História Infinitely Love - Capítulo 7


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Cronos, Dionísio, Frank Zhang, Frederick Chase, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Hiperíon, Íris, Jason Grace, Júniper, Katie Gardner, Leo Valdez, Luke Castellan, Malcolm, Miranda Gardiner, Nico di Angelo, Paul Blofis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais
Tags Percabeth, Romance
Visualizações 106
Palavras 2.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, realmente não tenho explicações a dar, visto que demorei (e muito!) a atualizar a fanfic. Sinceramente não estou preparada para os abandonos que receberei de alguns leitores, mas estou de braços abertos para receber outros.
E como posso dizer que acordei e lembrei que Infinitely Love existe? Bom, isso ocorreu quando duas leitoras (desculpem, não sei quem é homem ou mulher dos dois) chamaram a minha atenção, uma por comentário e outra por mensagem privada. Confesso que isso me causou um reboliço, tanto bom quanto ruim, bom porque me senti lisonjeada; ruim pela total falta de criatividade e sem ter uma base para desenvolver outros capítulos, então o que eu fiz? Dei download nos livros de Percy, para, sabe, dar uma lida, revisada e, quem sabe, relembrada nas coisas. Confesso que só pretendia ler superficialmente, mas Percy Jackson é Percy Jackson, e Rick Riordan é Rick Riordan, e porra (não vou pedir desculpas por ter xingado, eu faço muito isso e a própria Annabeth faz - na fanfic - então não peço mesmo.), gostaria de saber o que tem nesses livros que me deixa arduamente empolgada.
Bom, sem mais delongas darei continuidade a fanfic. Fico feliz por quem AINDA me acompanhar, e por quem favoritar depois que eu atualizar. Fiquem no aguarde, pretendo postar mais vezes, porém acho que diminuirei o tamanho dos capítulos (ou tentarei, pois escrever pouco pra mim é impossível.), pra ver se a fanfic dura mais.
P.S: ainda tenho várias e digo VÁRIAS, idéias em mente. Aguardem.

Capítulo 7 - Chapter 07


Chapter 07

 

Narração Annabeth:

Acordei com uma claridade irritante e incômoda. Gemi e pus a mão na cabeça enquanto a massageava, em uma tentativa de parar com a dor de cabeça que atacava com tudo. Sentia a boca seca, e um gosto ruim que sempre se apodera da boca quando acordamos, e automaticamente pus a língua para fora, umedecendo os lábios que estavam desprovidos de água, e aparentavam desidratação. Senti uma pressão na garganta, e por essa razão abri a boca para deixar a tosse escapar, no entanto, logo após meu ato, sinto algo se forçar contra minha boca, e eu até poderia ficar irritada com isso, e de fato eu fiquei, mas não levei em consideração logo depois que senti um gosto semelhante a chocolate quente e bolo de carne, o que é nojento eu acho, mas combina perfeitamente com o sabor de refrigerante que sinto no final. Demorei apenas alguns segundos para concluir que era uma bebida, e que alguém estava me dando na boca por meio de uma colher. Odeio isso, ser tratada como bebê. Tento bufar mas o que consigo é apenas receber mais uma colherada daquele líquido gostoso, quente e gelado ao mesmo tempo. Tento abrir os olhos e os fecho imediatamente. A claridade me toma de forma inesperada e indesejada, produzida por algo grande e azul. A tontura ainda se apossa de mim. Me remexo levemente para tentar ter uma noção de onde estou. Sinto algo macio abaixo de mim, leve até, como um tecido feito da mais pura seda. Curiosa tento mexer um braço, mas sinto uma pontada levemente dormente. 

- Ai... - resmungo tentando me levantar e caindo logo após. Sinto meu corpo meio fraco, quase sem energias. 

- Shhh... - escutei alguém dizer. - Calma. - forço a audição um pouco mais e tento achar familiaridade na voz. - Anda, bebe. - abro a boca sentindo um canudo se deslizar facilmente para dentro dela. No momento que começo a sugar o líquido, que reconheço como sendo o mesmo que tomava à instantes, dou um leve sobressalto e percebo que do nada tudo parou. As dores, a fraqueza, a dormência. Tudo parece mais... Aturavel. 

Me sinto resignada e até mesmo hesito um pouco, mas soltando uma lufada de ar abro os olhos. 

