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História Innocent bet - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Eu voltei,,,,eu fiquei um tempinho sem escrever. Sem ter ânimo pra fazer uma coisa bem elaborada, bloqueio fodido de meses. Espero que isso esteja bom, eu tentei.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Único.


O quarto de Minho estava uma bagunça, garrafas de cerveja e sacos de salgadinho por todo canto, isso tudo por causa de um joguinho de vídeo game com seu amigo (lê-se pessoa que ele está totalmente apaixonado, mas tem vergonha de falar) jisung.


 Um garoto de fios azuis, bochechudo e pequenininho. Era adorável na visão do Lee, mas ele era suspeito de falar, já que tinha um sentimento ali.


— Eu já ganhei de você várias vezes, jisung. Já está ficando chato ein. – disse em um tom debochado, vendo as bochechas do Han ganharem uma tonalidade vermelho. O garoto odiava com todas as suas forças perder, ainda mais para Minho, que só sabia tirar sarro de si. 


— E se..a gente fizesse uma aposta, hm? – Jisung estava começando a pensar. — Se você ganhar, eu faço o que você quiser, se eu ganhar já sabe. 


Minho logo sorriu ladino, seria lucro para si, jisung iria perder de novo, era péssimo em jogos de corrida. Estava começandoa gostar daquilo.


— Tudo bem, hannie. – disse calmo, olhando para o amigo. – Melhor de três..? – Disse e logo recebeu a confirmação. 


— Melhor de três.




ㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤ[...]


— Não valeu, você estava roubando. – Jisung disse de braços cruzados, enquanto olhava o moreno com fogo nos olhos. Havia perdido a aposta, como o previsto. 


— Não me culpe se você não é tão bom como eu, moleque. – Disse aquilo somente para provocar o azulado, e conseguiu. – Parece que você vai ter que fazer o que eu quiser, hm..


Minho começou a se aproximar do mais novo, que foi devagarinho para trás a cada passo pesado do Lee. Quando suas costas bateram na mesinha de estudos do garoto, encarou seus olhos, abrindo a boca, pronto para falar algo, mas teve sua boca tomada pelos lábios vermelhinhos do amigo.


Eram macios e se encaixava bem com o seu, aquele pequeno selar fez jisung arfar, como ele não havia lhe afastado, Minho tomou liberdade de aprofundar o contato, suas mãos pararam na cintura de jisung, local que ele gostava de tocar sempre que se abraçavam. 


A língua de Minho foi bem recebida na cavidade de Han, não demorando nada para começarem uma batalha em poder. Estalos molhados e arfares baixinhos foram ouvidos por todo quarto. Minho sentou jisung na mesinha, abrindo suas pernas, ficando ali, sem quebrar o ósculo gostoso que estavam tendo. 


As mãos do azulado estavam nos fios do moreno, puxando quando este roçava suas intimidades por cima das roupas. 


Minho quebrou o ósculo, descendo com beijinhos molhados pelo pescoço bonito de jisung, que apenas jogou a cabeça levente para o lado, dando mais espaço para que Minho pudesse usar e abusar do local. 


Os gemidinhos de jisung eram lindos, melhores do que Minho esperava, com toda certeza. Suas mãos estavam nas coxas de jisung, cobertas por uma bermudinha. Minho amava quando jisung usava bermudas. 


— Minho.. – jisung puxou com força os fios escuros do Lee quando este lhe deixou uma mordida forte em seu pescoço. — Droga.. 


Estava entregue demais, em tão pouco tempo. Sentia seu pau duro dentroda boxer, que agora lhe incomodava. Sorte que não era o único, sentia o pau de Minho duro, sendo pressionado em sua coxa. Já tinha visto o amigo nu, acidentalmente. Era grande e grosso, com certeza faria um estrago em si. 


Minho não se deu ao trabalho de responder, segurou o garoto, apertando firme sua bunda, levando-o até sua cama, jogando ele ali sem muita enrolação. 


Trocaram mais beijos molhados, fazendo as língua se tocarem dentro e fora das bocas. Durante o ósculo foi uma coisa automática, quando se deram conta, os dois estavam apenas de boxer. A do Lee preta e a de jisung vermelha, como suas bochechas neste exato momento.


— Você quer, não precisa fazer se não quiser, eu vou entender. – Minho disse, ofegante. Estava entre as pernas de jisung, com os braços apoiados ao lado da cabeça do garoto, esperando uma confirmação.


— Quero. Quero muito, hyung. – Mordeu o lábio inferior, olhando nos olhos do mais velho. 


Minho sorriu, e passou a roçar suas intimidades por cima das cuecas, e quase que instantaneamente, saíram gemidos de ambas bocas, que não demoraram a se encontrar. Os beijos foram descendo pelo peitoral lisinho de jisung, até chegar na barra de sua cueca. Minho olhou para si, buscando uma confirmação que logo foi dada, fazendo-o arrancar aquela peça, tendo um jisung totalmente nu e entregue para si.


Era lindo. O corpo de jisung era lindo. A pele moreninha, longe de marcas, e as coxas pouco trabalhadas, mas que combinavam tanto com o garotinho. 


Jisung ficou um tanto constrangido, tentando fechar as pernas, porém o Lee foi mais rápido. 


— Você é lindo. Lindo por completo, meu bem. – Disse baixinho, perto do ouvido do garoto. 


— Isso é tão injusto, estou sem nada e você ainda de cueca, lino.. – jisung disse baixinho, com a voz levemente rouca. música para os ouvidos do Lee, que não demorou muito a tirar sua boxer, ficando igualmente nú. 


