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História Inevitável - Binuel - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


ok, acho que esse é o último bonus pq ele foi literalmente escrito para uma pessoa só kkkkkkk

Suzi, se estiver lendo isso, MUITO obrigada por seu esforço SURREAL pra achar aquela MALDITA cena e ter contribuído para thread♥️
Tentei pegar toda a essência da sua sugestão e me esforcei ao máximo pra manter tudo original, mas teve coisas que eu realmente tive que alterar por conta de detalhes. Eu escrevi bebada, então não sei muito bem o que saiu disso, mas foi de coração KKKKKK

Boa leitura, galera💕

Capítulo 3 - Jukebox Cafe (Bônus II)


Manuel fazia as contas finais do lucro diário escorado no balcão da Jukebox. O lugar estava vazio e faltava poucas mesas para ele limpar. Depois de ter cantado com Jandino e Carmín, Manuel fez um intervalo de uma hora para falar com Victor, resultando em sua saída atrasada. Juan era um bom chefe, mas era uma questão de ética seu funcionário repor a hora que outra pessoa havia trabalhado no lugar. O espanhol não se incomodava com isso, pelo contrário, gostava quando o Cafe ficava vazio e calmo, dando-lhe concentração. 

— Manuel, minha esposa acabou de me ligar dizendo que minha filha torceu o punho numa brincadeira na rua. - Seu chefe avisou chegando perto do balcão. 

— E ela está bem? - Perguntou educado, dando atenção ao superior. 

— Sim, está, mas... Eu preciso ir agora para poder levá-la ao hospital, se importa de colocar o dinheiro no cofre e fechar o café? - Perguntou causando estranheza em Manuel. 

— Tem certeza? - Questionou franzindo o cenho. Seu chefe confiava tanto nele assim para dá-lo acesso ao cofre? 

— Absoluta. Eu confio em você, rapaz. - Manuel sorriu enquanto Juan lhe disparava tapas amigáveis em seu ombro. — E eu também sei cada centavo que tem dentro daquele cofre então nem pense em fazer uma cagada. - Juan avisou começando a escrever a senha numa comanda. 

— Não vou decepcionar. 

— Ótimo. Depois acertamos seu adicional. - Disse largando a caneta. O trabalho do Manuel era como garçom, mas já que ele estava fechando os lucros e fechando o café, nada mais justo que receber a mais. 

— Certo, muito obrigado, Juan. Melhoras para sua filha. 

— Obrigado, garoto. Até logo. - Disse já se afastando em direção ao portão. — NÃO ESQUECE DE ATIVAR O ALARME! 

— PODE DEIXAR! - Gritou em resposta e novamente focou nas contas que fazia, digitando novos números na calculadora. 

Quando Juan estava prestes a ir embora, ele acabou encontrando um rosto familiar, que tinha uma expressão preocupada. 

— Oi... - Cumprimentou. — ...lamento informar, mas fechamos tem uma hora. - Disse passando pela portinha aberta no Rollmatic. 

— Ah, eu sei, é que eu... Bom, eu esqueci minha jaqueta na apresentação da Carmín e do...

— Espera... Você é a Bia, não é? - Reconheceu. — A namorada do Manuel? - Constatou. 

Bia sorriu meio sem graça. 

— É... Na verdade...

— Você quer falar com ele? Ele ainda está em serviço. - Contou oferecendo-a. 

— Ah, está? - Fingiu desentendimento. Na verdade ela sabia sim que ele trabalharia até tarde, mas não imaginava que ele estaria sozinho e até certo ponto ela já tinha desistido da ideia de de fato encontrá-lo. 

— Sim. Pode ir buscar sua jaqueta, não tem problema. - Juan deu espaço para Bia, que abaixou entrando no café agradecendo. O mais velho se despediu fechando a porta e indo em direção ao carro estacionado um pouco mais à frente, dando partida em poucos minutos. 

Enquanto isso, Manuel se desfazia de um papel com os dados errados, totalmente concentrado nos números a sua frente. E ele ainda tinha umas quatro mesas para limpar... Sua paciência já começava a se dissipar. 

