História Infidel Love ( 2 Temporada ) - Capítulo 4


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Categorias Camila Cabello, Chris Hemsworth, Fifth Harmony, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Ally, Camila, Camilacabello, Camren, Camreng!p, Dinah, Lauren, Laureng!p, Laurenjauregui, Normani, Norminah
Visualizações 416
Palavras 2.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Michelle


Fanfic / Fanfiction Infidel Love ( 2 Temporada ) - Capítulo 4 - Michelle

Casa desconhecida, 16 de Fevereiro, Sábado, 1:56 PM.

POV Lauren Jauregui

Minha cabeça estava explodindo, levei minha mão até aonde doía, tentando sentar na cama, em que eu fiquei semanas sem levantar.

- Mãe, ela acordou. - Uma voz, em que eu não podia identificar, gritou.

Uma senhora, numa idade entre os 50 anos pra cima, adentrou o quarto que eu estava, sentando ao meu lado, colocando sua mão em minha testa.

- Como se sente ? - Sorriu pra mim, passando as mãos em meus cabelos.

- Com dor na cabeça, quem são vocês ? - Perguntei, pois eu não sabia nem quem eu era, agora imagina eles.

- Meu nome é Maria, o da direita é o Carlos, meu caçula, o do meio ali é o Marcel, o meu do meio, e o Michael o mais velho, que está no canto direito.
- Olhei pra cada um, cumprimentando cada um. - E você quem é ?

- Eu... não sei quem eu sou. - Disse por fim, abaixando a cabeça, não queria que eles pensassem que eu estivesse mentindo sobre aquilo.

- Mãe acho que seria melhor, se nós chamassemos a polícia, ela não sabe quem é a família dela, deve estar a procurando. - Se eu estivesse lembrando bem, quem havia dito aquilo era o Marcel.

- Ela não lembra de nada, imagina como seria ruim Marcel, não lembrar de ninguém. - A senhora me olhou, com compaixão. - Você quer que chame a polícia ?

- Como a senhora disse, eu não quero eu não sei quem eu sou, e quero descobrir primeiro isso. - Ela apenas assentiu com a cabeça, eu queria sair daquela cama, pelo menos um pouco e tomar um banho, mas acho que sozinha não iria conseguir.

- Você fazer alguma coisa pra você comer, e já trago tá bom ? - Sorri, assentindo com a cabeça.

- Eu queria tomar um banho, deve que estou fedendo. - A mulher olhou em minha direção novamente, sentando de novo.

- Eu vou te ajudar no banho, e o Michael faz seu almoço tá ?

- Okay, minha perna tá doendo ainda, eu cortei ? - Perguntei.

- Uhum, foi fundo, mas eu costurei, e deixei limpinho, vem eu vou te ajudar a levantar. - Fiz um esforço, pra ajudar a senhora, e não deixar ela puxar o peso do meu corpo sozinha.

Caminhamos pro único banheiro da casa, minha perna doía, minha cabeça também, e muito. Ela me ajudou a tirar a roupa, a mulher sa assustou, se afastando de mim na hora.

- Marcel, Carlos ? - Os chamou, olhei em direção aonde a senhora olhava, e bem eu tinha um pinto no local, a é por isso ela se assustou, deveria ter dito isso.

- O que mãe ? - Disse os dois juntos.

- Ajudam ela no banho, eu... não posso. - A mulher estava constrangida, e eu também, pelo menos um pouco.

- Mãe ela é mulher, a senhora que tem que ajudar. - Carlos disse, me olhando.

- Ela não é bem uma mulher, ela... - A senhora corou na hora, ficou vermelha como um pimentão. - Ela tem um pênis, então vocês ajudam.

- A... nossa, é travesti ? - Marcel perguntou me olhando, e eu não sabia dizer, mas eu acho que não era.

- Claro que não, eu sou mulher, meio diferente mais sou. - Olharam um pro outro, aproximando de mim, me ajudando a tirar toda roupa.

Ao fim do banho, que foi muito em silêncio, meu corpo parecia ter saído 100 quilos de terra, agora finalmente estava limpa, é bem melhor do que antes, quando estava suja.

- Vamos te levar pra cozinha, aí você almoça lá. - Apenas assenti, Carlos foi em seu quarto, pra algo pra eu vestir, uma cueca, calça, camiseta e algum sapato.

