História Infinite - Camren - Capítulo 38


Escrita por: ~

Visualizações 152
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, eu estou publicando uma outra fanfic (além de The Last Call) que se chama I'll Never Be The Same que foi escrita pela minha sis. Enfim, dêem uma olhadinha nela depois que vocês terminarem de ler aqui, por favor! ❤

Obrigada. Boa leitura.

Capítulo 38 - Do you want to delete "Camren"?


Point of View: Lauren

Cada minuto a mais naquele elevador deixava-me mais furiosa ainda. Não acredito que ela teve a capacidade de mentir para mim por tanto tempo, ela sabe como eu sou em relação às mentiras... Já chega de gente mentirosa na minha vida. Além disso, ela era minha namorada não era quase que uma obrigação ela confiar em mim? Eu conto tudo para ela, porque ela não faz o mesmo? Argh... eu simplesmente a odeio.

A porta do elevador se abriu e eu caminhei para dentro do apartamento pisando forte no chão. Parei de frente a porta, e sem querer acabei deixando com que algumas lágrimas escorressem pelo meu rosto. Respirei fundo, as limpei, e adentrei o apartamento. Fechei a porta atrás de mim, e fui fuzilada pelo olhar de todos naquele cômodo. Fala sério, ela contou pra todo mundo menos para mim?!

- Você está bem? – Minha mãe disse caminhando em minha direção.

- Sim.

- Tem certeza?

Eu não a respondi. Fitei o fundo de seus olhos olhando-a com uma feição de poucos amigos, e percebi que ela acabou por engolir seco.

- Você sabia, não é? TODAS VOCÊS SABIAM.

- Lauren... Entenda, não foi fácil para ela se conformar com isso... Ainda mais contar pra você." Respirou fundo sentindo seus olhos encherem de lagrimas. "Ela tinha o medo de você ter exatamente essa reação."

- EU NÃO TERIA AGIDO DESSE JEITO SE ELA FOSSE MENOS VADIA E ME CONTASSE AS COISAS.

- Lauren Michelle! Olha como você fala! - Clara disse, e eu apenas peguei uma comida que estava em cima da bancada, e parei de frente para ela.

- VADIAS MENTIROSAS, É O QUE VOCÊS SÃO.

Sua mão iria de encontro com o meu rosto, mas logo eu percebi e segurei sua mão, apertando-a fortemente, e pude vê-la fitar-me pasma. Eu soltei sua mão jogando-a rapidamente pelo ar, e comecei a andar em direção à porta.

- Lauren...

- Deixe-a ir. – Escutei a mãe de Lucy dizer. Peguei a chave de minha moto e sai.

Comecei a caminhar até o elevador, e enquanto esperava ele descer até o andar que eu estava, comecei a mexer em meu celular. Quando o elevador abriu, me deparei com Camila. Seus olhos estavam bastante vermelhos enquanto seu braço esquerdo estava exposto mostrando-o avermelhado com pequenos furos. Sugeri que era algo a ver com a quimioterapia... Sem querer uma lágrima escorreu por minha bochecha.

- Lauren...

- Vai se foder.

Eu disse e adentrei o elevador e deixei rapidamente aquele lugar. Quanto mais tempo eu ficasse ali pior eu ficaria. São todas cúmplices e mentirosas. É como dizem aquelas pessoas sabias "Confie apenas em si mesmo". Caminhei até minha moto, e a liguei. Dirigi até a casa de um garoto que estudou comigo meses atrás. Ele fez documentos falsos para mim quando eu planejei fugir de casa por causa do Michael. Provavelmente ainda terá os documentos. Não demorou muito para que eu chegasse lá. Surpreendentemente ainda tinha os documentos, um pouco desgastados, mas ainda estavam lá. Peguei minha moto e comecei a andar sem direção, o mais longe que eu puder ir é melhor do que nada.

Point of View: Camila

Entrei no apartamento, e senti Clara e Melissa virem em minha direção. As duas me envolveram em um abraço enquanto mexiam em meus cabelos. Isso foi o extremo para me fazer chorar bastante. Tudo me lembrava Lauren, e eu preciso seguir em frente né? Já que ela me deixou... Pensar nisso dói tanto...

- Ela te ama Mila, ela vai voltar.

- E-u não tenho tanta certeza assim, Sra. Jauregui. – Eu disse sussurrando, e abraçando-as mais forte.

