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História Innapropriate - Capítulo 3


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Notas do Autor


Hehe, e aí meus amores! Finalmente outro capítulo de Innapropriate, enfim, boa leitura, e interajam comigo nas notas finais, tenho uns recadinhos.

Capítulo 3 - Almost Heaven


Fanfic / Fanfiction Innapropriate - Capítulo 3 - Almost Heaven

Puta. Que. Pariu. Sinceramente, não sei de quem foi a ideia, mas agradeço infinitamente a pessoa que fez Taehyung praticar natação. Aqui estou eu, de manhã cedo, sentindo os raios solares esquentarem levemente partes de meu corpo, enquanto olho meu querido e amado teen porn nadar com sua sunga branca.

Agora você se pergunta, como assim teen porn? Ah, é apenas mais um de meus apelidos afetuosos com zero conotação sexual em relação a meu filho... postiço. Porém, se pudessem vê-lo agora, com certeza se confundiram com aqueles modelos de revistas pornôs para jovens e idosos tarados, como eu. Principalmente, desse ângulo.

Observo atentamente o pano pálido e fino, colado entre as nádegas de Taehyung pela força que provavelmente, a água fez enquanto nadava. Outra pontada no meu pau. Eu preciso controlar um pouco mais meus hormônios, não acha, receptor? 

— Papai, o senhor está bem? — a voz angelical do menor adentrou em meus tímpanos como uma melodia singela, tirando-me de meus devaneios.

— Estou sim meu querido, como foi a aula? — desvio meu olhar para seu rosto quando o vejo se aproximar mais.

— Foi ótima! O senhor viu como consegui… — e desatou a falar. Sorria com cada coisa que o menor falava, graças aos céus, Ye-Won não havia chegado ainda, então tive tempo suficiente de convidar Taehyung para se sentar no meu colo – e sentir o problema que causou entre minhas pernas, diga-se de passagem.

— Não tem problema mesmo, papai? — perguntou receoso, fazendo um bico com seus lábios. Quase consegui essa conquista, se não fosse pela voz aguda que atrapalhou esse lindo momento. Desde que conheci Taehyung, isso tem acontecido com frequência. E voltemos a mais um flashback, o dia no qual conheci Taehyung, foi maravilhoso.

Tinha acabado de ser pedido em casamento pelo meu banco, e logo depois, fomos a sua mansão, para “comemorar”, como ditou Ye-Won. Havia adentrado no hall daquela bela construção, logo avistando aquela maravilhosa e sensual vista. Um belo menino, estava vestido com uma camiseta transparente longa com um pote de sorvete em suas mãos. E enfim, ouvi um grito estrondoso do mesmo, vindo me atacar com a colher do sorvete. Porra. Me fudi, pensei.

— Q-quem é você?! Como entrou aqui?! — pulou em mim, batendo em meus ombros com a colher.

— A-ai! C-calma! Deixe-me explicar! — tentei impedi-lo, mas o garoto não parou, até Ye-Won chamar a atenção dele. A vi descer as escadas com pressa, tirando Taehyung de cima de mim. Me ajudou a levantar, pedindo calma ao garoto, e finalmente nós apresentou devidamente.

— Taehyung, este é Park Jimin, meu noivo e seu novo papai! — ela sorriu me olhando de uma forma estranha, talvez apaixonada? Ah, eu definitivamente não sei decifrar os sentimentos de uma mulher.

— P-papai? A senhora vai se casar?! — disse o menino incrédulo, ficando emburrado. Ye-Won suspirou impaciente quando Taehyung levantou seu dedo indicador a chamando para conversar. Os dois subiram provavelmente para algum cômodo distante, e eu, como não sou bobo, fui espiar a casa.

Minutos mais tarde ouvi passos virem até a sala, e Ye-Won com uma faceta iluminada, enquanto Taehyung não expressava muita coisa. Mas sorriu docemente para mim, e foi aí que senti algo estranho em meu corpo. Ele se aproximou com o rostinho envergonhado, estendendo-me a mão. Espera, Ye-Won, o meu tão querido banco, vai me dar Taehyung de presente?!

