História Inevitavelmente Atraídos - Capítulo 11


Escrita por: e samehada

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir
Tags Levi X Mikasa, Rivamika
Visualizações 89
Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo é mais uma introdução do que tem por vir.

Boa leitura!

Capítulo 11 - Viagem


Fanfic / Fanfiction Inevitavelmente Atraídos - Capítulo 11 - Viagem

Os dias se passaram como horas.

Eu estava ansiosa, bastante ansiosa. É um pouco preocupada com a faculdade, mas faltar em uma sexta não afetaria muito. Quanto ao meu emprego, acabei pedindo demissão.

O fato é que a anos eu guardava umas boas economias – e prometi a mim mesma, que quando tivesse o suficiente investiria em algo que sempre amei: uma floricultura. Seria perfeito, sem contar que não muito longe do bairro onde mora anos havia um cemitério. E normalmente as pessoas costumavam comprar flores para presentear seus falecidos familiares e amigos.

____ Acho que irá dar umas quatro horas de viagem. Não é muito perto, mas também não é como se fosse do outro lado do mundo.

Neste exato momento eu estava ao lado de Levi, em seu carro. O dia estava frio pela estação do ano, sem contar que o inverno estaria para chegar e logo o frio seria ainda mais preenchido pela neve.

Levi me perguntava sobre a distância exata de nosso bairro até a casa dos meus pais. Seu olhar estava propositalmente divertido, ao ver o meu modo mais sério quando explicava todo o caminho.

Com uma voz sarcástica ele brincou:

____ Se depender da sua explicação não temos a menor chance de nos perdermos.

Revirei os olhos – e Levi apertou fundo no acelerador. A voz mecanizada do GPS me dava nos nervos. A cada cinco minutos aquela coisa irritante falava, me deixando nervosa.

Mas na realidade o que realmente me deixará tão nervosa era essa viagem. Visitar seus parentes no momento em que você engata um relacionamento – quando a quatro anos não se relacionava com ninguém era tenso. Ainda mais quando sabia que todos fariam uma avalanche de perguntas.

Minha família era assim: curiosa. Bastante curiosa, esse defeito estava em nosso sangue – assim como a alegria de viver. Todos em casa eram animados,e bastante desprovidos de tristeza. Quando algo ruim acontecia, mesmo que abalasse as estruturas da família.. era sempre superado.

E era por essa razão que eu esitara tanto ir vê-los.



                              °°°


____ É aqui?

____ Sim.

Segurei com o banco do carro. Eu estava tensa – tensa e com medo. E Levi pareceu perceber isso.

Ele segurou minha mão com firmeza. Pude sentir o quanto ele estava quente; quente e tentando me passar confiança.

Seus olhos denunciavam isso também. Estavam calmos, e sua expressão facial, suave.

Sua mão tocará a ponta de meu queixo – e Levi se aproximara de meu rosto. Fechei os olhos de forma mais calma, já esperando o seu encostar de lábios.

E foi realmente, um encostar de lábios. Suaves e doces feito o mel – carinhosos como suas mãos. Mal pude acreditar quando voltei a realidade, retribuindo o seu aperto em minha palma.

Dessa vez,eu sorri para ele. Do meu jeito, somente com os lábios. Um sorriso discreto, mas verdadeiro. E retribuído.

Saimos do carro calmamente, e antes mesmo que eu pudesse me virar para a casa que nos esperava – um corpo se jogou contra mim, ainda de costas.

Tomei um susto, pronta para agir – quando dei de cara com duas enormes orbes negras como o anoitecer.

____ Mikasaaa! Você veio!

Sorri de lado, reconhecendo de imediato aquela figura.

____ Gabi. Que bom ver você!

A garota sorriu também, um sorriso alargado e muito animado.

Gabi era uma prima. Não de sangue, pois fora adotada por meu tio aos dois anos de idade, e apesar da dificuldade de se misturar a família no início – mas com o tempo se familiarizou de uma forma bastante natural. Admirei o sol brilhando contra seus cabelos castanhos. Combinava perfeitamente a sua feição bem torneada.

