História Ink Boy - Capítulo 6


Escrita por: ¢

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Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Kim Mingyu, Personagens Originais, Xu Ming Hao "THE8"
Tags Comedia, Heterossexual, Minghao, Mingyu, Romance, Seventeen
Visualizações 147
Palavras 2.347
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi nenes eu sei
eu sei que demorei
me desculpem mesmo mds
é que foi uma semana corrida, mas espero que gostem <3

Capítulo 6 - Ink our date


Fanfic / Fanfiction Ink Boy - Capítulo 6 - Ink our date

A sintonia inigualável e inexplicável que fora visualizada entre o tatuador e a mera bêbada que inicialmente ansiava em ter seu braço desenhado permanentemente. Sintonia que qualquer um que observava de canto ou ouvia falar recomendaria uma única coisa; uma maior aproximação. E era assim que Mingyu e Wonwoo, já novamente próximos, resolveram incomodar Minghao. Estavam na constante persistência de que o chinês deveria arriscar e convidar a garota para sair, deixando claro que o máximo que ele poderia receber era um “Não”, mas era este não que ele temia.

Largara hesitações e arriscara o grande bote. Sentado na sua típica e familiar cadeira posicionada logo na entrada do estúdio ele agarrou o próprio celular e digitou com as palavras mais doces que pudera encontrar – o que era, de fato, uma raridade para dedos de uma alma tão agressiva – questionou a jovem Seok Areum. Perguntou se ela estaria livre na próxima sexta-feira e sugeriu algo para fazerem, deixando aberta todas sugestões.

A resposta? Minghao sopraria risos só de pensar nisto. Risos decepcionados, com certeza.

— Uau, estou decepcionado — Kim tacou-se numa das cadeiras que, normalmente, seriam usadas pelos clientes que, pelo horário ser tarde, não se encontravam ali. — Eu achei que finalmente ia conseguir desencalhar e que alguém finalmente ia gostar de alguma coisa em você, mas como tinha que ser amigo meu, levou um pé na bunda.

— Agradeço muito pelas palavras de apoio. Seu inútil.

— Falando sério agora — O amigo deu-lhe um tapa sutil na pele. — Eu realmente esperava que ela te desse um pouquinho de oportunidade, mas parece que ela realmente não foi com a sua cara, queria só resolver os problemas delas. — E ele soprara um riso.

O chinês fora preenchido o suficiente de incômodos e pronúncias desnecessárias do melhor amigo, fazendo com que o chutasse de seu estabelecimento com muitas pronúncias agressivas. Isolado em sua sala de trabalho cuja porta permanecia fechada camuflando as vozes dos clientes externos os olhos escuros concentravam-se na básica mensagem de resposta em seu caloroso pedido para sair; era um simples, direto e doloroso não.

Ele não queria ser grudento ou até abusivo nesta questão de privacidade e negação, mas da jovem tão irritada esperava pelo menos um complemento. Nem ao menos um xingamento recebera e isto lhe irritava ainda mais. Sabia que havia algo, algo no ar que compartilhavam; ou havia ludibriado-se por excesso em sua mente e, talvez, coração.

— Ah, não pode ser — A face oscilava movimentos enquanto as mãos agarravam fortemente o celular. — Se não é atualidades, seria a revoltada uma romântica?

Minghao talvez visualmente hesitou, mas seu interior não estava pronto para levar um fora sem justificações. Tentaria pelo oposto. O seu oposto e o transparente oposto da mulher, mas por ser uma diziam - a internet - que de forma genérica seria mais uma a gostar do clichês flores, chocolates e serenatas, mas ele com certeza não se rebaixaria à última.

Havia tido muitos contatos com mulheres, mas Xu não as conhecia. Não diria ser um homem conhecedor desta força empoderadora, muito menos de algo menor ou maior que isto. Sabia que gostava de mulheres e que eram belas. Sabia, também, que Areum não era só os dois, como tinha uma personalidade distinta ao genérico padrão - que antes lera para sanar suas dúvidas de forma infantil - e de todas que até então havia conhecido; não gostaria de ser narcisista, mas enxergava em Seok um pouco de si.

