História Infinite's Nonna - Capítulo 14


Escrita por: e Jeh_KyuNam

Postado
Categorias Infinite
Personagens Dongwoo, Hoya, Myungsoo (L), Personagens Originais, Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Woohyun
Tags Bang_antonela, Comedia, Hentai, Infinite, Jeh_kyunam, Romance
Visualizações 62
Palavras 3.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie voltei!
Primeiramente quero me desculpar pela demora, segundo quero avisar que por conta do atraso, ainda esse mês eu posto outro capitulo e por fim quero avisar que os imagines que me foram pedidos serão postados intercaladamente em breve, porque meu note teve as teclas derretidas e eu vou envia-lo para trocar o teclado, então imagines, só a partir da do fim da próxima semana.
Fora isso, boa leitura.

Capítulo 14 - Como vocês sabem?


Fanfic / Fanfiction Infinite's Nonna - Capítulo 14 - Como vocês sabem?

Namu acabara de me deitar sobre minha cama, eu estava cansada e por culpa da pressa do menor, completamente ensopada. Eu me sentia tão feliz por estar ali ao lado dele, naquele momento só nosso, curtindo aquele maremoto de sensações que ainda tribulavam dentro de mim, fazia tempo na minha vida que não me sentia tão viva, não me sentia tão feliz, tão amada e respeitada e por mais estranho que fosse, naquele momento, embebida ainda na sonolência pós orgasmo, me sentindo completamente alta e satisfeita; minha mente vagava nesse assunto, fazendo questão de reforçar a mim mesma de que eu estava vivendo tudo que eu sempre quis ao lado de alguém que no começo eu nem se quer imaginei que viveria essa paixão luxuriosa e secreta.

Soltei e puxei o ar dos pulmões tentando me trazer à tona novamente, mas meus músculos ainda estavam relaxados e preguiçosos; mordi o lábio quando ao me remexer na cama senti um espasmo em um dos tendões da minha coxa que fez com que minha intimidade pulsasse, me fazendo lembrar do nosso ato recém acabado no banheiro.

- Se sente satisfeita Nonna? - Escutei uma risada nasalada em meu ouvido. – Gostou do banho? – O descarado do mais novo ficou sobre mim enquanto massageava minhas coxas.

- Uhum... – Eu queria responder algo mais elaborado, mas minha situação não me ppermitia.

Eu realmente parecia estar sob o efeito de algum tipo de droga, o êxtase do meu corpo naquele momento era de uma sensação absurda, eu realmente nunca havia experimentado algo daquele tipo, um efeito avassalador aos meus sentidos, nunca havia chegado a um orgasmo como aquele.

- Jeh, você está bem? – Seu tom agora não era brincalhão, ele parecia preocupado.

- Uhum... – Concordei com a cabeça abrindo os olhos e sorrindo após um suspiro longo.

Foquei em seu rosto, os traços masculinos leves e bem definidos estavam unidos em uma expressão preocupada e no mínimo fofa, foi impossível não sorrir.

- Eu estou bem! – Abracei suas costas com um dos meus braços enquanto começava a acariciar seu rosto.

- Você tem certeza Pandinha? – Ele me olhou meio desconfiado enquanto iniciava um carinho com o polegar na maçã do meu rosto. – Você me parece um pouco estranha... – Ele fez uma careta e eu ri.

- Sim Tachinho, eu estou bem! – Sorri calma levando meus dedos aos fios da sua nuca deixando um carinho no local enquanto colava nossos lábios em um beijo breve, mas doce. – Não se preocupe uhn, eu estou bem, só nunca havia tido um momento assim, nunca havia me sentido assim!

- Isso é bom? – Ele me olhou sorridente e me roubou um selinho antes que eu o respondesse.

- Sim... – Enlacei mais meu corpo ao dele. – Muito bom, me sinto viva! – Sorri e desci meus dedos pela depressão em suas costas.

- Você está viva, meu anjo! – Sussurrou em meu ouvido e depois de prender o lóbulo da minha orelha entre os dentes ele desceu seus cheios e habilidosos lábios para o meu pescoço, beijando o local delicadamente, ele assoprou e passou a língua sobre a minha pele molhada fazendo com que um arrepio corresse por meu corpo.

