História Infinite love. - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Yuta
Tags Bangtan Boys, Jimin, Suga, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 63
Palavras 1.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


lol, chegou a irbã da @jullea dona do posto 'lanço capítulos de cinco em cinco meses.

Desculpa a demora, eu estou realmente sem criatividade pra nada. NADA! E quando me vem algo na mente é pra fazer uma oneshot, porém nada de relevante para a fanfic. Bicho, eu sou 1lixo de escritora k eu sei eu sei, sorry.

Espero que gostem, só espero mesmo.

Capítulo 11 - Eleven - XI


[...]

J-jimin, me deixe te tocar também. 


if your like your coffee hot, tal e me your coffee pot. — um celular toca. 


Eu estava quase lá, estava quase me entregando para Yuta até meu celular tocar. Eu poderia ter resolvido não atender? Sim, mas não é toda hora que eu recebo uma ligação. Poderia ser minha mãe, ou sei lá. Poderia ser algo importante. 

Saí de cima do garoto e fui em direção ao banheiro como se nada estivesse acontecendo ali e peguei o celular. Era realmente minha mãe. 


Call on 

Jimin?

— Oi, mãe! 

Aish, Jimin, você não me ligou! Eu disse que era para você me ligar sempre. Custava você fazer pelo menos isso? 

— Aish, mãe! Sério que vai começar a me dar bronca? Desculpa não ter te ligado, ok? Eu me esqueci. - disse logo ouvindo um suspiro do outro lado. 

Ok. Você está tomando seus remédios corretamente? Não passou mal no meio da rua não, certo? 

— Sim, estou e não, não passei mal. 


Uma grande mentira, não?


 Ok, ok. Espero que esteja aproveitando bem a viagem. Vou ter que desligar agora, fique bem aí, se cuide e não esqueça dos remédios. 

— Eu não vou esquecer. Tchau, te amo. 

— Te amo. 

Call off 


Eu juro que esqueci completamente de que deveria ligar pra ela e principalmente ela que me perturba mais do que tudo só para saber se eu estou tomando um mísero remédio e se estou bem. Mães. 

Agora que tudo foi atrapalhado, terei de inventar uma bela desculpa para Yuta. Eu não quero mais, Yuta é meu amigo e eu não sei onde estava com a cabeça de tentar fazer isso com ele. Hormônios, talvez. 

Eu não deveria fazer isso com ele, eu sou um tremendo filha da mãe, literalmente estraga prazeres. 


— Yuta? 


Para a minha surpresa, ele estava vestido. É, parece que eu não fui o único que desisti não é mesmo? Poxa, mãe, sua estraga prazeres. 


— Sim? 

— Desculpa por isso, ok? — disse.

— Está tudo bem. Perdeu a graça. — sorriu de canto — Ér... acho que para minha casa... Quer dizer.. quarto. — ri da sua confusão e o levei até a porta.


Nos encaramos por alguns instantes. Ele queria aquilo, dava pra ver. Cara, eu sou um tremendo filho da mãe mesmo.

Após ele ir embora fui vestir uma roupa. Não tínhamos feito quase nada, não estava sujo ou coisa do tipo. 

O resto da tarde inteira eu vi filmes e comi porcarias. Algumas que eu deveria tomar cuidado, mas a essa altura a minha saúde já estava um lixo mesmo. Ao dar umas sete da noite pensei em sair - já que eu não paro quieto. Balada seria uma boa? Tá, eu não posso porque é um lugar cheio de gente e abafado. Será que eu não posso viver feliz um momento se quer na minha vida, senhor? 


Knock knock knock 


— Yuta? O que houve? 

— A-ah nada, eu só queria saber se você quer ir ao cinema comigo. — dizia sem jeito. 

— Ah, é que... eu vou pra balada. Já estou me arrumando. 

— Ah, ta. Ent-O QUE? Como assim você vai pra balada? Pirou? Quer morrer dos pulmões? 

— Aish, eu sei que não posso, mas vou mesmo assim. Eu vim para Seul para me divertir e curtir a cidade, não vou ficar preso em um quarto. 

— Tem milhões de formas de você não ficar trancando sem cometer quase um suicídio, sabia? 

— Que exagero, parece até minha mãe. Aí, acho que vocês iam se dar bem. — falo já terminando de me arrumar e are uma minhas coisas. 

— Eu estou me preocupando com você e acredito que sua mãe também esteja. Não joga isso fora como se não fosse nada, ok? — fala um pouco exaltado, assim me tirando também um pouco do sério.

