1. Spirit Fanfics >
  2. Infectious imagination - Imagines >
  3. Jotaro Kujo

História Infectious imagination - Imagines - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui está, um Femdom X Jotaro! Acabou saindo um pouco mais suave do que eu queria, mas puta que me pariu, como é dificil escrever algo para o Jojo akkakaks
Parecia que tinha que ficar perfeito, e nada me agradava, refiz isso tantas vezes que acho que nem sei mais qual versão é hsuhasuahs

Eu tentei escrever algo descente, principalmente na hora do bem bão, mas acabei foi é me perdendo rsrsrs Esse homem me deixa doida, aiai

Alias, talvez eu poste uma outra versão dessa historia que passei horas escrevendo para achar uma bosta e desistir. Hauhuhasu foi trabalhoso demais para excluir :'D

Capítulo 4 - Jotaro Kujo


Fanfic / Fanfiction Infectious imagination - Imagines - Capítulo 4 - Jotaro Kujo

 

Desde que você viu um enxame de garotas serem xingadas de vadias, e gritarem histericamente de felicidade, você o observou. Era interessante ver o ato de macho alfa que ele exibia de forma tão natural. Agindo como um verdadeiro delinquente, ele batia nos outros, assustava professores, insultava mulheres e fumava.

 

Mas você o estava observando. E descobrindo. E ele era tão interessante.

 

Batia apenas em quem o batia, mas não sem antes tentar afastá-los com conversa. Ofende as mulheres apenas quando elas invadem seu espaço pessoal ou começam a agir como histéricas querendo uma ter mais atenção que a outra, ele é naturalmente assustador e, bem, jotaro nunca terminava seus cigarros. Não que você tivesse visto.

 

Acabou ficando viciante. Ver a casca de superior dele desabar com cada descoberta, como quando o viu sorrir suavemente enquanto lia um livro sobre biologia marinha escondido no intervalo, ou quando o viu levar um cachorrinho que viu machucado no meio da rua para o veterinario mesmo quando isso significou mudar o trajeto de casa, e algo nisso era tão emocionante, tão especial. Quase como se ele se mostrasse apenas para você, mesmo que ele sequer saiba que você exista. Até que chegou o dia que Jotaro não trouxe o almoço, e nem fez menção de ir comprar. Se ele não estava com fome, ou se esqueceu de trazer dinheiro, você não sabia, mas não faria mal oferecer o seu, certo? 

 

- Bom dia! - Você se aproximou de Jotaro, acenando levemente enquanto se sentava ao lado dele sem mesmo perguntar.

 

- O que você quer? - Ele nem se deu ao trabalho de te olhar, permanecendo com o chapéu tapando os olhos.

 

- Almoçar junto. - Responde simplesmente, pegando a marmita de dentro da bolsa.

 

- Tsc, eu não vou te comer, mulher. - Ele rosnou, acostumado com mulheres querendo agir gentilmente para entrar nas calças dele, ou simplesmente por ele ser "bonito". Você apenas riu, achando engraçado a falta de filtro que ele possuía.

 

- Eu não sou a comida, e se alguém fosse, seria você. - Jojo engasgou, finalmente olhando para você de olhos arregalados. - E eu duvido que você já tenha comido alguém. Agora, você tem que experimentar meus Takoyaki, até eu me surpreendi com o quão bom ficaram! - Você fez questão de ignorar o rosto vermelho de Jojo para não envergonhá-lo ainda mais, mordendo o lábio para não rir dele. 

 

- Yare, Yare, Daze. Não quero sua comida, vadia. - Revirando os olhos, você empurrou a leve raiva para dentro, sorrindo em seguida.

 

- Mas ela nem tá envenenada! - Você fez beicinho, pegando um takoyaki e oferecendo a ele. 

 

Jotaro apenas franziu o cenho, virando o rosto teimosamente.

 

- Sai, estranha.

 

- Me chame de [Nome], se possível, negador de comida. - Jotaro resmungou algo inaudível, provavelmente um palavrão, e cedeu quando sentiu o estômago revirar levemente. Ele esqueceu a carteira e, nenhuma surpresa, o almoço também. Jojo baixou o boné para tampar seu rosto, e segurou sua mão quando abriu a boca para não parecer que você era quem o alimentava. Você sorriu docemente, satisfeita. Foi o momento perfeito para fazer o primeiro contato.

