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História Inevitável - Binuel - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


ok, depois de MUITO tempo e quase 14k de views do edit de harry potter por causa de uma promessa que eu tinha feito da boca pra fora, aqui estou com a porra da putaria que vocês tanto me pediram.
"ah mas demorou um mês e meio"
foda-se caralho lê a porra do capítulo e seja feliz.

boa leitura, e todo mundo que compactuou com o complô pra me fazer escrever isso, vai tomar no cu. e o resto, espero que gostem meus amores<3

Capítulo 4 - Controle (Bônus III)


Meus passos eram firmes e decididos.

Chega.

Eu não aguentava mais essas atitudes. Atitudes grosseiras. Atitudes Sórdidas. Atitudes que o afastava dele mesmo.

Atitudes que me machucavam.

Manuel estava sentado em sua mais nova aquisição, a moto. Parecia perdido... Refletia sua confusão no olhar, devaneando em seus pensamentos.

— Temos que conversar. - Intimei pois sabia que se eu fosse paciente mais uma vez, ele fugiria. Mais uma vez.

Seu olhar encontrou o meu, mas tentei não me deixar levar. Se eu cedesse, ele continuaria agindo feito um inconsequente da mesma maneira.

— Agora não posso. - Desviou o olhar do meu e minha irritação não pôde deixar de se sobressair.

— Então quando? - Controlei o tom de voz, mas o que eu mais queria era berrar e dar uns tapas naquela cara pálida até ele cair na real. Ele deu de ombros. — Eu estou cansada da sua atitude, Manuel. - Desabafei com os braços cruzados. — Não responde as mensagens, as ligações... Não me dirige nem a palavra! - Falando isso eu voz alta, percebi o quanto me afetava.

Abaixei a guarda. Eu sinto falta dele.

— O que você esperava? - Ele ao menos olhava pra mim!

— Não sei. Talvez que me desse um minuto para conversarmos. - E aí ele me encarou.

— Acho que já deixei muito claro, Bia. O que mais tenho que fazer pra que você se dê conta? - A voz dele era grave, pesada. Já havia escutado esse tom de voz algumas vezes, mas eram por motivos bem mais satisfatórios do que a atual situação.

Suspirei.

— Escuta, Manuel...

— Não. - Determinou. — Eu CANSEI de falar! Meu mundo está em pedaços e eu não tenho mais nada pra falar.

— MAS EU SIM! - Ergui a voz totalmente fora de mim. — O SEU mundo desmoronou?! - Disse cada palavra enquanto me aproximava. — E o meu o quê?! Sabe o que foi pra mim descobrir que não era a Helena quem dirigia?! Sabe o choque que foi pra mim?! - Manuel ao menos conseguiu manter o contato visual. — Eu estou me cansando do seu complexo de ego, Manuel! Então seja responsável pelas coisas que te acontecem e PARE de culpar as outras pessoas!

Abalado, Manuel fixou seu olhar em mim completamente incrédulo com as minhas duras palavras, mas não mudei a postura.

— Sobe. - Falou. Seu tom não era agressivo, mas ainda sim me assustei.

— O que disse? - Perguntei ainda irritada, vendo-o vestir o capacete.

— O que você ouviu. - E lá vem a grosseria.

— Isso não é resposta! - Quase bati o pé de tão brava que eu estava. Minha frustração era tanto por seu descaso pelo meu desabafo, e por ele não demonstrar a mínima vontade de me explicar o que queria.

— Sobe na moto. - Ele se ajeitou, ligando a ignição.

— Pra onde a gente vai? - Eu ainda resistia. Esse negócio de ser monossílabo, viver com a mandíbula trincada e andar com uma de senhor mistério por aí não faziam bem pro meu estado de excitação não!

— Vamos resolver isso. - Mas nem fodendo! Se ele acha mesmo que nós vamos resolver nossos problemas com sexo, ele está muito enganado! — É exatamente isso que você está pensando.

Ok. Acabo de descobrir que telepatia também me excita.

— Então a resposta é não! - Disse óbvia.

— Na verdade você disse sim desde a primeira vez que me viu assim, só estava preocupada demais pra falar alguma coisa que não fosse um questionamento. - Abaixou a viseira fosca e eu me mexi desconfortável, mas ainda sim consegui manter a feição raivosa, por mais incrível que pareça. Cruzei os braços. — Não precisa fazer a irritadinha.

