História Infinity - Capítulo 10


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Categorias Sword Art Online
Personagens Asuna Yuuki, Kazuto "Kirito" Kirigaya, Kirigaya Suguha, Klein, Lisbeth, Personagens Originais, Silica, Sinon, Yui
Tags Ação, Animes, Asuna, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Jogos, Kirito, Mistério, Romance, Sword Art Online, Violencia
Visualizações 133
Palavras 1.416
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - O Dragão de Metal


Fanfic / Fanfiction Infinity - Capítulo 10 - O Dragão de Metal

Logamos em UO novamente. Hoje é terça-feira, segundo dia de imersão no jogo, e na verdade o primeiro dia de investigação. Estamos no mesmo quarto que pagamos para deixar nossos avatares repousando em segurança, e Yui está de volta conosco desse lado da realidade.

Saímos do quarto e fui falar com o dono da estalagem, para ver se conseguia alguma informação.

- Com licença, o senhor sabe onde fica a loja de naves mais próxima?

- Aqui mesmo nessa cidade tem uma. Saindo por aquela porta, vire à direita e, na segunda rua à esquerda, entre. A rua é sem saída, e no final, tem uma loja de veículos de navegação.

- Obrigado.

Ao passar da porta da taverna, segui rigorosamente as instruções do estalajadeiro. Na segunda à esquerda, vi, no fim da rua, o lugar do qual ele falou. Havia um letreiro grande com as palavras "Stellar Rider" escritas nele. Fomos em direção à loja e entramos.

Lá dentro, vimos dezenas de modelos, a maioria não poderíamos comprar, e alguns a gente não compraria nem se pudesse. Algumas máquinas tinham a aparência realmente cômica, pior que espaçonave de ficção científica.

Asuna bateu os olhos em uma cujo preço indicado era 1500 solyns. 

- Podemos levar esta? Conseguiríamos comprar e sobraria um pouco - perguntou me cutucando

- É uma lata velha, mas se tiver um sistema de propulsão que consiga atravessar a atmosfera, serve.

Asuna foi até o balcão e dirigiu -se ao vendedor.

- Aquela nave consegue navegar pelo espaço? - perguntou

- Ah, não. Isso é só um veículo para economizar tempo em viagens intraplanetárias, o motor é muito fraco para o espaço. Mas nós temos naves interplanetárias, qual o seu orçamento? 

- 2500 solyns - respondi

O vendedor nos lançou um olhar de pena e nos levou até uma navezinha, feita com uma liga de ferro e alumínio. Parece resistente o suficiente, mesmo que pequena e lenta.

- Quanto essa custa? - pergunta Asuna 

- 2350. Mas esse tipo de nave só está disponível para jogadores de nível 35 ou maior, em que nível vocês estão?

Droga. Me esqueci completamente disso. Foi uma das últimas coisas que o NPC explicou, mas ninguém nunca presta atenção no que eles dizem... Livres para explorar o universo o escambal.

- Ah... Ainda estamos no nível 25. - ela respondeu, frustrada 

- Tudo bem, vocês não precisam de muito dinheiro para comprar aquela nave. Apenas evoluam seus personagens e depois voltem aqui. Estarei esperando. 

- Tudo bem, obrigado pela atenção. - digo saindo da loja, acompanhado por Asuna e Yui

- E agora? Não vamos nem poder sair da Terra ainda - diz Asuna

- Até podemos, mas teríamos que usar as estações que tem linhas definidas. Explorar os confins do universo procurando o controle do sistema é outra história.

- Bom, se é assim, é melhor a gente fazer algumas missões secundárias aqui na Terra para subir de nível.

- Acho que não temos muita escolha - digo, abrindo o mapa e procurando as missões disponíveis - Tem uma a poucos quilômetros daqui. O recomendável é o nível 30, mas com essas espadas que ganhamos, talvez possamos finalizar e, se conseguirmos, podemos subir uns 5 níveis.

- Parece uma boa ideia para mim, vamos.

Passamos por duas cidades no caminho até a missão. Sua descrição falava de um dragão de metal, um robô controlado por piratas espaciais, que roubou todo o dinheiro e suprimentos da vila e se preparava para voltar aos seus mestres. O objetivo dos jogadores é derrotar o monstro e recuperar o que pertence aos moradores.

A cidadezinha ficava no meio de um vale. Era formada por cubículos de concreto, casebres térreos, todos em ruínas. As pessoas da cidade eram poucas, e pareciam amedrontadas.

O NPC que precisamos encontrar para ativar a missão se chama Sedith, temos que falar com ele duas vezes, uma para começar e outra para entregar os itens que conseguirmos de loot do dragão. Depois de entregar tudo a ele, seremos recompensados com 10 poções de cura média e 4000 solyns, segundo a descrição.

Quando chegamos lá, falamos diretamente com o NPC. Era um cara alto e ruivo, que parecia ter quase 40 anos.