 

- Jotaro. - Ele respondeu, segurando sua mão de novo quando você estendeu outro Takoyaki.

 

- Eu sei. - Você então colocou um em sua própria boca, ignorando alegremente o olhar estranho que o maior lhe enviou.


 

{...}


 

No próximo dia, você não se aproximou de Jotaro, tentando manter certa distância para não ficar mais óbvio do que deixou ontem de que você o observa, só um pouquinho.

 

Entretanto, no intervalo, não pode conter o sorriso quando percebeu Jotaro no mesmo lugar costumeiro, mas dessa vez olhando de um lado para o outro, procurando por algo. Entretanto, você ficou permaneceu de lonje, observando-o com interesse e minutos depois, ele apenas se recostou no muro e tapou os olhos com o boné.

 

E quando deu a hora de sair, você o “esperou” na rota que sabia que dava de encontro a casa dele, mesmo que significasse andar mais para chegar a sua própria. Andava tão lentamente que uma lesma seria capaz de lhe ultrapassar.

 

- [Nome]? - A voz de Jotaro soou ríspida, e fazendo seu melhor rosto surpreso, você se virou.

 

- Ooh, Jotaro! Que surpresa! - Você exclamou falsamente, rindo um pouquinho. Jotaro franziu o cenho em resposta.

 

- Que porra tem com essa careta falsa? E eu nunca te vi tomar esse caminho.

 

- Eu costumo andar mais rápido. E nos conhecemos ontem, acho que você nem notaria se me visse antes.

 

- Eu notaria alguem como voce, sim. - Ele respondeu, baixo, colocando as mãos nos bolsos a passando a andar lentamente, esperando que você o seguisse.

 

- Eu sou tão encantadora assim, é? - Rindo, você passou uma mão levemente pelos cabelos [Cor], fingindo ser seduzente enquanto andava ao lado dele.

 

- Eu diria irritante. - Jotaro bufou, e antes mesmo de poder respondê-lo, você tropeçou levemente no chão, não o suficiente para cair. - E um desastre.

 

- Vai se foder! - Você riu, dando um soco de leve no ombro dele. Pode perceber também Jojo virar o rosto, mas não antes que você percebesse o levantar dos lábios.

- Yare Yare. - Ele sorriu, esperando que você não visse.

 

Os dois continuaram o caminho a passos quase tão lentos quanto os que você dava antes, você conversava sobre coisas banais, e ele respondia de forma direta e, as vezes, grossa, como se não quisesse conversar. Mas ele queria, e você sabia disso.


 

No próximo dia foi quase a mesma coisa, você o observou pela manhã com um sorriso no rosto, e no intervalo, decidiu fazer companhia. Jotaro evitou tanto quanto podia demonstrar, mas o leve brilho nos olhos não passou despercebido quando você estendeu seu Hashi para ele, nem o fato dele apenas abrir a boca para receber a comida, sem agarrar grosseiramente sua mão. Isso te fez feliz.

 

Foi aí que ele começou a se mostrar, a pessoa serena, não grossa, que você sabia que ele era. E quando ele se mostrou assim, seu coração disparou.


 

E pelos próximos dias, continuou assim. A cada dia que passava, você deixava de observa-lo para passar o tempo fisicamente ao lado dele, o cumprimentando com um soquinho no braço ao vê-lo na entrada, um dividindo a comida com o outro no recreio, andando até metade do caminho juntos para casa, e, surpreendentemente, recebendo abraços.

 

Os abraços passaram a vir duas semanas depois dessa rotina se formar. Você se despediu de Jotaro e ele, hesitante, colocou uma mão no seu ombro. Ao ver que não houve resistência, apenas curiosidade, ele se inclinou ao ponto que você pensou que ele fosse elástico -Devido a diferença de altura. Esse cara é facilmente confundido com uma montanha!-, e descansou a cabeça em seus ombros, com as mãos não ousando sair dali também. Foi um abraço estranho, mas vindo dele, significativo.