— Não estou fazendo a irritadinha, eu ESTOU irritada.

— Você vem ou não? - Foi sua palavra final antes de pegar no guidão, pronto para ir embora.

Respirei fundo olhando um pouco mais adiante. Claro que não resolveria nossos problemas, mas eu estava tão irritada, tão frustrada, tão...

Ouvi o motor roncar e segurei nos ombros de Manuel ao sentar na garupa, completamente enfurecida comigo mesma por ter aceitado aquela atrocidade.

Ele estava com pressa. Eu segurava seu corpo com força e apoiava minha testa em seu ombro. Ele estava de capacete e eu não, não parecia muito prudente não me segurar nele. Fico pensando se pilotar uma moto era um dos itens da lista de “Coisas que não sei sobre o Manuel”, porque ele dirigia apressado e isso claramente insinuava que ele já tinha andado numa coisa dessas antes.

Encostei meus lábios em seu ombro e inspirei seu cheiro. Ah, quem eu queria enganar? Eu sinto falta dele. Sinto falta dessa proximidade, dos toques, do carinho... Poderíamos ter terminado antes, mas ainda estávamos juntos. Ainda éramos amigos ou comprometidos, sei lá. Mas ainda sim estávamos juntos.

Até a merda ser jogada no ventilador.

Manuel percebeu meus toques mais ousados e pareceu permitir que eu seguisse junto dele. Ele estava irritado, era óbvio, eu também estava, todavia a saudade de tê-lo comigo era tanta que eu não me importava de demonstrar uma “fraqueza” em lhe acariciar. Eu o queria.

Continuei me apertando nele na moto envolvendo sua cintura com o braço esquerdo e com o direito eu desci mais um pouquinho. Senti sua respiração irregular, mas continuei até apoiar minha mão em sua perna.

— O que você está fazendo? - Ouvi a voz dele abafada pelo capacete assim que paramos num sinal.

— Nada. - Dei de ombros sugestionando que me afastaria, quando ele segurou a minha mão.

— Você é muito descarada.

— Obrigada. - Ironizei continuando com as minhas carícias até chegar em sua virilha.

— Caralho... - O ouvi dizer antes de acelerar e eu me agarrar nele de supetão.

Logo comecei a reconhecer o caminho. Era o mesmo que eu usava para ir à Kunst de bicicleta. Claro que eu levava o dobro de tempo parar ir do fundom até lá, mas era de se esperar a nossa ida para esse lugar por conta da intenção de... conversarmos.

Não deixei de provocá-lo nem por um segundo. Era como se eu estivesse matando-o aos poucos, e eu gostava da sensação. Sua animação bem aparente lhe deixava desconfortável por conta da exposição e isso sempre me motivava a continuar, porque sabia que no fundo ele gostava.

Distraída, só percebi que havíamos chegado quando Manuel estacionou a moto e tirou o capacete. Ele ainda estava com pressa, isso ficou bem claro quando ele tomou a minha mão me guiando para dentro da mansão.

Manuel olhou para a direção das escadas e acabou vendo Zeta descendo-as despreocupadamente com um console na mão. Manuel, na intenção de nos esconder, olhou para a sala de estar e lá viu Thiago e Ana conversando enquanto Daisy e Pietro cozinhavam na bancada da cozinha.

Quando dei por mim mesma, ele me arrastava para um banheiro nos fundos da escada, perto do elevador.

— Fique quieta. - Ele disse baixinho trancando a porta atrás de si enquanto eu o olhava incrédula.

— O quê?! - Mal terminei de falar quando sua boca se uniu a minha num ato raivoso e desesperado.

Que se foda também! Se ele faz questão de ser o garoto mau, o tratarei à altura.

A primeira coisa que fiz foi tirar aquele capuz ridículo que me impedia de ter acesso aos cabelos que tanto amo. Ele ditava o beijo com voracidade, e eu puxava os fios castanhos sem pudor. E se estivesse machucando, que ele sentisse!