Quando voltou com as peças em mãos, até que não tinha sido tão ruim, achei da hora, vesti no mesmo momento, caminhando pra cozinha com eles ao meu lado caso eu não aguentasse andar.

- Olha está com a carinha até melhor, e temos que comprar uma roupa pra você, quer dizer vou costurar algumas pra você. - Olhei na roupa em que eu estava vestida, e olhei pra senhora de novo.

- Foi a senhora que fez isso aqui ? Nossa. - Ela sorriu, pondo um prato sobre a mesa, que identifiquei ser pra mim, assim sentei na cadeira, e comi o que estava no prato.

- Se ela vai ficar com a gente aqui, temos que arruma um nome temporário pra ela não acham. - Michael, que estava na pia, se virou olhando pra nós 4.

- É também acho, tipo o que ? - Carlos agora dizia, enquanto eu ainda estava concentrada em meu prato.

- Ravena ? - Michael disse, e os 3 ao meu lado, disseram um ' não ' juntos.

- Michelle ? - Olhei pra cada um, até que havia gostado, e parecia que eles também, olharam um pro outro.

- Acertou em Carlos, gostei, agora sim temos um nome pra ela, tudo bem assim Michelle ? - Sorri pra Marcel, assentindo.

- Pronto. - Michael sorriu, saindo da cozinha, quando estava lá fora deu um grito chamando os irmãos. - VAMOS ENSAIAR PASPALHOS !

Apenas com isso, os dois saíram da cozinha, me deixando ali com a senhora.

- O que eles fazem agora ? - Perguntei, já levando outra colherada, a boca.

- Eles tocam em barzinho aqui perto, aí eles ensaiam a tarde toda, pra cantar a noite. - Iria acabar de comer ali, e iria ver eles.

- A entendi. - Já podia ouvir o barulho da guitarra, bateria alto dali.

Ao acaba, sai da cozinha seguindo o barulho, até uma garagem, ou era pra ser uma claro. Cheguei na porta, lá estava eles tocando e tentando cantar é claro.

- Você canta ? - Carlos me perguntou, era ele que ficava na guitarra.

- Acho que não. - Ele veio até mim, me entregando o microfone. - Hoje não, minha cabeça está explodindo, vou ficar apenas vendo vocês, quem sabe outro dia eu me arrisco.

- Okay, senta aí, fica de pé não, assim sua perna vai doer mais. - Segui seu conselho, sentando em uma escada que havia ali.

Fiquei ouvindo eles tocarem, até que tocar eles sabiam muito bem, mas cantar era um pouco desafinado, mas eles eram bons.

8:54 PM

Naquela hora, eles já haviam ido até o barzinho, minha cabeça doía, iria deitar agora, seria melhor assim eu poderia descansar, e sarar minha cabeça.

Fechei os olhos, tentando dormir, até que consegui, mas um sonho, que parecia uma realidade, parecia tão real.

Sonho ON.

" Podia ver uma moça, mas seu rosto, era impossível de ver, era como, se eu não tivesse ali, pois ninguém me via, mas em questão de segundos, uma pessoa muito parecida comigo, ou podia ser eu, parecia muito, falou com essa moça.

- Senhora quer beber alguma coisa - Aquela voz angelical perguntava pra tal mulher que achava ser eu, quase derreti ali mesmo.

- Sim - Virou em direção a garota com voz de anjo a olhando tão profundamente, que estava a despindo mentalmente.- Um Whisky, de preferência no seu corpo.

Quando ela ia virar, acordei na hora."

Sonho OFF.

Minha cabeça doía, sentei na cama, de uma vez, assustada com o tal sonho, não sabia o que era, mas após aquele sonho eu só pensava naquela voz sem rosto, aquela voz que eu não sabia da onde tinha tirado.

- Dorme Michelle, vai ser melhor. - Virei pro canto, fechando os olhos de novo, assim não tendo nenhum sonho após aquele.

1 semana depois...

Sábado, 23 de Fevereiro, 3:45 PM.

Meus dias iam passando, e com isso meu único divertimento era ver eles tocando, hoje eu iria pedir pra cantar, peguei ensaiei uma música do One Direction, You and I, peguei a letra da música, e Carlos me ajudou, então iria fazer isso.

