar concentrada na boca dele lhe aprisionando, Manuel deslizou sua mão pela perna de Bia, deixando um rastro quente, quase de fogo pelo caminho, parando na panturrilha, antes de descer até o calcanhar e empurrar o tênis branco que  caiu no chão fazendo barulho. Fez o mesmo com a outra perna, dessa vez controlando-a com a trilha de beijos quentes e molhados adentrando o casaco dela, movendo-lhe a cerrar os olhos com força. Os pés de Bia buscaram apoio, encontrando nas teclas do piano, que fizeram um estrondo quando ela tocou. Seu corpo pegava fogo e ela também não tinha mais controle de suas ações.

Manuel voltou a toca-la na cintura, que já estava quase que totalmente amostra pela movimentação de Bia. Tateou para dentro do tecido, encontrando as roupas de baixo, decidindo adentrar ali também. Bia gemeu arqueando as costas com o toque, fazendo mais um barulho nas teclas do piano. 

Música. Aquilo para Manuel era música, o som da vitória. Estava conseguindo ter espaço na guerra, vencendo a batalha por tê-la em sua mão, quase rendida. Faltava apenas uma coisa, para ele conseguir ganhar a guerra de vez, que era fazê-la gozar. Claro que não seria difícil com esse fogo todo, ele mesmo desejava estar dentro dela o mais rápido possível, mas só depois que ela gozasse, ele poderia declarar sua vitória, hasteando sua bandeira. Bia era como gasolina e a raiva dele como fogo; os dois juntos só poderia ser explosão. Claro que se alguém perguntasse eles diriam que ainda estão bravos um com outro, mas agora a irritação só era demonstrada pelo desejo e pela vontade de domar um ao outro. 

Manuel deslizou o zíper do decote do moletom dela até a altura do busto, beijando a nova região desnuda, acabando por não demorar muito ali agilizando as coisas ao induzi-la a levantar os braços, arrancando a blusa do corpo dela de vez, revelando o top branco que ela vestia. Bia não deu tempo a ele para observar seus mamilos enrijecidos destacados no tecido, ela mesma o puxou para ele começar o trabalho. Manuel, obediente, deu um beijo casto nos seios, tirando o tecido em seguida para tomar as costelas dela com posse enquanto chupava o bico excitado do seio direito. 

Bia gemia saciada, totalmente entregue e sem reservas, ainda mais quando ele apertava seu seio esquerdo após sugar o direito. Sentia sua calcinha empapada e o clitóris pulsando carente de atenção.

— Manuel - A voz saiu exigente e ele entendeu, já parando com as carícias nos peitos dela, desfazendo o encaixe da pochete que ela usava, jogando-a no chão. 

Bia ergueu o quadril e ele retirou a calça junto com a calcinha de algodão tambem branca, que logo se juntaram as outras peças no chão assim que ele arrancou o moletom cinza que vestia, deitando-a de vez na tampa das cordas do piano. Ela apresentou certa resistência ao deitar ali, porque queria tocá-lo, mas Manuel já tinha o controle da situação e não perderia por nada. A guerra era dele agora. 

Passando a língua por toda a extensão da intimidade dela, Bia movimentou as pontas dos pés nas teclas, tocando mais uma vez. Tinha medo de alguém entrar e vê-los daquele jeito, mas isso apenas a excitava mais; a ideia de alguém ver Manuel fazendo um excelente trabalho com sua boceta enquanto ela se contorcia de prazer só alimentava seu tesão. 

Suas mãos intercalavam em arranhões no ombro dele ou em puxões nos cabelos, ao mesmo tempo que seu ventre se contraía cada vez que ele passava a língua pelo clitoris e voltava a chupá-la como se estivesse com fome. E então, ele segurou sua cintura apertando-a quando a penetrou com um dedo ao mesmo tempo que sugou seu ponto de deleite. 

— Manuel! - Ela quase gritou sentindo as lágrimas formarem em seus olhos, louca de prazer. Ele sorriu orgulhoso de si mesmo por ter domado a fera bem ali, mas voltando a agir com rapidez, metendo mais um dedo, estocando nela com o do meio e o anelar. Bia tentava rebolar, desesperada por mais, mas ele a segurava com a mão na cintura, impedindo ela de fazer qualquer coisa que ele não quisesse. 