____ Ei. – Gabi falou baixinho, mirando seus olhos para Levi, ainda agarrada a mim – quem é aquele homem?

Ri com o seu sussurro curioso.

____ O nome dele é Levi. Ele é meu..meu..

Procurei as palavras certas para dizer. Não éramos namorados, todavia estavamos ficando. Mas eu não achava que uma garota de doze anos fosse entender muito bem o significado de “ficante”, considerando o fato de minha mãe ter nos criado com uma boa dose de moral.

____ É seu namorado?

____ Ele.. é.. ele..

Levi fora para o meu lado – se agachou até ficar próximo o suficiente de Gabi.

____ Sou o namorado da Mikasa. Meu nome é Levi, e o seu?

O olhei surpresa. Talvez aquilo fosse uma tentativa de deixar a situação menos complicada.

____ Gabi. Sou prima da Mika. Ei! Mikasa! A tia está esperando você. Na verdade todos estão!

Olhei para Levi que me mandou mais um sorriso. Agarrei sua mão, na mesma hora em que Gabi correra em direção a casa.

_____ Porque disse que éramos namorados?

Perguntei, andando em passos lentos após ver a garota se distanciar de nos dois.

_____ Porque eu acredito que é isso que a sua família pensa. E não é algo ruim, quem sabe um dia venha a acontecer.

Sua voz saíra como quem estava brincando – todavia sua feição revelava outra coisa. E meu coração disparou com ondas nebulosas.

_____ É... Quem sabe

Minha voz saiu sussurrada. Eu simplesmente não tinha voz o suficiente para falar. E talvez isso fosse um pequeno pedaço da tensão que estava quebrando a barreira dolorosa de meu próprio coração.


                              °


Entramos na casa – logo nos deparando com todos os familiares.

Mas precisamente minha mãe.

_____ Mikasa!

A feição alegre e feliz de minha mãe ao me abraçar fora substituida por uma curiosa: Quando ela fitara Levi.

O olhou dos pés a cabeça,e se virou, lançado-me uma piscadela. Corei um pouco, entendo a sua aprovação. Pelo menos física.

Resolvi abrir a boca.

_____ Mãe! Este é o Levi. E.. bem é dele que eu falo.

_____ Olá. – Levi falara de uma forma educada – Mikasa falou muito bem da senhora. E de toda a família, para ser mais específico.

_____ A claro! Linda não é? Vocês dois fazem um casal tão bonitinho..

Minha mãe me apertou ao lado de Levi, praticamente nos espremendo, enquanto sorria abertamente.

Percebi o desconforto de Levi, que Aproposito eu também sentia.

____ Mãe. – Me soltei do aperto – Por favor. Sem esses tipos de coisa – sussurrei baixo. – Agora onde estão os outros?

____ Na sala de jantar. Venham,venham! Vocês são os únicos que faltam!

Caminhamos ao lado de minha mãe até a sala mais próxima – a sala de jantar. Era grande, com um uma porta de vidro que dava para o quintal gramado. A mesa enorme ainda estava vazia de pessoas.

_____ Mikasa? Ah você veio!

Olhei na direção esquerda, ouvindo meu nome ser chamado pela terceira vez hoje. Era Eren, ao lado de nosso irmão mais velho – Zeke. Logo percebi que praticamente todos estavam presentes.

Eren, Zeke e Gabi que entrará a pouco conosco. A maioria eram amigos: Armin e Sasha, meus amigos de infância e que trabalhavamos todos juntos no café. Ymir, Connie e Historia, ambas universitárias, e duas grandes amigas. Reiner e Bertold, eram policiais a pouco tempo,e nos conheciam desde muitos anos.

De repente a atenção de todos fora direcionada para nós com curiosidade e surpresa.

_____ Está preparado? – Sussurrei baixo para Levi, que me encarou ousado – Eles irão nos enfestar de perguntas.

Levi suspirou exausto, fechando os olhos cansados.

_____ Sempre.



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