História Infância. - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Personagens Originais, Shouto Todoroki, Uraraka Ochako (Uravity)
Visualizações 51
Palavras 1.680
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou participando do todobaku week e não poderia estar mais contente em voltar e screver! Todos os dias irei psotar uma nova história, espero que gostem.💜

Capítulo 1 - Único capítulo.


Fanfic / Fanfiction Infância. - Capítulo 1 - Único capítulo.

-PAI, PAPAI!

A voz fina e amorosa encheu o quarto, em plena 6 da manhã, a filha dos dois homens apareceu no quarto, abrindo a porta e janela em seguida, deixando toda a claridade que um dia ensolaroda pode oferecer.

-Shuuji, o que você está fazendo?

Perguntou o heterocromatico, com a voz carregada de sono. A menina nem se abalou, pulou na enorme cama de casal e se sentando nas costas do seu pai loiro, começou a falar, animada:

-Eu vou brincar com os meus amigos!

-As 6 horas da manhã?

-Não, as 2 da tarde.

O bicolor não entendeu a lógica, mas resolveu se levantar e seguir pra cozinha, já que Bakugou tinha acabado de acordar e não queria ouvir tanto xingamento de manhã. A menina de cabelos e olhos avermelhados o seguiu animada, indo esperar seu café da manhã.

-E Então? Quais são seus planos pra hoje? -Pergunou brincando, ela sempre arranjava 25 coisas para serem feitas em um mesmo dia.

-Pai vai me levar para o cinema assim que a gente terminar o café. Depois eu vou me encontrar com a tia Momo e ela vai me levar pra visitar a agência de Heróis dela. Ai depois eu tenho que voltar muito depressa que eu vou almoçar com o Tio Deku. _Fez uma careta como se não gostasse da idéia._ E ai depois do almoço, eu vou ir brincar até as… -Fez uma pequena conta nos dedos- 4 a 5 horas pra poder vir a tempo de assistir série com você!

Ri alto com a agenda lotada dela. Ela tinha realmente um carismá muito grande que incomodava a Bakugou, mas eu realmente gostava da forma como ela encantava a todos. Provavelmente ela voltaria de tarde me contando seus planos para amanhã e com quem iria brincar, com quem iria telefonar e de que forma ela complicou a vida do Midororiya.

-Do que está rindo?

A voz groge e levemente irritadiça atingiu o abiente. Rapidamente Shuuji fez a maior cara de inocente. Ela sabia que se irritasse Bakugou ele iria segurar ela no shopping/cinema e acabaria com o resto de seus planos.

Ele provavelmente nem sabia que Shuuji iria pra casa do Deku e preferi não mencionar. Bakugou se sentou ao lado de Shuuji pra me ver cozinhar e ficou con a cara de emburrada de sempre. Vendo isso, Shuuji fez exatamente a mesma cara que Bakugou, querendo o imitar.

Todoroki riu e terminou de fritar os ovos.

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A menina de cabelos ruivos estava animada no banco do carro de seu pai, iria finalmente ver o novo filme que havia sido estrelado e este falava sobre como seria um mundo em que as peculiaridades não existissem, focando em um protagonista que tenta a todo custo se tornar um militar ou polícial.

Quando eles saem do carro, a menina animada, puxa a mão do loiro, que a segue sem pestanejar, indiferente a aquela aquietação toda, era só um filme e ela tinha lhe enchido o saco o fim de semana inteiro para o ver.

Quando chegaram lá, ainda faltava uma hora e quarenta minutos para o começo do filme e Shuuji decidiu rodar o Shopping a procura de algo para matar o tempo. Acabou que ela se cansou de correr e brincar pelo shopping e Bakugou a pegou no colo, já que dizia ela "Minhas pernas estão doendo muito papai, se eu andar mais elas vão cair."

"Dramática que nem eu." Pensou o pai, reprimindo uma revirada de olhos. Fez a vontade da filha, claro, se existe alguém que mimava mais a Shuuji do que o Bakugou ainda era desconhecido. E enquanto andava em direção ao cinema, já que faltava apenas 20 minutos para o início, eles foram parados de repente pela voz da Ashido.

-BAKUGOU! SHUUJI-CHAN!

A garota pareceu ser ligada na tomada novamente, pois se apressou em passar do colo de seu pai, para o colo de sua madrinha. Ela lhe pegou no colo e comecaram a conversar.

-Que fofa! É a afilhada que você tinha me dito? -A pessoa que acompanhava a Ashido disse e de forma inocente levamtou a mão para encostar no cabelo dela.

-Encosta em mim e eu te mato.

O clima gelou com a fala da pequena e Bakugou colocou a mão no rosto, tentando reprimir de certa forma a vergonha e o orgulho.

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Depois da cena e do filme assistido, na saída do shopping a Momo se encontrava esperando a Ruiva, que não demorou em chegar.

Momo rapidamente roubou Shuuji de Bakugou, a colocando dentro do carro e seguindo rapidamente para a agência de heróis antes que o loiro mudasse de idéia sobre deixar. Elas rodaram a agência inteira e de bem longe, com um binóculos criado pela Momo, Shuuji via animada uma luta entre um mini vilão e heróis.

-O que está achando Shuuji-chan?

-É como eu pensei tia Momo, ser um herói é incrível!

Apesar da constante presença de vários heróis populares em sua vida e rotina, Shuuji ainda não tinha decidido o que iria ser e na realidade, pouco se importava com isso.