— Por favor. - Ele ouviu o sotaque, estranhando completamente. Ergueu o olhar e lá estava sua ex, escorada no lado oposto do balcão, um pouco afastada em sua esquerda. Sorriu. — Gostaria de fazer uma reclamação. - Ela falou. 

— E deseja reclamar do quê, senhorita? - Ele ergueu o corpo, atento as reações dela. 

— Do péssimo atendimento, oras. Estou aqui há séculos e ninguém se dignou a anotar meu pedido. - Fingiu irritação. 

— Ah, mas isso tem uma explicação. - Entrou no embalo da brasileira largando a caneta e seguindo na direção dela. — Não está vendo todas as garotas que eu convidei? - Gesticulou para o café vazio. — A senhorita tem que respeitar a fila! - Ele se aproximou, apoiando-se no balcão bem de frente a Bia, que sorriu. 

— Mas eu... - Ela falou baixo, com um olhar matador. — ...eu não tenho prioridade? - Nossa, o jeito que ela havia usado para perguntar foi equivalente a uma facada no âmago do Manuel. Caralho, como ela sabia usar as armas dela... 

— Com toda certeza, senhorita. - Ele também não ficou para trás, umedecendo os lábios ao responder. As mesmas faíscas que trocaram no olhar antes da apresentação do trio estavam muito mais quentes, a beira de causar um incêndio. — O que vai querer? - Sua voz rouca ressoou e Bia intercalou o peso entre as pernas, sentindo a voz dele lhe atingir. 

— Uma bebida espanhola bem fresca, senhor... - Fez uma voz sugestiva. 

— Gutiérrez. 

— Senhor Gutiérrez. - Completou. — Esse é o meu pedido. - Sorriu de canto apoiando o queixo nas duas mãos. 

— Será preparado em breve, senhorita. - Respondeu fazendo uma pose engraçada, arrancando risadas dos dois. 

— Oi, Manuel. - Bia o cumprimentou devidamente. 

— Oi. O que faz aqui a essa hora? - Indagou estranhando. 

— Esqueci minha jaqueta aqui mais cedo. - Justificou erguendo o torso e ele reparou que ela não vestia mesmo a jaqueta bege de antes. 

— Jaqueta? Não vi nenhuma jaqueta. - Manuel refletiu chegando nessa conclusão. 

— Tem certeza? Eu deixei pendurada na cadeira. - Bia questionou confusa. 

— Bom, pode ser que tenha algum depósito de achados e perdidos e algum funcionário tenha guardado. - Deduziu. — De qualquer jeito eu não sei onde fica e não tenho as chaves dos outros cômodos. - Ela o olhou decepcionada. — Amanhã eu falo com o Juan sobre isso, tudo bem? 

— Tudo ótimo. Já é o suficiente, obrigada. - Agradeceu encarando os olhos de Manuel. Ah... Ela sentia tanta a falta dele... De tê-lo perto, de contemplar os olhos claros com os rostos quase grudados. Era pecado sentir falta do ex-namorado? Bom, se era ela não sabia, só sabia que tanto seu coração quanto seu corpo desejavam Manuel de volta. 

— Então... - Ele tentou cortar o clima tenso que se fizera entre eles com a troca intensa de olhares. — Quer que eu te acompanhe até sua casa? 

— Eu adoraria. - Aceitou o convite. 

— Certo, eu só vou terminar de finalizar a planilha de contabilidade, guardar o dinheiro no cofre e já vamos. - Avisou voltando para o lugar onde estava e Bia se afastou olhando para o salão. 

— E essas mesas aqui? - Perguntou vendo algumas ainda desarrumadas e com as cadeiras no chão. 

— Droga, eu tenho que arrumar isso também. - Disse acabando por se lembrar. 

— Bom, eu posso te ajudar dando uma adiantada. - Andou até ele no balcão. 

— Ah, não, não precisa. - Negou orgulhoso. — Eu dou um jeito. 