- Queria que o tempo parasse para não ter que sair daqui, dos seus braços! – Confessei enquanto virava um pouco a cabeça dando a ele mais autonomia no que fazia.

-Não podemos fugir de tudo Jeh, mas podemos curtir o momento... – Ele deixou de maltratar meu pescoço e sem muito esforço ergueu nossos corpos da cama nos deixando sentados sobre a mesma. – Este e os outros tantos que teremos juntos! – Ele agarrou minha nuca e juntou nossa bocas em um beijo intenso.

Ficamos envolvidos no ato no que para mim pareceu serem horas, todas passadas num piscar de olhos, todas focadas apenas no homem à minha frente; quando nos separamos pela falta de ar, Namu me olhou sorrindo e deixou um selar sobre minha testa.

- Está ficando frio... – Ele acariciou meus braços ao me ver me encolher um pouco ao sentir a brisa fria que passara pela janela. – Você está toda molhada... – Ele jogou o lençol sobre meus ombros. – Vem, vamos secar você!

- Você também precisa se secar Tachinho, também está todo molhado, pode ficar doente! – Fiz que ia me levantar.

- Você primeiro Pandinha! - O menor me pegou no colo me levando até o banheiro, onde me colocou de pé sobre o tapete e depois de retirar o lençol do meu corpo, foi puxando uma toalha e começou a me secar.

-Namu, eu posso fazer isso... – Ri e peguei a toalha dele, logo me secando.

- Eu sei, mas eu queria fazer isso! – ele tentou tomar a toalha de mim, mas após me secar, enrolei a mesma no meu cabelo. – Ei, quero a toalha também! – Ele fez bico.

Fui ao quarto, peguei a calça do maior, a cueca, sua blusa e minha calcinha juntamente com a toalha da Anto.

- Aqui Namu! – Ri entregando ao mesmo a toalha.

- A Anto não vai ficar brava? – Ele me questionou mas já começara a se secar com o tecido.

- Eu explico para ela depois e fora isso é só eu lavar depois, não se preocupe Hyunnie! – Selei seu rosto enquanto lhe entregava a cueca e a calça.

- Se você diz, então... – Ele pendurou a toalha no ganchinho perto da porta e começou a se vestir. – Quem sou eu para dizer ao contrário?!

Isso mesmo! – Ri e me apoiei nele para colocar a calcinha e logo em seguida me coloquei dentro da camisa do mesmo.

- Olha que audácia... – Ele riu e segurou minha cintura colando nossos corpos. – essa camisa é minha... – Recebi um chupão no pescoço. – Mas sabe, fica melhor em você!

Sorri pra ele entrelaçando nossos dedos, ficamos assim por um tempo até que resolvemos voltar ao quarto e depois de longos minutos trocando carinhos e conversando aleatoriamente, nos forçamos a nos vestirmos completamente e tentar sair disfarçadamente do quarto, sem sermos pegos juntos.

Disfarçadamente...

...

Nos separamos forçadamente por falta de ar, meus pulmões queimavam; ao meu lado, não muito diferente de mim, Hoya sorria bobo com seu peito subindo e descendo pela busca do aclamado ar que também lhe fora retirado de seus pulmões.

- Isso é viciante... – Ele riu nasalado antes de colar nossos lábios novamente, desta vez em um beijo mais curto por causa da falta excessiva de oxigênio anterior. – Seus lábios são viciantes!

- Hoya... – Ele me interrompeu com uma sequência de pequenos selares. – Podem nos ver e..  – Sua mão foi da maça do meu rosto para a nuca, segurando alguns fios e apoiando minha cabeça para lhe dar total autonomia com meus lábios.

- Shiii... – Mais um selar. – Ninguém vai... – E outro. -  Ver a gente... -  E mais outro, mas desta vez no meu pescoço. -  Aqui! 

 Apoiei uma das minhas mãos na grama e a outra levei as madeixas do maior, as puxando delicadamente enquanto ele com simples selares em meu pescoço me fazia sentir meu corpo pouco a pouco começar a pegar fogo. Seus lábios subiram para o lóbulo da minha orelha fazendo sua respiração facilmente chegar a minha nuca, comprimi os ombros deixando de apoiar a mão no chão para apoiar em sua coxa.

