História INEVITÁVEL ( Lauren G!P) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Camila, Camren, Dinah, Drama, Lauren, Romance
Visualizações 808
Palavras 1.254
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Irei começar a postar final de semana mas tudo vai depender se terá algum retorno positivo 😉

Capítulo 1 - Camila


Fanfic / Fanfiction INEVITÁVEL ( Lauren G!P) - Capítulo 1 - Camila


    – Como assim o contrato não está pronto? Preciso dele nos próximos 10 minutos! Dá um jeitinho Lili?
    Pressionei os dedos nas têmporas, tentando diminuir a dor de cabeça que me consumia. Olhei no relógio e ainda faltava meia hora para acabar o expediente. Não via a hora de sair e dar uma passadinha no Café da Avenida. O lugar me deixava relaxada só de entrar e sentir os aromas que se misturavam no ambiente, o cheirinho de café e especiarias...
    Humm... Só de pensar já me dava água na boca. Sem falar da Lauren, que com certeza estaria lá.
    Lauren... Ela é tudo o que uma mulher pode querer. Simpática, carinhosa, amiga e romântica como nenhuma outra, mas comprometida. O que, de certo modo, fazia nossa amizade mais fácil, só que eu não podia negar que ela mexia comigo como nenhuma outra.
    Seus cabelos castanhos escuros, seus olhos que hipnotizavam e que dependendo do seu humor mudavam a cor, uns dias verdes e em outros azuis claros, sua boca carnuda que pedia para ser beijada e que ficava ainda mais atraente quando aquele sorriso se desenhava nela e seus dentinhos de coelho apareciam.
    Jesus que calor que me deu! Me abanei com um livro que estava sobre minha mesa, a dor de cabeça indo embora como em um passe de mágica. Lauren agora acabava de ganhar mais um adjetivo, meu melhor remédio.
    Uma batida na porta me tirou dos pensamentos e Lilia, minha secretária, entrou trazendo
o contrato que eu estava esperando.
    – Poxa mulher, por que tanta demora?
    – Desculpa chefinha, problemas com a impressora. – Sorriu tímida. Essa menina valia ouro. Meu braço direito aqui dentro da Solaris, minha empresa de vigilância automatizada.
A Solaris surgiu de uma ideia antiga, um trabalho da faculdade que deu certo. Nossos programadores desenvolveram com perfeição minha ideia e hoje monitorávamos mais de 20 mil unidades entre residências, estabelecimentos comerciais e médicos. A empresa funcionava 24 horas por dia, tínhamos que ficar de olho permanentemente.
    Esse contrato, que a Lilia me entregou, era para a empresa da Lauren, e isso queria dizer que hoje, com certeza, nos encontraríamos. Nunca marcávamos nada, mas desde que nos conhecemos na festa de final de ano da academia do meu primo em parceria com a Solaris, nos encontrávamos todos os dias.
    Ela sabia mais sobre mim, do que qualquer outra pessoa na face da terra e eu sobre ela. Não tínhamos papas na língua e conversávamos sobre tudo e qualquer coisa (exceto sobre Ella, sempre dizia que um dia me explicaria sobre ela, que era um lance complicado), era somente ali, no nosso café e nada mais. Sem telefonemas, sem encontros por fora, nada marcado. Tudo dependia da vontade que tínhamos de nos ver.
    Olhando novamente o relógio, percebi que já estava na hora. Sei que, como dona, eu poderia sair à hora que bem entendesse, mas gostava disso, de manter uma regularidade. Uma rotina.
    Passei no banheiro anexo, escovei os dentes, refiz minha maquiagem, alisei minha roupa e ajeitei o cabelo. Queria estar bem, afinal, hoje falaríamos sobre negócios.
    Desliguei o computador, arrumei minha mesa, peguei minha bolsa e os envelopes com os contratos, fechei minha porta e me despedi da Lilia.
    – Até amanhã lindona. Feche tudo direitinho. – Mandei um beijinho para ela e fui andando até o café. Estava ansiosa para rever a Lauren.
