História Innocent boy - Jeon Jungkook (ABO) - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abo, Bangtan Boys (BTS), Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Jungkook Bts, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Personagens Originais, Romance
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiee meus anjos, voltei<33

Boa leitura!

Capítulo 15 - De volta para o passado.


Kim Taehyung


— E então, de onde paramos? — Hoseok me encarava.

Respirei fundo antes de prosseguir. Por muito tempo eu mantive isso só para mim, por medo dos julgamentos, das consequências. E agora, ele estava aqui, ele, na minha frente, muitas vezes eu pedi aos céus que esse momento chegasse.

— Hoseok, acho melhor não conversarmos aqui, talvez não seja o local ideal para isso...

Eu estava com medo de minha mãe escutar, ou talvez Haru chegasse de seu plantão no hospital. Talvez fosse melhor evitar essas situações.

— Tudo bem então. Você quer ir pra minha casa? Eu estou morando sozinho, lá podemos ter privacidade.

— Er... tudo bem, eu só vou trocar de roupa e avisar minha mãe.

— Tudo bem. Estou te esperando aqui.

Me levantei da cadeira e saí da cozinha. A cada passo que dava, o ar parecia sumir de meus pulmões, o nervosismo me antigiu tão forte naquele momento, nem sabia como ainda tinha forças para andar até meu quarto.

Entrei no mesmo, e logo fui em direção a cama para desligar meu notebook. Guardei o objeto em seu local, e fui para meu guarda-roupa, e então peguei as primeiras peças de roupa que vi pela frente. Me vesti, e fui para o quarto de minha mãe, que era na frente do meu.

— Mãe? — Abri a porta.

A ômega se encontrava deitada enquanto lia algum de seus livros favoritos de romance. Ela parou sua leitura e me encarou esperando minha fala.

— Eu vou na casa do Hoseok, tudo bem?

— Claro, só não me dê netinhos ainda. — Ela riu.

Ri também, mas sem vontade. Sai do cômodo fechando a porta e fui em direção a cozinha novamente, onde o alfa se encontrava sentado ainda, encarando o nada, talvez estivesse preso em seus pensamentos.

— Vamos? — falei chamando a atenção do mesmo.

— Sim, sim.

Ele se levantou e me acompanhou até a porta. Saimos da minha residência, e fomos em direção a um carro preto que estava estacionado alí. Olhei para o alfa, que agora segurava uma chave e logo apertou um botão que destravava as portas.

— Desde quando você dirige? — encarei o alaranjado.

— Desde que tirei a carteira à 6 meses atrás. — Ele agora sorria.

Hoseok era dois anos mais velho que eu, mas parecia ainda ter 7 anos de idade. Sério, por qualquer coisa ele fica feliz, até pelas coisas mais simples. Acho que esse foi um dos motivos do meu amor por ele, essa bondade e alegria que ele carrega consigo, me faz feliz também. Ou pelo menos fazia.

Abri a porta do carro e entrei no mesmo, logo colocando o cinto de segurança. O alfa contornou o carro e entrou nele logo repetindo meu ato, me olhou por uns instantes, e depois deu partida no carro.

O dia ensolarado que antes fazia, agora estava cinzento, e já era possível ver gotículas de água escorregarem pelo vidro. O ar se esfriou, por consequência fiquei encolhido no banco do carro, as roupas não eram adequadas para essa temperatura. E enquanto passava pelas ruas de Seul, a imagem distorcida por conta da chuva, era o motivo do meu entreterimento dentro daquele veículo,  que pairava um silêncio um tanto constrangedor. Só era possível escutar o barulho de nossa movimentação no banco, e nossas respirações.

Finalmente havia chegado a tão temida conversa, que tentei ao máximo esquecer que a teria um dia. 


_____ ______


Alí estava eu, agora sentada no sofá do ômega enquanto assistia algo aleatório que passava na televisão.

A minha vinda a casa de Jungkook não era planejada, na verdade eu decidi de última hora que viria visitar meu...amigo? Namorado? Er... não sei explicar ainda, mas enfim. Eu não tinha lembrado de trabalho nenhum, na verdade foi apenas uma desculpa que pensei rapidamente quando o ômega abriu a porta de sua casa para eu entrar.

O real motivo dessa visita foi carência mesmo. Eu acabei de deixar meu pai no aeroporto e toda vez que ele ou eu vai embora, eu me sinto meio mal, então vim ver Jungkook porque... ele me faz bem.

Tá, para _____, isso tá muito gay.

Depois que fizemos a aposta, voltamos a sentar no sofá que nem duas pessoas civilizadas que somos, então estamos aqui agora. Nesse tédio.

