História Infinity - Capítulo 44


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Categorias Sword Art Online
Personagens Kirigaya Kazuto, Kirigaya Suguha, Klein, Lisbeth, Personagens Originais, Silica, Sinon, Yui, Yuuki Asuna
Tags Ação, Animes, Asuna, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Jogos, Kirito, Mistério, Romance, Sword Art Online, Violencia
Visualizações 16
Palavras 2.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo. Devem estar se perguntando quando a história vai acabar né... Paciência, amigos, não vai demorar muito. É que como coloquei dois obstáculos principais para os personagens, agora tenho que remover os dois. Depois que o problema com o Leviatã for resolvido, vai ficar bem perto do fim.
PS: editei o capítulo anterior

Capítulo 44 - A Causa da Guerra


Fanfic / Fanfiction Infinity - Capítulo 44 - A Causa da Guerra

- Mas quem é esse cara?! - Suguha indagou, abismada
          Yager apenas encarava a tripulação, meio sem graça.
          - Err... Esse é Yager, ele só vai nos acompanhar até Urano. Não vai ficar com a gente muito tempo. - argumentei, numa explicação hesitante
          - Urano?! Ainda não estava nem sabendo que a gente ia pra lá... Por que vamos mesmo? - Klein perguntou, confuso
          - Eu sei que a gente devia ter consultado todo mundo antes de tomar essa decisão mas... Depois de tudo que eles nos contaram, essa história da guerra ficou ainda mais estranha! - Asuna começa a se explicar
          - Eles? - agora Silica parece confusa
          - Meus dois amigos que ficaram para trás, disse a eles para ficarem longe do conflito. - Yager esclareceu
          - Asuna, por que a curiosidade deveria ser motivo suficiente para investir tempo e tantos riscos numa viagem a Urano? - Lizbeth pergunta, pouco convencida
          - Liz, você não se lembra do que o comandante disse? Aquelas loucuras sobre o Leviatã assumir esse mundo e instaurar a ordem, sobre uma guerra no universo...? - Asuna olhava para ela esperando ser compreendida
          - Se você acreditou em algumas balelas que ouviu de um lunático, sendo sua amiga, devo pedir que procure ajuda. - Liz respondeu
          - Mas olhe a sua volta! - Asuna exclamou, alterada - Toda essa guerra é real! Não me importo se ele é um maluco, a ameaça de um exército de IAs alienígenas, atacando jogadores, é bem real. Nós dissemos que queríamos vencer o chefe final na tentativa de acabar com esse jogo e poupar o máximo de vidas, mas se isso continuar, não vai restar muitas vidas para poupar.
          - Mas o que faríamos em Urano? - Suguha perguntou
          - Iríamos falar com o líder de lá para descobrir se ele ordenou o ataque que criou o conflito entre Urano e Remont - o planeta habitado por IAs. - Sinon responde
          - Líder? - Akemi pergunta
          - Eles são escolhidos entre os jogadores, numa competição a cada três meses, um líder têm a função de um imperador ou algo do tipo. Mas é mais simbólico, ele não interfere na vida dos outros jogadores, na verdade só protege o planeta e assume uma posição de prestígio. Todos os 7 planetas principais têm um. - explica Oliver
          - O ataque desmotivado ao qual Draco se referia? É disso que estão falando? - Lizbeth parecia enxergar nosso ponto
          - A questão é que suspeitamos que não foi desmotivado. - digo - Na verdade estamos indo para confirmar nossas teorias e elaborar um plano de ação.
          - Proposital? Mas por que o jogador que governa Urano iria querer declarar guerra a uma espécie artificial? - Silverya questionou
          - Urano não atacou Remont. - digo
          - Foi o Leviatã. - Asuna completou - Draco  armou a guerra toda.
          - Tem certeza disso? - Urania perguntou
          - Por que um jogador, preso num jogo, arriscaria perder sua vida numa guerra sem sentido contra inteligências artificiais? - indagou, ironizando - Mais importante: de que outra forma Draco saberia tanto sobre o assunto? Aposto que ele mesmo fez aquela marca em Weincker.
          - A inteligência artificial não é eficiente o bastante para questionar uma declaração de guerra tão extravagante. É o mesmo que pedir para ser atacado. Draco incriminou Urano para atiçar os remonteses contra eles. - concluí
          - Ainda não vejo o que ele ganha com isso. Ele não está colocando os jogadores uns contra os outros, está unindo eles para lutarem contra uma raça virtual... - Sinon expôs seus pensamentos
          - Talvez a gente descubra, mas, por enquanto, vou mandar uma mensagem no chat avisando a guilda para se refugiarem no planeta Etude. Aqueles que não estão na linha de frente vão estar seguros lá, você disse que eles não tinham envolvimento com Urano ou com a guerra, não é? - digo, dirigindo-me ao novo passageiro
          - Não, que eu saiba são uma nação neutra. - disse Yager, em confirmação - Ah, desculpem... Quem é Draco?
          - Explicamos no caminho. - Oliver disse, enquanto a porta da nave se fechava, abrigando toda a sua tripulação
          O caminho para Urano não é muito longo, mas tivemos tempo o suficiente para explicar a Yager quem era Draco, e o Leviatã, e do que se tratava. Dissemos tudo o que sabíamos sobre essa organização bizarra, mas evitamos detalhes pessoais desnecessários.
          - Entendo... Ele parece ser algum megalomaníaco insano, pelo que ouvi de vocês. - Yager diz
          - Acho que não está muito longe da descrição... - Asuna concorda
          - É, bom... Eu não sei se derrotar os chefes é a solução correta para essa situação mas... Agradeço a coragem de vocês em tentar. - disse - Eu mal tive o suficiente para proteger minha própria família... - declarou, envergonhado
          - Está falando daquela garota que seu amigo mencionou? - Oliver pergunta, direto
          - Sim... Minha irmã, Miya... Ela ficou lá para lutar contra a frota de Remont. - Yager responde, em tom de lamento
          - Para lutar...? - Suguha perguntou, sem entender
          - Ela faz parte do exército de defesa de Urano, precisa lutar em situações como essa. Desde o pane do deslogue, nee-san... Ela me procurou pelo meu nome no jogo e me pediu para ficar em Urano com ela. Ela já tinha entrado para o exército um mês antes do evento fatídico, e não poderia sair de lá ainda. Ela me disse pra ficar e evoluir o que pudesse por lá, para depois fugirmos juntos para algum outro planeta mais seguro... Mas quando o planeta foi atacado, Formin e Novak me convenceram a me refugiar na Terra com eles, ela também queria que eu fosse pra ficar longe do perigo. Eu disse que não queria ir... Mas a verdade é que me deixei levar, por medo. Sou um covarde. Miya ficou pra trás enfrentando aquelas tropas monstruosas enquanto eu me escondia aqui.
          - E agora você quer voltar para lá e ficar com sua irmã até tudo isso acabar? - Klein pergunta
          - Sim. - respondeu o jogador