Point of View: Lauren

Eu estava andando em alta velocidade, mais do que o permitido minha vida está tão sem rumo que eu nem me importo mais com alguma multa, quem vai pagar é a Clara mesmo. Eu estava sentindo tanta raiva, que, comecei a chorar e acabei indo para outra pista. Limpei as lágrimas com o meu antebraço e quando voltei meus olhos para a pista notei uma outra moto na minha frente, desviei rapidamente, quase jogando todo o peso da moto sobre apenas um lado. Meu coração foi a mil, jurava que iria sofrer um acidente, mas por sorte eu consegui segurar a moto antes que tal coisa pudesse ser feita. Parei e no mesmo instante vi a moto que também havia desviado de bater em mim ir de encontro com o chão. O cara me xingava bastante enquanto tentava se levantar, eu apenas conseguia rir. Acelerei e continuei pilotando. Entrei no meio do mato por meio do homem vir atrás de mim, e acabei encontrando uma casa na árvore. Subi as escadas da casinha, e quando cheguei adentrei a mesma que era enorme, provavelmente algum adulto residiu ali por certo tempo.

Sentei-me no canto da casinha, e resolvi mexer em meu celular, quando apertei para liga-lo, lá estava na tela de bloqueio uma foto minha e de Camila. Comecei a chorar no mesmo instante. Mexi entre os aplicativos a procura da galeria, e quando a encontrei, abri a pasta em que haviam fotos nossas. Ela é...tão... linda. 

Foco, Lauren! Você tem que apagar as fotos. Voltei para o menu da galeria e selecionei a pasta [...] "Tem certeza que deseja excluir "Camren"? As fotos neste álbum também serão excluídas." Selecionei que sim e então começou a carregar para que as fotos fossem excluídas e deixei mais lágrimas escaparem por meus olhos. "Desculpe, ocorreu um erro desconhecido que impediu de que as fotos do álbum "Camren" fossem excluídas. Reinicie o dispositivo, e, tente novamente."

Fechei meus olhos mordiscando os meus lábios com toda minha força possível. Bloqueei o celular, fechando os meus olhos com força. Levantei o meu braço e arremessei o celular do outro lado, quase deixando-o cair para fora da janela, mas ele bateu na parede e caiu no chão. Eu comecei a chorar escandalosamente e só cessei o choro quando o toque do aparelho ecoou pelo local. Pelo simples fato de ser uma música que Camila havia gravado e colocado como toque. Uma música qualquer que ela chamava de "Voicemail". Ela estava tão feliz... PORQUE TUDO TEM QUE ME LEMBRA-LA?! Atendi o telefone rapidamente porque ter que ficar ouvindo. A voz dela era uma tortura.

"A-alô?"

"Oi, Lauren. Como você ta?" Uma voz um pouco conhecida soou me fazendo franzir o cenho antes de limpar algumas lágrimas que escorriam pelo meu rosto.

"Quem quer saber?"

"É a Lucy... VOCÊ NÃO TEM MEU NÚMERO SALVO SUA PUTA?! VOU TE MATAR."

"O que você quer?"

"Ah, meu santo tupiniquim. Porque essa égua é minha irmã?! De qualquer forma, a mãe Clara ligou perguntando se você está bem e onde está." Fiquei em silêncio por um tempo procurando uma explicação.

"Fala pra ela que a Lauren mandou dizer que 'não interessa." - Minha irmã ficou calada por um tempo. Acho que já dava pra perceber que eu não estava bem. - Onde você está?

- Não te interessa.

- Vai se foder. - Respondi escutando uma gargalhada do outro lado da linha.

- Vou te mandar a localização, beleza? 

- Okay...

Respondi e em seguida desliguei o telefone. Ela me mandou a localização de onde estava. San Diego. Era quase duas horas de viagem e já era uma hora da manhã. Mas foda-se as horas, na verdade foda-se tudo. Não demorou muito para que eu chegasse até onde ela estava já que uma policial me escoltou até lá, além de me fornecer gasolina.

Aposto que ela não tinha permissão para estar ali. A pista estava iluminada apenas por algumas luzes centralizadas no meio e do lado das pistas. Tirei o capacete já sentindo um vento frio batendo em meu rosto. Fitei toda a pista do aeroporto avistando minha irmã a poucos metros de distancia escorada em sua moto. Me aproximei em passos lentos observando sua feição séria. Notei um cigarro em sua boca. Aquilo com certeza era maconha. Uma jaqueta de couro e uma calça preta.

- Jaqueta legal. - Falei tentando puxar assunto.

- Valeu. - Outra onda de vento bateu na gente me fazendo estremecer de frio.

- Você não tem permissão pra estar aqui.

- Então, porque você fugiu de casa? - Ignorou o que eu disse me fazendo dar alguns passos para trás levando minha mão até meus cabelos.

- Aparentemente todo mundo me enganou. Como sempre.

- O que você quis dizer?

