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História Inevitável - Capítulo 4


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Notas do Autor


Não podia deixar vocês e o InuYasha na mão... 6.6
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Me sigam no Spirit para poder receber as atualizações dessa e de outras fanfics! Zoin-chan
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Os personagens não me pertencem, e sim a Rumiko Takahashi!
Boa leitura!!
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Capítulo 4 - Interrompido


Fanfic / Fanfiction Inevitável - Capítulo 4 - Interrompido

InuYasha POV

Aquele cheiro estava mais intenso. Como se o corpo dela implorasse para que eu saciasse suas vontades mais intimas e era quase impossível resistir a isso. Realmente, eu deveria ignorar e deixar para lá, mas... Eu não consigo mais me conter depois daquele dia. Parecia estar em frenesi. Totalmente embriagado por ela.

Ao encontrá-la ali acalorada e sentada na beira do rio, notei que ela havia tentado se refrescar de alguma forma, pois escorriam algumas gotas de água em sua pele. Inclusive, aquela gotícula que escorreu do seu pescoço e ia pouco a pouco até descer sua clavícula me dava inveja, pois rumava agora até o vale dos seus seios.

- Eu... Também estou sentindo calor... – não me dava conta dos meus atos. Eu estava tão preso a ela e aquele cheiro, que sentia que poderia fazer qualquer coisa com Kagome.

Desamarrei o meu manto superior, deixando-o aberto e mostrando minha veste branca, igual naquele dia. Olhei as pernas dela e quis tocá-las, então caminhei devagar até estar no raso com os meus pés na água, parando na frente dela e me agachando, tornando o contato visual certeiro e profundo. As pontas do meu manto escorregaram das minhas pernas e tocaram a água, deixando aquela parte molhada.

Sem desviar dos olhos dela, coloquei minhas mãos na água e guiei-as até tocar finalmente os tornozelos dela. Ela soltou o ar e fechou os olhos, suspirando com um ruído baixinho. Aquele som me fez dar um rápido meio sorriso. Esperei para ver se ela puxaria suas pernas para longe de minhas mãos, mas ela se manteve igual como estava. Kagome abriu os olhos e buscava ansiosamente pelo ar.

- “Não vou tirar os olhos de você...” – pensei.

Subi com a ponta dos meus dedos até alcançar sua pantorilha, retirando as mãos de dentro da água com aquele movimento e seguindo até tocar seus joelhos lentamente.

Ela gemeu baixo e fechou os olhos outra vez. Mas o gemido dela me fez latejar e um ruído rouco saiu da minha garganta em consequência. Comecei a afastar suas pernas e ouvi ela murmurar algo desconexo, ainda com os olhos fechados.

- Essa água... Consegue te refrescar? -  com a respiração cortada. – Ou quer que... – tentei continuar a frase, porém... Infelizmente fui interrompido.

- KAGOME??? INUYASHA??? – era a voz de Shippou, ainda longe, mas nos forçou a parar com... Aquilo.

- É o Shippou! – ela rapidamente acordou do transe, se levantou e olhou-me muito corada antes de correr e me deixar sozinho ali.

- Maldição... Eu mato esse pirralho! – rosnei baixinho e me apoiei aos meus joelhos para levantar. Não era bom que eu aparecesse... Bem, nesse estado na frente deles. Miroku ficaria insuportável. Mordi meu lábio e fechei os olhos. – Kagome... Isso vai ter volta!

Me joguei dentro do rio e tentei me acalmar, mas só a água gelada não deu conta de amenizar os efeitos que ela causava em mim.

Maldição...

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Kagome POV

Antes de ir até Shippou e fugir da tortura que o InuYasha estava fazendo em mim, fui até a beirada e molhei as mãos na água gelada novamente, passando-as já resfriadas na minha face e esperando amenizar a minha cor, já que acreditava que as minhas bochechas com certeza estavam muito coradas. Afinal, eu conseguia sentir o meu sangue pulsar tão forte agora, que achava estranho não ter ficado totalmente vermelha. Sequei-me usando o tecido da minha saia como toalha e parti até onde o som da voz de Shippou estava.

