1. Spirit Fanfics >
  2. Influência ao perigo >
  3. Vingança extremamente satisfatória

História Influência ao perigo - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia, boa tarde e/ou boa noite!
Tudo bem com vocês? Espero mesmo e mesmo que sim!

Digo que voltei mais rápido que podia com uma atualização para essa fanfic.
Torço para que vocês estejam gostando.
Capítulo de hoje está mil emoções, sério.
Peguem os lencinhos, talvez seja necessário. Ai, ai, ai, ai.
Estou meio triste hoje, mas acho que foi gatilho para eu escrever três atualizações de fanfics diferentes. Ouvi um amém? Amém.

Perdoe-me desde já pelos erros ortográficos.
Boa leitura, viu? ~

Capítulo 2 - Vingança extremamente satisfatória


Fanfic / Fanfiction Influência ao perigo - Capítulo 2 - Vingança extremamente satisfatória

Com a perna do namorado envolta de seu pescoço, Jungkook tentava se soltar a todo custo, porém a falta de ar estava começando a surgir lentamente, deixando-lhe fraco; sem forças.

Dando duas batidinhas na coxa de Hoseok, pedindo para que ele lhe soltasse, logo o apertou afrouxou e Jungkook suspirou fundo, descansando a cabeça sobre o tatame de tons vermelhos e escutando a risada alta do namorado.

Revirando os olhos, o Jeon bufou e levantou o dedo do meio para que Hoseok olhasse, esse que murmurou alguma coisa e pediu para que o maior aceitasse perder de vez em quando.

Sentando no tapete feito especialmente para treinos, Jungkook passou os dedos por seu pescoço e resmungou que o Jung tinha pegado pesado consigo, quer dizer, que tinha roubado em lhe manipular e depois tirar sua atenção quando ia dar o primeiro soco.

Rindo mais uma vez do argumento inválido do Jeon, Hoseok negou com a cabeça e revirou os olhos. "Jungkook é tão birrento quando quer" O Jung pensou achando tal coisa adorável.

 

— Amor, você se distrai pensando muito em mim. — falou tirando sua camiseta. — Deveria pensar sobre qual golpe dará ao invés de tentar decifrar o que acontece comigo. — Andou até o computador que tinha em uma mesa, digitando rapidamente pelo teclado tecnológico e passando para um telão de vidro informações do assalto que acontecerá dentre dias.

— Para, Hoseok, não é bem isso que acontece.

— Claro que é. Você pensa demais no que eu faço e esquece que pode estar em ataque e perder a luta. Querido, eu vou te ajudar no que precisar, porém você também precisa se cuidar. — Hoseok disse e viu o namorado assentir.

— Está bem... — murmurou em desdém. — O que achou aí? — Jungkook perguntou se pondo de pé e andando até o menor, que colocava por fim alguns documentos no vidro e monitores que haviam ali.

— Achei algumas referências sobre o dono do cofre. — apontou. — Comecei a pesquisar semana passada e os registros mostram que é literalmente um cara fantasma, ele sumiu há anos.

— Qual é o nome dele?

— Brian Brown. Brian Brown era dono de três empresas lucrativas em Washington, porém há cinco anos sumiu totalmente do mapa, não deixando vestígios e nem nada que pudessem ligar à ele. Os familiares próximos afirmam que ele morreu, mas não tem provas. O cofre que sunbae Yang disse, é um bunker onde Brown escondeu a maior parte do dinheiro que conseguiu nas três empresas, mas ninguém nunca entrou lá por motivos... inexistentes.

— Inexistentes?

— Sim. O cofre está intacto desde o sumiço do cara. Para entrarmos lá, precisamos apenas de um cartão hackeado ou bombas pequenas para estourar a porta. Ela não parece ser tão pesada. — Hoseok teclou novamente mais algumas coisas em seu computador. — As bombas pela dark web chegam em semanas, já por colegas próximos que tenho em... dias. — disse. — Amor, acho melhor fazermos o cartão, eu consigo criar um aqui mesmo e com uma criptografia difícil de acessar, isso nos dará tempo.

— Está bem, pode ser o cartão então. Temos a planta do bunker, não há necessidade de irmos lá antes, o trabalho aparentemente está fácil demais.

— Isso não é nada bom. — Hoseok sussurrou.

— Falou algo, hyung?

— Ah, não... quer dizer, sim. Como você disse, esse trabalho está fácil demais, deve ter alguma coisa errada.

