História (In)fiel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Angst, Bottom!jimin, Bts, Drama, Fluffy, Holdjimintight, Hopemin, Jihope, Jikook, Jimin, Jiminxbts, Jinmin, Kookmin, Lemon, Minjoon, Nammin, Surubangtan, Vmin, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 148
Palavras 3.075
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi meus amores!!!!!!!

pois é, fanfic nova, mas eu continuo sendo a mesma, huh?
acho que tá dando pra perceber que eu SEMPRE preciso que o shipp seja jimin x alguém, porque no exato momento em que eu tenho a ideia, eu encaixo ela no utt.
é meio que um costume ter a ideia e o combo "park jimin" estar lá pra encenar ela na minha imaginação.

então, por que não fazer um "jimin x bts"???

mas enfim, essa ideia surgiu repentinamente na minha cabeça e eu comecei a me sentir muito empolgada com ela, então eu acabei atropelando aquele jikook e isso só piorou quando o meu wpp apagou a sinopse dela por conta própria e eu perdi todos os protótipos também :((((( chateadíssima, mas a gente supera, eu ainda não vou desistir daquela ideia e algum dia vocês vão ver ela ser postada.

nas notas finais, eu vou dando algumas pinceladas no enredo da fanfic, por enquanto, apenas aproveitem :) <3
boa leitura, amores szsz.

Capítulo 1 - Um amor distante


Fanfic / Fanfiction (In)fiel - Capítulo 1 - Um amor distante

{jimin pov}

Todos os dias, eu me pergunto qual é o problema de Min Yoongi. Daria qualquer coisa para descobrir o que se passa dentro da sua cabeça quando se trata de mim, quando pensa ao meu respeito. Se ele não passasse de um rapaz falso e indiferente, hoje em dia estaríamos muito distantes um do outro, esse relacionamento não teria pé e nem cabeça. As suas atitudes são tão confusas que eu já cheguei a acreditar que temos uma relação sadomasoquista, que ele sente prazer sofrendo emocionalmente e eu faço com que isso aconteça frequentemente. No mínimo, vivemos um namoro bipolar.

Mas o que eu quero dizer com tudo isso? Simples;

Eu já fiz de tudo para indiretamente afastá-lo de mim, porém, nada o faz desistir de nós. Sinto que eu o machuco mais e mais a cada dia que passa, que eu o faço em pedaços e já tirei toda a sua dignidade sem que ele soubesse disso. Essa luta parece não ter fim, parece que eu estarei eternamente preso a esse namoro de longa data. Meus sentimentos nunca foram precisamente recíprocos, é como um amor unilateral.

E por que eu não, espontaneamente, digo-lhe que deveríamos terminar?

Bom, isso já não é tão simples.

 

—•—

 

Não gostava de admiti-lo para o mais velho, mas eu estava evidentemente alegre com a ida à aula de dança naquele dia. Ele parecia não se importar com os meus motivos, apenas aproveitava um de meus raros momentos em que não me sentia incomodado com algo ou não lhe tratava com desprezo. Sentia-me um monstro por ser capaz de confessar — mesmo que mentalmente — que não dava a Yoongi um tratamento digno, e que, por baixo dos panos, eu desgastava o seu psicológico.

Eu sempre fui alguém meigo, é o que todos dizem, eu caminho exalando uma postura insegura e sociável, posso afirmar que não faço isso falsamente. Mas todos temos dois lados, não é necessário um diploma de psicologia para ter em mente que não somos perfeitos e que cometemos erros graves em uma linha natural entre situações boas e ruins. E, por incrível que pareça, muitos viviam rodeados do meu "Eu" maléfico, porém todos me defendiam quando eu lhes dizia a verdade sobre ele, destacando apenas o Jimin fraterno.

De qualquer forma, eu estava ansioso naquela tarde. Tinha minhas razões e achava que era suficiente para fazer do meu estado emocional contente.

Yoongi dirigia o carro novo que comprara semana passada. Ele pareceu extremamente alegre quando finalmente conseguiu a quantia necessária de dinheiro, disse-me que esperaria um mês para realizar a compra, mas dois dias depois, ligou pedindo que eu o acompanhasse até a concessionária. Eu já havia lhe recusado pedidos de mais naquela semana, inclusive evito sexo há um bom tempo, então achei digno compensar esse meu deslize o agradando um pouco.

