História Infinity - Capítulo 42


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Categorias Sword Art Online
Personagens Asuna Yuuki, Kazuto "Kirito" Kirigaya, Kirigaya Suguha, Klein, Lisbeth, Personagens Originais, Silica, Sinon, Yui
Tags Ação, Animes, Asuna, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Games, Jogoonline, Jogos, Kirito, Mistério, Mmorpg, Romance, Survival, Sword Art Online, Violencia
Visualizações 49
Palavras 1.096
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, minna! Voltei... Espero que estejam com vontade de ler, por que trouxe mais um cap pra vcs. Boa leitura e aproveitem!

Capítulo 42 - Outra Vez Não!


Fanfic / Fanfiction Infinity - Capítulo 42 - Outra Vez Não!

Com os lanches que compramos na taverna onde passamos a noite, todos caminhamos de volta para nosso ônibus espacial. Foi uma boa ideia ter pedido o café da manhã para viagem, detestaria perder mais tempo. Agora, aqui vamos nós, às plenas seis horas da manhã encarar o vácuo espacial.

- Obrigada por me comprar esses bolinhos de arroz e chá verde, papai. Estão realmente deliciosos! - Yui agradece enquanto come, sentada nos ombros de Asuna que passa pedaços da refeição pra menina

- Pensei que IAs não precisassem comer... - Firest diz, observando Yui enfiar os pedaços de bolinho na boca

- Não precisam. - respondi - Mas não há nada que as impede de gostar...

- Acho que "gostar" não descreve bem... - Oliver dá mais uma olhada na cara totalmente suja de Yui - Ela está se lambuzando, crianças IA e crianças humanas não diferem muito, afinal.

Já conseguimos ver a nave de onde estamos. Todos terminaram de comer pelo caminho e continuamos seguindo em sua direção. Apesar de estar no nível máximo, só de pensar que tantos jogadores morreram lutando contra esse boss... Me sinto nervoso.

A rampa se abaixa, nos dando passagem. Após todos subirmos a inclinação para entrar no veículo, cada um procurou o lugar em que costuma sentar e logo todas as poltronas estavam ocupadas, inclusive o assento do capitão. É claro que Urania se sentou sobre este.

Minha irmã ligou rapidamente os motores da nave e decolamos, deixando o planeta do Kraken para trás. Mesmo passando por tantos lugares diferentes nesse mapa, até diria que já percorremos o hiper espaço quase inteiro, mas a imensidão aqui fora parece ser sempre igual. Planetas e rochas, estrelas e mais rochas, luas, poeira cósmica... Só mais hélio e hidrogênio combinados perfeitamente.

- Onde fica Jonkij? - Suguha pergunta, pronta para inserir as coordenadas no sistema da nave

- Perto de Atlantis. - Yui orientou, próxima ao painel de controle - Você se lembra daquele planeta imerso em água, não é?

- Claro, sim... A Naga. Certo então, podemos pegar um atalho, vou ativar a velocidade da luz.

- Acabei de comer... - Asuna lamentou, com uma expressão chorosa

- Segurem-se. - instruiu a capitã

Todos colocaram seus cintos de segurança e se recostaram na cadeira para não afundar nela muito bruscamente depois. O impulso dessa turbinada na velocidade nunca perde a força. Rapidamente, cobrimos a distância de 30 milhões de quilômetros.

- Urania, esse percurso passa por um campo de asteróides. - Oliver avisa - Quando viemos para Atlantis, estávamos vindo de outra direção, então fizemos outro caminho que não passa pelo campo. Mas agora, com esse atalho que você pegou, vamos acabar caindo direto nele. Sei disso por que já estive nessa área para fazer uma missão secundária, antes de estar com vocês.

- O que você sugere? Dar a volta? - Suguha pergunta, com ironia na voz

- E não te parece a coisa mais lógica nessa situação? - Firest faz a pergunta retórica

- Não seja ridículo, isso só nos faria perder ainda mais tempo. - ela retrucou

- Tempo? Acho que temos de sobra já que chegamos no chefe 90 em 23 dias, não acha? - rebateu, impaciente

- Seja como for, tenho certeza de que consigo passar por um campo de asteróides. Além disso, não é como se essa nave fosse feita de vidro. Não vamos morrer em uma simples colisão ou nada do tipo. Me recuso a voltar tanto atrás por mera hesitação. - declarou, obstinada

- Faça o que quiser! - bufou Firest, irritado - Só não diga que eu não avisei. E não comece a reclamar depois de destruir a nave.

Não demorou muito para entrarmos na zona apilada de rochas flutuantes. Grandes fragmentos como esse poderiam fazer um estrago ao se chocar com a nave, mesmo sendo feita de um material resistente... Pelo menos é como parece aos meus olhos. Só espero que Suguha realmente consiga se desviar dos asteróides.

- Não quer diminuir a velocidade, Suguha? - Silica sugeriu, um tanto apreensiva

- Não preciso. - respondeu, confiante

Sentimos um balanço incessante e desagradável a seguir. A nave se mexia tanto que parecia tentar nos jogar de uma parede a outra, como se estivessemos dentro de um copo de mexer drinques. Ao menos minha irmã conseguiu se desviar dos asteróides até agora.

- Eu não disse? Olha só, Oliver, parece que a nave não foi destruída ainda. - provocou - Vocês deveriam ter mais confiança em mim, sabe?

- O campo ainda não terminou. A densidade de asteróides diminuiu, isso é tudo. Se vai se descuidar tanto assim, devia deixar outra pessoa pilotar. - Firest argumentou

- Essa negatividade é realmente cansativa... - Suguha suspirou, com uma cara entediada

- Suguha... Não acha melhor prestar atenção no visor? - pergunta Lizbeth

Urania voltou-se para o painel de controle, com ares de irritação. Quando sem aviso, a nave começou a se mover para a esquerda, até colidir com alguma coisa.

- Suguha! - Silica gritou, certa de que ela era responsável pela batida

- Não fui eu! - Sugu tenta se defender, parece surpresa - Ela está se mexendo sozinha, não consigo controlar!

Severos choques sucessivos se seguiram após aquele. Não sei como a lataria ainda não amassou. Alguns de nós, que haviam tirado os cintos depois de a velocidade normalizar, foram jogados de seus assentos e arremessados para o chão da nave.

- Não, não, isso não pode ser... - Suguha murmurava - Outra vez?!

- Um buraco negro. - eu disse, esclarecendo a situação

- Buraco negro? - Klein pergunta, nunca encontrou um antes

- Sim, são como os buracos negros na realidade, pelo que ouvi. E depois de engolirem uma nave, transportam ela pra outro lugar, aleatoriamente. - Sinon explicou - Mas nunca pude comprovar por conta própria... Até agora.

- Mas que droga... De novo não. - Asuna diz, frustrada - Onde ele vai nos mandar dessa vez?

- Estamos sendo puxados pela sua gravidade muito rápido bem no meio desse campo de asteróides! - Lizbeth disse, com uma preocupação que aumentava a cada baque

- Eu... - Oliver encara Suguha - Te avisei.

Chegamos à fonte da força gravitacional e desaparecemos, como da outra vez. Só fico imaginando aonde vamos parar agora... Cruzei os dedos para que não fosse longe demais de Jonkij. Do outro lado desse maldito portal, somos recebidos por um cenário totalmente inesperado. Parece que estamos... Na Terra?! Mas que pandemônio é este? Parece que estão em uma guerra...

- Mas que diabos... Está havendo?


Notas Finais


Gostaram do capítulo? Estava com saudade de um ar descontraído... Andei assistindo muito tokyo ghoul😧


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