 

- Vejo você amanhã. - Ele então se afastou rapidamente, virando as costas antes que você o respondesse.

 

- Até amanhã então, Jojo. - Você retornou docemente, vendo a vermelhidão alcançar até mesmo as orelhas dele. 

 

Desconstruí-lo assim estava sendo tão inebriante. Conhecer Jotaro, o verdadeiro Jotaro, estava te deixando cada vez mais apaixonada. E quanto a Jotaro, a cada dia que passava ao seu lado, ele se sentia mais quente, mais feliz. 

 

E a vontade de cair de joelhos à sua frente crescia a tal ponto, que a noite, pensando em você, ele parecia explodir. E não tardou para que ele explodisse de dia também.

 

Você estava se aproximando com o sorriso favorito de Kujo. Um gentil, mas perigoso.

Ele vacilou.

 

- Eu fiz Yakisoba pra gente hoje! - A coragem que ele a tanto reuniu estava caindo aos poucos, quanto mais você se aproximava, mais angustiante ficava. Confessar não deveria ser tão difícil, mas estava sendo. 

 

Principalmente quando não se tratava apenas de entrar em um relacionamento romântico comum. Ele queria mais do que simples e banal. Ele não se importaria de manter a fachada estóica a todos os momentos se fosse pra você, não se importaria de se tornar agressivo e monstruoso por você, isso se fosse apenas e puramente por você, porque ele se descobriu tão submisso a você, que doía. E como ele poderia encenar ser lascivamente dominante, sem nem mesmo saber se você o aceitaria romanticamente e, mais importante, se aceitaria a vontade dele de que suas pequenas e delicadas mãos, comparadas as deles, o quebrasse?

 

Então, antes que você chegasse perto demais para sua que a expressão que ele presumia se tornar enojada, se tornasse muito visivel, ele disse:

 

- Eu te amo. - Voce parou no lugar, a poucos metros dele. Seus sorriso caiu ligeiramente, não esperando isso. - Eu te amo. - Jotaro repetiu, simples e direto, mas você pode sentir o tremor na voz dele. O maior saiu de sua posição sentado e se ajoelhou, sorrindo levemente, trêmulo. - Eu te amo, mas eu… Eu faço isso do jeito normal. - Ele suspirou, vendo sua expressão. Não havia nada em seu rosto além de confusão agora. Você deu leves passos para frente, ficando de pé perante ele enquanto deixava a bolsa cair ao seu lado. Mesmo ajoelhado, o rosto de Jotaro chegava até seu peito, então você se inclinou um pouco, olhando nos olhos azuis esverdeados dele com diversão e gentileza.

 

- De que jeito você ama, então? - Você perguntou suavemente, fazendo questão de, já nesse ponto, mostrar que os sentimentos eram mútuos enquanto colocava a palma da mão na bochecha de Jotaro, acariciando-o com ternura. Jojo sorriu e se inclinou para seu toque, pensando nas próximas palavras. Então ele se lembrou de seu encontro.

 

- Eu não ligo de te comer. Eu gostaria disso, até, se… - Ele balançou a cabeça, respirando fundo quando ouviu você tentando conter pequenos risos. Jotaro franziu o cenho, corado, e continuou. - Eu na verdade gostaria muito de ser sua comida. - Ele fechou os olhos, buscando evitar seus olhos [Cor] e apreciar seu toque.

 

- Jojo, isso é adorável, mas agora eu gostaria de comer comida de verdade. - Você deixou um beijo suave na ponta do nariz de jotaro, descendo a outra mãos para o peito coberto por uma blusa branca fina, onde por cima dela, você acariciou com o dedão o mamilo dele, ouvindo-o arfar com extrema satisfação. - Mas isso não significa que eu não vá estar com fome, na janta. - Você sussurrou sensualmente, mordiscando o lóbulo da orelha dele antes de se afastar e correr se sentar no seu lugar habitual, arrastando a bolsa e pegando sua vasilha com Yakisoba. - Agora vamos comer, eu tô morta de fome! 