Agarrou flores - ou melhor, pagou por elas - agarrou um casaco, pois o clima esfriou e por mais que amasse os desenhos em seus braços, havia limites para suas exibições, e por fim agarrou muito fôlego, já que temia uma segunda rejeição, sendo esta pessoalmente. Toda a coragem que combustionou-o a sair da China, criar um estúdio e tatuar os braços em anos em que sequer era bem visto lhe largaram naquele instante e Myungho sentiu-se um frouxo.

Não havia dúvida e hesitação que longamente poderia lhe impedir. Já encontrava-se em frente a porta alheia e, hora ou outra estaria ao encontro da garota - ou, então, denunciado pelos vizinhos por ser um pervertido ou algo do tipo e permanecer ali, intacto e durante horas.

A campainha fora pressionada uma vez e, sem resposta uma segunda. Relembrou-se da anterior passagem que teve neste mesmo local. Tocou uma terceira e já preparava-se para abandonar a tentativa mesmo que com as mãos cheias. Até que a porta fora aberta.

— Oh meu Deus — Os olhos da proprietária da casa arregalaram-se conforme ela apertava o roupão contra o corpo e os fios soltos cobriam-lhe desengonçadamente a face. — Minghao o que você tá’ fazendo aqui? — As orbes espantadas focaram-se, então, nas flores em mão. — Oh meu Deus, você não está querendo ser muito rápido?

— O que quer dizer com rápido? — O cenho dele franzira.

— Para que as flores?

— Para você, obviamente. — Seok umedeceu os lábios e permaneceu ali, constrangida e sem palavras.

— Não é o que eu estou pensando, né?

— Qual é, eu realmente estou fazendo um baita esforço. — Soltara a pronúncia de forma rápida e relativamente agressiva. — Quer dizer, você não tem obrigação de sair comigo, mas por que não quer?

E o silêncio impregnou-se, mesmo que com o exterior poucos animais e veículos viessem a soar no bairro pacífico. E desta calada nascera um riso, alto e arrepiante, logo coberto pelos finos dedos femininos, que acompanhara aquele com uma suave risada.

— Nossa, você falou muito rápido para um chinês e, você me assustou. Eu achei que você já estava prestes a me pedir em namoro.

— O que? — Os olhos masculinos que se arregalaram desta vez. — Mas eu nunca sequer te beijei.

— Uau. — Outro riso, desta vez relativamente desacreditado. — Você sabia que tem muitos casais aqui que começam a namorar sem sequer se beijar né? Você é um pervertido? — Ele bufou.

— Pelo amor, não me chame mais de pervertido. Essa palavra saiu já muitas vezes da sua boca. — Rolou as orbes. — Eu não sou pervertido, eu só não simplesmente peço qualquer um em namoro?

— Qualquer um?

— Ah, Areum — Choramingara. — Eu vim até aqui para saber uma única coisa, podemos discutir depois, você sabe que eu gosto, mas eu não gosto de ficar parado na porta dos outros. — Ela riu.

— Você veio até aqui só para pedir para sair de novo comigo? — Minghao estendia as flores, já farto da enrolação. — E ainda com flores? Eu sequer imaginei que uma pessoa como você pudesse ter um lado fofo.

— Eu sou fofo. — Ela rolou os olhos e concordou ironicamente.

— Só recusei por que eu tenho uma reunião… — Os olhos dirigiram-se para o corpo mal vestido, ao qual cobria-se basicamente com o roupão desde que preparava-se para o evento. — Bosta! A reunião.

— Eu realmente gastei viagem e dinheiro? — Olhou para as flores que segurava e bufou. — Você poderia ter me dito.

— Eu agradeço as flores pois nunca recebi, ok? — Pronunciara em tom agressivo agarrando-as, mas não hesitando em esboçar um sorriso. — E você entra em casa, eu preciso terminar de me arrumar, espera… É… Espera uns minutos ai.

— É melhor eu ir embora.