Rebel Players chat - NOVA MENSAGEM:

Snipper: Kirito, não podemos mandar todos para Etude. Msm q estejam correndo perigo com a Terra em guerra, mandar todos pra cá seria pior ainda. Tô em Etude agora, o planeta tá sendo atacado por umas criaturas estranhas...

Reaper: Criaturas estranhas?

Snipper: É, uns humanóides vermelhos com asas. Achei q iam atacar com naves de guerra mas parece q as deles não são grande coisa... Por outro lado atacando a gente a pé são bem fortes. Enfim, não venham pra cá. Tô escondido numa caverna por enquanto, acho q vou ficar bem

Solo: Cara q bizarro

Kirito: Snipper vc não sabe de que planeta são esses humanóides?

Snipper: Não 

- Pessoal... O planeta da Ayano, Etude, também está sendo atacado por aliens. - anunciei 

- Mas pensei que eles eram neutros! - Sinon exclamou, surpresa

- Acho que não são os mesmos aliens. - digo, tendo em mente a descrição do jogador 

- Outra raça artificial atacando pessoas? - Klein questionou, pensativo

- Chegamos, Urano está bem à nossa frente. - Suguha avisa

- Não dá pra ver nenhuma nave armada daqui, bom sinal? - Liz pergunta, arriscando otimismo

- Devem estar dentro da atmosfera, por isso não dá pra ver. Vou me aproximar com cuidado. - Urania decidiu

Ela reduziu a velocidade da nave ao entrar na atmosfera uraniana. As nuvens se dissiparam para revelar um cenário um tanto cruel. Potentes nave de guerra atiravam sem parar num frágil exército uraniano que atirava nas naves com canhões explosivos, do chão. Apenas duas ou três naves do exército de defesa, razoavelmente armadas, voavam rápidas em torno das naves inimigas, disparando projéteis.

- Eles estão ali... Miya! - exclamou Yager, inquieto enquanto olhava pela janela 

- Aquela construção de onde parte do exército está disparando... Aquilo é o palácio do líder? - perguntei 

- É sim. - Yager responde

- Não posso pousar na linha de fogo, vou estacionar naquele terreno coberto, do lado daquele prédio afastado. - minha irmã resolveu-se

O tal prédio não ficava muito longe da frondosa construção onde o foco do conflito estava, mas escondia um pouco o local onde a nave foi estacionada, talvez até oferecesse um pouco de proteção. Desembarcamos e corremos até o palácio. O pátio estava cheio de soldados, entre eles a irmã de Yager, Miya. Mais do que um simples soldado, ela parece ser a coronel do exército.

Miya parece ter a minha idade, pouco mais velha do que o irmão. Seus cabelos são verdes, apesar dos olhos violeta e as feições similares apontarem suas semelhanças com ele, ignorando os aspectos uranianos da sua aparência.

- Onee-san! - gritou ele ao vê-la

- Kazuki...! - ela respondeu ao perceber a presença dele e o abraçou - Pensei ter dito pra você fugir... 

- Não pode mandar em mim aqui. - respondeu o garoto, petulante - Eu fui embora por minha própria decisão e te abandonar aqui foi culpa minha, e só minha. - disse com pesar, afastando-se de Miya - Mas estou feliz que esteja bem.