 

Jotaro sorriu, em êxtase, e voltou ao seu lugar. Os dois estavam felizes, muito felizes. Não precisavam dizer em palavras que estavam namorando para terem ciência de que Jotaro era seu agora, nem com o quão ansiosos ambos estavam para a hora do jantar.

 

- Aliás, eu te amo também, Jojo! - Você exclamou depois de dar um pouco de Yakisoba para ele, comendo por conta própria. Jotaro apenas sorriu, tão levemente que mal parecia ele…..

 

E, realmente, mal parecia ele.

 

- Desculpe. - Você deu outro tapa na bunda desnuda de Jotaro, mãos ardendo provavelmente mais que as nádegas dele. O som do tapa ecoou pelo quarto, lhe satisfazendo.

 

- Vamos, Jojo, não estou conseguindo te ouvir ainda. Se eu não ouvir, como posso contar? - Você então lhe deu outro tapa, dessa vez na nádega esquerda.

 

Como esperado, os dois foram até a casa de Jojo após a escola, e Jotaro já começou errado. Você sabia que Holly não se importava, mas Jotaro te agarrou assim que vocês entraram na sala, e mesmo que estivesse vazia, te irritou. Ele simplesmente saiu te tocando, como se mandasse nas próprias mãos e em seu corpo, sem nem pedir antes.

Você tentou ser paciente, ele nunca fez isso e estava ansioso, você sabia. Ele te amava, você também. E por isso manteve a calma e o instruiu a irem pro quarto, a manter a calma. Você então o deitou na cama, o despiu, e se deixou ficar apenas de calcinha. Estava tão alegre por sua primeira vez juntos estar acontecendo da forma que esperava, com ele por baixo, que o permitiu tocar seus seios. Essa pequena liberdade, entretanto, pareceu significar mais do que realmente era para ele.

Logo Jojo, sem tirar a boca de seus mamilos, estava com as mãos em sua cintura pressionando seu pênis húmido de pré-sêmen tão firmemente sobre sua calcinha, que você engasgou ao sentir a ponta dele adentrar levemente sua boceta, a calcinha incapaz de impedir a força com a qual ele se forçava para dentro de você. Como uma reação imediata, você deu um tapa no rosto dele, que chocado, te olhou com desculpas, ainda sem saber onde errou.

 

“- Você realmente está pensando em entrar em mim sem que eu permita, Jotaro?! Se tocar meus peitos te deixa tão indisciplinado, você não merece nem mesmo isso. - Você rosnou, não sentindo piedade alguma do olhar atônito e triste do Kujo. - De joelhos. Se apoie na cama e fique de bunda pro ar. Eu vou te dar 20 palmadas como castigo, e em cada uma delas você deve se desculpar. Entendido? - Você sorriu, retirando-o de você.”

 

- Desculpe! - Jotaro gritou, sendo seguido pelo som de outro estalo. - Desculpe! Arg! Desculpe! - Você desferiu o quinto tapa, já sentindo a mão arder.

 

Sabia que Jotaro provavelmente sentia apenas um ardor suportável, mas não era como se você possuísse outras coisas para usar no momento. Estava acontecendo tudo tão rápido, que não puderam se preparar, ou conversar melhor sobre isso. Mas a forma com a qual ele estremecia, ou até mesmo como se esforçava para não desabar na cama, era inebriante. O ardor em sua mão sumia a cada tapa em que ele grunhiu, a cada vez que você observava com deleite a bunda vermelha e mal tratada.

 

- Desculpe! De-desculpe! - A voz grave parecia quase desaparecer quanto mais perto chegava de acabar, e na penúltima palmada, você sorriu com ardileza, dando o último e mais que imediatamente arrastando suas unhas pelas costas suadas e definidas, marcando-as rapidamente antes de chegar aos cabelos negros e agarrá-los com força, não o suficiente para machucar -Embora duvidasse fortemente ser capaz de machucar alguém tão grande e forte como ele-, puxando para trás de forma que ele saísse de sua posição agachada e ficasse com a cabeça próxima a sua. - Ãahn

 

- Minha cadelinha parece estar mais satisfeita do que devia. - Você mordiscou a orelha dele, podendo sentir o calor que ele emanava prestes a lhe queimar. Jojo olhou para você tão bem quanto podia, ele arfava pesadamente, tinha o rosto corado, pingando suor, olhos azuis lacrimejantes. Você envolveu a mão disponível no peito definido e largou os cabelos, puxando-o para que ele se sentasse na cama enquanto levava a outra mão a viajar pelas bochechas até sua boca, que já estava meio aberta, e pressionou o dedo indicador e polegar ali. - Chupe. - Ordenou.