— Calma, meu amor. - Debochou fazendo seu hálito bater contra a intimidade molhada de Bia, ainda metendo nela. 

— Vai se foder! - Gemeu irritada e Manuel sorriu agora orgulhoso dela. Beatriz Urquiza tinha um talento nato de NUNCA decepcionar alguém. Ou ela é simplesmente ela, ou ela é surpreendente. Decepcionante? Não, nunca! 

Ele a ergueu usando a força de sua mão na cintura dela e seus olhos se encontraram, junto com um novo barulho no piano. Bia agora estava sentada cara a cara com Manuel. 

— Eu vou. Mas não sozinho. - Respondeu com o maxilar travado mais uma vez e com os olhos pegando fogo em direção à escuridão dos olhos dela. — Agora... - Ele se inclinou, colando a boca na orelha dela, sentindo seus dedos começando a serem pressionados. — ...você vai gozar. - Bia mordeu o lábio inferior, fechando os olhos, cravando as unhas nos ombros dele com força. Ele não podia falar daquele jeito em seu ouvido, isso era um golpe baixo! Absurdo! — E vai gozar de novo quando eu foder você. - De qualquer modo, ela não resistiu. Arranhou Manuel com suas unhas cravadas e um  gemido alto escapou de sua boca, derramando-se nos dedos dele. 

Seu coração batia tão depressa que ela teve que voltar a raciocinar. Não... Ela havia cedido! Ele conseguiu! 

— Inferno de garota teimosa. - Manuel sussurrou saindo de perto do rosto dela, apenas para tirar seus dedos melados de dentro da intimidade. Ele tinha aquele sorrisinho de missão cumprida, de que havia ganhado. Bia ainda estava atordoada com os acontecimentos, mas pronta para recebê-lo com a força do ódio e a motivação da raiva, que só aumentou quando Manuel sugou o dedo do meio, sentindo o sabor da... Ah não... Ele não havia feito isso. 

Juntou os fios de seu cabelo, enrolando-os e tentou controlar a respiração. Bia saltou do piano possessa, com as bochechas vermelhas não só pelo prazer mas pelo ódio. Apesar da diferença de altura, isso não a impediu de espalmar as duas mãos no peito de Manuel, guiando-o até o sofá. Ele estranhou e se assustou quando ela o empurrou, já abrindo a boca para perguntar o que estava acontecendo, até Bia se ajoelhar na sua frente, desabotoando sua calça e deslizando o zíper rapidamente. 

— Não... Bia... - Ele começou a suplicar, mas assim que ela desceu a boxer preta fazendo seu membro saltar, Manuel se rendeu. Como pode?! Ele fez todo um plano de se manter no controle, com os beijos, chupões e carícias pra Bia com apenas uma atitude derrubá-lo de qualquer posição de poder? Como que com a guerra quase ganha ela teve a audácia de virar o jogo? 

Pegou nos cabelos macios dela para afastá-la, desfazendo o rolo que ela havia feito com as mãos trêmulas, quando Bia rodeou a glande rosada com a língua, desarmando-o de vez. E ela soube assim que seu namorado gemeu totalmente entregue. Nossa... Era absurdamente excitante ouvi-lo gemendo com a voz absurdamente grave e Bia não podia negar o quanto isso afetava-a. 

Usou suas mãos pequenas para se apoiar na cintura dele, com seus polegares acariciando o abdome marcado de Manuel, enquanto chupava-o com vigor. A insegurança pra casa do caralho! Desde o início era uma guerra que ela nunca quis perder, faria de tudo que pudesse para vencer e faria direito. 

Como não conseguia ir mais afundo, permaneceu com a mão direita na cintura dele, agora traçando a trilha de pelos negros enquanto usava a mão esquerda para tocar onde não conseguia ir com sua boca, incentivando Manuel a mover o quadril em direção a boca dela, cego de prazer. Os cabelos desgrenhados de Bia estavam nas mãos de Manuel, que agora não conseguia lutar contra, morrendo de pavor de aceitar sua derrota. 

— Bia... - A brasileira sentia sua intimidade pegando fogo à espera dele e os bicos de seus seios endurecerem ainda mais com a voz grave do espanhol chamando-a. — Bia, por favor... - Implorou quando ela passou a língua na glande novamente. Seu membro pulsava desesperado para possuí-la. 