- Shippou? – chamei. - Shippou onde está? - Ao passar por poucas árvores à frente, o avistei. Ele estava com uma carinha amedrontada.

- Kagome!! – gritou quando se deu conta que nos encontramos e correu até saltar em meu colo.

- O que foi Shippou? – ele estava assustado.

- Tem uma energia maligna muito forte aqui perto! Miroku e Sango já seguiram em frente para investigar! – agoniado.

- Energia maligna? – “Eu não senti nada porque eu e ele...” – engoli em seco e falei depois: - Vamos indo, Shippou! – corri com ele em meus braços.

- Mas, e o InuYasha? Cadê ele? – preocupado.

- Ele já vem! – disse simplesmente. Não podia dizer pra ele nada do que aconteceu, afinal ele era só uma criança. 

- Kagome! Vocês brigaram? – perguntou inocente. – O seu coração está batendo tão rápido! – me fitou enquanto colocava as mãos perto da minha jugular, onde se mantinha agarrado enquanto eu corria. 

- Brigamos! – disse.

- Ah! Aquele InuYasha é um idiota! – fechou os olhos.

- “Ainda bem que ele não tem o faro do InuYasha com relação a...” – fui interrompida.

- Kagome... – sua voz pareceu bem confusa. – O InuYasha fez algo com você? – inocente. Mas, a minha mente não estava mais tão pura assim. Então, bastou-me ficar extremamente constrangida. 

- Co-como assim? – gaguejei. – Ele não fez nada! – parei bruscamente, apesar de estarmos bem perto da minha bicicleta e do local que havíamos parado.

- Ah... – pensou em algo e sorriu. – Acho que o cheiro dele tá forte em você por que ele vive te carregando né? – riu – Pensei que vocês tinham brigado sério dessa vez!

- Ele deve estar com a cara no chão ainda! – tentei levar para essa interpretação. Sorte que não era Miroku me perguntando aquilo, por que eu já havia ficado absurdamente envergonhada com a indagação dele.

- Sabia! Ele bem que merece! – brabinho. – Kagome! – se soltou e se transformou naquele balão rosa. – A sua bicicleta e a mochila estão ali na frente! – apontando  na direção que antes seguíamos – Eu vou avisar ao Miroku e a Sango que vocês logo nos alcançarão!

- Tudo bem Shippou! – falei e dei graças a Deus, que ele era um garotinho ingênuo. – Já, já encontramos vocês! – dei um sorriso para ele e o acompanhei subir. – “Ufa... Salva pelo gongo!” – suspirei e coloquei a mão na frente do peito, tentando me recuperar do quase flagra. – “InuYasha...” – olhei para trás e ele ainda não tinha vindo até nós. – “Por que está demorando?” – comecei confusa mas, logo fiquei igual a um tomate ao imaginar o motivo da sua demora. – “Kagome! Ai, ai, ai!” – tampei o rosto e depois sacudi a cabeça, tentando distrair minha mente altamente criativa. – Minha bicicleta... Preciso pegar a minha bicicleta! – falei aquilo quase como um mantra. – Que droga! – mas já era tarde, eu já estava quase desmaiando pela loucura da minha imaginação fértil!

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Poucos minutos depois...

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InuYasha POV

Agora que estava mais calmo e sem qualquer alteração corporal, corri até onde havíamos feito a pausa para almoçar, sendo que eu estava com mais fome do que antes depois daquela... Distração. Mas, aguentaria até a próxima parada. Enfim, corri até o local e não vi sinal deles ali. Bufei impaciente e farejei o ar, buscando achá-los mais fácil assim. Logo, senti o cheiro da Kagome e fui em sua direção.

Alguns saltos depois, avistei-a de longe e me arrepiei. Maldição. Já não havia passado toda aquela vontade? Balancei a cabeça e ignorei meu pensamento pervertido.