 

Jotaro não tardou em obedecer, lambendo e sugando seus dedos com fome, apreciando os beliscos que você aproveitou para dar nos mamilos carentes e sensíveis, enquanto esfregava suas tetas nas costas que, assim como a bunda, ardiam tão deliciosamente que ele sentia a vista ficar turva. 

 

Jojo tinha esses pensamentos, essas vontades, mas nunca imaginou que na prática fosse ser tão bom. Que coisas tão simples pudessem ser tão esmagadoras. Você nem o tinha tocado onde ele mais ansiava, e a vontade de gozar se mostrava atroz.

 

- Hmmm, você está fazendo tão bem. Essa sua língua se movimenta tanto… - Você gemeu propositalmente rente ao ouvido dele, descendo a mão que estava nos mamilos para baixo, pairando sob o umbigo num toque fantasma, qual ele mal podia sentir, mas ainda desejava que um pouco mais. - Imagino como seria sentar na sua cara, desfrutar dela mais diretamente… - Jotaro engasgou levemente, sugando seus dedos com mais fome. A ideia o agradou. Sua mão desceu. O peito de Jotaro tremeu com seu gemido abafado pelos dedos, inclinando as costas para trás e o quadril para frente. Você apertou a base do pênis dele tão fortemente, que se o sangue dele não estivesse correndo em tanta quantidade e tão rápido quanto estava, ele juraria que você estaria impedindo a circulação. E isso o enlouqueceu, o deixou tão, mas tão desesperado, que ele babou enquanto se esforçava para continuar sugando os dedos enquanto apreciava suas mãos viajarem lentamente para cima, e para baixo.

 

Cima e baixo. Cima e baixo. Mais rápido. Cima e baixo. Cima e baixo. Mais lento. Cima e baixo. Cima e baixo.

Esse padrão parecia se fixar na mente dele, que gruinhia olhando para o nada.
 

- Que cadelinha bonitinha. - Jotaro apenas pôde grunhir, já negligenciando seus dedos encharcados, mente nublada. Sua mão se movia rapidamente contra ele, mas não o suficiente. Ele queria mais.

 

Mais rápido. Mais forte. Ele queria te beijar. 

 

- [Nome]... Urg! - Jotaro gaguejou, apoiando o corpo maciço sobre o seu. 

 

- Sim? - Você o mordiscou na estrela atrás do pescoço, girando a mão na glande do pau dele antes de voltar a descer e subir.

 

- Por favor, mais rápido… Mais forte… Por favor! - Jotaro gritou, pau contorcendo sob sua mão. - Por favor me… - Você o interrompeu, colocando a palma da outra mão sob o queixo dele de forma a inclinar o rosto para você, e o beijou. O beijo era quente, desleixado e molhado. Jotaro gemia contra sua boca, e você adorava.

 

E assim, moveu a mão que residia no pênis dele tão rápido quanto pode, mantendo o aperto firme e constante, alternando alguns momentos para dar atenção a cabeça antes de retornar rapidamente, rudemente. 

 

- [Nome]... - Jotaro choramingou entre o beijo, e você mordeu o lábio dele e em seguida o chupou a língua. E então ele gozou. - [Nome]!

 

O sêmen pegajoso escorreu por entre seus dedos e caiu nos lençóis, você deixou o beijo e, junto a Jotaro, baixou o olhar para assistir a cena, nenhum som deixando a boca de ambos enquanto viam o gozo de Jotaro escorrer com dificuldades por entres seus dedos. Era tão inebriante assistir, pelos simples fato de saber que essa era sua mão, e aquela era a porra dele. 

 

- Yare Yare, que bagunça. - Você riu suavemente, e como se sua frase fosse o comando, Jojo relaxou e caiu sobre você, que se esforçou para segura-lo ao soltar o pênis agora flácido, não só ele dava dois de você como era pesado e, sinceramente, você não queria suja-lo.

