História Infernum - Capítulo 3


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Horror, Stray Kids, Terror
Visualizações 126
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá, eu sou outsiders e seja bem vindx a mais um capítulo de Infernum.

como vão? huehue.
postando novamente um pouco tarde, mas é porque eu começo a escrever tarde mesmo, fico enrolando vendo outras coisas, comendo, roendo a unha e... sei lá, enrolo.

ah, muito obrigada pelos favoritos e comentários, amo vocês, vamos fazer uma suruba!

mano, eu tô amando muito escrever essa estória, sério.
eu coloco meu lado "quero matar alguém" pra fora, até me sinto satisfeita, rs.
desde já, não me matem, nem matem ninguém, só aproveitem.

boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3 - Correntes;


— Não, eu não vou deixar o hyung aqui!

— Jeongin, nós precisamos sair daqui. Sei o que você está sentindo agora, ele também era meu amigo, mas eu tenho certeza que ele gostaria de te ver longe daqui e bem! — Minho falava enquanto segurava o rosto do mais novo entre suas mãos, e com o polegar, enxugava as lágrimas de Jeongin.

O mais novo tirou as mãos de Minho de seu rosto, caminhando até Hyunjin e agarrando seu braço o puxando. O restante dos meninos seguiram o mesmo caminho, menos Changbin, que olhava para a piscina. Félix olhou para trás, voltando e tocando o ombro do mais baixo, este que, de imediato, olhou para o loiro. O dois foram para a entrada da sala, encontrando os outros meninos os esperando. Assim que passaram pela porta, Jisung e Minho fecharam o lugar.

As luzes se apagaram novamente, logo todos pegaram os celulares iluminando o caminho. O único caminho que tinham, era o da onde tinham vindo antes, fazendo os, agora, oito, irem por ele.

Ao longe, podiam escutar uma voz feminina cantando o que aparentava ser, uma música de ninar, ficando cada vez mais perto. Os meninos aumentaram o ritmo do passo, e a medida que andavam, a música era substituída por risadas. Passos mais altos e corrente sendo arrastada pelo chão de madeira.

— Por que pararam? — Chan perguntou, assim que Minho parou de andar, fazendo todos também pararem.

— Estamos em um corredor sem saída! — respondeu, olhando ao redor.

Já não se tinha mais porta alguma. E uma parede em sua frente. A risada feminina ficava cada vez mais próxima, fazendo todos se incomodarem e tapar os ouvidos com as mãos e fecharem os olhos, e quando a risada já não podia mais ser ouvida, abriram os olhos, assim como tiraram as mãos dos ouvidos. Aquele longo corredor, tinha se tornado em um minúsculo quadrado.

A lanterna dos celulares começaram a falhar, e logo se apagaram, deixando todos desesperados. As luzes da escola se acenderam, o quadrado em que estavam, já tinha se tornado novamente no corredor.

— Chan e Woojin sumiram! — anunciou Hyunjin, sentindo seu peito apertar por seus hyung’s não estarem ali presentes.

Todos ali ficaram desesperados, logo depois escutaram os gritos de Chan chamando o nome de Woojin, assim como o outro loiro também gritava por ajuda. Os gritos estavam vindo do andar de cima, o desespero aumentava ao passo que os gritos ficavam mais altos.

Changbin olhava ao redor, logo avistou uma escada, correndo até ela e a subindo. Os outros foram logo atrás, seguindo os gritos, que vinham novamente do banheiro. Quando o moreno se aproximou da porta, tentou abri-la, porém estava trancada, então começou a chutá-la, com ajuda de Hyunjin e Félix.

— Abre a porta, porra! — gritou Changbin, e logo os gritos foram diminuindo, e aquilo se tornou no mais puro silêncio.

A porta fora aberta, revelando Chan sentado no chão com correntes que saiam da parede o segurando, e que logo sumiram, libertando-o e fazendo-o engatinhar pelo chão até a cabine a sua frente, levantando logo em seguida.

— Chan? — Hyunjin o chamou, mas o mais velho não respondeu.

Soluços, logo em seguida, foram ouvidos, e quando se aproximaram da cabine, puderam ver Chan novamente no chão, agora abraçado com o corpo pálido de Woojin.

— Eu não pude fazer nada... não consegui ajudá-lo! — falava entre soluços.

Hyunjin também se entregou as lágrimas. Changbin passou as mãos pelo rosto, se aproximando da parede e a chutando. Tinham perdido um de seus melhores amigos por causa de uma maldita escola; por causa de malditos fantasmas não satisfeitos com a própria morte, querendo matar todos ali da mesma forma que morreram; querendo deixar todos abalados e fracos.

— Já perdemos Seungmin, agora Woojin, e quem quer que seja que estejam escolhendo pra ser o próximo, precisa estar preparado pro que der e vier... — Changbin falou engolindo em seco — Já sabemos que sempre quando as luzes se apagam e depois voltam, alguma coisa tá pra acontecer...

— Por que não vieram quando chamamos? — Chan perguntou, deitando com cuidado o corpo de Woojin no chão, logo se levantando e enxugando as lágrimas — Chamamos por muito tempo, quem sabe horas.

— Nós não escutamos nada! — respondeu Jisung — Logo depois que vocês sumiram escutamos os gritos e viemos.

— Nós gritamos por vocês em plenos pulmões, procuramos por vocês mas não os encontramos. Foi como se tivéssemos ficado afastados por horas...  — suspirou, olhando uma última vez para Woojin — Só vamos dar logo o fora daqui, hm?

— Você nem parece abalado com a morte dele, hyung. Nem parece que se importava... — falava Hyunjin, chamando a atenção dos demais, principalmente de Chan, que sentiu seu sangue ferver com o que o mais novo falava.

— Eu tô abalado pra um caralho. Eu vi Woojin morrer. Pedir por socorro e eu não pude fazer nada pra ajudar. Eu vi a pessoa que eu amava morrer diante dos meus olhos, Hyunjin! — falou levantando o tom de voz e se aproximando do Hwang, fazendo-o rir, como se estivesse achando graça daquilo, e logo depois desfazer o sorriso e se afastando de Chan.

— Por que levantou o tom de voz? Você sabe que eu odeio isso, hyung! — falou olhando o semblante de confusão no rosto de Chan.

Era como se Hyunjin tivesse se tornado outra pessoa em questão de segundos. Rindo como se não tivesse com medo de nada, como se não se importasse com o que estava acontecendo.

Hyunjin saiu do banheiro, sentindo-se chateado por seu hyung tê-lo lhe tratado daquela forma. Não era normal ele agir daquela forma, a não ser se estivesse muito nervoso. Mas o que tinha feito para deixá-lo daquela forma? Não se lembrava de ter feito nada.

Hwang se encostou na parede, e logo em seguida Jeongin apareceu segurando sua mão, o fazendo dar um breve sorriso.

Os menino logo saíram do banheiro, fechando a porta e deixando mais uma pessoa para trás.


Notas Finais


me desculpem os erros, vou corrigi-los assim que possível.
desculpem o capítulo pequeno também, uma vez que eu escrevo algo com 2 ou 3k de palavras, não consigo novamente.
mas, e ai, o que acharam, hm? rsrsrs.
mais uma morte.
o que será que aconteceu com o Hyunjin?
por que uma corrente e não uma corda?
só queria dizer que é porque a alma da menina ficou "acorrentada", se é que me entende. e o Woojin já tinha recusado a corda, a fantasma ficou puta e resolveu usar a corrente que a fez ficar lá, dois beijos, porque eu penso muito, sou foda, rsrsrs.

então até sexta que vêm!
XOXO~


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