De repente, um cheiro forte e podre de cadáver atingiu minhas narinas raivosamente. Farejei mesmo incomodado e constatei que vinha do Noroeste. Da mesma direção que Naraku havia fugido dias antes.

- Que droga é essa? – tampei o nariz e no último salto, alcancei Kagome.

Ela se virou para mim e já abriu a boca:

- InuYasha! Está sentindo essa energia maligna?

- Estou sentindo sim - "E um cheiro de cadáveres também...!" – pensei e franzi a cara – Kagome... Tem algo perigoso por perto. – me aproximei dela e esbarrei na bicicleta, que parecia um muro entre nós – Ande! Suba nas minhas costas, eu levo essa sua carroça de metal! - Já me abaixando. – Vai ser mais seguro para você. – disse sério.

- Ah... Tá! – ela desviou os olhos, parecendo tímida e depois deu a volta. Me agachei e me preparei para apoiá-la. A bicicleta tombou pelo abandono de suas mãos e instantes depois, Kagome segurou em meus ombros, passando uma perna por cima e se encaixando nas minhas costas.

Um simples gesto... Algo rotineiro até então.

 Agora estava tão diferente para mim. Tive que me conter novamente e respirei fundo, segurando em suas coxas e levantando-nos.

- Segure-se. – minha voz soou rouca. 

- Uhum... – concordou e se apertou, envolvendo-me com seus braços e apertando seus seios nas minhas costas.

- “Droga...!” – ia ser difícil.

Tentando me orientar e ignorar a maciez que me pressionava, estendi minha mão e alcancei a bicicleta dela, passando um dos braços no ferro central e fazendo-o parar alinhado na altura do ombro, segurando com a mão perto da roda dianteira. Aquilo me obrigava a segurá-la mais firmemente com a mão espalmada em sua coxa. Sem controlar, enrubesci. Sorte que ela não podia me olhar agora.

- Vamos! – tive que me rezar para não gaguejar.

A sorte, ou não, é que ela se manteve em silêncio e não se mexeu muito atrás de mim durante o caminho, até encontrarmos nossos companheiros à frente, em cima da Kirara em pleno céu.

- Sangooo! – Kagome gritou, quase me deixando surdo.

- Não grite! Sua louca! Quer me deixar surdo? – ralhei.

- Fica quieto, InuYasha! – ela devolveu no mesmo tom e eu parei do nada, fazendo-a cair sentada no chão. Olhei para ela e meneei a cabeça.

- Não me provoque... – isso valia para vários sentidos.

- InuYasha... Senta! – estreitando os olhos e me levando com seu comando até o chão.

- Aaai! – levantei meu tronco e olhei ela. – Por que fez isso? – ela virou a cara. – “Que... Que... Ah... Espere a gente ficar sozinho de novo!” – rosnei.

Shippou apareceu do nada, transformando-se de uma bola grande e rosa para sua forma habitual de pirralho e pousando em cima da minha cabeça, fazendo minha cara se chocar de novo na terra.

- Vocês ainda estão brigando? InuYasha! Se continuar assim a Kagome vai embora para casa dela de novo!

- Shippou, seu pirralho! – rosnei sentindo o gosto do solo. - Sai de cima de mim! - esbravejei.

Ela se levantou e nos ignorou na cara dura, mesmo com toda risada histérica e exibida do Shippou.  Antes que eu pudesse gritar com ela e com ele outra vez, Miroku e Sango pousaram ao nosso lado com Kirara.

- Parece que o InuYasha falou alguma besteira, não é? – Sango falou com a voz levemente risonha. Rosnei e me levantei, fazendo Shippou cair ao chão. Bati minhas roupas e depois, emburreci já cruzando os braços. - Bom, voltando ao que importa! – ela continuou. – Achamos um vale! Está há algumas léguas à frente e alguns youkais fugiram daquela região... Vamos até lá! Tem algo estranho acontecendo...

- Keh! Se não for o Naraku, eu não vou me envolver! - fiz uma careta.

- InuYasha... – Miroku falou calmamente, porém tentando me convencer – E se ele estiver por trás disso? – ergueu a sobrancelha.