— Hey, não pense assim. Com certeza a sorte está ao nosso lado, não tem nada de errado. — Jeon sorriu pequeno, tentando reconfortá-lo sobre a ideia de continuar a prosseguir com o assalto. — Termine aí e venha descansar, temos que estar cem por cento para o dia do roubo, hu?

— Sim... está bem. Suba, eu já vou.

 

Concordando com a cabeça, Jungkook passou a mão por sua testa e virou de costas, começando a mudar para outro cômodo.

Indo ao quarto, Jungkook jogou-se na cama e mexeu-se um pouco até achar seu celular, que estava em meio aos edredons. Desbloqueando o aparelho, o Jeon excluiu as notificações de aprovações de compras ilegais que recebeu e mandou uma mensagem para o número de senhor Yang, avisando que em menos de uma semana fariam o assalto, levando para um lugar seguro todo o dinheiro que conseguissem pegar.

Navegando pelo aparelho eletrônico que não havia redes sociais, e muito menos entretenimento para ninguém conseguir hackear e até mesmo descobrir a localização que estavam, Jungkook pouco tempo depois de puro tédio franziu o cenho por ver Hoseok entrar no quarto e tirar a calça, ficando totalmente nu.

Caminhando ao namorado, o Jung deixava sua clavícula exposta, mostrando os chupões e arranhões que ali haviam, tão como em suas coxas, que também encontravam-se arroxeadas por mordidas feitas por Jungkook. Sentando-se sobre o colo do maior, logo Hoseok pôde sentir as mãos dele em seu quadril.

Acariciando a cintura do namorado, o Jeon lambia os lábios pela visão, apenas desejando que o Jung dissesse alguma coisa, quem sabe avisar que queria transar.

 

— O que foi, meu amor? — Jungkook perguntou com uma falsa inocência, mas da mesma forma, não pensou que o namorado desfilaria nu para si naquele dia, ainda mais naquele momento. — Precisa de algo?

— Você não queria descansar?

— Ainda quero. — respondeu instantaneamente.

— Então acho que eu também quero. — sorriu pequeno, sorriso no qual desconcertou Jungkook de um modo surreal. — Me apague com sexo, querido.

 

Os dias haviam passado mais rápido que o esperado, tão rápido que Jungkook sentia a euforia cada vez crescendo mais e mais dentro de seu peito, pedindo para que logo a adrenalina corresse em suas veias e lhe tirasse do sério.

Quatro horas. Faltavam apenas quatro horas para o casal procurado pela polícia sair do esconderijo no subsolo e ir em direção ao bunker do tal homem morto Brian Brown.

Diferente do namorado, que mantinha um sorriso pequeno no rosto, Hoseok estava preocupado. Tinha analisado alguns papéis sobre a morte do cara bilionário e nada batia. Cada documento indicava um tipo de morte. Pelo o que parece, Brown já havia morrido enforcado, cometido suicídio, levado uma bala no peito, na cabeça, morrido afogado e queimado vivo. Porém ninguém nunca encontrou o corpo para ver como ele realmente faleceu. “Oh, bosta...” Hoseok suspirou cansado.

Vendo Jungkook pegar sua pistola Beretta M418 que ganhou de um colega quando viajou para Itália e colocar no bolso da calça preta, Hoseok colocou os papéis sobre a mesa e andou até ele, tocando-lhe o ombro e ganhando a atenção que tanto queria.

 

— O que foi, vida?

— Fecha para mim, por favor. — Hoseok virou de costas e segurou o zíper da roupa preta que trajava, querendo que o Jeon a arrumasse. — Ela ficou muito apertada, preciso de um novo número. Pedirei para o Pierre fazer outro. — Arfou quando Jungkook apertou uma de suas nádegas e deu as costas.

— Não se preocupe, você está gostoso. — disse ele, olhando pelo canto dos olhos Hoseok vestido uma espécie de macacão de couro bem justo preto, colocando agora uma máscara preta para esconder todo o rosto e deixando amostra apenas seus fios ruivos.

— Você também. — Passou atrás do Jeon e bateu em seu bumbum, recebendo em troca um resmungo. — Acha melhor uma arma pequena ou maior?

— Pequena e sendo automática. — respondeu. — Mas não poupe em pegar balas, pode haver seguranças dentro do cofre. No máximo seis ou sete.

— Hum. — concordou colocando alguns cartuchos em seu bolso. — Deixaremos pelo menos um fuzil dentro do carro? Talvez dois?

