História Inevitavelmente Atraídos - Capítulo 10


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir
Tags Levi X Mikasa, Rivamika
Visualizações 230
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 10 - Capítulo IX


Fanfic / Fanfiction Inevitavelmente Atraídos - Capítulo 10 - Capítulo IX

Os braços de Levi ainda me rodeavam as cinturas. A algum tempo depois minhas lágrimas cessaram – e eu tentei reacender um sorriso em minha face. Levi o retribuiu, mesmo percebendo ser um sorriso feito a esforços e sôfregos.

- Vamos tomar um banho?

Levi me perguntou, passando a palma quente em minha bochecha esquerda. Assenti com a cabeça e nos levantamos da cama, indo em direção ao banheiro. Não teria o trabalho de tirar a roupa, considerando o fato de ambos estavamos desnudos.

Me apoiei na cerâmica da parede, enquanto Levi ligava o chuveiro. Apreciei as ondas rápidas e geladas do chuveiro caindo sob minha pele, quando fora ligado. Era o melhor naquelas horas; um bom e termo banho, capaz de fazer-me relaxar por horas. Fui até o centro do box, pegando o sabonete que estava em uma prateleira.

Senti os braços fortes de Levi me agarrarem por trás – e sua cabeça fora encostada em meus ombros. A tensidade havia diminuido, e meu corpo já se provia de um relaxamento muscular preenchido com um leve alívio. As mãos quentes de Levi massageavam meus seios lentamente, passando os dedos entre os contornos dos mamilos.

Suspirei profundamente, apreciando seus movimentos deliciosos. Levi segurará o sabonete em mãos, e pôs a passá-los em torno do meu peito.

Era leve, carinhoso. De um jeito que nenhum outro homem já me tratará. Levi transpirou sua respiração em meu pescoço, laçando um beijo quente naquele lugar. Sua mão vaga e desocupada descerá de minha cintura até minhas coxas. E acariciava, com lentidão e vontade. Sua mão ia explorando cada canto; minha coxa, virilha, até chegar em meu centro molhado.

Tocou aquele lugar com os dedos escorregadios – que iam secando aos poucos pela água fina do chuveiro.

Gemi baixinho próxima a seu ouvido – a sensação de tê-lo dedilhando cada cantinho era espetacular. O misto de sensações só aumentará ainda mais quando Levi me introduzirá um dedo.

Mordeu o lóbulo de minha orelha – enquanto eu própria mordia os lábios repreendendo gemidos. O homem começará a fazer movimentos leves e torturantes em minha intimidade, provocando níveis delirantes de prazer.

Ousadamente, agarrei seu membro, que estava duro – batendo em meus glúteos. Levi gemeu, e falará meu nome entrecortado enquanto eu também o masturbava. Seus dedos continuavam firmes indo cada vez mais fortes em meu interior.

Eu iria gozar a qualquer momento, e sentia faltar pouco para que Levi também chegasse ao ápice. Chamamos aos nomes um do outro, quando finalmente gozamos.

Me encostei em Levi, cansada e com certa exaustão. Ambos sorrimos um para o outro, e nos abraçamos.                      


Estavamos na cozinha, preparando o café da manhã. E eu detestava admitir, mas Levi era bem melhor do que eu não cozinha. Ele estava fazendo panquecas com melado, que transpiravam um cheiro deliciosamente agradável.

- Você tem leite condensado?

- Sim, está na geladeira, pode pegar.

No momento em que Levi se dirigira para a geladeira, meu celular tocou. Bufei imaginando ser Jean.

Todavia peguei o celular, e tive uma surpresa: Era minha mãe.

Levei o pequeno aparelho ao ouvido, pronta para ouvir sua voz.


- Alô?

- Mikasa querida! – Sua voz tinha um misto de preocupação é felicidade. Pude perceber haver outra pessoa através da linha, uma risada bastante semelhante a de Eren – Como você está?

- Mãe. Estou bem. E a senhora?

- Também estou. Na verdade eu liguei para você porque seu irmão resolveu organizar um jantar de noivado em casa. Ops.. ele já a tinha contado que iria casar?

- Sim, mãe. – Revirei os olhos lembrando de que a noiva seria Annie. – mas e então?

- Você não poderia vir? Não para passar apenas o jantar, mas.. um final de semana, talvez?

Pisqueu os olhos. Não seria má ideia, na verdade até seria bom rever meus parentes.

- Eu.. tudo bem. Mas quando?

