1. Spirit Fanfics >
  2. Infinity... >
  3. Cap único. - Infinity

História Infinity... - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiee, essa quarentena me deixou com algumas paranóias e ent resolvi escrever uma história diferente, n sei o oq exatamente, mas tá aí kkkkk.
Espero que gostem.♥️

Capítulo 1 - Cap único. - Infinity


Fanfic / Fanfiction Infinity... - Capítulo 1 - Cap único. - Infinity

No mundo dos deuses e deusas, beleza e graça estão por toda parte. Os deuses sentavam-se em seus poderosos tronos, enquanto as deusas aguardavam preguiçosamente anúncios importantes dos mortais abaixo. Alguns mortais trabalhavam lá e, embora fossem considerados a posição mais baixa entre os que viviam no mundo superior, eles não se importavam. O mundo superior estava cheio de flores desabrochando e os céus eram pintados em tons pastel, uma visão verdadeiramente encantadora de se ver. Os mortais do mundo inferior só podiam sonhar em entrar naquele paraíso, e às vezes os deuses e as deusas sentiam uma leve pena por eles e lhes davam a chance de vê-lo através de sonhos vívidos.

Uma dessas deusas era Diana, a deusa do amor. Ela teve pena de ver os mortais abaixo pintarem imagens de como eles acreditavam que seu mundo era, então ela apareceu para eles em sonhos e alegremente os levou em passeios pelo mundo superior. Ela nunca pensou muito em suas ações, apenas sabendo que queria trazer felicidade aos mortais. Outros deuses e deusas tentaram avisá-la para não interagir muito com eles, pois diziam que os mortais eram as criaturas mais cruéis da existência. Você poderia lhes dar mel e ouro, e eles ainda pediriam mais. Você poderia construir um palácio para eles, e eles ainda acabariam destruindo-o. Mas talvez a coisa mais cruel que eles pudessem fazer fosse que você pudesse amá-los e se sacrificar por eles, e eles ainda se esqueceriam de você no final.

"Esquecer de mim no final...?" A jovem deusa perguntou à mãe. "Sim, eles esquecerão você no final, criança", ela sorriu tristemente, "Os mortais não se importam com os sentimentos dos imortais". Ao ouvir a mãe dizer isso, Diana ficou confusa. Por que eles não se importam com os sentimentos daqueles a quem adoram? Eles não se importavam com o seu bem-estar e apenas os adoravam a ter suas orações concedidas? O que sua mãe disse não fazia muito sentido para ela, mas, no entanto, ela não podia refutar e apenas assentiu levemente com a cabeça.

Alguns dias atrás, ela tinha essa curiosidade de viajar para o mundo abaixo dela. Embora soubesse que era altamente proibido, a menos que os mortais estivessem em situações terríveis, ela optou por se disfarçar e viajar para lá. A jovem deusa estava cheia de curiosidade infantil de como seria viver no mundo mortal e, assim, desobedeceu às regras. Ela não tinha idéia do que estava fazendo e seguiu cegamente seu desejo. Uma vez que ela pisou na terra dos mortais, o que viu não era exatamente o que ela esperava ver.

O mundo mortal era muito diferente do mundo superior de deuses e deusas, com barulhos por toda parte. Havia pessoas nas ruas vendendo pinturas e todos os tipos de coisas especiais. A curiosidade de Diana logo ficou satisfeita depois de alguns minutos vagando. Ela decidiu descansar em um lago, pensando silenciosamente em muitas coisas. Mas seus pensamentos chegaram a um fim abrupto ao ouvir um suspiro quase inaudível e suave atrás da árvore em que ela estava apoiada. Havia outra pessoa inclinada do outro lado da árvore?

Antes que ela pudesse processar qualquer coisa, uma voz soou atrás dela: "Oh, Deusa do Amor, por que todos os que eu amo me deixam?" Essa pergunta surpreendeu a deusa, pensando que o homem atrás dela já sabia que ela estava lá. No entanto, por algum motivo desconhecido, ela se viu respondendo: "Algum dia você encontrará alguém que não o deixará..." O homem ficou em silêncio. A voz que ele ouvia naquele momento parecia o estilhaçar de gelo em um lago congelado, inesperado, mas bonito. Ele nem sequer pensou na resposta dada a ele, mas continuou em silêncio, só de pensar na voz melodiosa dela. Antes que ele pudesse admirar mais a voz, a mesma soou novamente, desta vez ainda mais bonita: "Eu sou a Deusa do Amor, e se você precisar de alguma coisa, sempre pode me perguntar". Desta vez, ele não conseguiu parar para admirar a voz novamente, pois a resposta que recebera foi chocante. Ele imadiatamente se levantou e foi para o outro lado da árvore, sem acreditar no que viu a seguir.

Uma jovem donzela que era mais bonita do que qualquer jade ou diamente que ele já vira estava sentada ao lado da árvore. Seus olhos mais claros que o próprio lago se abriram, com surpresa refletida neles. Ela levantou-se no momento seguinte, e ele pensou que ela estava prestes a fugir dele. Em vez disso, ela ficou à sua frente, esperando que ele dissesse alguma coisa. "D-Deusa do amor?" ele perguntou, confuso. Um simples sorriso apareceu em seu rosto, tornando-a ainda mais bonita. Ela respondeu: "Eu sou de fato a Deusa do Amor". Ambos permaneceram em silêncio por um minuto, sem saber o que dizer um ao outro. Mas muito em breve um deles quebrou e o que se seguiu foi uma conversa.