— Não. — Agarrou o braço daquele que hesitava deixar a casa, soltou a parte que firmemente segurava o roupão, desde que a outra mão agarrava as flores, o afrouxando. — Você veio até aqui, eu não sou tão má ao nível de te mandar embora. Sério, espera, eu vou me arrumar e você… — Ela umedeceu os lábios enquanto ele engolira seco desviando os olhos do corpo relativamente exposto. — Ah, você fica com o Mingyu já que você diz que ele tanto gosta de você.

— Mingyu está em Sudogwon.

— Não. Por que ele estaria lá? — As sobrancelhas uniram-se enquanto Areum meneava em negação. — Mingyu está aqui. Gyu-sshi! — Soara com melosidade na última frase olhando para trás e tendo o animal rebolando em sua direção.

— Ah! — Ele estalou os dedos da mão solta. — O cachorro, é, Mingyu, tá.

Soltou o braço tatuado e robusto em massa para espaçar passos pela casa. Apoiou as flores sobre a mesa da sala. — As flores são lindas, obrigada, eu coloco num vaso daqui a pouco. — Dizia com rapidez enquanto afastava-se. — Ah! Fecha a porta!

Xu agarrou a maçaneta da porta e fechou esta assim como a proprietária havia lhe pedido. Retirou o casaco e pendurou em uma cadeira próxima, sequer tirou os sapatos - como da última vez - pois despejou sem hesitar toda sua atenção ao animal de pequeno porte que, ainda assim, havia crescido mais desde a última vez, porém continuava esbanjando paixão e inocência. Sentado no gélido piso de madeira envolvia os largos braços no amontoado de pelos castanhos enquanto conversava com este com palavras soltas.

Não contou precisamente, mas podia deduzir; foram ao menos dez minutos distraindo-se com o animal no piso. Não irritou-se com a companhia, mas com a posição e situação. Ergueu-se e retirou os sapatos - deixando-os, tipicamente, próximos a entrada - e delicadamente dera passo por passo pelo espaço encaminhando-se até as flores apoiadas na vidraçaria. Agarrou-as e deu-se a liberdade, como comprador delas, de levá-las até a cozinha e colocar em um vaso; o problema era que vaso.

As mãos vasculhavam armário por armário e a cada encontro falho, ou seja, ausente do objeto, o chinês comemorava mentalmente a demora da mais nova e a demora que ainda teria, caso contrário as deduções que interligavam-o com a indesejada palavra “pervertido” retomariam, ao lado de demais incriminações.

Encontrou, com muita dificuldade, algo que distinguia ser um vaso pela altura e assim seria. Enchera uma porção com a água da torneira, já que era o mais viável e facilmente visível, e encaixou o buquê de rosas - talvez fosse clichê, mas sequer havia comprado flores antes e muito menos possuía conhecimento nestas - no recipiente transparente. Suficientemente agradável.

Desmoronou-se no tédio mais uma vez. “Que porra eu estou fazendo aqui” ele questionava-se mentalmente a cada meio pisar que desferia contra o chão.  Brincou com o animal, até mesmo arrumou as flores, mas ainda assim encontrava-se praticamente sozinho numa casa que não era sua.

Acabou entregando-se ao conforto do sofá da sala. Acomodou-se no acolchoado da forma mais comportada que pudera e fitara a televisão desligada, pois não seria folgado ao nível de ligá-la, e fora recebido vitoriosamente com uma ligação no telefone que mantinha no bolso frontal. Alguém para lhe entreter durante mais sabe-se lá quantos minutos.

Preencheu o cômodo com o mandarim, vitoriosamente - para o bem de sua sanidade - um amigo chinês havia ligado-o e como até hoje sequer mantinha contato estável com a família esta era uma das poucas maneiras de trazê-lo de volta às raízes. As palavras fortes em entonações, rápidas e num mesclar de palavras incompreensível para os habitantes nativos do país em questão conquistou não só os ouvidos de Seok, como seus olhos. Finalmente vestida e pronta para sair mais uma vez de sua casa fora pega admirando o linguajar do rapaz e a forma tranquila e sorridente a qual estabelecia com uma simples ligação. E nesta descarada admiração fora quem por vez chamara atenção, por vez daquele que mantinha-se sentado.