- A Camila está com câncer..." Respondi parando meus movimentos não conseguindo mais me mexer. Lucy começou a tossir por se engasgar com a fumaça logo jogando o baseado no chão se aproximando de mim.

- Sério que você ficou bravinha por ela não ter coragem de te contar? - Sua voz foi ríspida me fazendo a encarar no mesmo momento.

- Sim, ela era minha NAMORADA! ELA TINHA QUE ME CONTAR!

- Você acha que é fácil chegar na pessoa que você ama e dizer que seus dias estão contados, Lauren? Você acha que é fácil aceitar que, de fato, você tem uma doença? NÃO É! - Gritou levando suas mãos para o alto.

- Mas, se não era fácil porque minha mãe, a sua mãe e todo mundo... Espera... Você já sabia né...? - Minha voz abaixou me fazendo recuar da garota agora sentindo meus olhos se enxerem de lágrimas novamente.

- Não! Eu não sabia! Aliás, o que eu poderia fazer? Ter uma reação idiota e compulsiva como você? Não, obrigada.

- MENTIRAS DESTRUÍRAM A MINHA FAMÍLIA!

- Ah, vossa honestidade, desculpa aí. Vai me dizer que nunca mentiu? E, ela nem mentiu, ela só  omitiu a verdade.

- E você acha que esconder uma verdade significa o que?! Ela disse que não tinha nada. Que era só uma anemia. Sabe quantas noites eu passei em claro pensando no que ela teria? MUITAS! E, ela tratou como se o que eu sentisse por ela não fosse nada. -Lucy levou sua mão até seu rosto antes de respirar fundo.

- Como você é chata. Por deus. Ela não é obrigada a ficar te dando satisfação. E se você ficou acordada, você que é trouxa até porque ela te disse o que o resultado dos exames confirmou. Agora sim parece que é você que não confia nela.

- Cala a boca. - Eu disse empurrando-a.

- Não aguenta ouvir a verdade. Dói né? - Ela disse e revidou, porém, com mais intensidade.

DEIXA DE SER RIDÍCULA, LUCY.

- Eu não estou sendo ridícula. Não sou eu que exagera em tudo, não sou eu que faço tempestade em copo d'água por causa de que a namoradinha não contou uma coisa - Respondeu com sarcasmo me irritando ainda mais.

Você não entende o que eu estou sentindo.

- E O QUE VOCÊ ESTÁ SENTINDO? PORQUE EU DEVERIA LIGAR PARA O QUE VOCÊ ESTÁ SENTINDO QUANDO VOCÊ NÃO TEM RAZÃO DE PORRA NENHUMA?! NÃO É VOCÊ QUE TEM QUE FAZER QUIMIOTERAPIA. NÃO É VOCÊ QUE VAI SOFRER TODOS OS DIAS VENDO AS PESSOAS SE MATANDO PARA CUIDAR DE VOCÊ. - Soltei um soluço cada vez que ela se aproximava empurrando meu ombro. - NÃO É VOCÊ QUE ESTÁ COM CÂNCER. NÃO É VOCÊ QUE TEM CHANCES DE MORRER. - Parou de falar me dando um último empurrão. - Não é você que está sentindo a dor de ter sido largada por quem amava, no momento em que mais precisou. Não é você que está morrendo aos poucos. Ela está doente, e ela está morrendo.

- FALA ISSO PORQUE NÃO É A VERÔNICA QUE ESTÁ COM CÂNCER. - Bastou apenas isso para que Lucy me acertasse com um soco em meu rosto.

- QUE SACO DEIXA DE SER IDIOTA. 

Me levantei rapidamente e revidei, e quando dei por mim estávamos realmente brigando. Meu rosto estava embaçado por lágrimas e eu não conseguia enxergar ou ter forças o bastante para revidar o que ela havia feito. Tentei acertá-la com um murro mas ela desviou soltando uma gargalhada.

- Será que você não vai perceber que está agindo feito idiota? - Virei rapidamente para trás a empurrando conseguindo acertar um soco em seu nariz que rapidamente começou a sangrar. Lucy me segurou pela camisa me aproximando dela. A verdade é que eu não tinha força para mais nada. - As vezes precisamos nos colocar no lugar das pessoas, Lauren. Eu pensei que soubesse disso a partir do momento em que me livrou daquele moleque na escola. - Numa tentativa falha de fazê-la me soltar tentando chutar suas costelas. Lucy soltou minha camisa me empurrando um pouco mais para longe voltando a se aproximar.