— Três está bom.

— Beleza, eu vou escolher.

 

Parando em frente dos armamentos que tinham na sala de treinamento, Hoseok pegou uma arma branca e colocou em seu tornozelo, logo fingindo que nada aconteceu e apanhando três fuzis, dois automáticos e uma rajada.

Jogando seu cabelo para o lado, o Jung andou ao namorado e revirou os olhos por notar que a máscara que ele usava estava toda torta. Arrumando risonho o tecido na face do outro, Hoseok roubou-lhe um selinho e sussurrou que estavam prontos.

Caminhando à cozinha, os ladrões apagaram as luzes e conferiram se tudo estava normal, logo saindo de casa e podendo inspirar livremente o ar que a floresta exalava.

 

— Aqui é bem melhor que lá dentro. — Hoseok falou olhando em volta; haviam árvores para todos os lados, passarinhos de penas pretas voando pelo céu, e o próprio céu escuro com poucas estrelas, desta forma porque estava de noite, quase vinte horas. — Vamos?

— Sim, amor. O carro não está tão longe. — avisou. — Segure, por favor. — Entregou suas armas para o namorado, que pegou e começou a andar para onde o automóvel camuflado e blindado estava no meio daquele espaço. — Eu consegui dar uma reparada nele desde o último assalto, o capô não está tão amassado. — disse orgulhoso.

— Você fez um bom trabalho. — riu, entrando no carro Koenigsegg e acomodando-se no banco, colocando as armas de fogo perto de seus pés e notando Jungkook sentar ao seu lado, ligando o motor e pouco tempo depois dando partida. — Diamond, ligue o GPS. Queremos ir ao destino bunker senhor Brian Brown. Deixe as coordenadas ligadas no visor. — O Jung mandou ao sistema digital que instalou há pouco tempo no carro. — Por favor, funcione, funcione, funcione...

— Certo, senhor Jeon. Estamos indo agora a caminho de bunker senhor Brian Brown. Coordenadas ligadas. Tenham uma boa viagem, senhores. Quando desejarem, me chamem novamente.

— Aigoo, deu certo, Jungkook! — Hoseok bateu palminhas. Desenvolveu o sistema Diamond há séculos e ele sempre travava, sendo em falhas na voz ou em como reproduzia os códigos errados. — Isso é um bom sinal! Você fez um ótimo trabalho, Diamond!

— O senhor que fez, senhor Jeon.

— Senhor Jeon. — Jungkook remendou rindo baixo. — Isso cai muito bem, você sendo chamado de senhor Jeon. — disse risonho.

— Aish, cale a boca. — revirou os olhos, envergonhado. — Eu nem tinha percebido. — coçou a nuca. — Estou pensando em expandi-lo lá para casa, será mais fácil armazenar dados e desencadear criptografias.

— É uma boa ideia, hyung. — falou, encorajando-o.

 

Os minutos passaram e no momento que se aproximaram da entrada do bunker, Diamond falou “chegamos ao destino”. Pegando o cartão que fez para conseguirem entrar no cofre, Hoseok o tirou de seu bolso e olhou em volta, constatando que não tinha ninguém por perto aparentemente. “Barra limpa” Pensou consigo mesmo, depois avisando o namorado de tal coisa.

Descendo do carro, os ladrões já tinham a arma apontada para frente; como trabalhavam sozinhos, não tinham que se preocupar com o resto do grupo, quer dizer, Hoseok esperava que fosse dessa forma, porém Jungkook estava mais preocupado com o namorado do que com ele próprio. “Que merda, que sentimento é esse?” O Jeon quis entender, porque pela primeira vez, sentiu que algo daria errado.

Em passos lentos, Hoseok andou a abertura do bunker enquanto ligava seu ponto eletrônico, logo vendo Jungkook fazer o mesmo. Lambendo os lábios, o Jung suspirou fundo e encaixou o cartão no sensor da porta de metal que levava ao subsolo, fazendo um barulho estranho acontecer.

 

— Hoseok!

— Calma, está tudo bem, a porta está abrindo. — O Jung afastou os braços de Jungkook, que tinha um semblante aflito no rosto. — Silêncio.

— Desculpe. — murmurou, constrangido.

— Vem.

— Deixe que eu entro primeiro. — O Jeon passou na frente do ruivo e adentrou no bunker, olhando de soslaio para os lados. — As luzes são involuntárias, nossos rastros farão elas ligarem logo, logo. — sussurrou.