Nossas línguas brigavam numa representação de palavras. Era como se brigássemos com a boca, só que do modo não tão convencional. A mão direita dele apertava minha cintura, enquanto a esquerda ditava qualquer movimento em minha nuca.

Serpenteei minha mão esquerda adentrando sua camisa, arranhando o abdome bem marcado ao acompanhar as carícias que fazia em seu cabelo. Soube do efeito dos meus movimentos quando Manuel grunhiu em prazer e falta de ar após o beijo. Mas também não deixei barato. Nem cinco segundos completados foram suficientes para que eu tornasse a beijar os lábios avermelhados do espanhol. Era como se eu finalmente tivesse ganhado uma discussão.

Até ele firmar a minha cintura e me deixar sentada na pia, puxando meus cabelos bruscamente para a direita, atacando meu pescoço com chupadas nada gentis e totalmente prazerosas. Gemi quando sua língua aveludada fez um rastro da minha mandíbula até a base de meus ombros. Ele estava tão sedento...

Tentei movimentar meus dedos, na investida de controlá-lo, quando Manuel segurou em meus pulsos, os prendendo acima da minha cabeça contra o espelho.

— Não. – Ele disse ofegante mordendo meu pescoço ao lado da minha garganta.

Juro, eu podia sentir minha calcinha encharcando a cada dois segundos. A partir de agora, tudo o que ele fazia me excitava, mas essa parte de me controlar não estava nos meus planos.

— Não o quê? – Eu não ia facilitar.

— Eu sei o que você está tentando fazer e a resposta é não. – Disse contra o meu pescoço, sua voz grave batendo contra mim. Deus... — Hoje, eu vou fazer o que quiser com você. Não o contrário. Eu estou no comando.

— Eu nã...

— Calada.

Eu não levo desaforo para casa. Nunca fui de engolir respostas atravessadas. Mas o que posso fazer? Estou quase gozando apenas por palavras!

— Acene com a cabeça se me entendeu. – Ordenou.

Não me julgue. Não serei responsabilizada por meus atos. Manuel jogava sujo; in(felizmente), eu estava de mãos atadas – literalmente.

Assenti.

— Muito bem.

O zíper do meu macacão não demorou a ser escancarado. Eu nem percebi como ele tinha feito, nem sei se ao menos ele havia rasgado minha roupa, mas quem ligava? Eu levava essa maldita jaqueta de couro dele comigo e pronto. Manuel podia conseguir me controlar durante uma transa, mas dessa porta para fora, adivinha quem não controla quem?

Sua boca mandava na minha com movimentos precisos e arrebatadores, me dominando a cada prensada de lábios que ele fazia questão de dar. E dessa vez, ele não repetiu a trilha de carícias, ele foi direto para os meus seios, desfazendo o fecho do sutiã tão rápido quanto tomara um deles com a boca.

Não me controlei ao gemer surpresa. A língua quente rodeando meu mamilo enquanto sua mão apertava o outro... Ok, eu não conseguia mais me controlar. Abaixei o zíper da jaqueta e tratei de me livrar de sua camisa, por sorte ele demonstrou cooperação em me auxiliar nessa tarefa, mas os poucos segundos sem suas carícias já me deixaram necessitada por mais. Eu estava pronta para reclamar, mas Manuel segurou minha cintura com rigor, se livrando dos restos das minhas roupas.

Nos pés eu ainda calçava os sapatos e nos pulsos ainda usava algumas pulseiras juntamente com anéis nos dedos. A única coisa que ele não fez questão de me tirar foi a calcinha, mas eu sabia que não ficaria assim no momento em que ele me puxou um pouco mais para frente na pia. Manuel me empurrou até o espelho, onde apoiei o meu torso.

— Não faça barulho. – Sua voz grossa soou com seus lábios roçando nos meus. Fechei os olhos aproveitando o toque macio. — Tudo bem?

— Uhum. – Acatei suas instruções balançando a cabeça quando ele se afastou.

Como eu estava quase deitada não pude ver muito, mas assim que Manuel saiu do meu campo de visão eu tive noção do que estava prestes a acontecer. E quando ele abriu minhas pernas eu tive certeza.

Ajoelhado, Manuel começou deixando beijos molhados abaixo do meu umbigo, perigosamente perto da virilha, me fazendo apoiar a cabeça contra o espelho ansiosa por mais.

