História Innocence - Hwang Hyunjin - Capítulo 15


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Categorias NOW UNITED, Stray Kids
Personagens Heyoon Jeong, Hwang Hyun-jin, Krystian Wang, Lee Felix, Personagens Originais, Seo Chang-bin
Tags Hwanghyunjin, Straykids
Visualizações 153
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


o aniversário do felix e do jisung tá chegando
AAAAAAH não tô preparada
espero que gostem do capítulo e desculpa por não saber fazer hot

Capítulo 15 - Me foda, Daddy..


Fanfic / Fanfiction Innocence - Hwang Hyunjin - Capítulo 15 - Me foda, Daddy..

O quarto estava quente, o som dos meus beijos e de Heyoon ecoava pelo quarto, fazendo tudo ficar mais excitante.

Fico por cima de Heyoon, levando minhas mãos até seus joelho e os separando, tendo a visão perfeita de sua vagina coberta pela calcinha rosa. Acaricio suas coxas e deixo um tapa estalado ali, recebendo um gemido de sua parte.

Era impossível existir alguma pessoa tão gostosa quanto a Heyoon, eu estava por um fio de me afundar naquele corpo em minha frente.

Segurei as alças de sua calcinha e puxei para baixo, tirando sua única peça de roupa. Mirei seu copo nu em minha frente e soltei um grunhido. Tudo isso é meu, só meu.

Abaixo e fico entre suas coxas, deixando um beijo molhado em sua virilha. Sem mais delongas, afundo o rosto em sua vagina, apertando suas coxas, grudando meus dedos em sua carne para tentar aliviar meu tesão.

Minhas sugadas são lentas, explorando cada lugar de sua vagina. Dou pinceladas com a língua, acariciando seu clitóris. Fecho minha boca em seus grandes lábios, perpassando meus dentes pela pele rosada.

— Daddy! — gritou, acariciando meus cabelos.— Oh, Deus!

Heyoon tremia e se contorcia aos meus toques, tive que segurar firme em sua cintura para ter melhor acesso a sua intimidade. Me afastei um pouco para respirar e notei o quão molhada e excitada ela estava.

— Por favor, eu preciso..

— Implore. — ordenei enquanto colocava meu polegar sobre seu clitóris, fazendo movimentos tortuosos.

— Por-por favor, Daddy! E-eu te imploro. — se contorceu, tentando manter o foco.

— Peça para eu te foder, Heyoon. Agora!

Suas mãos tocaram seus próprios seios e os apertou, ela abriu os olhos, que nesse momento estavam refletindo luxúria.

Me foda, Daddy.

Não aguentando mais, me levantei e arranquei a merda da boxer que me apertava. Abri a gaveta e apanhei um pacote de camisinha, Heyoon estava me mirando curiosa, e eu apenas abri o plástico, vestindo meu pau com a proteção.

— O que você vai fazer?

— Vamos fazer amor.

Me posicionei entre suas pernas e pincelei sua vagina com meu pau, arrancando um suspiro dela.

— Baby, isso vai doer um pouco, mas se você relaxar tudo fica melhor.

— Não quero sentir dor.. — choramingou, escondendo seu rosto entre suas mãos. — Só quero que esse calor passe.

— Eu farei passar, apenas confie em mim. É só relaxar..

Adentrei a cabeça do meu pau na sua entrada. Em seguida, invadi sua cavidade aos poucos, e quando estava na metade, Heyoon grita se agarrando a mim. Eu havia, finalmente, a tornado minha propriedade.

Seus olhos encheram de lágrimas e eu parei de me mover, grudando meus lábios nos seus, a beijando calmamente.

Depois de algum tempo, apenas trocando beijo e carícias, Heyoon parecia mais calma. Voltei a me mexer e ela ainda mantinha a expressão de dor, mas com o cuidado que eu estava tomando, melhorava a situação.

— Tá tudo bem? — sussurrei em seu ouvido, e ela assentiu.

Estoquei velozmente, revirando os olhos ao sentir ela me apertar cada vez mais. Fecho minha mão em seu pescoço, usando a outra para acariciar o seu seio direito.

— Caralho, como você é perfeita.. — delirei, perdendo as estribeiras em cada estocada que eu dava.

— Da-ddy..

Percebo que ela está perto e saio, com muito esforço, de dentro dela. Como ela era virgem, eu sabia que iria vir logo.

— Vira de bruços.

Ela acatou o pedido, e nesse momento eu tive a melhor visão da minha vida.

— Boa menina — dou um tapa na sua bunda, fazendo suas nádegas chacoalharem.

Esfrego meu membro nela novamente e volto a preenchê-la. Ela deixa um grito escapar, se agarrando no travesseiro, e eu solto um suspiro pesado, me preparando para uma nova estocada.

— Daddy, você é tão b-bom.. — me inclinei sobre ela, ondulando o quadril a cada investida. — E-eu não vou aguentar..