A primeira coisa que vejo é o céu. Azul e vasto em sua imensidão. Concluo que ele é o responsável pelo clarão que vi a um tempo atrás. O clarão que me cegou naquela hora e que está me cegando agora. Faço uma careta e pisco repetidas vezes para me acostumar com a luz, e quando surte efeito vou avaliando o local onde estou, aos poucos. Estou vendo o que me parece ser uma varanda enorme. Olho uma campina e vejo ao longo da mesma colinas verdes a distância. É tudo lindo. Puxo ar para meus pulmões, encantada com a beleza do lugar e fico surpresa ao sentir um aroma forte de morango. Me remexo novamente e me sinto balançar, e por essa razão franzi a testa e olhei onde estava. Me vi em uma rede, armada no meio da varanda, os punhos estavam a postos entre uma parte da parede e em um pilar, que ficava próximo às grades da varanda. Rapidamente entendi o motivo da maciez, mas ainda faltava saber de onde veio o líquido e quem o dava a mim. Olhei para cima e vi o rosto curioso de Percy Jackson, o amigo de Grover. Ele me observava calado, olhei para suas mãos e vi um copo de vidro com um líquido cor de refrigerante. O canudo jazia solto e caído para o lado, visto que o garoto segurava o copo desajeitadamente, vi que em seu colo, largada, estava uma colher de chá. Franzi a testa e o olhei, pois concluí que ele é quem estava me dando a bebida. Eu ia falar algo, mas resolvo me calar e esperar que ele fale, como ele não disse nada solto um suspiro impaciente e começo:

- Onde está, Grover? - pergunto, e só após falar e escutar um ganido baixo e fino é que fico mais confusa. Quase dou um mínimo sobressalto ao perceber que era minha voz. Levo minha mão até minha garganta e a massageio levemente. 

- Está lhe esperando. - a voz rouca e aveludada do Jackson me alerta e me atento a ele. 

- Hmm... - murmuro quase inaudível. - Onde, exatamente? 

- Aqui mesmo, na Casa Grande. - responde simplesmente. 

- Casa Grande? - volto a olhar a varanda, e ao ver a curva mas a frente levanto a cabeça tentando olhar melhor, algo que foi estritamente errado, pois o movimento forçou levemente meu pescoço e mesmo após o choque de energia e alívio de dor, eu ainda podia sentir os resultados da noite anterior. Mas o que aconteceu na noite anterior mesmo? Eu estava no carro com os meninos, após sairmos da casa de meu sindico, e estávamos nos encaminhando ao Acampamento Meio-Sangue (que por sinal eu não queria ir, mas claramente tive, pois os deuses, incluindo minha mãe, queriam me foder), logo após a insistência de Grover e do Jackson para que eu fosse. E aí, depois... Aish, porque eu não lembro? 

- Alôooo! - vejo um borrão passar na frente de meus olhos. - Terra para Annabeth, será que dá pra acordar? 

Volto a mim e saio dos devaneios com um Jackson alvoroçado e, aparentemente, carente de atenção.  

- Fala, diabo! - digo, ríspida. Vejo o mesmo se sobressaltar e me olhar de testa franzida. - Quê? 

- Nada. - ele diz baixinho, abaixando a mão que estava levantada e sendo balançada na frente de meu rosto. 

- Hm. - olho pra ele de olhos franzidos, desconfiada. - Não parece "nada". Anda, fala logo. 

Vejo o garoto a minha frente bufar e revirar os olhos, por um momento fico confusa, até ver um sorriso cínico se desenhar nos lábios do mesmo. 

- Não aconteceu nada, mamãe, mas já que você ama cuidar de mim, que tal fazer outro tipo de carinho, ãh? - sua voz era repleta de sarcasmo, mas noto o ar sensual ao fundo. O olho com raiva. 

- Ora, seu... 

- Ah, você acordou, finalmente! - olho a pessoa que me interrompe e quase amoleço de felicidade ao ver Grover. Meu amigo pés de cabra se aproxima de mim e do Jackson com um sorriso de mostrar todos os dentes, estampado em seu rosto. - Nossa, Annie, cheguei até a pensar que ou você tinha apagado mesmo, ou tinha morrido. 

Sorrio azeda para ele, e entro na brincadeira. 

- Vai sonhando, eu vou viver até os mil anos de idade, daí eu morro. - dito isto mostro-lhe o dedo do meio e a língua. Vejo o mesmo rir e rolar os olhos. 

- Eu não contaria com isso, tendo em mente a quantidade de monstros que querem nos matar. A você principalmente. - Jackson fala em auto e bom som. Olho pra ele me segurando pra não pular em cima do pescoço do mesmo e morder até arrancar a cabeça.  

- Não provoca ela, Percy. - Grover alerta. 

- Não provoquei, só disse uma verdade. - ele resmunga para o amigo. - Aquele Minotauro só veio atrás de nós por causa dela. Você sabe, tanto quanto eu. 

Um arrepio me sobe no peito, e engulo em seco desviando o olhar dos garotos a minha frente e o direcionando ao campo a minha frente. Inalei o leve aroma de morangos que se instalava no ar, e finalmente voltei a olhá-los, desta vez seriamente. 

- O que o Jackson quer dizer com isso, Grover? - pergunto dando um leve menear de cabeça em direção do garoto citado, vendo-o arquear uma sobrancelha para a maneira com a qual disse o seu nome. 

- Annie, - Grover começa,  e ao vê-lo suspirar só sinto minha curiosidade mais atiçada. - Bom, olha... É algo... Complicado. Deixe para pensar nisso depois que estiver recuperada. 

- Não. - falo firme tentando me levantar, o que é errado pois a dor me atinge imediatamente. - Ah... Droga! 