— Eu tenho que desligar. — Falou em sua língua nativa, com o curto sorriso ainda esboçado nos lábios. — Hm, nos falamos depois. — O sorriso cuja pele roseada fora umedecida pela língua direcionou-se para a garota, que trajava-se de forma demasiada aprazível.

— Desculpa a demora — Ela riu baixo enquanto ajustava os fios que caiam mais uma vez em sua face, mas desta vez encontravam-se soltos. — Eu vou arrumar as flores e então vou ter que ir para a reunião, você pode ficar aqui se quiser.

— Já arrumei as flores. — Conquistou a garota em sua expressão claramente surpresa. Os olhos fixavam-se no próprio celular, já que havia desistido de observar a garota radiante causando-lhe um turbulento interior de emoções que de certa maneira não desejava sentir. — E, sem querer ser grosso, o que eu faria na sua casa… Sozinho?

— Cuidar do Mingyu. — Sorrira amplamente aquela que trajava um vestido vermelho.

— Eu vou ter que rejeitar, eu já tenho outro Mingyu para cuidar hoje, mas se você realmente precisar você pode deixar esse Mingyu comigo um dia, até por que ele gosta mais de mim do que você.

— A conversa estava sendo muito agradável para ser verdade.

— Vou ir embora, assim você pode ir também para a festa que você vai. — Acabara por soltar inconscientemente a pronúncia pelo trajar alheio.

— Eu não vou para uma festa. — Riu baixo e anasalado. — É uma reunião, eu já falei. Por que está me olhando bravo?

— Eu não estou te olhando bravo. — Ele envergara a testa.

— O que tem o meu vestido?

— Ele é bonito, ué.

— Você está bravo por conta do meu vestido?

— Por que eu estaria? — Respondeu de forma ríspida como de costume. — O vestido é bonito, você é bonita, logo você fica bonita no vestido. Aonde eu estou bravo? — As mãos movimentavam-se até em excesso enquanto sua voz oscilava e, no meio de elogios, parecia estar mais ali para dar um sermão.

A garota enrubesceu-se, talvez porque - mesmo de forma relativamente agressiva - sequer esperava tais elogios vindo de tal lábia. Poucas horas que lhe presentearam com um lado distinto do misterioso tatuador e ela encontrava-se estranhamente fascinada a isto. — O… Obrigada?

— Ainda assim — Dirigiu-se até a porta enquanto agarrava o casaco e calçava os sapatos. — acho que seu namorado ficaria bravo em te ver saindo assim para uma reunião.

— Que ótimo então que eu não tenho namorado, não é? — Ela rolou os olhos com a volta da essência do rapaz. — Já eu aposto que se você, por exemplo, fosse meu namorado, adoraria se eu aparecesse com um vestido assim.

— Isso só o tempo te dirá. — Myungho esboçou um curto sorriso com os finos olhos próximos de semicerrados enquanto fechava o zíper do casaco. — Eu estou indo, tenha uma boa reunião. — Inclinou-se sutilmente para afagar os pelos do mascote uma última vez entre sorrisos antes de abrir a porta.

— Hm, espera. O que você quer dizer com isto?

Com um sorriso suave e os ombros a movimentarem, robusto pelo mistério ele viera a deixar o ambiente.


Notas Finais


novamente sem betas então qualquer errinho podem me dar um puxão de orelha
"Nossa Kim pq você deu o nome do cachorro de Mingyu?" a reposta é: para confundir vocês e me confundir no final, por que é isso que tá acontecendo HAHAHA, no fundo no fundo não tinha nenhum grande motivo além de zoar mais o Mingyu do que ele já ta sendo zoado na fic, tadinho do meu nenê gigante.

eNTÃO SE LEU ATÉ AQUI dá view em clap por favor nunca te pedi nada vai lá vai, https://www.youtube.com/watch?v=CyzEtbG-sxY


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