— O que disse? - Porra! Que mulher desgraçada! Sério que aquela filha da puta ia fazer aquilo?! 

— Caralho, Beatriz! - Ele rosnou quando ela passou o polegar na pontinha de seu membro, com aquela cara de safada desentendida. — Por favor, eu tô pedindo! - A voz dele saía entrecortada pelos arfares, mas ele claramente declarava sua derrota. 

— Desculpa, é que eu pensei ter ouvido errado. - A víbora se levantou serpenteando, enquanto sua voz meneava nos ouvidos dele de forma sedutora. Enquanto ela se colocava de pé, Manuel chutou seus próprios sapatos, se livrando da calça e da boxer o mais rápido possível, para que recebesse Bia. 

Ela sentou em seu colo, guiando o membro dele para dentro de si. 

— Droga... - Bia engoliu a seco ao sentir toda a extensão do espanhol, agora o feitiço voltava para a feiticeira e quem estava de mãos atadas era ela. 

— O que foi, Bia? - Manuel perguntou ao vê-lá parada, não perdendo a oportunidade de provocá-la. — Demais pra você? 

— Manuel - Ela segurou no rosto dele, olhando no fundo de seus olhos. —, meus sinceros, vai tomar no cu. - Xingou em português. 

— Bom, agora eu já sei que irritação e sexo deixam sua boca mais suja do que a de um marinheiro bêbado. - Comentou sério quando ela começou a rebolar. — Isso... - Disse umedecendo os lábios antes de lufar com ela movimentando o quadril com vontade, apoiando-se em seus ombros. 

Ajudou Bia ditando os movimentos com as mãos na cintura dela, apertando com força ali, fazendo-a gemer mais alto. Capturou o pescoço da brasileira já com vergões e estimulou aquela região sentindo ela arquejar cada vez que o clitóris roçava nele ou quando sentia um novo chupão. 

Angustiados por mais, Bia começou a quicar, sentando no pau de Manuel com a força que ele lhe dava no apoio em sua cintura. Manuel soltava o ar pela boca junto com os olhos abertos e o cenho franzido; uma expressão de puro prazer e deleite enquanto ela cavalgava em seu membro com os olhos fechados e os gemidos que ela tentava controlar mordendo o lábio inferior. Os cabelos dela saltavam junto com ela e os seios pulavam quase que na altura de sua boca. Aquela era a experiência mais prazeirosa que ele já teve em sua vida. Por mais que a primeira vez dos dois tivesse sido espetacular, Bia quicando em seu pau possessa pela raiva e o fogo da briga que os consumia deixava tudo mais sensual. Sem contar a sensação de que qualquer um da república podia entrar ali e ver eles... bom, brigando. 

— Ah Bia... - Manuel começou roçando o nariz na clavícula dela. — ...você é tão gostosa quanto é teimosa, sabia? - Indagou tomando um dos seios com a boca. 

— Que bom que eu posso dizer o mesmo de você, então. - Rebateu. Manuel ouviu a resposta confirmando sua tese: Beatriz Urquiza nunca decepcionava. Disparou um tapa na nádega direita dela. — Manuel! - Exclamou jogando a cabeça para trás, sentindo a ardência deliciosa acompanhada do aperto que ele deu ali; sua nova parte favorita do corpo de Bia. 

Envolveu a cintura da brasileira e a deitou no sofá, invertendo as posições. Os cabelos dela espalharam-se lindamente na almofada e os olhos negros dela se abriram em surpresa, mas voltando a lutar para se manterem abertos quando Manuel passou a meter forte, fundo, voraz. Ele parecia irredutível com sua atitude e estava tão incontrolável que os músculos se contraíam com força cada vez que ele entrava e saía, motivando Bia a manter as pálpebras abertas, apenas para ter aquela visão. 

— Me prometa que vai parar de investigar o Victor. - Ordenou. Era a hora de finalizar essa guerra. 

— Não. - Realmente, Bia podia não decepcionar, mas bem que podia lhe fazer um agrado... 

— O que eu faço com você, Beatriz Urquiza? - Indagou perdido, sentindo as paredes dela lhe apertando. 