— O que puseram no seu café hoje, Jiminnie? — Indagou, mordendo o lábio inferior na intenção de evitar um sorriso que insistia em surgir. Era evidente que ele não conseguia se acostumar com o meu lado afetuoso.

— Açúcar e leite, nada mais, nada menos. Eu só estou feliz hoje hyung. Não acha isso bom? — Insisti, na intenção de fazê-lo se conformar.

— Eu acho ótimo... — Pigarreou, voltando os olhos para a rua movimentada à sua frente. — Só queria poder te ver assim todos os dias. Você anda tão distante... — Continuou, com um timbre rouco e sério.

Nesse momento, boa parte da minha alegria se esvaiu junto com um suspiro que escapou pela minha boca. Eu não gostava de vê-lo assim, demonstrando fraqueza, também feria dentro de mim saber que eu era o culpado pela sua dor. Min Yoongi sempre foi um rapaz calado e demasiadamente rabugento, além de cético e sincero. Em relação a mim, ele mudou completamente, transformou-se em alguém dócil e sensível, tinha o coração mole. Ainda mantinha traços de quietude e frieza, mas aos poucos viu que isso me machucava pelo fato de ser alguém atingível ao extremo, então tudo se ajustou para o meu conforto. Ele fez questão de mostrar que não era nada do que afirmavam sobre ele; Min Yoongi é uma ótima pessoa.

Fiquei em silêncio, sem saber como me defender. Normalmente eu discutia com ele quando isso acontecia, mas hoje eu preferi permanecer calado.

— E-então... Do que se trata a sua performance? — Questionou Yoongi, desviando o assunto ao ver que criara um clima desconfortável. — Você está tão animado, deve ser algo interessante.

— Ainda estamos trabalhando nisso. — Respondi sem tanta empolgação na voz.

— Eu estou ansioso para assistir. Que dia será?

— Não tenho certeza.

Enfim ele também se calou, contra a sua vontade, mas o fez. Passamos alguns minutos apenas ouvindo os sons recorrentes da capital misturados à chuva incessante do lado de fora do carro. Estava claro que a situação se tornou fria, perdeu seu controle com facilidade.

— Minnie, me desculpe... Eu não deveria ter tocado no assunto, sei que já discutimos isso inúmeras vezes. — Quebrou o silêncio ao dizer isso, transformando meu coração, já rachado, em pequenos pedaços espalhados pelo chão.

— T-tudo bem hyung. — Eu disse, sem saber ao certo o que lhe responder, evitando insinuar que aquilo mexia comigo em um mau sentido.

Em seguida, ele estacionou logo na esquina da quadra onde se localizava a academia de dança em que eu praticava. Esperou alguns segundos, sem destravar as portas, num silêncio estranho.

— Só prometa que não vai deixar isso estragar a sua aula, não foi a minha intenção, eu-

Interrompi sua fala quando abruptamente me virei no banco e aproximei meu rosto do seu. O singelo selinho que iniciei transformou-se em um beijo de mão cheia quando eu o intensifiquei, tornando aquele um dos beijos mais significativos e calorosos que já havíamos tido o prazer de trocar. Apenas me afastei quando definitivamente não existia mais oxigênio em nossos pulmões, então soltei o ar pela boca audivelmente e sorri em uma linha reta.

— Eu te amo, Yoongi. — Proferi em um sussurro, destravando a porta do carro por minha conta e descendo sem tirar os olhos do mais velho.

Ele nem foi capaz de responder, estava em choque. Com o longo tempo que tínhamos de namoro, eu não sei quando foi que chegamos a esse ponto, beijos como tal eram raros, mas não por terem se tornado insignificantes, e sim porque praticamente nunca aconteciam de verdade. Estávamos juntos e distantes ao mesmo tempo.

— Eu também te amo, Jimin! — Ele exclamou após ter feito o maior esforço para abrir o vidro do lado direito do carro e colocado parcialmente a cabeça para fora.

Sorri em resposta e apertei o passo na intenção de escapar da água gelada e desconfortante que caía do céu e umedecia meu moletom, a pele do meu rosto e o meu cabelo. Nunca gostei de tomar chuva, exceto por volta dos sete anos de idade, quando eu ainda via emoção em patinar nas lajotas vermelhas e lisas da minha casa de infância enquanto a água fazia minhas roupas antigas ensopadas.