— Sim.

 

Checando todo o primeiro corredor para ver se não havia ninguém, Hoseok destravou sua arma e começou a caminhar atrás do namorado, fazendo o mínimo de barulho possível.

Olhando para o teto, que acabara de ser iluminado pelas luzes, Hoseok constatou que não tinha nenhuma armadilha ou sensores por perto.

Dizendo baixo que o cofre não ficava há mais de quinze metros de onde estavam, Jungkook olhou rapidamente para o corredor esquerdo, tendo certeza absoluta que ouviu uma risada vindo deste.

 

— Qual lado você acha que é? — Hoseok perguntou ao namorado. Tinha três entradas: a esquerda, direita ou a do meio. Qual era a certa para o cofre?

— Esquerda. — sussurrou.

— Vamos.

 

Andando ao lugar que tinha algumas luzes piscando, Jungkook também destravou sua arma e notou Hoseok apertar mais forte o saco onde colocariam todo o dinheiro que conseguissem.

Escutando passos não muito longe de onde estavam, o Jeon virou bruscamente para trás e pôde observar um vulto passando para o corredor do meio.

Suspirando fundo, Jungkook parou de andar, sendo seguido pelo Jung, que desejou saber o que tinha visto.

 

— Alguém passou ali. — falou, apontando ao lugar onde viu tal sombra. — Não estamos sozinhos.

— Eu vou ver.

— Hoseok — segurou o pulso do outro —, eu cuido daqui. Vai buscar o dinheiro.

— Eu posso ajudar, depois vamos juntos.

— Vai logo. Nós dois aqui é uma perda de tempo. Pegue o dinheiro e a gente cai fora.

— Beleza. Meu ponto está ligado, se precisar de cobertura me chama.

— Hum.

 

Observando Hoseok se afastar, Jungkook começou a andar na direção oposta dele. Saindo do passadiço, o Jeon não viu nada, tudo estava como antes. Voltando aos passos lentos, o corredor do meio estava limpo, já o direito...

Arregalando os olhos, o Jeon sentiu sua respiração fraquejar. Levando uma mão ao bluetooth em seu ouvido, Jungkook começou a gritar:

 

— Hoseok, não estamos sozinhos. Em média de trinta ou quarenta pessoas estão aqui, dentro do bunker. Porra!

 

Começando a disparar os tiros de sua arma, por sorte, os outros homens não revidaram, apenas continuaram a correr na direção na qual Jungkook estava; os que caíram nem atrapalharam em nada, pois os sujeitos desconhecidos pularam e continuaram com seu único alvo: Jeon Jungkook. Vendo que não tinha jeito, o moreno recuou e começou a correr como eles, mas sendo na direção do namorado, onde poderiam se trancar no cofre e esperar ajuda de sei lá quem.

 

— Hoseok!? Hoseok, caralho, me responde!

— Merda, Jungkook, o cofre estava cheio de homens encapuzados! Estou na área oeste, vem para cá!

— Mas que inferno.

 

Atirando em um cara que estava perto de si, o Jeon acelerou e tentou correr para onde Hoseok disse que estava.

O coração do Jeon batia rápido, o suor já escorria por sua testa e a respiração encontrava-se desregulada. Vendo uma cabeleira ruiva em meio a cinco homens, Jungkook deu cobertura para Hoseok e atirou na cabeça de dois deles.

 

— Corre, Jungkook! Vem! — O Jeon desviou dos tiros que o namorado mandou para os caras que estavam atrás de si, quase se aproximando novamente. — Mas que droga! — Hoseok gritou por ver outra dúzia de homens encapuzados se aproximando.

— Amor, vem! — Jungkook desviou o caminho e chamou pelo ruivo, que não perdeu tempo em segui-lo. — Por aqui, corre! Onde que tem uma saída nessa merda!?

— Tem um pouco mais há frente! — gritou. — Irá ter uma porta de ferro em menos de três quilômetro. Atire na fechadura.

“— Que casal mais lindo.”

 

Tanto Hoseok, quanto Jungkook se assustaram pela terceira voz no local. Ainda correndo, eles olharam para os lados e não havia mais ninguém; todos os desconhecidos sumiram; evaporaram.

Segurando o pulso do namorado, o Jeon o puxou para correrem mais rápido. “Que porra, uma armadilha”.

 

“— Por que estão fugindo?” — A voz era feminina. “— Não corram.” — Ela riu.