 

- Desculpe. - Jotaro murmurou quietamente, um sorriso leve podendo ser encontrado nos lábios secos. 

 

- Era de se esperar de uma cadelinha travessa como você, Jojo. - Você cantarolou alegremente, vendo-o virar o rosto para se aconchegar contra você, feliz. - Sinto muito estragar o momento, amor, mas você pode sair de mim e se deitar corretamente na cama? - Embora você tivesse dito docemente, Jojo franziu o cenho tristemente e obedeceu, levantando-se languidamente e se jogando de cara no colchão. Você podia claramente ver as marcas de suas unhas e tapas, e se sentia tão satisfeita quanto ele, embora seus mamilos sensíveis não tivessem sido devidamente mamados, ou que sua boceta encharcada mal tivesse sido tocada.

 

Ter um homem do porte de Jojo se desfazendo em seus braços era sua maior satisfação, e isso não somente por amar o sentimento de poder brincar como quiser com alguém claramente maior, mais forte, mais poderoso -apesar de amar o sentimento de poder-, como por simplesmente amá-lo.

 

- Eu vou cuidar de você, amor. Relaxe um pouco, okay? - Você afastou a mão com cuidado de Jojo enquanto se inclinava para beijar as costas suadas, na qual ele retirou a cara do colchão e te olhou tão suavemente que seu coração derreteu e com um sorriso tão suave que suas pernas tremeram.

 

- Deixe-me limpar o que fiz, então. - Jojo sussurrou, virando-se com ligeira dificuldade enquanto estendia o braço para agarrar sua mão e puxá-la suavemente para mais perto dele. Mordendo o lábio com um sorriso orgulhoso, você se alegrou em sentar-se na região do umbigo de Jojo e observar com fascínio enquanto ele timidamente lambia sua mão suja de sêmen, tirando toda a porra de sua palma e engolindo com uma careta mal aparecendo, o que lhe fez rir levemente. O sabor, entretanto, não o impediu de limpar tudo, chupando seus dedos até de ele não mais sentisse a textura pegajosa e o sabor amargo. 

 

Após isso, ele te olhou com tanta expectativa. Você definitivamente o amava, e deus, ele te amava tanto quanto.

 

- Eu tenho um garoto tão bom para mim, você não acha? - Você distribuiu beijos leves sobre o abdômen trincado do homem abaixo de si, sentindo o peito dele tremular de satisfação e pelo suave “uhum” que ele lhe enviou. - Volto já, amor. 


 

Você se levantou e colocou a blusa jogada ao chão de Jojo rapidamente, saindo para pegar água e um pano húmido. Holly nem se incomodou em perguntar o porque do pano, ou de suas vestes, e apenas cantarolava alegremente sobre ser vovó enquanto você se dirigia para o outro lado da grande casa, sem se importar com os comentários. 

 

Você então voltou para Jotaro e lhe deu de beber, em seguida passou o pano úmido e gélido sobre o corpo dele suavemente, a fim de esfriar o corpo que mais parecia pegar fogo. Você então o virou de peito para baixo, que estava apenas recebendo seus carinhos sem dizer uma única palavra, e distribuiu beijos suaves sobre as costas, massageando-as levemente, e descendo os beijos até chegar a bunda de Jojo, que resmungou fofamente enquanto você beijava as nádegas com amor.

 

- Ai não, [Nome]... - Ele bufou, constrangido.

 

- Você adora. Aceite meu amor, ingrato. - Você riu conta ele, mordendo a bunda levemente como punição. Jotaro arfou, escondendo o rosto corado no braço e voltando a aproveitar de seus carinhos.

 

Quando julgou que o havia beijado e acariciado o suficiente, se deitou atrás da figura ainda nua e ambos se ajeitaram de forma que seus braços acariciavam o estômago de Jotaro e que seus lábios descansavam exatamente onde estava sua marca de nascença, onde você murmurou “Eu te amo” pouco antes de adormecer, ainda o abraçando.

 

- Eu te amo mais. - Jotaro sussurrou, acariciando sua mão.


 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...