Empurrei a porta de entrada com pressa, sentindo um arrepio percorrer meu corpo dos pés à cabeça. A sala onde meu grupo costumava ensaiar ficava no fim do corredor e eu fazia o mesmo caminho todos os dias de ensaio. A maioria das pessoas já me conhecia por ali, mesmo que eu fosse um novato.

Para mim, natural era adentrar a sala e encontrar sempre a mesma cena diante dos meus olhos. Uma silhueta perfeitamente reconhecível e o barulho de alguma trilha sonora da qual eu não conhecia, contudo precisava concordar que era fruto de um ótimo gosto musical.

Prazer é algo pessoal, mas farei uma comparação; a sensação de liberdade trazida por uma simples brisa é considerada extremamente prazerosa. Enquanto muitos procuravam esse sentimento no sentido literal, eu buscava por Jung Hoseok.

Hoseok, ou J-Hope — como também costumava ser chamado —, era o fundador daquele estúdio de dança, o melhor dançarino que eu já tive o prestígio de apreciar ao vivo e em cores. Nós tínhamos uma perfeita sincronia, eu me fascinava na forma como ele se movia e ele se tornou a minha inspiração.

O costumeiro som agitado que vinha da sala não estava presente naquele dia. Adentrei com passos lentos o local e nada encontrei. A minha figura confusa era a única a se destacar ali. Deixei a mochila que carregava apenas com o apoio do ombro direito no chão e caminhei até a caixa de som, selecionando uma música e aumentando o volume até que tivesse a sensação de que o ritmo atingia a minha cabeça.

Já que Hoseok não estava ensaiando antes da minha chegada naquele dia, então eu o faria no seu lugar.

A batida agitada brincava com os meus sentidos e eu não conseguia simplesmente permanecer parado. A dor nas pernas que eu sentia deixava de existir nessas condições, eu apenas precisava me movimentar um pouco. Não sei dizer se isso poderia ser considerado saudável, mas dançar era a única coisa que ainda me fazia bem de verdade, desconsiderando todos os bons sentimentos que eu tinha em relação às pessoas. Bom, preferia me machucar fisicamente dançando do que me machucar emocionalmente amando.

O meu corpo não parou até que eu estivesse completamente exausto. Em meio a tantos ritmos de músicas que eu dançava em um freestyle, eu até mesmo inclui alguns passos de ballet, que era uma de minhas paixões. Que tipo de idiota como eu esgota suas energias dançando sem motivo algum antes do início do ensaio? J-Hope deveria saber exatamente o que fazia, ele se aquecia, mas eu simplesmente perdi os freios e nem me dei conta disso.

Abaixei rapidamente o som da música e este foi coberto por um estralo alto e contínuo vindo da porta. Confuso, mirei os olhos cansados na direção do responsável pelas palmas — constatei que fosse isso quando o barulho se repetiu.

E lá estava Jung Hoseok.

— Oh! Eu te assustei? — Ele proferiu enquanto dava alguns passos para frente, visando adentrar definitivamente a sala, já que se encontrava recostado no batente da porta.

Imediatamente agarrei a minha toalha de dentro da mochila e comecei a esfregá-la pelos locais onde certa quantidade de suor escorria. Sorri retraído e neguei com a cabeça, acanhado demais para olhar fixamente para os seus olhos, um costume que eu mantinha até mesmo com pessoas próximas; detestava contato visual.

— Você estava ali há quanto tempo? — Indaguei.

— Tempo suficiente para ter certeza de que você é o orgulho da equipe. — Ele sorriu grande e sincero um sorriso que apenas ele sabia sorrir. Minhas orbes brilharam como pequenas estrelas que reaparecem timidamente no início da noite. — Eu amo a sua dança, Jimin.

Meu rosto queimou e eu tive certeza de que as minhas bochechas enrubesciam gradativamente. Podia considerar sorte que a minha face já estivesse coberta por uma coloração leve de vermelho, afinal eu dancei o suficiente para que isso ocorresse.

— S-são só os seus olhos, hyung. — Murmurei, dando ênfase à última palavra, orgulhando-me por poder chamá-lo daquela forma.