- Meu nome é Sedith, sou o prefeito dessa vila. Nossas casas foram destruídas e depois saqueadas por um dragão metálico, ele levou todos os mantimentos e agora está a caminho daqueles que o enviaram para nos roubar. Precisamos de nossos pertences de volta, e então vamos reconstruir a cidade. Ajude-nos e serão recompensados. Corram naquela direção, se forem rápidos, conseguirão alcançá-lo.

Corremos até ver um monte de metal ambulante na forma de dragão. Ele tinha uns 10 metros de altura, uns 25 de comprimento(se contarmos com a cauda) e as asas tinham uma envergadura de mais ou menos 15 metros. A carapaça do monstro parece ser de aço, mas daqui já posso ver aberturas nessa carapaça, pontos fracos.

Quando nos aproximamos, percebemos que o chefe já estava sendo enfrentado por alguém. Era uma party, com apenas 2 pessoas. Um casal, como nós. A mulher era alienígena e tinha a pele azul, no lugar de cabelo, tentáculos longos da mesma cor caíam sobre as costas, presos em 2 tranças. Já o homem era humano e tinha o rosto muito familiar.

Os dois derrotaram o dragão em minutos. Ele usava uma arma pesada, parecia um grande canhão de luz, e ela uma metralhadora que atira rajadas de energia. Além disso, estavam usando um bastão elétrico que conjurava raios para atordoar o boss.

Depois que o dragão caiu morto e desapareceu, me aproximei deles e acabei confirmando o que pensei. Era Klein, e a moça era de alguma forma, a esposa dele, Akemi. Parece que ele resolveu seguir os outros jogadores até esse universo. Afinal, na última vez que entrei, os servidores de ALO estavam praticamente vazios.  

- Klein?

- Kirito! Achei que te encontraria aqui.

- Você decidiu acompanhar a moda de UO? Pensei que não gostasse de temas espaciais.

- Não gosto. Nem entendi essas classes ainda, demolidor, maquinista, com exceção de espadachim não vejo sentido nenhum. E onde estão os magos desse jogo? - perguntou 

- Não existe magia aqui.

- Sem magia? Que coisa mais deprimente. Enfim, Akemi me convenceu a experimentar o jogo. 

- Eu queria saber o que tinha de tão especial em VR para ele continuar jogando mesmo quase sendo morto. - Akemi explicou

- E como esse era o jogo mais em alta... 

- Entendo. Começou a jogar recentemente?

- Ontem, à noite. Na verdade, ainda não desloguei. Com essa continuidade no jogo, acabamos evoluindo muito rápido, estou no nível 33.

- Estou tentando chegar no 35. - digo, impaciente - preciso comprar uma nave que voe no espaço e preciso ser nível 35 para desbloquear.

- Ah, entendi. - Klein disse

- Então boa sorte. - disse Akemi com sinceridade 

- Pra vocês também - Asuna retribui a gentileza 

Eles saíram do vale e nós ficamos esperando o chefe renascer. Assim que ele apareceu, saltei em direção à fresta na armadura e enfiei o sabre de luz. A vida dele diminuiu em 1 sétimo da barra, acho que devo ter cortado algum fio.

Asuna atacou logo em seguida, passando a espada pela abertura na barriga dele. Acho que destruiu algum circuito interno, mais 2 sétimos da vida desapareceram. O mostro resolve revidar e uma onda de fogo cobre a terra toda num raio de 10 metros. É como se tivesse um lança-chamas imenso na garganta.

Ele nos feriu a ambos, nossas HP estavam quase na metade. Tentei atacar por trás e cortar sua cauda, mas sua couraça atravessava minha arma de partículas luminosas. Quando se virou e tentou me arranhar com as garras, Asuna descobriu um ponto fraco no fim da cauda e o acertou.

Corremos para tentar evitar o próximo sopro de fogo, mas mesmo assim perdemos mais metade da vida que nos restava. Tentamos usar as poções pequenas de cura que tínhamos em mãos, mas os intervalos entre cada ataque do chefe não eram suficientes. 

Como último recurso, resolvi apostar tudo atacando a garganta do dragão. Loucamente, me atirei na direção das mandíbulas mortais, segurando o sabre na mesma direção. Quando a ponta do sabre atingiu o fundo da boca aberta da máquina, ela caiu morta e desapareceu logo em seguida.

"Parabéns, ao derrotar esse chefe, você conseguiu os seguintes itens: mantimentos, pertences dos moradores, solyns roubados"

- Nada mal, nada mal mesmo. Acho que ainda consigo lutar com essa coisa - digo, orgulhoso

- De nada por tirar metade da vida dele. - diz  Asuna 

- Você também luta bem com espadas de energia. - acrescento

- Certo vamos logo voltar ao NPC e conseguir as recompensas

- Sim, vamos.















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