História Infectados - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cientistas, Infecção, Morte, Romance, Sexo, Tortura, Zumbis
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Obrigada aos favoritos e comentarios

Boa Leitura

Capítulo 4 - Capitulo 4


O cientista que eu chamava de pai ergueu o braço mostrando um pequeno aparelho e sorriu sadicamente nos fazendo dar um passo para trás, sempre que ele fazia algo assim nos sabíamos o que viria a seguir. Ele apertou o pequeno aparelho e em seguida gaiolas caíram nos prendendo, não nos mechemos ate por que sabíamos o que vinha a acontecer a seguir, provavelmente iriamos ser torturados com aquele maldito barulho ou ate mesmo ele colocaria algo em nos. Com o passar dos anos e quando tentávamos nos rebelar ele injetava uma nova droga em nos para poder nos controlar melhor, mas isso era doloroso, muitas vezes nos parecíamos piores do que zumbis e recentemente descobrimos que existe uma droga que fazem as pessoas parecerem zumbis e sentirem uma dor surreal.

- vocês foram maus meninos, devem ser punidos de forma adequada. Além do mais eu não projetei estas gaiolas para nada, foi tão difícil coloca-las aqui sem que ninguém percebesse. – disse sorrindo e se aproximando de meu irmão e puxando seu braço injetando a droga em seguida ele começou a se contorcer de dor, assim o cientista fez, passando um por um ate chegar em mim. – você deveria se focar em se livrar dos infectados e não namorar. Quando você e eles tiverem feito seu trabalho de forma adequada vou permitir que deixem esse mundo e essa vida. – disse antes de injetar a droga em mim.

Senti todo o meu corpo se agitar e uma dor horrível começar aos poucos, cai de joelhos na tentativa inútil de tentar parar aquilo. As gaiolas foram erguidas e nos não tínhamos outra escolha a não ser tentar aguentar mais um pouco. Quando tudo fosse revolvido provavelmente seriamos descartados, mortos e deixaremos de ser um problema para a sociedade como se o vírus nunca existisse. Ninguém vai notar a nossa falta ou se lembrar de que um dia infectados existiram. Tudo foi se apagando, a dor era tanta que não consegui aguentar e acabei caindo na inconsciência.

Ouvi algumas risadas e conversas animadas se aproximando e somente ai comecei a abrir meus olhos, olhei ao redor e meus irmãos já estavam acordados e encolhidos contra as grades da gaiola olhando para baixo com desanimo, segui seus olhares e vi alguns alunos adentrarem o anfiteatro e entre eles estava Ed que nem percebeu que nos estávamos aqui em cima, alguns se sentaram e outros ficaram na porta conversando. Ed estava muito próximo a uma colega que se não me engano é completamente apaixonada por ele o que não me agradou, mas o que eu poderia fazer? Vi eles abrirem caminho na porta e o cientista adentrar sorrindo maldosamente para nos, os alunos seguiram seus olhares e ficaram assustados por nos verem ali sem nem nos movermos apenas observando.

- vocês já podem sair e façam seu trabalho de forma correta. – assim que o cientista terminou de falar as gaiolas foram abertas mesmo estando lá em cima, meio receosos pulamos da gaiola e com apenas um aceno saímos dali correndo passando pelos alunos que estavam na porta como se eles não existissem.

Fui para o ultimo andar da escola e comecei a andar pelos corredores em busca de infectados, eu tinha que fazer o meu dever e este era apenas matar infectados para que futuramente o meu tormento acabasse. Andei por todo o lugar e não vi nada acabei por me escorar na parede e descer ate estar sentada no chão. Puxei a manga de meu casaco e pude ver a marca onde a droga foi injetada, sempre ficava em uma coloração entre vermelho azulado, como um hematoma, mas o que doía era o que ele fazia por todo o meu corpo.

- você esta ai. Te procurei por todo o colégio. – Ed se aproximou e se sentou a meu lado. – você esta bem? – perguntou, eu não o encarei voltando a cobrir meu braço.

- hm. Por que veio aqui? Deveria estar na aula ou no dormitório. – respondi.

- fiquei preocupado depois que você e seus irmãos saíram daquela forma. Aquele cientista parece mais um homem louco do que sábio, ele sempre faz isso com vocês? – perguntou.

- nos somos obrigados fazer o que ele manda, estamos nessa desde que éramos crianças. Se não fizermos as coisas corretamente ele vem e nos... – não terminei a frase.

- ele tortura vocês, pune por um simples erro não é? – perguntou e eu assenti. – eu não entendo, por que vocês? De tantas pessoas por que ele escolheu crianças e faz isso com vocês? – perguntou confuso.

- por que éramos acessíveis. Ele não teria problemas com os pais, além de que fomos os únicos que passaram por seu teste. – respondi me levantando, Ed fez o mesmo.

- por que seus pais não impediram isso de acontecer? – perguntou e eu o encarei.

- olha Ed, as coisas são complicadas quando estão ligadas ao cientista e a essa maldita infecção. É melhor você não saber do que acabar por ter problemas por minha causa. – disse e dei as costas, antes que conseguisse caminhas senti um puxão e braços a meu redor. Bati contra o peito de Ed e o encarei.

- eu quero saber, você é minha namorada, a mulher que amo e mesmo estando infectada não representa um perigo para mim, apenas confie em mim. – pediu olhando em meus olhos.

- o cientista maluco ele... É meu pai... – disse abaixando a cabeça.

- o que? – perguntou surpreso eu não respondi apenas escondi meu rosto em seu peito. – ele é seu pai. – disse baixo me apertando.

- sim. – respondi.

- ele é um monstro e não seu pai. Me diz o que eu posso fazer para que você não seja mais torturada e nem fique presa em gaiolas como um animal. - pediu e eu me afastei.

- apenas finja não saber, eu preciso me focar em eliminar os infectados e se não o fizer de forma correta ele fara aquilo novamente. – respondi.

- quando poderemos realmente ficar juntos Kristal? – perguntou e eu sorri.

- eu não sei primeiro tenho que fazer isso e quem sabe futuramente a gente possa ter algo junto. – respondi deixando uma lagrima cair e em seguida sai correndo para longe dele. Fui para o dormitório e esperei por meus irmãos, eu finalmente tinha tomado uma decisão e somente eles poderiam me ajudar a acabar com tudo isso, se eu os tivesse a meu lado poderíamos eliminar todos os infectados e quem sabe ir contra a nosso pai.


Notas Finais


É isso espero que tenham gostado
Kiseu


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