Fechei os olhos brevemente ao sentir um chupão mediano em meu ombro e quando seu nariz tocou a minha pele em um caminho retrogrado pelo meu pescoço, trouxe seu rosto para a frente do meu, abri meus olhos e encarei seus lábios, segurei a gola da camisa dele e o puxei para mim. Colei nosso lábios em um beijo fervente, digno de mais do que uma batalha de línguas, rolou um descobrimento de campo com direito a pequenas mordidinhas em seu lábio inferior enquanto eu agora concentrava as minhas duas mãos em seu cabelo.

Sem separar meus lábios de sua delicada pele, deslizei meus lábios de seus lábios para deixar um selar em sua bochecha, uma mordida leve no queixo e fora a minha hora de maltratar a pele do maior. Dei pequenos selares, algumas mordidinhas, leves chupões e por fim deixei um rastro de saliva até a clavícula do maior, o qual eu fiz questão de soprar enquanto fazia o caminho de volta. Em meus braços aquele lindo homem que antes me estava provocando, parecia mole e vez ou outra soltava arfares e pequenos gemidos, aquilo estava fazendo subir um calorzinho pela espinha que já se espalhava por todo meu corpo.

Na minha cabeça, o sinal de superaquecimento do corpo estava apitando, mas foi só quando senti uma das mãos geladas do maior sobre a pele das minhas costa sob a minha blusa que eu voltei a mim e nos separei. Eu era aquele tipo de garota que gosta de dividir o comando e ver um homão da porra daqueles soltando sôfregos por mim, me excitava, me instigava a domina-lo e no momento eu não o podia fazer, então por melhor que fosse era o ponto de parar.

Me encarando em um misto de prazer, surpresa e confusão, um certo Lee estava com os lábios entre abertos mostrando sem querer parte daquele língua abençoada dele – Porra Lee Ho-Won! – ele puxou o ar, fechou a boca e quando eu achei que fosse ficar bravo me deu o sorriso mais descarado que eu já vi naquela obra de arte que ele chama de rosto.

- O que foi isso? – Ele riu e me olhou agitado.

- É melhor a gente entrar... – Falei enquanto enrolava os fones e me levantava já colocando minhas sapatilhas.

- Onde você escondeu esse lado seu? – Hoya se levantou se colocando ao meu lado. – Cadê a garota fofa de agora pouco? Cadê a garota que eu costumo fazer corar?

- Vamos entrar? – Tentei despistar o mesmo, mas assim que virei de costas para ele, em um movimento rápido, ele me virou para si e quando vi eu já estava com as costas colada ao tronco da grande arvore que nos oferecia antes sombra.

- Anto... – Meu nome saiu como um sussurro de seus lábios e eu senti o calor do meu corpo aflorar ainda mais.

- Hoya... – Respondi o mesmo e as mãos do mais velho passaram da madeira para o meu rosto e quando eu achei que ganharia mais um beijinho ele parou e levou uma mão até a minha tez.

- Você está quente princesa! – Ele ergueu uma das sobrancelhas e eu gelei pensando em que desculpa eu poderia dar a ele. – Você está com febre?! – A expressão dele se tornou preocupada.

- Estou? – O respondi com outra pergunta, mas me senti aliviada.

- Está! – Ele levou a outra mão a sua própria tez e fechou sua expressão. – Você deve ter pegado um resfriado... – Ele acariciou meu rosto carinhosamente e logo me abraçou. – Realmente é melhor entrarmos, está esfriando mais e você pode piorar!

Depois de um beijinho na testa, ele colocou sob meus protestos seu casaco sobre meus ombros e eu fui conduzida até o casarão.

...

- Droga! – Eu tentava achar com o binoculo do SungYeol um foco com o qual eu pudesse ver de perto a paisagem. – Assim eu não consigo ver!

Tirei o objeto dos olhos olhando para fora afoito atrás dos dois mais novos entre as arvores do pomar, Tudo estava muito bem, muito bom enquanto eles estavam senados no chão dando uns pegas, mas ai ela levantou e ele também, o binoculo perdeu o foco e com o fato de que ambos estão com roupas escuras, dificulta um pouco a minha busca.

- Bem, vamos ver DongWoo, foque em algo vermelho, a saia da Anto tem um tom de vermelho, não será difícil achar e.. – Passei longos minutos procurando e nada. – Merda! Merda! Merda! – Xinguei após fracassar na procura.