Mas ela tinha que admitir, talvez por influência, mas ser um herói parecia uma vida de sonhos.

-E ai? Pronta pra ir visitar o tio Deku?

E Momo não conseguiu evitar de rir com a cara azeda que a menina fez.

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-Shuuuji-chan!

A forma como Midoriya a recebeu, com abraços e beijos estalados nas bochechas, a fez ter ânsia de vômito, odiava a forma como seu Padrinho (Ele se auto-denominava assim, já que, formalmente, seu padrinho era Kirishima) a tratava, parecia que apertava um animal em suas mãos.

-Oi Deku.

A forma seca não era novidade para o esverdeado, ela havia puxado o pensamento de bakugou a seu respeito, mas, graças a deus, não tinha a mesma mania que ele de estourar sua individualidade quando não gostava de algo.

E apesar do suposto desprezo dela, Deku sabia que Shuuji gostava dele,apenas não demonstrava.

-Vem, entra Shuuji-chan!

Ela entrou, sendo recebida logo de encontro pelo filho do Deku, que sorria da mesma forma besta que seu próprio pai.

De forma geral, eles se davam bem, mas só era necessário quatro segundos longe deles para Deku perder o controle da situação. E era nisso que entrava Uraraka, que descia as escadas e com a expressão zangada, fazia as crianças pararem rapidamente de usar suas individualidades um no outro e fazer o Midoriya de escudo.

-Venham almoçar logo!

E assim foram, a comida havia sido feita por Midoriya, o que significava que era algo bem leve e com muita proteína,ja que ele sempre fazia suas aglomerações visando seu corpo de super herói. Enquanto os adultos comiam na mesa, eles foram comer em frente a TV.

-Ei, Shuuji!

-Fecha a boca pra falar! E não fala comendo!

O menino engoliu a comida, esperou um pouco e logo voltou a dizer;

-Sabia, sabia? Eu me decidi no que quero ser quando crescer!

E ela já sabia o que era.

-Vou ser um SUPER HERÓI!

Suspirou. Todos pensavam nisso, todos queriam ser super heróis e todos os admiravam. Não sabia se era por sua própria convivência, mas não se sentia tão animada em pensar no futuro como as outras crianças.

-E você shuuji?

Perguntou, voltando a comer, ela iria responder,mas logo Uraraka os chamou, estava na hora que ela os levaria ao parquinho próximo dali para brincarem. Eles se apressaram em terminar a comida e foram com ela ansiosos.

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Eles estavam levando a maior bronca.

Tudo começou de forma inocente, como se eles apenas fossem realmente brigar, mas acabaram destruindo metade do parquinho com suas individualidades. Shuuji acabara por se irritar com alguma criancinha que tinha derrubado propositalmente seu amigo no chão e correu atrás dele. Sua individualidade era extremamente perigosa e ela sabia que não podia a usar contra os outros.

A sorte que não feriu ninguém, mas a lava realmente levou uma parte do parquinho.

- Não estou bravo, mas nunca mais faça isso!

E maior do que a bronca que estava recebendo de Midoriya, era a bronca que um dos polícias tinha dado no Midoriya, que estava responsabilizado por ela.

-Ele que começou!

Sua birra era essa e apenas a opinião da própria importava.

Midoriya desistiu e assumiu que já era hora dela voltar pra casa.

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-PAPAI! PAI!

A voz dificilmente amorosa voltou a ecoar pela casa pela noite, quando a menina finalmente pode voltar a ver seus respectivos progenitores e ir tomar um banho relaxante.

-Ela te deu trabalho Midoriya?

Perguntou o bicolor, enquanto via a menina subir as escadas.

-Não, quer dizer, bem, é…. Enfim, estou indo,meu menino está me esperando no carro. -Riu nervoso e saiu apressado. Todoroki suspirou, Shuuji tinha aprontando alguma coisa e das grandes.

Ele se virou e viu Bakugou aparecer entre o corredor..

-Foi a voz do Midoriya que eu ouvi?

Shouto fez a sua melhor cara de passaigem e de forma inocente, disse um simples "Não"

Foi se ajeitar no sofá, tinha prometido uma noite de séries para sua filha, que não demorou a chegar, tremendo de frio e com os dentes trincando pelo banho recém tomado, ela se jogou no sofá, se confortou no cobertor e ao lado de seu Pai. Depois de dois episódios, Shouto teve de perguntar.

-Shuuji, o que você aprontou hoje?

Seus olhos brilharam e se esquecendo completamente da série exibida, ela desandou a falar. Do filme, de quando encontraram Ashido, da Momo a pegando e a levando para ver a agência, da luta que teve a oportunidade de ver, de quando chegaram na casa de Midoriya, do almoço bem feito e depois do parquinho, tomando cuidado para não mencionar que tinha usado sua individualidade.

E depois de tudo isso, a frase final dela, que fez Shouto sorrir que nem a pessoa mais boba do mundo, foi:

-Eu descobri o que quero ser quando crescer, Papai. Quero ser uma criança.

Talvez a mentalidade dela ainda fosse mudar e seu pensamento também, mas enquanto não mudasse, ele aproveitaria, junto a bakugou que deixou o orgulho de lado e se juntou a eles no sofá, o fato da sua filha, conseguir ter a infância que ele não teve.

E aproveitaria isso ao lado do homem que ele amava, é claro.


Notas Finais


Me perdoem possíveis erros e acima de fudo, espero wue tenham gostado💜💜💜💜


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