Utilizei também da famosa frase que o meu pai me ensinou quando eu ainda beirava os meus treze anos de idade. Disse-me que essa era uma forma educada de responder a um elogio, então eu nunca me esqueci disso.

— Garanto que não. — Piscou ao finalizar a frase, fazendo-me vacilar com a força que usou ao dar alguns tapas em meu ombro.

Meu coração batia com tamanha rapidez que eu temia que Hoseok pudesse sentir o meu nervosismo ao olhar diretamente para mim, como um cão, farejando o meu medo.

O Jung me abalava com facilidade e isso soava estranho. Desde que eu o conheci, mesmo já completando alguns meses, sinto meu peito apertar e o meu rosto corar ao trocar palavras com o ele. Isso não poderia ser normal, não para alguém que naturalmente nega qualquer sentimento maior quando se trata de pessoas que exalam um ar de maturidade, estas que definitivamente nunca nem pensaram na possibilidade de se interessar por mim; Hoseok me fazia sentir dessa maneira.

Mas, acima de tudo, eu tinha um namorado.

Só que isso não impedia que o meu coração batesse descontrolado enquanto caía nas mãos de Jung Hoseok.

Eu estava apaixonado pelo hyung ou totalmente alucinado.

 

—•—

 

Ao final da aula, eu já me encontrava sem forças, nem mesmo para me levantar do chão. Deixei que o meu corpo caísse como uma marionete e permaneci estático, o único movimento era o do meu peito subindo e descendo. Fechei os olhos e entreabri os lábios, incapaz de respirar usando as narinas entupidas pelo frio.

Enquanto eu aproveitava o meu curto momento de deleite, descansando as costas doloridas no chão gelado daquele estúdio de dança, pude ouvir uma voz soar próxima do meu rosto, fazendo com que eu abrisse os olhos para procurar pela figura de Hoseok, o dono daquele timbre animado;

— Acabei com você hoje, não foi, Jiminnie?

— Hyung, eu não aguento nem ficar em pé...

— Vantagens e desvantagens de ser o meu favorito.

Esticou uma das mãos na minha direção e ajudou-me a ficar em pé, impulsionando o meu corpo para cima. Entortei as costas novamente ao começar a andar, buscando pela minha mochila e imediatamente tirando a garrafinha de água de dentro dela. Meu organismo agradeceu pelo líquido.

Segui saltitante na direção do Hope, bebericando as beiradas da garrafinha enquanto o acompanhava para fora da sala.

— Eu realmente sou o seu favorito? — Questionei, apenas para ouvi-lo afirmar mais uma vez.

— Claro! Eu já te disse que adoro te ver dançar. Você é tão dramático, Jimin. — Respondeu, em seguida soltando um riso naturalmente alto e contagiante. — Mas não se engane, apenas consigo ver vantagens tendo você no meu grupo.

— Então não vai se livrar de mim tão cedo?

— Não me faça perguntas óbvias!

O dia já havia dado adeus quando saímos para o lado de fora do estúdio, já era possível aproveitar o vento que soprava em meu rosto de pele cálida naquela noite movimentada. A cidade não parava nem por alguns míseros segundos, tanto que não mudou nada desde que eu cheguei, para a hora em que saí do ensaio. Por outro lado, a chuva diminuíra e apenas restaram alguns respingos, além do solo molhado.

— Bom, eu vou indo então. — Falou o mais alto ao meu lado, escondendo as mãos e dedos finos dentro do casaco pesado que vestira ao sair do ambiente fechado em que estávamos.

Rangi os dentes, indeciso. Não sabia se deveria mesmo fazer o que tinha vontade ou deixar passar para evitar um possível desconforto.

Apaguei o receio da minha mente e dei um passo à frente, ficando na ponta dos pés para abraçar o pescoço alheio e roçar meus lábios em sua bochecha quentinha. Ele retribuiu o gesto apertando a minha cintura sem pestanejar, então recebeu-me de volta com um sorriso surpreso.

— Obrigada por tudo, Hobi. — Murmurei próximo do seu ouvido, acenando enquanto me afastava e ia em direção ao carro de Yoongi, estacionado logo à frente do estúdio para que eu não tomasse chuva novamente.