— OLHA SÓ, eu não estou pedindo e nem pedi em momento algum para você se preocupar ou deixar de se preocupar comigo, ok? E eu não estou jogando nada fora, só me deixa em paz, QUE SACO! VOCÊ É SÓ UM GAROTO QUE EU CONHECI NO AEROPORTO, MAIS NADA! 


Talvez eu tenha falado demais, talvez eu tenha sido um pouco idiota. Um pouco? Talvez eu tenha sido um mau agradecido, mas agora já foi, agora eu já consegui tirar o garoto do sério o bastante para sair daquele cômodo batendo a porta forte e com um ar de que não quer olhar para a minha cara nunca mais. Desculpa, eu explodi. Pelo menos agora eu tenho um real motivo para ir para aquele lugar abafado. Música alta, bebidas. 

Peguei minhas coisas imediatamente e fui. Amanhã talvez eu pense em me desculpar por ter sido um idiota. 

Após chegar naquele lugar eu percebi o quão perturbador e tentador era ali. Pessoas obviamente bêbadas, música de estourar os timpanos, bebidas. Eu não estou afim de fazer amizades, fui mais pela bebida. 


Pov's Yuta on 


Idiota. Eu sou um completo idiota mesmo em me preocupar com aquele doente filho da mãe. DROGA! 


— Moço? Está tudo bem? — perguntou uma garota preocupado ao me ver sentado no meio daquela calçada suja me esgoelando todo. 

— Estou sim, obrigado. — disse logo recebendo um olhar preocupado. A moça logo foi embora. 


Idiota! Idiota! Idiota! Mil vezes idiota! 

Ele deve estar naquela merda de balada agora com outra pessoa e eu jogando na lata de lixo todo o resto de dignidade que eu ainda tinha pensando NAQUILO! MERDA! 

Ele pode estar sozinho lá, não pode? E se alguém tentar abusar dele? E se ele passar mal? E se ele beber demais e acontecer algo? INFERNO! Eu vou atrás daquele desgraçado de novo. 


[Quebra de tempo]


Eu já havia chegado na balada - provavelmente era aquela que ele estava. Era a mais perto do hotel e ele não iria tão longe. - e entrei. Aquele lugar era horrível, cheirava a álcool puro e eu só queria colocar rolhas no meu ouvido ou eu ficaria surdo com aquela música e ainda tinha aquelas luzes no meio do lugar escuro que irritavam os meus olhos. Desesperado ia a procura de Jimin como o belo trouxa que eu sou, francamente. 


— JIMIN? JIMIN? — gritava ao tentar passar pelo meio daquela multidão. Onde aquele garoto tinha se enfiado? 


Após procurar e quase ficar tonto de tanto olhar para um lado eu acho Jimin caindo de bêbado encostado na parede. Ele não se aguentava em pé e inventa de beber.


— JIMIN! — grito pra ver se aquele bocó me escuta, mas é claro que ele não escutou. 

— Yuta? — diz com o maior esforço possível. — O que você está fazendo aqui? Eu disse que não preciso de você! — tenta se soltar de mim mas eu não deixo. Que ser humano marrento, por Deus! 


Estava com a esperança dele desistir mas Jimin é Jimin e é claro que não! Ele foi se arrastando até fora daquele lugar e eu tentando segurar ele, obvio. 


Pov's Yuta off


— QUE SACO, JÁ DISSE PRA VOCÊ ME LARGAR, EU NÃO PRECISO DE VOCÊ! - gritava e mesmo assim ele não me largava. — ME LARGA YUTA! 

— NÃO! OLHA O SEU ESTADO, EU VOU TE LEVAR. 

— EU NÃO QUERO QUE VOCÊ ME LEVE PARA LUGAR ALGUM, JÁ DISSE QUE NÃO PRECISO DE VOCÊ DE VOCÊ! — a cada vez que ele me puxava, eu gritava mais alto. Será que ele não entende o que eu falo? 


Ele me puxava mais e mais é eu só gritava, era capaz da vizinhança inteira estar escutando. 


— JIMIN, PARA DE GRITAR CARA- 


antes que ele terminasse de falar, eu só consegui ver uma sombra o pegando por trás logo o me tacando para longe. Minha visão estava embassada e eu já não estava são por causa da quantidade de bebida. Tudo que meus olhos conseguiam ver era uma sombra batendo forte e mais forte em Yuta. Por que? Eu tentei gritar para parar mas eu não conseguia. Meu corpo estava dolorido tacado no chão. O que estava acontecendo? 


Está tudo bem, Jiminie. Eu irei te levar pra casa. — disse a sombra de voz extremamente doce pra mim. 

Como sabia meu nome? 



Notas Finais


view em clap, vota nas crias k

Desculpa qualquer erro, ainda irei revisar a fanfic.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...