— Para de graça, eu já não estou fazendo nada mesmo. Quanto mais rápido, melhor. - Ela disse tirando a pochete e pegando o avental dele jogado na bancada, vestindo-o em seguida para proteger sua saia preferida de qualquer sujeira que fosse. — Me dá um pano, por favor. - Pediu fazendo um laço com as tiras em sua cintura e enrolando o cabelo num coque baixo. Manuel pegou uma flanela despejando um pouco de desinfetante, entregando-a em seguida. 

Dentro de alguns minutos, ambos já trabalhavam juntos em silêncio quando Bia chegou numa mesa mais perto do palco. Ela olhou para o piano destacado pelas luzes e corou ao lembrar-se da última vez que esteve com o Manuel perto de um piano. Ah... Ela sentia tanta falta. Noites em que Bia acordava suada e excitada com a memória permeando seus sonhos. Manuel descontrolado, xingando em seu ouvido, chupando-a com vigor... Nossa, como sentia falta! 

Bia balançou a cabeça tentando expulsar esses pensamentos se inclinando contra a mesa para limpa-lá melhor, o que ela não deveria fazer por conta de sua saia um pouco curta e apertada. Manuel também acompanhou-a com o olhar. Ele sabia exatamente o que ela havia pensado ao encarar o instrumento e ele não pôde evitar de se sentir orgulhoso consigo mesmo por ter implantado uma grande memória na mente da brasileira. 

Respirou fundo tentando se distrair finalizando a contabilidade quando seus olhos o traíram. Involuntariamente, Manuel seguiu o físico de Bia quase debruçado, com o olhar. Não era proposital, mas parecia que seu corpo tinha um sexto sentido quando se tratava dela. Bia estava ali, limpando inocentemente com aquela saia ridícula tampando o pouco de dignidade que restava, instigando sentimentos no peito dele. 

Não! 

Os dois haviam decidido terminar. Ele não arriscaria perder qualquer tipo de chance de uma reconciliação por um desejo bobo... 

Bobo... 

As palavras em sua mente se perderam quando ela empinou mais o traseiro, esfregando o pano um pouco mais para si. Porra o que ela estava fazendo? Isso já ultrapassava o limite de ingenuidade! — Manuel pensava consigo mesmo quando ele a viu dando uma olhada para ele de soslaio por cima do ombro, comprovando a teoria dele sobre ingenuidade. Porra, ela sabia exatamente o que estava fazendo! Ela estava provocando de propósito! 

Ah, meu Deus... — Manuel pensou suspirando enquanto tentava ao maximo se controlar. Por que diabos Bia o provocava? 

De qualquer forma não importava, ele não ia ceder. Manuel queria reatar o relacionamento, não transar com sua ex. Bom... Pelo menos era isso que ele tentava pensar. Pigarreou incomodado e começou a empilhar a papelada que ele havia terminado. 

Bia escutou o som nervoso dele ao erguer o torso na intenção de ir até o balcão e molhar o pano mais um pouco, mas sua mirada voltou na direção do piano. Agora seria impossível esquecer o ocorrido e sua mente já vagava para o acontecimento na Kunst. Manuel descontrolado, sedento, apertando-a... As marcas que ele fizera em seu corpo demoraram bons dias para sair e a lembrança daquele tapa... Deus como ela queria reviver aquela briga novamente. 

— Tudo bem? - Saiu do transe ao ouvir a voz grave do ex-namorado. — Tem algo de errado com o palco? - Bia abaixou a cabeça um pouco vermelha. 

— É... Estava lembrando da apresentação de vocês hoje mais cedo, foi - Ela pigarreou. — incrível. - Bia voltou os olhos para Manuel, encontrando-o sorrindo abaixando e meneando com a cabeça. 

— Pensei que estivesse se lembrando de outra coisa. - Manuel finalizou a frase provocante, erguendo o olhar para a brasileira, que sentiu o coração disparar em nervoso. 

— Do que eu deveria me lembrar? - Beatriz respondeu voltando para o balcão, parando bem na frente do espanhol. 

— Me diz você. - Rebateu. Bia abriu um sorrisinho aliciante. 