Realmente, Naraku era ardiloso e por várias vezes ele usou outros para nos atingir e ir atrás dos fragmentos. Tinha que concordar com ele nessa, talvez ele estivesse mesmo envolvido.

- Tudo bem... Vamos! - cedendo. 

Instantes depois seguíamos em direção do vale conforme combinado. Eu voltava a carregar Kagome nas costas. Na mão direita levava sua bicicleta com Shippou sentado dentro do cesto.

O tempo começou a mudar e nuvens cinzentas cobriram o azul do céu, ao mesmo tempo que uma aura maligna ficava mais evidente. Além do mais, eu senti um cheiro que muito me irritava e estava bem forte.

- Arrgh! Eu sinto cheiro de lobos! – disse.

- Lobos? - Kagome questionou.

- Esse cheiro nojento não me engana! O Kouga passou por aqui!! – “Aquele imbecil... Ainda quero socá-lo pelo que ele fez mais cedo!”

- InuYasha! Já que você está sentindo o cheiro do Kouga, é muito provável que ele também esteja indo para o noroeste! – Miroku falou do alto, sentado na Kirara com Sango.

- O Kouga deve ter encontrado alguma pista do Naraku... – Sango complementou o que o pervertido disse.

Para completar aquele diálogo, uma garota que fazia um bom tempo que não víamos surgiu.

- Vocês falaram alguma coisa sobre o Kouga? - disse ainda sem aparecer totalmente.

- Essa voz... – Kagome murmurou. 

O tornado que tocou o chão poucos metros a minha frente me fez parar tão bruscamente, que acabei lançando Shippou que gritou com aquele baque. Olhei ele voar até Ayame e ela segurá-lo com as pernas dele viradas para cima.

- Você é... – Kagome disse.

- A-Ayame? – Shippou completou a frase, enquanto se virava para cima novamente.

- Ayame! – ela veio para frente, olhando a youkai lobo que surgiu do nada.

- Eu to me lembrando! – Miroku refletiu.

- Ela não é aquela youkai loba que era rival da Kagome pelo amor do Kouga? 

Rival pelo amor do Kouga. Ah Sango, eu havia esquecido disso! Que raiva! Kagome saiu do meu lado e foi até a Ayame, pegando Shippou e este desequilibrou-se, ficando novamente de ponta cabeça.

- Obrigada... Você não tinha voltado para as montanhas? – Kagome questionou.

- Eu tinha, mas... – abaixou o olhar, entristecida. Enquanto eu só observava a conversa delas.

- Mas? – tentou.

- Um zumbi apareceu e meu grupo fugiu...

Fiz uma careta e recordei-me de antes, ligando os pontos.

- “Zumbi...?” – pensei – “Por isso senti aquele cheiro podre antes...”

Kouga com certeza já estava envolvido e iria proteger sua matilha. Isso explicava a presença de Ayame nessa região. Porém, algo mais estava cheirando mal naquilo tudo. Um incômodo repentino me atingiu e olhei para Kagome.

- “Será que ela vai querer ir ajudar o Kouga?” – suspirei. Havia sido estúpido com ela antes. Entretanto, quando tive chance de me redimir, fui interrompido pelo Shippou e por essa ameaça eminente do tal zumbi... Agora, para piorar Kouga estava perto de novo?

Mas, indo contra o que eu imaginei, Kagome optou por não ir até ele. Fiquei aliviado quando ela depois de alguns minutos de conversa com aquela youkai, apenas desejou-lhe boa sorte e nos separamos.

O fato é que tínhamos quase certeza do envolvimento do Naraku com aquele zumbi agora...

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Algumas horas mais tarde...

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Continuamos nosso caminho até o anoitecer. As meninas solicitaram uma pausa para jantarmos e dormimos. Keh! Não pude deixar de ouvir elas falarem sobre uma achar uma fonte termal para se lavarem.

- Meninas! – disse Miroku – Essa região é repleta de termas! Acredito que não será difícil ter uma bem perto dessa clareira. – sorriu de canto e eu revirei os olhos. Sabia que ele queria espiá-las.