- Gente eu quero... cantar hoje. - Olhei pra eles, que sorriram. - Vamos ver do que é capaz Michelle.

- Vocês vão ver. - Sorri, Carlos saiu do pedestal me deixando ficar com aquele lá, arrumei pois estava alto demais pra mim. - Eu vou cantar, You and I, One Direction.

- Beleza, ela é fácil. - Michael que ficava na bateria, bateu as baquetas, iniciando então a canção, fiquei olhando-os pra dar sinal pra começar.

Quando Marcel deu o sinal, aproximei do microfone, respirando fundo, pra não fazer feio, então assim começando a letra da música.

[ Escutem, You and I One Direction, e vai acompanhando. ]

" I figured it out
I figured out from black and white
Seconds and hours
Maybe they had to take some time.

(Eu entendi
Eu entendi claramente
Os segundos e as horas
Talvez eles só estavam precisando dar um tempo)

I know how it goes
I know how it goes from wrong and right
Silence and sound
Did they ever hold each other tight, like us?
Did they ever fight, like us?

(Eu sei como isso vai
Eu sei como isso vai do errado para o certo
O silêncio e o barulho
Eles já se abraçaram apertado, assim como nós?
Alguma vez eles já brigaram, como nós?)

You and I
We don't want to be like them
We can make it 'till the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us
No, nothing can come between
You and I
Oh, you and I

(Você e eu
Não queremos ser iguais a eles
Nós podemos fazer isso até o fim
Nada pode ficar entre
Você e eu
Nem mesmo os deuses lá em cima
Podem separar nós dois
Não, nada pode ficar entre
Você e eu
Oh, você e eu)

I figured it out
Saw the mistakes of up and down
Meet in the middle
There's always room for common ground
I see what it's like
I see what it's like for day and night
Never together
'Cause they see things in a different light
Like us
They never tried like us

(Eu percebi isso
Vi os erros de cima em baixo
Conheço o meio
Sempre têm espaço para um terreno comum
Eu vejo o que é
Eu vejo o que é para o dia e a noite
Nunca juntos
Porque eles veem as coisas sob uma luz diferente
Como nós
Mas eles nunca tentaram como nós)

You and I
We don't want to be like them
We can make it 'till the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us
Cause you and I
We don't want to be like them
We can make it 'till the end
Nothing can come between
You and I
Not even the gods above
Can separate the two of us

( Você e eu
Não queremos ser iguais a eles
Nós podemos fazer isso até o fim
Nada pode ficar entre
Você e eu
Nem mesmo os deuses lá em cima
Podem separar nós dois
Porque você e eu
Não queremos ser iguais a eles
Nós podemos fazer isso até o fim
Nada pode ficar entre
Você e eu
Nem mesmo os deuses lá em cima
Podem separar nós dois)

No, nothing can come between
You and I (you and I)
Oh, you and I
You and I
We can make it if we try
You and I
Oh, you and I

( Não, nada pode ficar entre
Você e eu (você e eu)
Oh, você e eu
Você e eu
Podemos conseguir se tentarmos
Você e eu
Oh, você e eu)

Assim, finalizamos a música, eles me olharam, com uma cara de tipo, surpresos pelo meu desempenho.

- Michelle, meu Deus você canta muito, que voz que você tem. - Sorri, pelo menos meus treinos com Carlos havia sido um sucesso, dizia ele, que pra impressionar Michael, era difícil, e pelo jeito havia conseguido, fui até Carlos o abraçando.

- Valeu pirralho. - Sussurrei em seu ouvido, batendo em sua cabeça.

- Aí Michelle, isso doeu, sabia. - Sua cara de dor, havia me feito rir dele.

- Continuem a passar o som, vocês tem que trabalhar a noite. - Quando estava dando mais volta pra sair, Michael me parou.

- Onde você pensa que vai, você vai passar o som com a gente, pra semana que vem você ir cantar conosco, encontramos nossa vocalista. - Corei na hora, e então ficando com eles ali, vendo outras músicas, que eu poderia cantar naquele dia, eu iria ter que ensaiar muito, pra poder aprender todas.

***

Restaurante, 7:45 PM.

Eu estava novamente, ali com Zayn, estávamos nos tratando pelo primeiro nome agora, ele estava mostrando o que ela conseguiu, com suas investigadas.