— Não tenho nada para falar sobre um palco além das apresentações feitas nele. - Ergueu as duas sobrancelhas debochadamente. 

— Palco... Sei...

— Me passa o tubo de detergente, por favor. - Bia mudou de assunto repentinamente, apontando o recipiente roxo. Manuel alcançou e deixou o pote no balcão entre eles. — Obrigada. - Ela despejou um pouco na flanela e voltou para última mesa, esfregando o pano tentando se distrair. O incômodo entre as pernas estava crescendo cada vez mais e ela não sabia como fazer parar. Como Manuel podia ter esse efeito tão rápido nela?! 

Manuel tentava, ele podia JURAR que tentava se controlar, mas lá estava Beatriz Urquiza exibindo a bunda novamente. Qual era o problema dela? Ela não tinha consideração pelo corpo alheio? 

Ele pensou, pensou muito. Pensou e tentou resistir. Fechou os olhos com força na tentativa de impedir qualquer devaneio ou desejo que o remetesse até Beatriz, mas tudo o que conseguiu foi sentir o corpo em chamas, clamando pela garota bem a sua frente, que o provocava sem dó. 

Não pôde responder por seus atos. Quando Manuel se deu conta ele já caminhava até Bia, que parecia distraída com sua tarefa. 

— Por que está fazendo isso? - Ela parou de mover o pano assim que sentiu a presença de Manuel bem ao seu lado, com a voz baixa e rouca. Bia engoliu a seco e voltou a sua atividade. 

— O que? Limpando a mesa? - Indagou desviando da verdadeira pergunta. 

— Estou falando disso. - Bia arregalou os olhos quando sentiu os dedos de Manuel passeando em sua perna direita,  de baixo para cima, parando na barreira do tecido da saia curta. Caralho! 

— O que... - Ela suspirou se apoiando com força contra a mesa. — O que tem a minha roupa? 

— Não fode, Beatriz. - O espanhol estava impaciente, aparentemente. Ele não queria espaço para joguinhos no meio dessa tensão. 

— Eu realmente não sei do que está falando. - Bia rebateu tentando se manter sã. 

— É? - Manuel ofegou inclinando-se contra Bia rapidamente, retirando o paninho da posse dela e jogando-o num lugar da cafeteira. 

— Ei! Eu esta... - Ela não conseguiu terminar a fala por Manuel envolver sua cintura com força, virando seu corpo contra o dele, tomando-a com um beijo forte. 

A língua do espanhol invadiu a boca de Bia com movimentos precisos e deliciosos, deixando a sensação de sensualidade marcada na ex-namorada, que retribuía cada investida dele. A fome era tanta que ambos começaram a caminhar de maneira embolada até Manuel finalmente conseguir prendê-la contra a parede do balcão. Haviam se esbarrado em algumas coisas no caminho, mas isso sequer importava! O que importava de fato era os lábios batalhando em conjunto, famintos em dominar um ao outro num beijo lascivo, impaciente. Como eles sentiram falta desse contato!

Bia abraçava os ombros do Manuel enquanto empurrava a nuca dele para si. Esfregava sua cintura contra a dele, sentindo a ereção roçando em seu ventre, demonstrando o quanto ele a queria, do quanto ele havia se segurado para não tomar a atitude que ambos se regozijavam por fazê-la agora. Ofegando, Bia sorriu cortando o beijo ao mesmo tempo que Manuel arfava de olhos fechados, querendo uma nova aproximação.

— Parece que seu amiguinho sentiu minha falta. - Bia soltou essas palavras como se fossem veneno; esfregando-se nele, sentindo a ereção maravilhosa crescendo ainda mais, chegando no limite do jeans. — O que houve? As garotas que você convidou não conseguiram resolver esse problema pra você?

— Só uma garota pode resolver esse problema pra mim, Urquiza. - O sotaque dele em “Urquiza” estragou a calcinha da Urquiza de vez. 