- Na próxima sexta. O jantar será às sete. Ah, eu convidei Armin e Sasha também. Os dois marcaram presença, só falta você. Mas se quiser trazer alguém, um namorado talvez..

A interrompi de imediato.

- Eu não estou namorando.

- Não está mesmo? Olha que eu te conheço Mikasa..

- Mãe... Não é bem um namorado. É um cara legal, e nos..nos estamos tentando.

- Então o traga aqui, ué. Seria um bom começo!

- Mas mãe..

- Sem mais! Nós sempre temos lugar para mais um.

Um barulho estrondoso interromperá nossa conversa. Mamãe gritou “Eren” do outro lado da linha, e terminou sua conversa comigo de forma apressada.

- Eu preciso desligar agora. Mas não se esqueça meu bebê, eu te amo. Até mais! E espere que você traga o rapaz, hein.


E então desligou o celular. Umedeci meus lábios, colocando o aparelho de volta na bancada. Tornei o olhar para Levi que passava o leite condensado nas camadas douradas das panquecas, deixando-me com água na boca.

- Então você vai visitar a sua mãe?

O olhei confusa e um pouco atônita.

- Você ouviu?

- Mikasa, você está a centímetros de mim, e sua mãe fala um pouco alto.

Meu rosto enrubesceu. Minha mãe realmente falava de uma forma agravante mas sempre animada. Bem, um pouco diferente de mim.

Levi sorriu colocando as panquecas em dois pratos.

- Isso não é tão ruim. Agora, porque não prova às panquecas?

Coloquei uma mecha de meu cabelo atrás da orelha e me sentei na cadeira. O cheiro da comida estava delicioso; doce, bem assado e de deixar qualquer um com água na boca. Levi me estenderá a talher, e em menos de pouco tempo ataquei as panquecas.

Sorri mastigando com prazer. Aquilo estava deliciosamente gostoso – a dose certa de açúcar misturada a cauda morna. Fechei os olhos aprovando mentalmente aquelas panquecas. Levi realmente tinha mãos de anjo..

- E então, gostou?

- Uhum... Está uma delícia. As melhores que eu já comi.

Levi sorriu de lado novamente, se sentando de frente a mim – começando a comer.

Lhe lançei um olhar doce, e lembrei imediatamente do convite que minha mãe fizera.

Procurei as palavras certas para convidá-lo, mas ao mesmo tempo me provocava certo medo. Medo de que ele rejeitasse o convite, comprovando que não tinhamos nada válido.

- Ei.. então, sabe.. a minha.. minha mãe. Ela.. – Toquei o garfo com a ponta dos dedos. Levi me olhava com atenção. – Minha mãe gostaria que você fosse comigo passar uns dias lá em casa.

Despejei tudo de uma vez, fazendo Levi tossir fortemente. Me senti momentaneamente envergonhada.

Seus olhos me encararam curiosos.

- Assim, do nada? Sua mãe me conhece?

- Não. Não foi do nada, ela me perguntou se eu estava me envolvendo com alguém.. é bem eu estaria mentindo se dissesse que não. É bem, não sou a melhor em mentiras e nem vejo necessidade de contar. Mas se você não quiser ir tudo bem, olha..

Levi me interrompeu com uma risada.

Franzi as sombrancelhas e torci o nariz.

- Qual é a graça?

- Você.

 -Eu?

- É. O seu jeito, Mikasa. É claro que eu aceito ir com você, só não entendo porque agiu de uma forma tão temerosa. Eu gosto de você, gosto muito de você aponto de estar apaixonado por você. É isso, Mikasa Ackerman, eu estou apaixonado por você. Uma garota que eu conheci a pouco tempo, mas que conseguiu revirar minha mente e preenchê-la de uma forma que ninguém mais conseguiria. Então, se a proposta ainda estiver de pé, eu aceito.

Fiquei pasma em como Levi conseguia expressar em uma avalanche, mesmo que rapidamente.

Seu sorriso me persuadia novamente. De uma forma apaixonante.

- Mesmo?

- Mesmo.

Levi se aproximara de mim, e colocou sua mão em meu rosto – enquanto a outra ocupava minha cintura. Seu hálito quente de café invadiu minhas narinas; e respirei profundamente quando Levi me beijara com paixão.

Entrelacei-o contra mim ainda mais, aproveitando o beijo. E suspirei firmemente quando ele acabara. Continuamos abraçados, sorrindo com felicidade.

- Daqui a três dias.

Levi sorriu.

 Daqui a três dias.



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