- Tá vendo, se ela estava pra fora do carro, e quando o carro caiu, seu corpo, caiu primeiro na água, e quando o carro caiu, fez o impulso de jogar seu corpo mas pra frente. - Ele havia feito um desenho, e com isso estava explicando o que ele achava, que havia acontecido na noite do acidente.

- Então, mas se tudo isso aconteceu, aonde seu corpo está ? E se alguém a achou, por que não telefonou pra polícia ?

- Camila, tudo tem um por que, mas nesse momento, eu não sei dizer, mas juro que vou descobrir tudo. - Suas mãos se encontraram com a minha, sei lá aquilo tinha me incomodado, um pouco, então afastei suas mãos. - Desculpa... é o que eu tenho pra hoje, mas logo logo, venho com mais notícias pra você, com licença tenho mais trabalho a fazer, irei trazer ela de volta.

- É o que eu mais quero, pode ir. - Disse, então ele levantou da mesa, pegou na mãozinha de Luna, que a essa altura, estava enjoada por saudade de Lauren.

- Tchau mocinha. - Ele pegou sua maleta, saindo o mais rápido possível do restaurante.

- Vamos também né mocinha. - Deixei o dinheiro sobre a mesa, levantei com Luna em meu colo.

Fui direto pro carro, entrando no carro entrando no mesmo, iria buscar o Nicolas na casa da mãe dele. Liguei a rádio do carro, assim sintonizando em uma rádio brasileira, todo mundo sabia que eu amava o Brasil, fazia 2 anos que não ia lá, precisava voltar.

Adivinha o que estava tocando na rádio ? Marília Mendonça, era uma das cantoras que cantava umas músicas sofrencia, e aquela música encaixou bem na minha vida agora, no que eu estava vivendo.

[ Vamos ouvir a sofrencia com a Camila né meu povo, O que falta em você sou eu - Marília Mendonça. ]

E pra falar a verdade, aquela música não estava ajudando em nada, lembranças, vieram em minha mente, quase me fazendo chorar, mas segurei o máximo que pude, mas quando chegou no refrão, eu não aguentei, chorei, havia parado no sinal vermelho, encostei minha cabeça no volante, chorando baixinho.

Escutei umas buzinas, e então vi que o farol tinha abrido, sequei algumas lágrimas, voltando pra ruas novamente. E tentando não pensar nela, o máximo possível.

Ao chegar na casa de Alexa, já me deixavam entrar sem precisar falar com ela, parei o carro no mesmo lugar, deixei Luna dentro do carro mesmo, apertei a campainha, e ouvi algumas movimentações dentro da casa, logo a porta se abriu, revelando Nicolas.

- MAMA... - Pulou em meu colo, me abraçando forte, dei vários beijos em seu rosto todo.

- Oii filho, que saudade que eu estava de você. - Sorri.

- E a papa, ela já chegou ? - Neguei com a cabeça, mas logo Alexa apareceu na porta, ela tinha ido no suposto enterro de Lauren, eu não fui pois eu sei que ela está viva.

- Olha se não é a garota que mal perdeu a namorada e já está com outro. - Olhei sem entender pra ela, o que ela estava querendo dizer com aquilo.

- Filho vai pro carro já eu vou. - Esperei ele entrar no carro, pra continuar nossa conversa aqui. - Que ? Eu ficando com outro ?

- É pensa que não vi, os sites de fofoca está pipocando com isso, já era de se esperar de uma puta como você. - A eu não aguentei, partir pra cima dela, eu já estava explodindo, agora me chamando assim, não mereço não.

- Puta é você. - Lasquei um tapa forte em seu rosto.

Minha raiva estava tanta, que perdi totalmente a classe, batendo nela, como se fosse dois animais brigando por um pedaço de carne, mas ninguém iria me tirar dali não.


Notas Finais


Hiii, o que acharam ?

Mais cedo, sem querer postei o capítulo, e nem estava terminado, tive que ser rápida, pra vocês não verem, mas agora está pronto pra vocês.

Votem, comentem e espalhem pros amigos, quanto mais a fic ficar conhecida é melhor.

Leiam One Hundred Years of Love, ela também está sendo atualizada todo dia

One Hundred Years Of Love: https://spiritfanfics.com/historia/one-hundred-years-of-love-10396420

Até a próxima. ❤

Love You. ❤

TT: @FAcidente.

Xoxo.


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