— Que bom que ela está aqui, então. - Manuel mal terminou de ouvir a frase, voltando a beijar excitadamente os lábios da mais nova. Ele desfez o laço do avental que ela vestia e o deixou largado no chão. Abaixou-se flexionando os joelhos, enlaçou a cintura da brasileira e a ergueu de vez, fazendo Bia prender as pernas envolta da cintura do moreno. 

Com uma mão, ele tomou a cintura desnuda e a apertou sentindo a pele macia sob os dedos. A saia já havia subido e enrolado, dando a Manuel o contato úmido da intimidade de Bia roçando na altura do umbigo. Ah... Era tão gostoso sentir o quanto ela estava sedenta por ele. Naquela altura Manuel só conseguia pensar que a faria gozar até que ela se esgotasse totalmente. 

— Eu vou te falar o que vai acontecer agora. - Manuel grudou sua testa na de Bia, encarando as íris castanhas dela pegando fogo. — Eu vou te chupar e depois vou foder você com toda a força do mundo. Você vai gozar até que não sobre uma gota desse seu tesão acumulado. Me entendeu? 

Ela assentiu antes mesmo da voz alcançar sua garganta:

— S-sim. 

O garçom capturou o pescoço exposto de Beatriz pensando rápido. Não podia apoiá-la no balcão porque era demasiado alto, então logo se lembrou da mesa que ela limpava antes do incêndio começar. Caminhou com ela no colo e a colocou sentada na mesa vazia, afastando-se. Manuel se livrou do casaco que vestia e tomou a blusa de Bia puxando-a de dentro da saia, tirando o tecido rosado com a ajuda dela, que mal conseguia manter os olhos abertos, totalmente entorpecida de excitação. 

Manuel desfez do sutiã da sua garota para tomar um dos seios com a boca, cheio de vigor. Chupou o mamilo esquerdo enquanto beliscava o direito, fazendo os gemidos de Bia ecoarem numa cafeteria vazia. Ele não estava sendo delicado. Ele só queria que ela sentisse o que estava perdendo com essa separação estúpida. Prolongando o momento, os dedos do espanhol caminharam para entre as pernas da brasileira, movimentando o polegar contra o caroço pulsante, carente de atenção. Bia gemeu jogando a cabeça para trás ao senti-lo tocando-a com tanta decisão. Ela achava que não poderia sentir nada mais prazeiroso naquele momento, até Manuel afastar o centro da calcinha, arrastando para lateral na intenção de ter espaço e penetra-la com o anelar e o dedo do meio calmamente, observando cada feição de rendição da mulher abaixo de si, apreciando os sons que ela fazia. 

Seus dedos movimentavam-se num ritmo lento de vai e vem e agora a atenção dos lábios do maior era o pescoço de Bia, onde ele chupava, lambia e beijava enquanto estocava com seus dedos. 

— Você é perfeita, Bia. Perfeita pra mim. - Disse com seu hálito quente soprando contra o rastro molhado que ele havia feito no pescoço dela. 

Bia não aguentou. O nó em seu ventre se desfez totalmente entregue para ele. Gozando maravilhosamente pela primeira vez. Gemeu aliviada, mas ainda necessitada, totalmente atônita àquela loucura; transar no local de trabalho do ex, COM o ex. 

Ela nem teve tempo de falar qualquer coisa, avistou Manuel ajoelhando a sua frente, com os olhos claros, agora negros pelo desejo, fixos nela. 

— Manuel... - Ela gemeu confusa, mas muito alterada. 

— Erga o quadril, meu amor. - Instruiu. Bia se apoiou nas mãos e ergueu sua cintura, vendo sua calcinha ser puxada por ele. 

— Mas e a saia? 

— Você me provocou com essa coisa o dia inteiro. Deixa ela aí. - Foi a última coisa que ela ouviu sair da boca de Manuel antes dele começar a lhe chupar. 

Bia estava sendo completamente estimulada pela língua dele, que ora a penetrava, ora a sugava, as vezes soprando contra o sexo molhado. Os sons que ela fazia era o principal motivo de deleite de Manuel, que a comia com tanta fome como se nunca tivesse experimentado o sabor dela. 

