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História Infiltrados - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi, oi.

Sejam re-bem-vindos a Infiltrados!

Temos sipnose novinha, capa novinha (que está em andamento) e um conteúdo super-ultra-mega turbinado.
Espero do fundo do coração que gostem :")

Boa leitura <3

Capítulo 1 - A Guerra do Novo mundo


I N F I L T R A D O S 

(Versão especial)

Prólogo

Alguns diziam que a terra iria se acabar em fogo, outros em água, e existiam aqueles que acreditavam que o ser humano iria ser egoísta a tal ponto que ele próprio exterminaria a própria raça. 

Todos eles estavam errados;

Ao menos em partes.

Apesar das catástrofes que decorreram os séculos, os seres humanos avançaram e com eles a tecnologia aumentou significamente.

Nossos meios de vida se tornam maleáveis, fáceis e práticos a partir dos avanços e, de certo modo, a conscientização em prol dos recursos naturais finitos do planeta também foi muito visto e praticado. A saúde avançou de maneira que curas que pareciam impossíveis se tornaram banais. 

E a visão distante de colonização de outros planetas foi quebrada, pois agora todos poderiam viajar para Marte quando bem entendessem para fazer excursões ou turismo. 

Todavia, a perfeição é inatingível. 

A natureza essencialista vil do ser humano — segundo correntes filosóficas — faz com que até os seres mais benevolentes do universo se corrompam. Não há escapatória.

Por este motivo, temos algo chamado senso comum e ética: conjuntos de ensinamentos e noções básicas do que é certo ou errado; aquilo que nos é ensinados em casa, na escola, e em outros âmbitos mais particulares. E sem querer — querendo — moldam o ser humano a partir de sua forma de pensar.

Mas e quando esse ensinamentos se tornam obsoletos para o indivíduo em questão? De certo que, talvez, ele sucumba a sua natureza má. 

Sob embasamento dessa tese, o acontecimento em questão, a chamada Guerra do novo mundo, fora causada pelos mesmos preceitos. 

Duas potências mundiais. Uma única disputa pelo poder. Preceitos éticos divergentes. 

De um lado estava os Estados Unidos (EUA) e do outro o Japão; países que há séculos já disputavam sonegadamente, distante dos olhos nus do povo. No entanto, suas ganancias foram tamanha que o que estava encoberto veio à tona, iniciando, portanto, a repartição do planeta e constituindo aliados.

O lado norte, EUA e aliados, disputaram contra o lado Sul, Japão e aliados, e seu resultado fora a destruição de patrimônios culturais, sociais e almas inocentes.

Pais, filhos, irmãos, maridos, noivos, todos eles perderam suas vidas ao decorrer de longo dois anos de conflitos pesados com armas biológicas, bélicas e bombas. 

Foram aproximadamente 2/4 (dois quartos) de toda uma população de nível global. 

Soberano e impiedoso, o caos reinava. 

E concentrado no epicentro do limbo de poderio e descaso, exatos 10 homens — cinco provenientes do sul e cinco do norte — proproram uma trégua, um símbolo de paz. 

Vamos estabelecer a ordem e a paz”, era o que pregavam. 

Tola fora a humanidade que, cegamente, acreditou. 

Regras estabelecidas pelos próprios foram disseminadas e dentre elas:

1. Alienação.

Controlaremos a grade curricular das escolas; todos os conhecimentos partilhados pelo povo ficarão respaldados sob a administração governamental e aqueles que se oporem serão cortados.”

2. Sem livre árbitrio.

"Cada indivíduo possuirá apenas uma forma de viver, o nosso padrão estabelecido. Ideias divergentes causam o caos. Todo aquele que for contra os ideais espalhados serão cortados.”

3. Sem rebeldia.

Os cidadãos sob jurisdição do governo estão todos proibidos de irem contra todas as políticas apresentadas. Caso esteja insatisfeito e queira ir contra os ensinamentos, o indivíduo em questão, será cortado da sociedade.”

Desesperados por paz, aceitaram, por fim, todas as condições impostas e deleitaram de uma época esplendorosa de paz. 

Apenas dez homens comandavam o mundo, estávamos divididos em dois grandes polos ditados por leis absurdas. 

Isso não durou muito tempo, claro.

Um pequeno país, que ninguém daria uma mísera esmola por ele, fora contra todos os preceitos, todos os parâmetros e reagiu. 

A derradeira Coréia do sul.

Nação — uma das, na verdade — dos olhinhos puxados, única que se manifestou e lutou por cada um de seus direitos, por suas convicções e crendices. 

Muitas coisas se perderam durante o conflito. Seul, a capital sul coreana, foi completamente dizimada e Busan, por sua vez, foi instituída a nova capital. 

Um grande e majestoso muro foi erguido, isolando os sul coreanos do resto do mundo, numa pequena, porém libertadora cúpula. Efetuaram, então, algumas medidas preventivas como a OREDCS (Organização Rebelde Espiã da Coréia do sul), responsável por manter a segurança de seus cidadãos.

Hoje em dia, cerca de quarenta e cinco anos depois, o sistema está novamente ameaçado e dessa vez, por mais irônico que possa parecer, o sistema será confrontado por um casal de jovens que estavam sujeitos a se odiarem:

Um rebelde sul coreano e a filha do governador nortista. 

Sob esse ângulo, o caos nunca pareceu tão glorioso e libertador. 


Notas Finais


Fogo no parquinho hohihohiho

E aí, continuo?
Gostaram?

Nos vemos por aí 🖤


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