Abri a porta com pressa e me enfiei no banco do passageiro, esbanjando um enorme sorriso. Quando desviei o olhar para o mais velho em frente ao volante, ele carregava um olhar de indignação e certa raiva. Fechei-me no mesmo instante, sentindo meu coração bater mais rápido, mas não em emoção como no instante passado, agora em preocupação.

— O que foi? — Indaguei, sendo ignorado pelo indivíduo rabugento. — O que houve, Yoongi? Por que essa cara?

— Quem era aquele? — Perguntou sem nem responder-me diretamente, mas já dando a entender quais eram os seus motivos.

— Aquele q-quem? — Fiz-me de desentendido, buscando um tempo para que eu tivesse a chance de pensar em algum argumento plausível.

— Jimin, você não é idiota o suficiente para fingir que não sabe do que eu estou falando. Eu perguntei quem era o cara que você estava abraçando e beijando. — Disse da forma mais grosseira e mal educada que pôde, relembrando-me do tempo em que ele mal se importava em me insultar.

— Era um amigo, Min Yoongi, um amigo! Ele é o dono do estúdio! — Forcei meu corpo contra o banco do carro, bufando e cruzando os braços, facilmente começando a me irritar. Por um lado, eu não estava mentindo.

— Amigo? Desde quando você tem tanta intimidade assim com outros caras?

— Eu só agradeci por ele ter me ajudado! O que tem de tão íntimo em um abraço de despedida?

— O que eu acho estranho é o fato de você não se despedir de mim com um abraço, mas simplesmente não se importar em fazer isso com o “dono do estúdio”. — Simulou as aspas com as mãos, encarando-me com um olhar irônico.

— Escuta, eu sei o quão ciumento você é, além de sempre ter que ouvir você dizer que eu deveria entender o seu lado, mas isso já saiu do controle. Ou você muda, ou pode simplesmente terminar comigo, já que está tão insatisfeito assim! — Rosnei, desviando o olhar para a janela com o cenho franzido em raiva.

— Você me tira do sério, Jimin. Eu falo tudo isso porque eu não quero te perder e a solução que você encontra é terminar o namoro? É muita babaquice da sua parte.

Eu pretendia ficar calado depois daquilo, mas ouvindo suas últimas palavras, eu simplesmente perdi a cabeça. Senti vontade de gritar com ele e de jogá-lo para fora daquele carro, só que tive a impressão que não poderia fazer nenhum dos dois. O aperto da raiva no meu peito se tornou mais forte e os meus olhos marejados, assim iniciando um choro baixo e frustrado.

Nenhum de nós disse mais nada desde que ele se calou também. Ficamos presos em um engarrafamento eterno e eu choraminguei sozinho durante todo o percurso até pararmos em frente à minha casa. Sequer fiz questão de olhar nos olhos de Yoongi esse tempo todo.

Quando eu quis descer do carro, senti algo tocar meu rosto e logo soube que ele iniciava uma carícia tímida em minha bochecha.

— Não encosta em mim! — Exclamei em um tom de voz exageradamente alto enquanto acertava um tapa forte em sua mão.

Estupidamente abri a porta do carro e a fechei com mais raiva ainda, deixando o mais velho para trás.

Eu sabia que estava errado. Não é como se eu pudesse culpa-lo por sentir ciúmes, já que eu definitivamente me sentia, no mínimo, estranho em relação a Hoseok.

Mas eu não dava a ele o direito de tratar daquilo como sendo uma verdade, mesmo que de fato fosse.


Notas Finais


confesso que até eu fiquei com pena do Yoongi enquanto escrevia. ele vai ser trouxa noite e dia, dia e noite.
mas não que os o outros escapem, vai ser todo mundo trouxa rs.

bom, espero que tenha ficado claro a relação que os YoonMin têm, nada fácil pro Yoongizinho.
eu passei reto pelo Hobi porque cada um terá um capítulo especial, então JiHope vai rolar mais para frente.
além de que o Hoseok tem um papel muito importante na história, mas de qualquer forma, todos serão bem destacados.

eu espero que vocês tenham gostado, de coração aaaaaa <3
tô investindo nessa fic, mas como de costume, não sei se vai dar certo.
enfim, obrigada por ler! eu amor vocês szsz.

ps.: perdão pelos erros chatinhos que cometi, acredito que eu já tenha corrigido todos.


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