- Eu só queria ter certeza de que você ficaria vivo... - Miya diz - O jogo me impede de sair daqui até o final de setembro mas, você pode ir pra bem longe daqui e ficar em segurança. Não podia deixar você ficar aqui pra ser morto, só por querer me acompanhar.

- Esse motivo é mais do que o suficiente. Somos uma família, Miya. Ficamos juntos, haja o que houver. - diz enquanto segura os ombros da garota - Vou esperar até você ser liberada do cargo e então fugimos. Mas não vou sair daqui sem você.

Ela olha para o rosto do irmão, comovida, mas sua alegria é substituída pela surpresa em nos ver.

- Quem são essas pessoas? - ela pergunta ao irmão 

- Somos conhecidos do Yager, viemos aqui ver o líder de Urano. Ele está no palácio agora? - perguntei 

- Está sim. Levo vocês até ele. - diz a garota, nos guiando para longe do aglomerado

Miya abre as portas do prédio para entrarmos. Atravessamos uma sala de recepção com alguns assentos e sofás para um outro cômodo maior, no qual no canto, ao lado de uma grande janela, e cercada por estantes cheias de livros, encontravam-se uma mesa de escritório e uma cadeira estofada. Nessa cadeira, estava sentado o homem que suponho ser o líder do planeta.

- Darnel-sama, você tem visitas. - anunciou Miya

- Obrigada, coronel. Diga para entrarem. - declarou, calmo e indiferente 

Ao se levantar, o uraniano andou em nossa direção para nos cumprimentar. Era alto e magro, de aspecto meio débil. Além das típicas características de um nativo de Urano, era ruivo e tinha olhos azuis. Parecia meio cansado, até preocupado. Pediu que a gente se sentasse nos assentos e poltronas distribuídos pelo cômodo. Ao fazer isso, voltou para sua cadeira atrás da mesa e se sentou.

- Então, sobre o que vieram falar comigo? O que os traz aqui? - perguntou

- Depois de ouvir muitos rumores e também de presenciar essa guerra com os próprios olhos, não vimos muito sentido nos ataques repentinos de Remont contra Urano. Mas ouvimos que foi um contra-ataque. Então, queríamos fazer uma pergunta: como líder de Urano, você planejou e ordenou um ataque à Remont? - Asuna pergunta 

- Mas é claro que não. - respondeu o líder, com um tom óbvio na voz, enquanto apoiava a cabeça abaixada nos cotovelos sobre a mesa - Desde que eu venci o Ruler's battle, me mudei pra cá pensando que seria interessante experimentar o poder e responsabilidade hipotéticos de um líder nessa posição. Infelizmente, para mim, acabou não sendo hipotético. Esses gigantes malucos simplesmente começaram a nos bombardear. Parece que estão concentrando as naves blindadas de guerra aqui para atacar a capital, enquanto outras naves transportando pequenos batalhões remonteses atacam outras bases militares mais vulneráveis e áreas civis. Estão aniquilando todos que encontram. Eu tentei levantar a bandeira branca e negociar uma trégua, mas se recusaram a escutar. Estou mobilizando o máximo de civis que posso para esconderijos, mas não acho que isso resolve o problema a longo prazo. A coronel Miya sempre tem boas estratégias, e até apareceram alguns jogadores mais avançados se voluntariando para ajudar nas batalhas, mas com esse poder bélico, não acho que vamos aguentar muito tempo. Remont está fazendo tudo isso sob pretexto de vingança mas... Eu juro que nunca ataquei nenhum planeta. - ele afundou o rosto nas mãos, frustrado e angustiado

- Nós acreditamos em você. - digo - Sabemos que vocês de Urano não teriam motivação pra isso. Seria ilógico. Mas alguém atacou aquele planeta, e ao fim do ataque, parece que fizeram uma marca no chão exatamente igual à bandeira uraniana. Alguém forjou uma declaração de guerra e usou as IAs de Remont para atacar Urano.

- Mas quem? E por que? - pergunta Darnel, aturdido

- Fazemos ideia de quem, mas o porquê ainda não sabemos. - Asuna respondeu - pode ter sido uma certa guilda vermelha, conhecida por Leviatã, mas não temos como provar.

- Acham que conseguiriam provas se fossem a Remont? - perguntou o líder, num pedido sutil

- Está nos pedindo para ir ao planeta de gigantes, que no momento são inimigos declarados de 3 dos planetas dos jogadores? - Oliver perguntou

- Sim... Nossas baixas hoje foram de trinta mil, enquanto as deles foram de 5000 soldados. Os jogadores voluntários nos ajudaram muito, mas... Nesse ritmo, Urano vai ser erradicada em uma semana. Se ninguém convencer Remont a parar, logo todos estaremos mortos. Por favor... Se puderem provar nossa inocência, os remonteses irão aceitar uma trégua e interromper a guerra.

- Nós... Ah, veremos o que podemos fazer. - respondi, sem muita disposição


Notas Finais


Por favor não percam a esperança (ou a paciência) com essa história, minna-san. Prometo que vou terminar


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