— Manuel... – Sussurrei quando seus lábios roçaram na minha fina calcinha azul marinho, que com certeza portava uma mancha muito aparente denunciando minha excitação.

Ele não me respondeu. Bom, na verdade, me respondeu sim. Sua resposta foi minha calcinha virando trapo em suas mãos e uma chupada de outro planeta.

Caralho! – Não me contive em soltar um palavrão quando sua língua me penetrou de vez. Gentileza com certeza não estava nos planos dele... E se fosse um castigo, por favor! Me castigue assim pra sempre!

Minhas mãos faziam um caos com as madeixas castanhas e de vez em quando eu abria os olhos só para ter o deleite de vê-lo me chupando, mas Manuel sempre intensificava os movimentos quando eu tentava olhá-lo.

Na investida de cumprir com a minha palavra e ficar calada, eu mordia meu lábio inferior, mas era impossível não conseguir soltar um grunhido ou algum som com tudo o que ele fazia. Era culpa dele eu não conseguir ficar calada, mas parecia que ele não se importava muito com isso. Eu que tinha que dividir meu autocontrole em: Focar no prazer aliciante ou no impedimento de qualquer reação sonora. E então, com Manuel apertando meus quadris, sugando meu clitóris e enfiando dois dedos em mim, não consegui segurar um gemido alto.

— O que eu te falei, hã? – Em um piscar de olhos ele já estava de pé na minha frente, com o rosto a milímetros do meu e os lábios brilhantes por meu prazer.

Não, não, não, por que parou agora? Eu estava quase lá! Não dê uma de garoto mau agora, por favor! – Implorei mentalmente.

— Para... – Eu não conseguia falar de tão ofegante. Ele tão perto me olhando como se penetrasse a minha alma também não contribuía em nada. — ...para eu ficar... – Respirei fundo, mas não adiantou de nada. Parecia que eu tinha corrido uma maratona de 10 quilômetros quando na verdade só tinha sido meu ex me dando uma chupada milenar. — ...calada.

— O que eu ouvi foi um grito. – Continuou sussurrando, insistindo no meu erro.

Tá, tá, pode completar o serviço?

— Você não está ajudando, camarada.

Anda, Manuel! Minha boceta ainda está piscando!

— Estou te fazendo gozar com a boca e você ainda me culpa por não conseguir se controlar?

Exatamente!!!

— Sim. – Eu disse que não levava desaforo para casa.

— Você é inacreditável. – Reclamou tomando meu pescoço com a mão direita, aproximando ainda mais nossos rostos.

E você vai continuar me chupando.’ – Era o que eu eu queria ter dito... Como eu queria ter dito!

— Me desculpe. – Bom, tive que me ajustar aos seus padrões ou ele não terminaria o que havia começado. — Não... não vai se repetir. – Abaixei o olhar.

— Diga de novo, Beatriz. – Arregalei os olhos em sua direção. Mas nem fodendo que eu ia repetir! — Ou ficamos por aqui.

Engoli a seco. Foi como engolir meu ego e meu orgulho.

— Não vai... – Pigarreei.

— Continue. – Filho da puta!

— Não vai se repetir.

— Foi o que eu pensei.

De que adiantou eu ter chegado com pedras nas mãos ao falar com ele no Fundom um pouco mais cedo? Se eu soubesse que meu desabafo fosse terminar desse jeito, eu nem teria saído de casa! Esse pequeno diálogo foi basicamente a prova da minha derrota.

Bom, na verdade, com o formigamento em meu ventre se tornando mais intenso junto com suas avançadas foram a prova de minha derrota. Soube disso no exato segundo em que; enquanto eu segurava seus cabelos, eu gozava loucamente tampando minha boca com a mão.

— Boa garota. – Parabenizou ainda ajoelhando, passando o dedo em mim antes de provar o gosto.

Vai se foder! – Tive vontade de gritar.

Mas... Também tive vontade de beijá-lo e agradecer. Esse período longe dele não foi fácil e bom, se esse foi o jeito dele de dizer “estou puto com você, Bia Urquiza”, não foi de todo ruim...

Manuel desafivelou o cinto um pouco afobado e o volume deixava sua calça mais apertada. Eu queria muito tocá-lo, porém só me movi para me ajeitar na pia, ficando sentada.