— Jungkook.

— Vem, Hoseok, a gente vai sair daqui.

“— Vai ser melhor se vocês pararem de correr.” — Cantarolou alegremente.

— Para qual caminho!?

— Direita! — O casal virou para a direita.

“— Aish, que sem graça.” — murmurou. — “O que acham de um pouco de diversão?” — As luzes se apagaram.

— Hoseok!

 

A voz foi ficando cada vez mais próxima; ela cantarolava uma música, “Sugar Crash”, fazendo o clima ficar pesado, totalmente assustador e medonho.

Parando de correr, Jungkook tentou enxergar o caminho.

 

— Eu tenho uma lanterna, calma. — Hoseok sussurrou, ligando o objeto e tomando um susto por ver uma silhueta não muito longe deles. — Jungkook. — Apertou a mão do namorado.

— É melhor vocês ficarem paradinhos. — A mulher mandou.

— Quem é você!? — O Jeon gritou.

— Não se lembra de mim, Jungkook?

— E eu deveria? — Ela riu da audácia do outro. — Não estou conseguindo nem ver seu rosto, imagina saber quem você é.

— Tudo bem. — A mulher bateu palmas e as luzes ligaram outra vez. Sua aparência era de nacionalidade japonesa. Seus cabelos eram escuros e batiam no ombro. Sua altura era média, talvez um metro e sessenta. Os lábios estavam avermelhados, abordando um sorriso estranho, psicótico e sádico. — Agora lembra de mim? Ou se esquece das suas vítimas?

 

Jungkook não estava entendendo. Não lembrava daquela mulher. ”Vítimas?” Arqueou uma sobrancelha, tentando reconhecer o rosto da moça, que aparentava ter vinte e cinco ou vinte e nove anos de idade.

Puxando o namorado para trás de seu corpo, o Jeon cerrou os olhos para a mulher.

 

— O que você quer?

— Vingança, Jeon Jungkook.

— Vingança? Eu nem te conheço. — praticamente rosnou.

— Oh, não a mate, não a mate. Eu prometo te dar dinheiro, eu posso te dar tudo que quiser. — Ela fez uma voz ainda mais fina, só que em um tom assustado. — Você... se lembra? — sorriu de lado.

 

“Exibindo um sorriso para a cena que via, Jungkook abaixou-se ao lado da menina e puxou os cabelos dela com força para trás, não deixando de olhar para a mulher que tanto lhe perseguia há anos.

— O que você acha, Momo? Você gosta realmente dela?

— J-Jungkook, p-por favor, isso é c-comigo e você, deixa-a de lado.

— Por quê? Você não entrou na minha casa e ameaçou me matar lá mesmo? Não acha que merece um troco?

— Ela não tem nada a ver, porra!

— Ela é a sua namorada, claro que tem. — riu. — Acho que será só desse jeito que você aprenderá a não bisbilhotar a vida dos outros. — Apontou a arma para a cabeça da menina que chorava, apertando o gatilho sem remorso.

— Nayeon! Seu filha da puta desprezível! Você vai pagar por isso!”

 

— Momo?

— Você lembrou. — Ela levantou sua arma e apontou aos namorados. — Ei, ei, ei. Nem pense. — Mandou a Hoseok, que preparava-se para atirar na japonesa, tendo em uma mão uma arma branca e na outra uma arma de fogo. — Vocês estão rodeados, um movimento e morrem.

— Filha da puta. — sussurrou.

— Sou igual você, Jeon. E agora vim fazer o que tanto desejei por anos.

 

Hoseok notou Jungkook lhe encurralar contra a parede, prendendo-o ali.

 

— Afaste-se.

 

Momo nem deu ouvidos, atirando na coxa do Jeon e sorrindo por vê-lo cair aos seus pés. Mirando sua arma em direção a Hoseok, a Hair riu baixo quando Jungkook tentou ficar em pé.

 

— Espero que goste da minha vingança, senhor Jeon.

 

Um tiro foi ouvido, ecoando por todo o corredor.

 

— Amor… — Jungkook sentiu sua visão embaçar quando sentiu o corpo do namorado cair ao seu lado.


Notas Finais


Eu não digo é absolutamente nada. Apenas isso.
Espero que tenham gostado do capítulo! <3
Sério, eu não tenho nada para dizer mesmo. Hoje não tem textão. Amém? Amém.

Me despeço por aqui.
Até a próxima?
Tchau Tchau ~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...