A boca de jisung salivou ao reparar em cada traço. Os braços, o peitoral pouco trabalho, suas coxas grossas. Céus.. 


— Gosta do que vê?


— Você nem imagina o quanto. – Jisung disse rápido, abusado. 


Minho deslizou sua mão pela boca do azulado, penetrando dois dedos. Jisung que já sabia bem o que fazer, tratou de ajudar a lubrificar os dedos rapidamente. Diferente de outros, jisung não era mais virgem inocente, minho – infelizmente – não seria seu primeiro, mas com certeza aquilo seria bastante especial. 


Minho olhava a cena hipnotizado. Porra, jisung tinha uma boquinha tão macia, chupava seus dedos tão bem, que sua mente começava a evoluir e seus pensamento ficarem ainda mais nublados. Seu pau incomodando, enquanto ele fazia questão de roçar com o semelhante de jisung, recebendo gemidos baixinhos, que vibravam em seus dedos.


— Droga, jisung. Eu não aguento mais. – Tirou os dedos da boca do garoto, não demorando muito a levar em sua entradinha, fazendo todo o processo de preparação de forma calma para não machucar o baixinho, mesmo que estivesse sentindo seu pau latejar, querendo uma alívio, cuidar de jisung em primeiro lugar. 


Os movimentos de tesoura dentro do baixinho eram lentos, Minho estocava devagarinho, o que fazia gemidos manhosos saírem da boquinha do Han, que abria suas pernas cada vez mais entregue. 




— Está pronto..?


— Estou, hyung. Confio em você. – Apenas aquilo fez Minho ganhar mais confiança. Tirou os dedos de dentro de jisung, se esticando minimamente para pegar o tubo de lubrificante, ao lado de sua cama, no criado-mudo, não poupando ao passar em seu pau. Jisung olhava aquela cena, mordendo os lábios em ansiedade.


Minho segurou o pau firmemente, colocando apenas a glande dentro de jisung, o que fez o garoto gemer um pouco mais alto e manhoso. Logo o Lee tirou, ouvindo um muxoxo. Jisung era mimadinho.


— Não provoca, droga. – Jisung disse apresado. 


Minho acatou o pedido e deslizou tudo para dentro, soltando o fôlego que nem pervebeu segurar, apenas quando gemeu em uníssono com jisung. 


Ali era quente, muito quente, causava sensações únicas em Minho. 


Os braços voltaram a ficar apoiados ao lado da cabeça de jisung, este que gemia baixinho pela invasão, por isso o Lee esperou, enquanto distribuía beijos pelo rosto vermelho do garoto.


Passou um tempo e jisung deua permissão do Lee se mover, o que ele acatou sem demora, já dando uma estocada firme, causando um solavanco em jisung. 


As estocadas passaram a ganhar ritmo, era fundo e forte. Minho as vezes tirava toda a extensão e voltava com tudo, fazendo a cama mexer levemente, e gemidos altos demais saírem da boquinha vermelhinha do Han. 


— De quatro, hannie. – Deu dois tapinhas nas coxas de jisung, saindo de dentro de si. Não demorou muito, e o garoto já estava na posição. Empinando bem para Minho, este que, não poupou forças para bater na bundinha bonita do amigo. 


Era uma sensação boa, para jisung. Ter a mão pesada de Minho segurando firme sua cintura, enquanto a outra estava ocupada em bater nas duas bandas era ótimo.


— Entra logo, lino. – O pedido manhoso não demorou nada para ser acatado. Pouco tempo, jisung já estava sendo preenchido por Minho. O ritmo das estocadas eram firmes e forte. Minho ia fundo, e jisung só sabia gemer de forma manhosa.



— Encontrei, bebê. – disse rouco, próximo ao ouvido do azulado, causando um arrepio no local. Minho havia achado a próstata do Han, causando gemidos ainda mais altos toda vez que se esfregava ali.


Jisung estava um misto de sensações únicas e incríveis. Sentia que iria gozar logo, por isso levou sua mão para seu pau, torturando a si mesmo. Enquanto Minho ia de foma bruta, tirando quase todo o pau, deixando apenas a glande, e entrando com força, jisung ia devagarinho, bem lentinho. Estava tão sensível com sua próstata sendo surrada pelo Lee, que sentia lágrimas sendo formadas no cantinho de seus olhos. 


Mais algumas estocas de Minho foi o primeiro a vir, gemendo alto, de forma rouca. Seu gozo preenchendo jisung por inteiro, este que, não demorou a chegar ao ápice movendo a mão com mais firmeza em seu pau. Sujou o lençol e travesseiro do mais velho, mas não era como se ligasse naquele momento. 


Minho soltou a cintura de jisung e saiu de dentro de si, fazendo o menino cair na cama, as pernas estavam fracas demais. Minho soltou uma risadinha baixa e deitou-se também. Lado a lado. 


— Você.. gostou? – Minho perguntou baixinho.


— Sim.. isso foi.. incrível. – Jisung virou o rosto para o do mais velho, abrindo um sorriso lindo. 


Nenhum ousou falar mais nada, estavam tentando acalmar a respiração. Estavam eufóricos demais ainda. 


Passado um tempo, jisung devagarinho se aconchegou no peito de Minho, recebendo um afago nas costas e no cabelo, molhado de suor. 


Continuaram calados, um silêncio confortável entre os dois.


— Era pra ser só um jogo... – Jisung comentou, dedilhando o peitoral do amigo.


— Podemos tentar uma revanche, jisung.




De fato, tentaram. De forma invertida dessa vez. 






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