"Em conclusão, suas flechas douradas podem fazer com que dois mortais se apaixonem?" ele perguntou, interessado. "Sim", respondeu ela, "Eu uso somente quando é necessário." Ele pensou por um tempo, antes de perguntar novamente: "Funciona em deuses?" Ela deu um pequeno sorriso e disse: "Não, eles não têm nenhum afeito sobre os deuses. Só posso usar minhas flechas nos mortais." O resto da conversa foi repleta de perguntas de todos os tipos, e Diana ficou feliz em responder. Mas logo o pôr do sol chegou, indicando que ela tinha que voltar ao mundo superior antes que seus pais percebessem que ela se fora. Ela partiu, explicando o motivo. Ela prometeu se encontrar com ele todos os dias, pois viu que ele queria fazer mais perguntas. Ela também estava sozinha no mundo superior, mas agora tinha um companheiro com quem podia conversar todos os dias.

Os dias se passaram e ela realmente cumpriu sua promessa. Os dois, se encontravam e conversavam, sempre durante a tarde. Eles conversavam sobre como foram seus dias, suas coisas favoritas a fazer, seus sonhos e desejos. Eles se entendiam bem e se consolavam sempre que o outro fica triste. Antes que qualquer um deles soubesse, eles desenvolveram sentimentos estranhos um pelo outro.

"Ei, posso fazer uma pergunta?" ele perguntou a Diana. Ela assentiu com a cabeça. "O que você faz quando se apaixona por alguém?" Esta pergunta a pegou de surpresa: "Você... continua amando..." O silêncio encheu a atmosfera. No fundo, ambos sabiam o que era essa pergunta. Estava claro na maneira como as bochechas ficaram vermelhas e como eles evitaram olhar nos olhos um do outro. Amor e admiração ocuparam seus corações. "Diana", ele falou o nome dela com muito cuidado, como se fosse um tesouro especial que ele deveria apreciar para sempre, "Sinto algo por você." As bochechas de Diana focaram um tom vermelho brilhante, e ela gaguejou: "S-Sente algo por mim...?" Ele suspirou, olhando diretamente em seus claros olhos verdes. "Para deixar claro, eu acredito... eu gosto de você." Os dois batimentos cardíacos dispararam, e eles não podiam mais se olhar diretamente. Nada precisava mais ser dito, pois o selêncio descrevia a atmosfera que os cercava de uma maneira que nenhuma palavra poderia.

Seus sentimentos eram mútuos. Diana teve que voltar ao mundo superior quando o pôr do sol chegou. Ela se teletransportou para sua residência e encontrou sua mãe olhando para ela com decepção. "Criança", ela começou, "deusas não podem se apaixonar por meros mortais". Ela sentiu o oxigênio sair de seus pulmões. "Mãe..." Ela queria dizer mais, queria explicar, mas nenhuma palavra conseguiu sair de sua boca. "Criança", continuou a mãe, "Eu sei o que você estava fazendo nos últimos dias. Eu permiti isso em segredo, mas tenho medo de ter que interromper". A jovem deusa temia que sua mãe pudesse fazer algo com ele. Ela gritou: "Mãe, por favor, não o machuque. Eu sou a culpada."

"Então você sabe o que precisa fazer." Ela balançou a cabeça e olhou para baixo, escondendo as lágrimas que teimavam em cair de seus olhos. No dia seguinte, ela o encontrou à beira do lago, como sempre. Eles começaram a conversar como se nada tivesse acontecido ontem. "Você poderia me dar uma maçã?" ela perguntou: "Não vejo por que não. Vou comprar um pouco dela". Ele apontou para uma jovem que vendia maçãs frescas perto das ruas. "Obrigado". Ela sorriu para ele com uma pitada de melancolia oculta nos olhos. Ele foi embora e conversou com a jovem.

Diana pegou o carco e colocou a flecha dourada com cuidado, apontando para ele. Lágrimas de culpa e tristeza sugiram em seus olhos quando ela recuou o arco. Ela nunca desejou fazer isso, mas o amor exige sacrifício, afinal.... "Eu vou te amar até o infinito"...

Ela soltou a flecha. A flecha dourada invisível perfurou o coração do homem, da mesma maneira que a dor perfurou o coração de Diana. Ela se virou e fechou os olhos, chorando silenciosamente. As palavras de sua mãe ecoaram em sua cabeça: "Eles esquecerão de você no final..." Um rio de lágrimas escorria pelo seu rosto incessantemente. Ela pensou consigo mesma: "Se ele esquecer de mim no final... então é melhor assim". Ela respirou fundo, mas apenas doeu seus pulmões. Ela não queria dar uma olhada nele pela última vez, sentindo que isso a machucaria mais. Embora não quisesse, reuniu luz na mão direita, preparando-se para partir do mundo mortal. Ela nunca mais o veria...

"Você não se lembra de suas próprias palavras?" Um suspiro suave veio de trás dela. Ela parou de seguir. "Suas flechas não funcionarão em um deus"...


Notas Finais


Desculpem qualquer erro ortográfico, o texto n foi revisado por pura preguiça kkk.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...