Grover me olha preocupado.  

- Não se esforce tanto, calma. Iremos te explicar tudo, mas antes se recupere totalmente. - vejo o sátiro me olhar de modo a me dar um aviso silencioso. - Acredite em mim, Annabeth, vai querer dormir durante uma vida após descobrir o que lhe espera. Mas agora vamos ao que interessa; consegue se levantar? 

- Pra quê? 

- Ué, pra tomar um banho, trocar de roupa, quem sabe esticar os músculos um pouco? Ou vai ficar esperando que alguém a tome nos braços e faça isso por você?  

- Eu não vejo problema nisso. - o murmuro do Jackson foi inaudível demais para qualquer ser humano normal escutar, mas nem de longe eu sou normal, então não foi o meu caso. Escutei o que ele falou. Tudo.

- Jackson? - chamo. O mesmo me olha. 

- Hm? 

- Vai tomar na porra do seu cu! - segurei a vontade de gritar isso e apenas falei calmamente. 

O garoto de repente ficou vermelho. 

- Para de xingar, Zeus, você xinga tanto que parece o próprio dicionário dos palavrões. - ele ralhou comigo. 

- Aqui, óh. - digo e mostro o dedo do meio. 

- Agora já chega, você pediu por isso. - Percy ameaça. 

- Mas o q...? - começo mas não termino aí sentir um mine jato do líquido do copo de vidro, se direcionar para meu rosto, sendo jogado contra a minha cara. 

- Pronto, agora estamos quites. - Jackson diz e me olha, aparentemente orgulhoso de si. 

Mas como ele fez isso? Foi ele quem jogou a água? Não... Impossível. IMPOSSIBLE. Sem chance, ele só conseguiria brincar deste jeito com água se fosse filho de... 

- Quem é seu pai? É um dos Olimpianos? Algum deus menor? - pergunto visivelmente interessada. 

Percy me olha de uma maneira que desconfio; ele está exageradamente animado e com o rosto banhado em orgulho. 

- Olimpiano, sim, deus menor, não. - Percy direciona um dedo até o copo em o põe acima do mesmo, na boca do objeto, meus olhos quase saem das órbitas ao ver o líquido sair do fundo do copo e iniciar um pequeno passeio de flutuação, indo contra a gravidade. - Meu pai é Poseidon. O deus dos mares. 

Atena do céu, agora entendo porque esse carinha tem a aparência de um deus grego bronzeado. Faz todo o sentido. Assim como faz sentido não nos darmos bem, Atena e Poseidon não se suportam, tudo devido a uma rixa antiga. Longa história. 

- Bom, agora que resolveram finalizar o assunto, creio que podemos ir, certo? Afinal, ainda temos de ver o Sr. D. - Grover me olha ainda falando. - Ele está curioso e ansioso para lhe ver, Annie. 

- A mim? Quem é esse homem? - sério quem é Sr. D? "D" de quê? Doido? 

- Você vai saber, mas antes... Banho, comida e troca de roupa, daí resolvemos quem é ele. Vem. - Grover me estende a mão, agarro a mesma imediatamente e tento pegar impulso para sair da rede, mas estou tão fraca que não consigo sozinha, Grover tem de me ajudar. 

- E sem contar que ela ainda tem que falar com Rachel. - Jackson diz do nada, percebo a forma como ele fala o nome da tal "Rachel", quase com algum afeto. Só não soube identificar de qual tipo. 

- Rachel? - pergunto deixando ambos a par de que ei não conheço a garota. Grover engasga com o que parece ser sua própria saliva. 

- Nada, Annabeth, nada. - o mesmo diz me puxando e olhando com raiva para Percy. 

- Nada? - Percy bufa. - E a profecia? 

Meu corpo gela.

- Profecia? 

- Sim, ué.  - Jackson continua, sem aparentemente notar o quanto aquilo me abalou. - Porque acha que o Sr. D, está tão intrigado com você? Óbvio que tem uma profecia. Ela diz... 

- PERCY! - Grover grita. - Calado, tá bom? - depois me olha. - Calma, Annie, ainda temos algum tempo antes de torcarmos nesse assunto. 

Grover saiu me arrastando pelo braço pra só Zeus sabe onde, enquanto eu mesma me fiz perguntas pra tentar entender se a tal "profecia" era aquela de meu sonho. 

Concluímos quê, os deuses amam me ferrar,  e isso inclui minha mãe.  

 

To be continued...

 

 

 

 

 


Notas Finais


Meus sinceros agradecimentos a: @MegaRaichu e @Emigaipp, sem vocês não teria me lembrado de continuar e além do mais, não teria encontrado ânimo para isso. O mundo pra vocês, o mundo de Percy Jackson, inteiro pra vocês!
Obrigada a minhas (meus) leitores também, por favoritos, comentários, exibições. Tudo! Obrigada leitores fantasmas, também, mas por favor, apareçam mais!
Gostaram do capítulo? Contem-me.


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