— Desculpe senhor Park...eu sou Kim Taehyung, espero que me aceite como filho. — peguei em sua mão macia, e seu corpo se inclinou em uma reverência, deixando nossos rostos levemente próximos. Essa aproximação me deixava confuso, também estranhamente louco por aquele menino. Não pude perceber na primeira vez o quanto aquela camiseta era transparente, mas logo tratei de lhe dar mais uma atenção.

Quando Taehyung se afastou e virou indo até sua mãe, pude ver a calcinha rendada com flores, levemente rosa, presa no meio de suas nádegas, deixando-as mais amostra que o necessário. Lembra-se das pontadas no meu pau que comentei na primeira vez que conversamos, receptor? Sim, era disso que eu estava falando. Porém, esqueci de comentar que o meu pau não apenas recebeu pontadas naquela hora, como também ficou duro instantaneamente por ter aquela visão dos céus.

Taehyung abraçou sua mãe de lado, que retribuiu fazendo um carinho em seus fios. Seu rosto parecia corado, será que eu havia encarado aquela criança com muita intensidade? Talvez, mas o que mais me importava naquela hora, era se sua mãe tinha ou não percebido a secada que dei na bunda do filho dela.

— Então, agora que conheceu Taehyung, o que acha de comemorarmos nosso noivado, hm? — a mulher soltou um sorriso malicioso para mim, pude finalmente suspirar aliviado. Quem sabe ela estivesse cega de alguma forma e eu pudesse transar com o filho dela na sua frente? Seria perfeito.

— Claro. — forcei um sorriso me levantando do canapé, lindo por sinal, fazendo um carinho nos fios de Taehyung. — Foi muito bom lhe conhecer, meu querido. — me despedi, afinal, eu ia morrer depois daquela transa, morrer de desgosto. Não vou entrar em muitos detalhes, afinal, o foco aqui é Taehyung, não eu e meu banco.

Foi assim que conheci essa criança maravilhosa e tão tentadora. Voltemos ao presente, com Taehyung já sentado em meu colo, e Kim Ye-Won, chegando para nos atrapalhar mais uma vez.

— Q-querido! Vai ensopar o Jimin! Vamos, saia daí! — repreendeu. Na mesma hora, eu senti uma raiva se aflorar em meu corpo e mente, mas lógico que não explodiria ali, eu poderia perder alguns privilégios por semanas, e definitivamente não queria isso.

— Ei, não tem problema Ye-Won, eu pedi para ele se sentar, não se preocupe. — confrontei calmamente, segurando a cintura do meu amado enteado, para continuar sentado em meu colo. Ela tinha razão, ele molhou minha bermuda inteira, mas não tinha problema, afinal, era Taehyung, alguém resistiria a ele apenas por estar molhado? Lógico que não, e não era apenas se água que estava molhado.

Alguns minutos se passaram; meu teen porn começou a falar de vários assuntos banais, os quais eu não ficava nem um pouco entediado em ouvir. Ele contava como sua aula havia sido legal, fazia vários elogios baixinho para mim, de como eu era gentil com ele, e que estava deixando-o se sentar em meu colo, uma coisa que ele adorava. Portanto, após essas palavras, tive a maravilhosíssima ideia de brincar de cavalinho com meu enteado, e em seguida, a bomba.

— Jimin, amor, será que você poderia pegar o Tae na escola amanhã? Eu tenho muito trabalho para fazer. — Porra! Tinha como ficar mais perfeito? Eu ia fazer Taehyung quicar no meu pau com a singela desculpa de estar brincando de cavalinho, e ainda teria um tempo a sós com ele amanhã. Eu poderia fazer o que quiser com esse neném, tem coisa melhor para um idoso tarado igual a mim?

— Sem problemas meu amor, faço tudo por esse baixinho. — dei um sorriso gentil, olhando para Taehyung que fez o mesmo. Seu sorriso era tão lindo, até tirava os pensamentos impuros da minha mente impura. Toda vez que olhava aquele sorriso sentia paz, como se a euforia de poder estar sozinho com Taehyung amanhã desaparecesse, e eu pudesse focar nele, apenas nele naquele momento.

— Eu vou lá para dentro comer alguma coisa, se importam de ficarem sem mim? — Ah, como se eu fosse sentir a falta dela enquanto estivesse com Taehyung. Acabei de descobrir que meu banco é muito iludido mesmo. — Ela sorriu se dirigindo a mim, e colocando seus braços em volta do meu pescoço, me dando um selinho. Tampei os olhos de Taehyung, ele não podia ver aquela cena nojenta.