Frustrado e cansado de ficar em pé, desencostei do parapeito da janela e fui até a cama a puxando até ela estar exatamente embaixo da janela. Me sentei no móvel pegando o binoculo e recomeçando a caçada aos mais novos.

- Vamos, vamos... – Me mexi na cama tentando obter êxito até que achei um ponto vermelho perto da figueira. – Ahhhhhhh, achei! – Comemorei enquanto focava mais no local e balançava minhas perninhas de índio. – Estavam se escondendo? De mim? Hahahaha, logo eu DongWoo? – Gargalhei sozinho. – Nada escapa dos meus olhos e ouvidos, muito menos uns bons pegas!

Voltei a prestar atenção e quando eu achava que ia ficar bom, os dois resolveram abandonar a brincadeira, me deixando ali com cara de parede totalmente malogrado.

- O quê? É só isso? – Olhei abismado vendo os dois virem em direção ao casarão. – Ah não... Palhaçada viu... Eu ia até fazer pipoca... – Larguei o binoculo sobre a cama e cruzei os braços emburrado. – Estava tão divertido... Aish... Estraga prazeres!

Sai do quarto chateado por ter perdido minha forma de entretenimento quando de repente, dou de cara com o Namu saindo do quarto da Jeh Nonna.

- Uhnnn... As coisas foram boas em... – Gargalhei olhando para os dois totalmente assustados. – Relaxem, estou sozinho... – Dei de ombros. – Abandonado, largado de lado e sozinho... – Fiz bico magoado. – Hoya e a Anto estavam no pomar, Yeol ia falar com o Hoya, mas preferiu ficar vendo os dois se pegarem da parte detrás da casa, Gyu está curtindo dor de cotovelo lá na ponte e L está consolando o Maknae no primeiro quarto! – Comecei a descer as escadas sendo acompanhado por eles.

- Não faça isso de novo, você nos assustou Donggie! – Jeh estava com a mão sobre o peito. – Pera... Hoya e a Anto se pegaram?

- O L está consolando o maknae? – Namu me encarou surpreso. – Ele viu os dois juntos?

- Sim e não! – adentrei a cozinha me sentando sobre o balcão. – Hoya e a Anto se pegaram e não, o maknae não viu! – peguei uma maça a mordendo. – Hmnn ainda bem... porque ai seriam dois com dor de cotovelo e...

- Alguém deve ter um antitérmico ou um remédio pra gripe, não se preocupe! – Ouvimos a voz do Hoya.

-Não precisa Hoya, eu estou bem e eu não estou preocupada... – Anto e o Lee entraram no cômodo. – Quem está preocupado é você, relaxa... está tudo bem!

Eu, a Nonna e o Namu nos encaramos e encaramos os mais novos que concentravam o assunto entre eles nos deixando um tanto curiosos sobre o mesmo, eu até pensei em deixar para lá mas sendo pressionado pela minha curiosidade e pela cara de eu quero saber também da Jeh, fui obrigado a questiona-los sobre o que falavam, pressionado não, eu quis e necessitava, mas ninguém precisa saber dessa parte né?!

- Qual é a do remédio? – eu dei uma nova mordida em minha maçã. – Dividam o assunto com seus Sunbaes.

- A Anto está com febre! – Hoya segurou as pequenas mãos da mais nova. – E eu queria saber se alguém tem remédio para resfriado ou um antialérgico.

- Eu tenho quase certeza de que tenho na bolsa, mas...– Jeh Nonna o fez uma pausa. – Vai ser uma guerra dar remédio para essa menina!

- Eu não quero tomar remédio! – A mais nova colocou um biquinho fofo nos lábios.

- Hoya e a Anto se pegaram! – A voz do Yeol veio por último cortando o assunto do remédio.

Yeol entrou no cômodo e se sentou em uma cadeira perto de mim com uma cara um pouco descontente; à frente de nós os réus da questão nos encaravam, Hoya ria sem qualquer vergonha, já a Anto arregalou os olhos, corou e deu aquele sorriso quadrado de “Fui pega e confesso o crime”, Depois de encararmos o Yeol, nós olhamos para os dois que pareciam querer acrescentar algo em seu julgamento.

- Algo a adicionar? – Eu ainda rindo um pouco questionei e acariciei os cabelos do Yeol. – Vocês traumatizaram o meu menino!