As mãos pressionando a cintura, a língua trabalhando, os lábios beijando... Bia não demorou muito para atingir seu segundo orgasmo. 

Tentando recuperar o fôlego, Bia fechou os olhos meneando a cabeça para os lados totalmente letárgica. Era possível gozar duas vezes seguidas? Bom, sua boceta pulsando comprovava que sim. O que diabos Manuel havia feito? 

— Como se sente? - Manuel perguntou “inocentemente”, puxando a camisa que vestia, revelando seu abdome absurdamente sexy. 

— Eu só... - Ela se perdeu nas palavras ao vê-lo lamber os lábios. Os lábios permeados pelo prazer dela. —... acho que só preciso de um minuto. - Bia começava a recobrar os sentidos. — Ainda preciso te ajudar com seu probleminha. 

— Problemão, eu diria. - Rebateu com um sorrisinho. Bia respirou fundo, tentando se controlar.

— Ah Manuel... Eu te chuparia até minha garganta doer... - Ele arregalou os olhos com aquela afirmação, sentindo seu membro pulsar dentro da calça. — ...mas preciso que esteja dentro de mim. Agora. 

— E o seu minuto? 

— Eu não vou parar de te desejar por causa de tempo. A prioridade é te ter, querido. - A medida que Bia ia falando, ela se inclinava na direção de Manuel, apoiando as mãos nos ombros nus do moreno. Ele estava com cada músculo rijo, com cada fibra de seu ser desejando-a. Não tinha como esperar mais um segundo ou sua calça explodiria a qualquer momento. 

— De pé. - Ordenou. Bia obedeceu, sentindo por um momento as pernas fraquejarem antes de se firmarem de uma vez. 

Não podendo ao menos reagir, ele a curvou contra a mesa, desfazendo o coque improvisado que ela havia feito anteriormente. Manuel se afastou apenas um pouquinho, observando a bunda exposta para si, com a saia enrolada na cintura de Bia. Céus, como ela era gostosa, linda. 

O som do zíper ecoou na Jukebox e Bia pareceu mas ansiosa que nunca. 

— Está com pressa, linda? - Indagou ao senti-la investindo contra ele, louca por algo que há muito esperava. 

— Vamos, Manuel. - Choramingou ao sentir a mão grande cobrindo suas costas, impedindo-a de ir na direção dele de vez. 

A risada do homem soou na cafeteria, deixando a brasileira mais louca de desejo. Ele a mataria se quisesse. 

— Você estava me olhando quando empinou essa bunda enorme na minha direção. - Ele começou a indagação, com uma mão contendo Bia e a outra segurando o membro, pronto para entrar nela. — Era isso que você queria? Que eu te fodesse no meu local de trabalho? 

— Querer é bem diferente de poder. - Rebateu com o corpo em chamas. 

— Pois ouça. - Manuel se curvou sobre o corpo de Bia, colando a boca na orelha dela. — Você pode. Você pode fazer o que quiser comigo, Beatriz. Inclusive me pedir para ser fodida a qualquer hora. - A ponta do seu membro tocou na entrada de Bia e ela gemeu ensandecida tentando um contato maior, mas não conseguindo pela mão dele lhe segurando. — Não gosto de joguinhos, amor. Se você quiser ser fodida apropriadamente, não precisa insinuar, você pode falar. Eu sou seu. E faço o que você quiser. O que você quer, Beatriz? 

— Quero que você pare de falar e me coma do jeito que prometeu. - Disse irritadiça, fazendo um sorriso brotar nos lábios vermelhos de Manuel, que se levantou afastando-se de vez. 

Com um movimento rápido, ele esteve dentro dela em apenas uma estocada. A força foi tanta que ambos gemeram: Bia por ter sido preenchida com força e Manuel por sentir o aperto dela envolto de si, completamente receptivo. Oh sim! Bia havia sido feita para ele! 

Ele agarrou a cintura de Beatriz enquanto estocava duramente, ofegando ao ouvir cada som prazeiroso que ela fazia. 

— Você vai acabar comigo! - Ele acusou tomando um dos seios dela que balançava. 