Heyoon se remexeu contra o meu pau, atingindo seu orgasmo, proferindo palavras desconexas. Saio de dentro dela e vejo seu corpo despencar sobre a cama. Ela estava ofegante e ainda dava uns espasmos. Virei seu corpo para cima e arranquei a camisinha, jogando a longe.

— Daddy, deixa eu te ajudar? — falou, olhando meu pau que ainda não estava totalmente aliviado.

— Claro, mas faça o que eu mandar, okay?

Eu estava em um ponto que precisava de tudo o que viesse dela, qualquer coisa. Peguei sua mão e levei até meu pau, posicionei minha mão sobre a sua, mostrando como se fazia os movimentos.

— Você pode botar na boca, se quiser.

— Posso? Como assim?

— É só chupar como se fosse um picolé. — gemi ao sentir seu polegar por minha glande.

Ela se aproximou aos poucos e quando estava perto o suficiente, segurei seu queixo, fazendo-a abrir a boca sem muito esforço. Apalpei meu pau pela base e coloquei em sua boca.

Soltei um gemido arrastado ao sentir sua boca quente e macia me envolver tão bem. Ela movimentou a cabeça desajeitadamente e eu segurei seus cabelos, fazendo o rabo de cavalo improvisado.

— Heyoon! Caralho, você é perfeita. — grunhi, puxando mais seus cabelos e ela gemeu, me fazendo usar uma força fodida pra não gozar na boca dela.

Ela tirou aos poucos tudo de sua boca e foi deixando lambidas pelo caminho, demorando mais no lugares em que percebia que eu mais gostava.

Podia sentir meu orgasmo chegando, mas era impossível pará-la agora. Ela estava tão concentrada no que fazia.

— Baby, eu preciso que você acelere. — pedi, enquanto fazia sua mão me punhetar mais rápido. — Isso, assim mesmo.

Como se já não bastasse eu ter que me controlar para não assustar ela, ainda tinha que aguentar sua boca me acariciando enquanto a mão trabalhava em minha base molhada.

Foi olhando para seus olhos que eu expelí meu jato branco, derramando por seus seios e alguns pingos em seu rosto. Me ajeitei na cama e respirei fundo, sentindo meu corpo relaxar.

Quando minha visão normalizou, me inclinei sobre seu corpo cansado, deixando um beijo cálido em seus lábios.

— Você foi uma ótima garota, agora vem, vou te levar pro banho. — estendi a mão.

Ela sentou sobre a cama e sussurou coisas incoerentes, deitando novamente e reclamando que seu corpo doía. Peguei seu corpo em meus braços e caminhei até o banheiro. Podia perceber que a mesma estava exausta e não era sua culpa, talvez eu tenha sido um pouco grosso.

■ ■ ■

Deixei Heyoon aproveitando na banheira, enquanto eu ia buscar roupas limpas. Eu estava tão cansado e com preguiça, que apenas peguei uma blusa minha e uma boxer limpa. Voltei pada o banheiro, encontrado minha garota quase dormindo dentro da banheira quente. Sua cabeça estava tombada para o lado, o que me deu visão de algumas marcas roxeadas em seu pescoço.

Deixei a roupa na pia de mármore e entrei na banheira, sentindo a água quente envolver meu corpo e aos poucos relaxar meus músculos. Heyoon se ajeitou em meu colo, deitando a cabeça em meu peito.

Passei a mão em suas costas e ela suspirou, massageio seu corpo na tentativa de tirar um pouco da dor muscular, causada por muito esforço. Ela é a garota mais inocente que eu já conheci, mesmo após horas de sexo, continuava com a mesma serenidade e "pureza".

— Baby? Está acordada?

— Uhum.. — balbuciou sonolenta.

— Quer ir pra cama? — perguntei, apertando seu corpo entre meus braços.

— Não, aqui está bom. — sorriu, beijado meu ombro.

— Não está com sono? — segurei seu queixo, fazendo seus olhos se encontrarem com os meus, e ela assentiu. — Vamos, você pode dormir na minha cama.

Pego uma toalha e enrolo no seu corpo, a levando para o quarto. Sem demorar muito, Heyoon se jogou na minha cama, causando um barulho engraçado.

— Aqui é tão gostoso.. — falou, abraçando um travesseiro.

— Vem se vestir, baby. — rio, a vendo se arrastar até a beirada da cama. Peço que ela levante os braços, feito isso, deslizo uma das minhas blusas favoritas por seu tronco.

— Pode dormir, vou fazer algo para nós comermos mais tarde.

— Tá bom. — concordou, se aninhando aos travesseiros e fechando os olhos.

Deixo o quarto para que ela dormisse em paz. Sinto minha barriga roncar, sempre fico com uma fome da desgraça após o sexo.

Entrei na sala para me encaminhar a cozinha, mas parei de andar, ficando estático ao ver meus pais sentados no sofá, olhando para mim com uma cara nada boa.

Fodeu!


Notas Finais


então né KKKKKKKK não sei fazer um hot muito bem, mas dei meu máximo


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