- Bem é que... – Anto começou a explicar mas foi interrompida.

- Foi mesmo e pretendo pegar mais... – Hoya respondeu na maior cara de pau rindo e eu fui obrigado a conter a gargalhada alta tampando a boca para não chamar a atenção de L ou do Jong.

- Hoya! – Anto corou. – Yeol eu sinto muito por... – Ela foi novamente interrompida.

- Sinta mesmo, na parte divertida vocês pararam e nos deixaram só no gostinho! – Ele cruzou os braços.

- Bem, eu sinto muito e.. – A mais nova ergueu uma das sobrancelhas. - Pera que?

- Parece que temos mais um DongWoo no grupo!  - Namu   declarou e eu o olhei abismado (Como assim moleque?)  afinal eu sou único.

- Muita convivência sabe... – A Jeh nonna riu (Olha que desaforo, me sinto claramente ofendido, onde já se viu sendo acusado assim desta maneira!) concordando com ele.

 - Você e quem? – Hoya olhou confuso para o mais novo. – Quem estava com você Yeol?

O cômodo se fez em silencio e eu aproveitei para morder a minha maçãzinha como quem não quer nada e nem estava ali e quando desfoquei da fruta, todos me olhavam.

- O que? – Questionei e logo vi o indicador de um Yeol rindo apontado para mim.  Mas o que? Calunia... exijo meu advogado!

- O hyung estava quase caindo da janela com o meu binoculo, porque vocês resolveram se esconder atrás da arvore e não dava para ver nada! – Ele me dedurou na cara dura, sem sentir remorso.

- Aigoo! – Dei tapas nele. – Como você pode me delatar assim? – Contive o som de voz. – A sua sorte é que eu não posso gritar por causa dos outros se não já estava sem tímpanos!

- Donggie... – Jeh nonna me olhava rindo. – Que feio, ficar espiando os outros...

- Feio? Espiar? – A olhei ofendido. – Para a sua informação eu estava apenas observando a demonstração de carinho entre dois amigos meus enquanto você... – Fiz uma pausa. – Me largou desde manhã e estava dento do quarto trancada, fazendo sei muito bem o que com o Namu desde cedo! – Respondi magoado.

- É verdade, vocês abandonaram a gente hoje! – Yeol apoiou a cabeça na minha coxa concordando comigo.

- Pera vocês estavam todo esse tempo transando dentro do quarto? – Anto encarou a Jeh. – Vocês não usaram a minha cama né? – A menor olhou para a mais velha preocupada.

- Não ela não deixou... – Namu respondeu com uma carinha emburrada. – Mas usamos a sua toalha! – Ele sorriu amarelo para a mais nova. – Mas você pode ficar com a minha, ela está lavada!

- E eu vou mesmo! – A menor sorriu satisfeita.

- Se quiser trocar de quarto e de cama com ele, por mim tudo bem... – Hoya disse rindo baixo enquanto abraçava a menor por trás.

- Wonnie, você endoidou é? – A menor o chamou por um apelido fofo.

- Adoraria concordar com você Hoya, adoraria ver você e a Baixinha ai no mesmo quarto, assim como a nonna e o Namu no outro, mas... – Cocei a nuca. – Estamos com muitas dores de cotovelo ultimamente, pouco tempo de relacionamento e pouco milho pra muito bico hmn. – Todos me olhavam atentos. – O que é sério?! O Gyu está na maior Bad lá na ponte e o Maknae está trancado no quarto sendo consolado pelo L. Falando nisso, baixemos o tom, vai que a gente não fez o seguro né?!

Todos concordaram silenciosamente e então quando pensávamos que não, a Jeh cortou o silencio.

- Pera, só um instante... – Ela saiu dos braços do Namu e o encarou. -
Yeol e Hoya sabem da gente? – Namu nada disse e ela se virou olhando para os outros dois. – Como vocês sabem?          


Notas Finais


Bom é isso, espero que gostem e por favor conversem comigo nos comentários, eu fico feliz quando vocês o fazem.
Ah quantos aos erros deve ter alguns, eu fiz uma leve revisão, as sabe com é; sempre passam alguns, mas não se preocupem eu irei corrigi-los em breve também.
Amo vocês.
Kissos de Shokollaty da Tia Anto!


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