— Manuel... - Ela gemeu o nome dele mais uma vez, incitando um som gutural sair dos lábios do espanhol, completamente entregue àquela sensação. 

O quadril batendo contra a bunda, os arfares rendidos, tudo parecia certo. Bia empinou mais seu traseiro, sentindo o pau de Manuel atingi-la num ponto que fez ambos gemerem com o novo contato profundo. 

A mesa balançava com a impassibilidade de Manuel. As sensações em sintonia, os sexos pulsando, a ansiedade dos dois... Eles eram perfeitos juntos. Estavam no lugar certo. 

Bia mordeu seu lábio inferior completamente fora de si com os apertos em sua cintura, em seu seio e o impacto dele estocando sem dó. Poderia morrer de prazer ali mesmo, mas não gritaria. Ela nunca foi escandalosa, aquele não seria o momento para ser, mesmo que seu âmago implorasse por um grito de libertação. Sua intimidade já latejava, anunciando que o aperto no ventre se desfaria em breve. 

— Assim, meu amor. - Ele a incitou. — Você está quase lá. Eu estou sentindo você me apertar. - Manuel anunciou não perdendo o ritmo de cada estocada. Como era maravilhoso sentir as paredes dela esmagando seu membro sem um pingo de pena. — Goze, Bia. Comigo.

Ah! - As três últimas palavras de Manuel soaram como chave destrancando cadeado, fazendo Bia apertar a ponta da mesa ao soltar um exclamo da garganta, dando um último aperto envolta do pau de Manuel, se derramando de vez. 

— Isso... - Ele grunhiu sentindo o prazer dela melando seu membro, derramando o seu próprio logo em seguida. 

Manuel recuperou o fôlego puxando o ar com força, antes de sair de dentro dela. Eles ainda não conseguiam acreditar no que havia acabado de acontecer. 

— O que houve com você? - Bia perguntou com a respiração entrecortada, se erguendo em seguida e ajeitando os cabelos. Pegou a calcinha e a vestiu ainda com a pergunta no ar, ajeitando a saia, agora toda amarrotada. 

— Acho que descobrimos como eu fico quando você me provoca. - Manuel respondeu fechando o zíper e tomando a camisa branca do chão. 

Eles riram cansados, mas com um clima confortável entre eles. 

— Não pensei que me tornaria num animal, desculpe. - Ele continuou falando, tomando a blusa e o sutiã de Bia no chão entregando para ela com um olhar de “se fiz merda, não foi a intenção”. 

— Agora sim esse é o Manuel que eu conheço. - O espanhol sorriu envergonhado, mostrando suas covinhas fofas. — Primeiro o piano da Kunst, agora o Jukebox... Sempre seremos tão criativos? - Bia parecia achar engraçada a situação, mesmo que sua intimidade reclamasse em ardência. Não era uma ardência ruim, pelo contrário, a fazia lembrar de como ele era talentoso na arte de fazê-la gozar. 

— Isso é culpa sua. 

— Minha culpa? 

— Acha que eu não me transformaria num maníaco do sexo se não fosse por sua causa? Foi só você fazer uma cara de safada empinando a bunda que eu já vim todo hipnotizado, então sim. A culpa é sua. - Manuel formulou sua acusação debochada, fazendo uma Bia já vestida cruzar os braços em ironia. 

— Em minha defesa você que me dominou na hora a H, não o contrário. Quer dizer, você me disse coisas que com certeza eu nunca mais vou esquecer. 

— É, nem eu. - Manuel confessou apanhando seu casaco no chão. 

— Acho que vou ter que limpar a mesa de novo. - Bia comentou causando risadas de ambas as partes. 

— Claro, é por sua culpa mesmo.

 


Notas Finais


não se esqueçam que eu escrevi isso meio bebada e na real to postando isso por causa da suzi. no fundo eu to é morrendo de vergonha mesmo rs

Se quiserem ler mais fics Binuel/Isulio só clicar no icon do meu perfil e escolher uma que agrade💕

obrigada por lerem até aqui e nos vemos em breve ♥️


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