O espanhol se aproximou com os lábios tocando minha testa, o nariz respirando em meus cabelos, suas mãos tomando posse da minha cintura enquanto ele me invadia sem pena.

Assim que abri a boca involuntariamente, Manuel já a cobriu, como se me ajudasse.

— Você realmente está empenhada em fazer que a Kunst inteira saiba que eu estou te fodendo no banheiro. – Disse ranzinza, metendo impiedoso.

— Se você... Fosse um pouquinho mais delicado. – Falei baixinho entre estocadas, ofegando já que eu não podia gemer conforme meu tesão pedia.

— Se você fosse menos teimosa. – Rebateu puxando meus cabelos para o lado, deixando meu pescoço nu para que ele fizesse o que bem entendesse.

Manuel não foi devagar em nenhum momento e sua boca lambendo e chupando meu pescoço não ajudava em nada.

Ele falava de mim, mas ele também arfava e eu sabia que ele se controlava para não fazer barulho. Eu mesma o apertava entre as minhas pernas só para provocar, mas era claro o quanto ele me controlava. Manuel fazia o que queria com meu corpo, seja sugando meus seios, apertando minha bunda, beijando meus lábios enquanto metia... Não havia dúvida de que a rendida fosse eu, mesmo que eu tentasse não parecer louca de desejo.

Rebolava junto com suas investidas quando resolvi deixar de ser a boa garota. Ele não pararia agora que estávamos perto de gozar, pararia?

— Sabe Manuel... – Comecei a soltar o veneno com a boca colada em sua orelha, controlando minha respiração. —, isso que está acontecendo é a prova de que não importa o que aconteça, você sempre voltará pra mim. – Me afastei lentamente e ele olhou nos meus olhos. Ele com a feição irritada e eu com a minha cara de sonsa, de sorrisinho debochado e tudo, afinal o jogo havia virado. — Não importa o quão brigados nós estejamos, o quão puto você esteja comigo... Nada disso importa, pois tudo sempre termina com você dentro de mim.

Eu havia soltado pino de granada, aparentemente. Pois ele parou de se mover na mesma hora.

Poucos segundos e eu já estava achando que ele se vestiria e iria embora com sua moral destruída por minhas palavras, mas não. Manuel ergueu minha coxa direita apoiando-a em seu braço e esse movimento foi o suficiente para que eu quase gozasse. Deus, o que havia acontecido?

— Você... – Rosnou. Ok, minha expressão havia mudado drasticamente, e eu sabia disso porque Manuel estava com o mesmo sorriso do qual eu me gloriava agora a pouco. — Você fala como se eu fosse seu bichinho de estimação, mas quem está dando pra mim que nem a uma cadela no cio é você.

...

Como eu argumento contra isso?

Porra, ele realmente tinha razão!

Ele quem havia me oferecido.

Eu que subi na moto dele. Eu que estava aqui sentada nessa pia dentro da casa dele. Ele que metia em mim, e metia porque eu havia deixado.

— E agora você vai gozar comigo, Bia. Vai gozar porque quem está te fodendo sou eu e porque você quis assim.

Com a minha perna erguida e as fortes investidas, não demorou muito para que eu o apertasse com tanta vontade. Muito mal Manuel conseguia controlar o barulho.

Ele veio logo depois de mim. E é claro que a vitória era um dos seus sentimentos mais explícitos.

Eu estava bastante realizada e saciada com nossa nova “briga”, mas o que me entristecia era que nada havia mudado. Todavia, quem sabe ele não voltasse a ser quem era? Meu Manuel doce e carinhoso de sempre?

 

 

Se bem que depois de hoje... Ele não precisava voltar a ser doce e carinhoso sempre...


Notas Finais


vocês não queriam a PORRA do manuel dark? aqui está o consagrado.

sem zueira agora, eu espero de verdade que todos tenham gostado. sei que demorei, mas faz anos que eu não escrevo um hot em primeira pessoa então foi bem difícil pra mim... se quiserem fazer abservações, fiquem a vontade, eu mesma fiquei um pouco insegura ao postar KKKKKKKK
vejo vocês em A Beagle Problem <3


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