— E-ei! P-papai! Eu também quero ver! — colocou suas mãozinhas sobre as minhas, tentando tirá-las de seus olhos. Assim que Ye-Won parou, fez um carinho em Taehyung e entrou, tirei minha mão direita de seus olhos, o encarando com um sorrisinho ladino.

— Só quando for maior de idade, filho. Aliás, você já brincou de cavalinho? — vi o menor negar com leves movimentos com a cabeça — e não foi a de baixo. — Então, que tal brincar com o papai?

— Como funciona? — perguntou se ajeitando em meu colo. Suas pernas estavam em volta das minhas, e apoiava seu corpo sobre as minhas.

— Bem, é só vir um pouquinho para cima, se importa de eu ajudar? — negou novamente, e segurei sua cintura, o posicionando bem em cima de meu pau. Como isso é gostoso, é tão errado se aproveitar de meu enteado assim? — Eu vou mexer minhas pernas, e você vai quicar em cima delas, como se estivesse andando de cavalinho! — sorrio gentil. Eu sou tão sujo, como pude sorrir numa hora dessas?

— Está bem. — o menor concordou, e então começamos. Mexia minhas pernas para cima e para baixo, e Taehyung fazia um esforço para quicar, como eu mandei. Cada vez mais sentia sua bunda cair em meu membro, que estava duro igual uma pedra por ele.

— Papai, tem algo duro abaixo de mim...o que é? — comentou, logo soltando o mais doce dos sorrisos. Parecia que ele tinha gostado da brincadeira de ir para cima e para baixo.

— Ah esse é o piu-piu do seu papai, ele parece ser bem grande, não é? — mordi meu lábio inferior. Todo aquele movimento deixava meu membro ainda mais pulsante e inchado, precisando ser tocado, mas esse era o modo mais eficiente no momento.

— Sim..parece mesmo. Papai, eu estou gostando, pode ir mais rápido? — não pude deixar de imaginar realmente aquele garoto infantilizado estar quicando no meu pau. Por fim, cedo aos meus desejos sexuais assentindo a Taehyung em minha frente, logo segurando a cintura deste, e movimentando-a rapidamente. Fazendo-o literalmente quicar no meu pau, porém, infelizmente, ainda coberto.

— Ah P-papai! Isso é ótimo! — soltava risadinhas o meu pequeno anjinho, e não consegui conter minha imaginação fértil, acabando por gozar ali mesmo soltando um suspiro pesado. Parei de movimentar Taehyung. O menor me olhou confuso por parar de repente e se aproximou colocando as mãozinhas no meu rosto. Dei um pulo de susto, percebendo novamente, nossos rostos próximos.

— Papai, o senhor está bem? — olhou profundamente em meus olhos, e paralisei, observando os seus. Suas orbes castanhas claras enfeitiçam esse pobre velho tarado.

— Estou sim..meu bem...só fiquei cansado com a brincadeira. — falei com dificuldade pelo orgasmo recente, minha respiração não estava uma das melhores. Logo faria Taehyung ficar assim também, na minha cama.


Notas Finais


Então meus amores, provavelmente depois desse capítulo minha conta possa ser banida? Vamos descobrir amanhã. Eu só gostaria que, depois vocês procurassem novamente por Innapropriate, depois de um dia que essa fic sumir, se sumir, porque ela vai estar do mesmo jeitinho em outra conta hehe.

Eu fiquei muito tempo sem postar nenhum capítulo porque, eu fiz uma cirurgia no cóccix, devido a um furúnculo interno. No hospital, os enfermeiros me furaram muito nas mãos porque eu não tenho veias boas, então, eu fiquei com elas muito fracas, não podendo pegar nem movimentar nada. Mas não se preocupem, agora eu estou melhor!

Também, eu estava pensando em aumentar a idade do Taehyung para 18 anos, porém com isso, uma parte do planejamento da fanfic seria mudado, e talvez não fosse tão emocionante quando acontecesse algo mais pra frente. Agora, lhes deixo tirar próprias conclusões da nossa querida e tão amada fanfic!

Beijinhos, até o próximo capítulo!


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