— Me prometa que vai parar de questionar minha investigação. 

— Não. - Manuel devolveu. 

Ele estimulou o clitóris dela com o polegar, quase lá, vendo a intimidade de Bia engolir seu membro com vontade, mesmo que ainda sim não tivessem se resolvido. 

Estocou com a mesma força e vontade, ainda com a cabeça quente, desesperado para levar Bia consigo para ver as estrelas. 

Não durou muito tempo, ambos gozavam no orgasmo mais intenso de suas vidas. Demoraram um pouco para se recuperarem da onda de prazer, aquilo parecia irreal. As pernas de Bia tremiam assim como as mãos de Manuel, como se vivessem a maior situação de adrenalina de todos os tempos. 

— Você ainda vai me matar. - Manuel disse após controlar a respiração, saindo de dentro dela. 

— É uma possibilidade. 

Ele vestiu sua boxer e Bia se esticou ainda deitada no sofá até seu top no chão, vestindo-o sem nem se sentar. Manuel andou até a cozinha dando tempo a Bia de admirar o traseiro redondo e os músculos ainda enrijecidos. 

O espanhol pegou uma das toalhas de mão do Pietro na gaveta e ligou o registro de água quente da pia, voltando para a sala. Bia também não perdeu a oportunidade de correr com os olhos o abdome muito bem definido de Manuel, já que não havia visto a belezura plena luz do dia. 

— Vem. - Ele estendeu a mão para ela, ajudando-a se por de pé. 

Agachou-se tomando a calcinha dela do chão, ajeitando-a para Bia passar os pés em cada abertura. Ela colocou os cabelos atrás das orelhas melhorando a visão e se apoiou nos ombros dele para vestir a calcinha, que ele deixou presa em suas panturrilhas para poder limpar as pernas dela com os resquícios do prazer de ambos. 

Assim que terminou, subiu a calcinha de algodão terminando de vesti-la, ficando de pé, deixando uns tapinhas leves na parte coberta pelo tecido na bunda dela como se dissesse “prontinho”. 

— Desculpa por isso. - Ele acariciou a marca vermelha na nádega direita. — E isso. - Contornou com os dedos no pescoço e clavícula, marcados por manchas vermelhas e roxas. — Isso também. - Subiu a mão da nádega para cintura, chega de vergões. 

— Não tem problema, Manuel. - Disse com sua mão cobrindo a bochecha dele. — Você não me machucou, eu ao contrário... - Insinuou para as costas dele, que estavam arranhadas e com alguns cortes, principalmente na região dos ombros. Ambos riram tranquilos. 

Vestiram-se em pouco tempo acompanhados pelo silêncio. Não era desconfortável, mas tinha aquele questionamento pairando no ar, instigando-os. 

— Eu já vou indo... - Bia se encorajou a dizer levantando-se do banco que ele havia afastado após calçar o tênis. Ajeitou os cabelos para esconder as marcas e levantou um pouco o moletom. 

— Claro, tudo bem. - Manuel concordou. — Eu vou limpar o piano e o sofá. - As bochechas dele coraram quando anunciou, fazendo as bochechas de Bia corarem também. 

— E...Eu posso te ajudar. - Ofereceu envergonhada. 

— Não! Não precisa, sério, pode ir tranquila. - Eles realmente não sabiam como agir depois daquela selvageria toda. 

— Tudo bem, então. - Sorriu. — Hã... Tchau? - Disse se afastando em direção a saída. 

— Tchau, Bia. - Manuel se despediu vendo-a ir embora. Voltou o olhar para bagunça que eles haviam feito e sorriu no fundo um pouco feliz por aquela baderna. 

— Manuel! - Ouviu. Ele olhou para a entrada viu incerteza na face de Bia, que havia retornado. — E como nós ficamos? 

— Eu não sei... - Foi sincero. — ...mas espero que a maioria das nossas discussões terminem desse jeito.


Notas Finais


e vamos de conceitos primitivos.
KKKKKKKKKKK
eh isso gente, bem que binuel podia terminar cada briga desse jeito, mas nem tudo eh como queremos kkkkkkkkkk
me digam o que acharam por favor, e se quiserem ler mais fics, clicando no meu perfil vcs vão ver vaaaaarias!
abraços!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...