- Vai se ferrar. - Foi a última coisa que murmurei ao sentir um grande soco atingindo meu rosto arremessando meu corpo para o lado podendo ver gotículas de sangue voando pelo o ar sentindo uma brisa fria bater em meu rosto antes que eu caísse no chão. - E-eu perdi ela. - Sussurrei soltando um soluço não importando com todo sangue que escorria pelo meu rosto. Meu rosto ardia por causa do vento que cada vez aumentava mais batendo nos pequenos cortes. Tudo ficou em completo silêncio, sendo audível apenas o meu choro incessável. Lucy se abaixou cabisbaixa se sentando no chão ao meu lado.

- Você ainda tem a chance de concertar as coisas, Laur.

- Não. Eu estraguei tudo. Eu briguei com a minha mãe. Eu não tomei nenhuma atitude pra impedir que minha família tivesse sido destruída pelo Michael. Eu briguei com a única pessoa que eu fui capaz de amar... Eu sou uma idiota. - Parei respirando fundo olhando para o céu que estava repleto de estrelas. Tudo que eu queria era que um avião decolasse naquela pista agora. - Se existe uma definição maior para idiota, o nome é Lauren Michelle Jauregui Morgado. É um adjetivo, substantivo, um nome próprio... é tudo... Eu fodi com tudo.

- Acabei de perceber que a auto piedade toma conta de você quando está quebrada. Isso é um lixo. - Ela se levantou estendendo a mão para me ajudar a levantar. - Quer que as coisas mudem? Faça algo. Ficar parada se chamando de lixo não vai fazer com que sua vida melhore.- Cuspiu as palavras na minha cara ao estar de pé junto a ela.

- O que poderíamos fazer? - Franzi o cenho dando alguns passos até o meio da pista.

- Você é burra ou o que? - Ela praticamente me xingou vindo atrás de mim. - Se ele fez algo, com certeza deixou pistas.

- Como assim?

- Primeiro a gente precisa de algo que incrimine ele... - Nós fomos interrompidas por meu celular que começou a tocar, quando eu vi era a Camila. Meu orgulho não deixou eu atender então eu entreguei o celular para a Lucy. Ela colocou na viva voz para que eu pudesse ouvir o que Camila tinha para dizer.

- Oi Mila... Você não está na viva voz.

- Tem certeza? - Sua voz soou meio falha fazendo todo meu corpo se arrepiar.

- Sim.

- Ta... C-como a Lauren está? Por favor, Lucy. Eu realmente preciso de alguma notícia. Isso está me matando.

- Está ótima, nunca vi ela tão bem. - Minha irmã respondeu olhando para mim que agora estava chorando novamente. Tirei meu casaco o jogando em cima da minha moto não ligando para o frio. Eu só queria sentir algo que não fosse toda essa dor.

- Sério? Nossa... - Camila parou de falar e Lucy apenas revirou os olhos.

- Não. Na verdade ela ta bem mal.

- Eu não queria ter feito isso... Eu juro Luh...

- Ah eu to bem também..." Lucy respondeu sarcástica me fazendo dar um sorriso depois de muito tempo. - É... Camila." Minha irmã a chamou quando me aproximei. - Quando você ficou sabendo que tinha câncer?

- A Lauren te contou não foi?

"Eu acho que sim."

- Ahm... P-primeiro me disseram que era anemia. Mas um tempo depois, me chamaram no hospital. Eu eventualmente fui e... - Respirou fundo antes de continuar. - Cortaram meus remédios contra a anemia e isso foi bem estranho. Só que o Michael soltou a notícia... - Todo meu rosto ardeu no mesmo momento. Nós nos entreolhamos e ela apenas continuou a conversa.

- E, quem era o seu médico? Tipo, no caso da anemia.

- O Michael. Foi o único em que eu pensei que poderia confiar, Lucy. Por favor, não conta isso pra ela... - Ouvi um soluço vindo do outro lado da linha. Tentei pegar o celular da minha irmã mas ela apenas virou de costas impedindo que eu o pegasse. - Ela já tá muito brava comigo, isso só vai piorar as coisas.

- É... Ahm... Tarde demais. Você tá no viva voz e ela ouviu tudo.

- Eu vou te matar, Lucy. - Tudo ficou em silêncio e eu apenas soltei um soluço ao ouvi-la chorando novamente. - Lauren...- Camila me chamou mas, eu não consegui responder. - Desculpa... Eu juro que eu tentei de contar várias vezes mas... Desculpa.

- Ela ouviu e sente muito também.

- Eu preciso ir... Cuida dela por mim. Obrigada. - Lucy desligou o telefone e virou-se para mim notando que eu estava chorando, ela começou a me encarar, e então me abraçou na tentativa de que eu me acalmasse.

- Já temos o bastante pra por ele atrás das grades. - A garota a minha frente disse ao me ver se aproximando de minha moto.

- Não. Eu quero o bastante para que ele morra na cadeia.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...