    Fui andando até o café, que ficava apenas a algumas quadras da Solaris. A essa hora as ruas estavam cheias com congestionamento, carros buzinando, enfim, todos com pressa de chegar em casa depois de um dia de trabalho, mas eu só pensava nos olhos verdes que encontraria logo mais. Ou estariam azuis hoje? Será que ela havia chegado? Empurrei a porta e o sininho tocou, avisando a atendente de que mais um cliente estava chegando.
Dinah correu até mim e me deu um abraço apertado.
    – Camila, já estava preocupada. Você é sempre tão pontual e hoje está 15 minutos atrasada! – Disse ela, rindo de mim.
– Di, hoje tenho um encontro de negócios. – Abaixando o tom de voz, perguntei. – Ela já chegou?
    Percorri o salão com os olhos e não a vi.
    – Ainda não Camila, creio que logo logo ela estará abrindo aquela porta. Venha se sentar, não deixei ninguém pegar a mesa de vocês.
    Dinah me levou até a mesa de canto, próximo a última janela do salão e esperou eu me sentar. Para não demonstrar minha inquietação, sentei de costas para a porta.
    – O mesmo de sempre?
    – Sim, Di, pode me trazer um mocaccino especial.
    Ela concordou com a cabeça e se foi, me deixando sozinha com meus pensamentos. Olhei pela janela, o entardecer estava lindo, as nuvens coloridas do crepúsculo, o sol laranja no horizonte como uma bola de fogo e fiquei olhando os carros passando, as pessoas correndo, atarefadas.
    O sininho da porta tocou, e fiquei esperando. Será que era ela?
    Senti um calor por trás e sabia que ela estava ali, seu perfume me envolveu e sua voz rouca me arrepiou.
    – Olá, desculpa linda, me atrasei hoje.
    Virei-me, ela me deu um beijo na bochecha e acariciou meus cabelos. Eu adorava isso. Deixou-se cair no banco a minha frente.
    – Já pediu?
    – Já Lauren, deve estar chegando. – Seus olhos se prenderam nos meus e entreabri os lábios para puxar o ar que pareceu fugir de mim. Aqueles olhos me deixavam fora do ar. De um verde meio azulado... Jesus, eram lindos. Imprevisíveis. E essa gravata? Caramba, ela atiçava minha imaginação...
    Ela pegou minha mão por cima da mesa e acariciou meus dedos.
    – Senti sua falta Camila. Não via a hora de vir te encontrar.
    Limpei a garganta, não queria que ela percebesse o efeito que tinha sobre mim. Abri a boca para falar e Dinah chegou trazendo dois mocaccinos. Caramba, o que estava acontecendo comigo? Por que eu estava tão nervosa?
    – Olá Lauren, me adiantei e trouxe o seu também. Espero que gostem. – Foi se afastando e deu uma piscadinha para mim. Essa Dinah era terrível!
    Provei o meu, esperando que ajudasse a me acalmar e quando eu ia falar de novo, senti os dedos de Lauren em minha boca.
    – Está suja de espuma do café. Deixa eu limpar pra você. – Passou o indicador pelos meus lábios e chupou o dedo. – Humm, está uma delícia.
    Meus olhos caíram para sua boca, perfeita e bem desenhada, ela se abriu em um sorriso devastador, mostrando os dentinhos em seu rosto.
    – É, está sim... Bem, aqui está seu contrato Lauren. É só assinar que amanhã cedo meus homens irão instalar o equipamento. – Passei o envelope para ela, que tirou a caneta do bolso, puxou um pouco as folhas de dentro, rubricou e assinou as duas vias. Puxou uma e me entregou.
    – Prontinho, aqui está. Só faço uma exigência. Quero que você monitore minha sala. Não quero nenhuma outra pessoa fuçando minha vida. Meu escritório, quem vai monitorar é você. Fechado?
    Me engasguei com o café que estava tomando e tossi por um bom tempo. Deus do céu, eu seria capaz de ficar olhando ela o dia todo?
    – Lauren, você sabe que eu não trabalho no monitoramento. Tenho funcionários especializados e muito confiáveis que fazem isso.
    – Sim, eu sei, mas eu quero você. – Disse num tom de voz sedutor e me encarou.
    Aquilo soou mais como uma confissão do que como pedido.
    Engoli em seco e tomei mais um gole de café. Estendi a mão para ela, que pegou rapidinho.
    – Fechado. – Disse, encarando-a. Eu devia estar louca, em aceitar isso. Mas ia fazer e que Deus me ajudasse.

 


Notas Finais


Então é isso 💋💋


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