Inocentes, ou nem tanto, as duas foram acompanhadas de Shippou, procurando pela fonte mais próxima. Como sempre, passou-se poucos minutos e Miroku deu uma risadinha maliciosa. Acho que ele estava quase levantando e indo atrás. Mas, eu não podia deixar isso acontecer! Primeiro por que se ele fosse, eu teria que salvá-lo de Sango, cairia por algum motivo tosco, Kagome se assustaria e diria “Senta!”, e segundo: ele não iria apenas espiar as nossas companheiras... Ele iria ver a Kagome de uma forma que eu não suportaria que outro jamais a visse.

 Como é que tudo mudou tão rápido? O meu olhar sobre ela transformou-se bruscamente e aquele sentimento de posse me esmagava e me desestabilizava. Eu sentia que só um no mundo poderia tê-la nos braços. E esse alguém era...

- Nada de gracinhas, Miroku! – estreitei os olhos. 

- Ora, InuYasha! Não vai me dizer que não quer olhar a senhorita Kagome nem um pouquinho também? – atrevido.

Maldição! Eu fiquei vermelho. De raiva e de vergonha.

- Cale a boca, seu pervertido! – cruzei os braços e minha cara ficou retorcida.

- Sabia... – o sorriso dele aumentou e aquilo me irritou. – A conversa de vocês dois demorou bastante... – olhando a mão como se fingisse analisá-la – Me pergunto: o que será que eles conversaram?

- Keh! - apenas chiei. - Nós brigamos... - olhei para a fogueira, tentando não fitá-lo.

- Brigaram, é? – virou-se para mim e eu fiquei mais sem jeito ainda. – Você anda bem irritadinho desde aqueles dias que passou na Era dela, cuidando da senhorita Kagome... – riu baixinho – InuYasha... Desembuxa! Vocês...? – sugestivo.

- Seu monge de araque... Não fale besteiras! – soltei o ar aflito e encarei ele, demostrando irritação pela pergunta. – “Sim! Quase fizemos...! E se não me interrompessem hoje cedo, com certeza eu teria consumado o ato!” – respondi mentalmente.

- Você ainda vai me contar o que houve... Tenho certeza! – se ajeitou e pegou um galho, cutucando a fogueira à nossa frente. – Ambos estão diferentes depois daquele dia...

- “Maldição! Ele parece farejar qualquer tipo de envolvimento mais intimo a sua volta!” – Levantei-me e virei de costas para ele. Talvez fugir do seu olhar analítico me desse alguma chance.

- Onde vai? – perguntou com aquele mesmo tom malicioso na voz. – Vai espiar a senhorita Kagome, é?

- Keh! Não te interessa onde vou! – saí dali com pisadas duras que quase feriam o chão.

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Miroku POV

- “Ele acha que eu não sei? É claro que aqueles dois pelo menos se beijaram nos dias que estiveram juntos lá e estavam longe de nós... Dá para notar principalmente pelo jeito novo que o InuYasha está olhando para a senhorita Kagome...” – ri baixinho e o observei sumir indo em direção da terma que elas haviam ido... – Esse InuYasha me surpreende... Hah! Depois eu que sou o pervertido! – deitei-me de lado na grama e olhei para o céu. Ainda estava negro pelas nuvens tempestuosas, não permitindo que a luz da lua clareasse um pouco o local. – Ele tem sorte de ter aqueles olhos e sentidos de youkais... Ai, ai... Vai poder enxergar tudo... – me dei conta do que pensei e levantei correndo atrás dele. – “Eu que não vou perder a chance de pegar ele no flagra!”

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Continua...


Notas Finais


O monge de lerdo não tem é naaaaada! Pega tudo no ar! Esse hentai!
Enquanto isso... O InuYasha tem se aliviado, huhuhu... Mas acho que logo essa tortura deles vai... Aumentar o nível...
Aguardem os próximos caps! huhuhuhu
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Kissu no kokoro, minna! Ja ne!


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