Sério programação coreana, melhorem nos programas.

Encarei o garoto que estava ao meu lado, ele estava bastante concentrado no reality show que passava na tevê, então eu decidir aprontar um pouco com o mesmo. Sinto que agora tem um diabinho em meu ombro.

Virei para frente novamente, fingindo estar prestando atenção no que se passava. Fiquei em silêncio por uns segundos, apenas se escutava o barulho da televisão e a chuva que parecia mais um dilúvio lá fora. Resolvi assustar o ômega um pouco.

E então, quando a casa estava a muito tempo "silenciosa", me virei para o ômega rapidamente e dei um grito bem alto.

— AAAH!

— AAI CARALHO! — Ele estava de com os olhos arregalados enquanto me olhava.

Não aguentei e comecei a ter um ataque de risos da sua reação, e do grito bem "másculo" (entre várias aspas) que o garoto havia dado. 

— Por quê? — Ele perguntou sôfrego, enquanto mantia sua mão sobre seu peito.

— HAHAHAHA... V-você...HAHAHA... Seu grito, foi o melhor.

Tentei normalizar minha respiração, mas a risada ainda insistia em sair. E o garoto agora me encarava sério de braços cruzados, me encarando como se fosse me assassinar alí mesmo.

"Acho melhor você parar de rir ou ele vai te matar mesmo."

— Kookie?

— Nem vem com essa de "Kookie".

Me aproximei do garoto e descruzei seus braços. Estavamos a poucos centímetros um do outro, ele me encarando sério, e eu tentando não rir.

— Foi só um sustinho. — Beijei a bochecha do ser emburrado.

 Sustinho? Fala isso pro meu coração que está batendo feito um louco por causa do sustinho.

Voltei para meu canto do sofá, mas a lembrança da cara assustada do ômega não saía de minha mente, me fazendo soltar leves risadinhas.

— Não tô achando graça.

Ele continuava sério enquanto olhava a televisão. Jungkook odeia levar sustos, eu sei disso porque eu e Taehyung damos sustos no ômega de vez em quando. Mas eu sei uma forma dele para de ficar zangado. Sempre dá certo.

— Jungkook? — Chamei ele baixinho.

— Hum?

— Te pago um achocolatado.

— Não vai conseguir me comprar dessa vez.

Olhei para ele, mas ele não retribuia o olhar. Eu estava abismada, se tem uma coisa que ele gosta é achocolatado. Parece que estou em uma realidade paralela, que estranho.

— Como assim?

— Dessa vez eu não vou aceitar. Eu sou difícil.

Queria rir, mas por respeito segurei a risada. 

— Ta bom então. Pena que você não me deixou terminar minha proposta...

Peguei uma mecha de meu cabelo e fiquei encarando a mesma, fingindo estar achando isso a coisa mais interessante do mundo naquele momento. Senti que ele se movia no sofá, olhei para ele e agora o ômega estava ao meu lado me encarando.

— Prossiga então.

— Que tal... — Me aproximei de seu orelha e contei bem baixinho em seu ouvido a minha proposta. No final, ainda dei um beijo em sua bochecha antes de me afastar. — Aceita kookie?

Olhei para sua face e ele expressava uma mistura de felicidade e vergonha, suas bochechas estavam coradas enquanto ele dava um pequeno sorriso em minha direção.

— Aceito.


[...]


— Aah... mais forte... 

Escutei seu arfar.

Jungkook estava deitado no sofá, de sua boca apenas saia gemidos baixinhos e súplicas. Sua expressão revelava o prazer intenso que ele estava sentindo no momento, além dos arrepios constantes que ele sentia, apenas com o toque de minhas mãos.

Fazia movimentos constantes, enquanto o ômega se deleitava no sofá de sua casa.

— Você faz isso muito bem.

— Eu sei, obrigada. — Sorri para ele.

— Sério, temos que fazer isso mais vezes. 

— É só pedir, biscoito.

— Sua massagem é dos deuses... aah...

Fui fazendo movimentos circulares em suas costas. 

Sim, massagem.

O que vocês achavam que estavamos fazendo? Eu hein, sou de Cristo. Num gosto dessas coisas não...

Mas confesso que queria estar fazendo o que estou pensando. Mas tudo tem seu tempo né? Não vou acelerar muito as coisas com o Kookie porque eu ainda acho que ele não esteja tão preparando assim por enquanto. 

Mas que bateu uma vontade, bateu. Principalmente escutando seus gemidos baixinhos, e suas frases que minha mente era muito poluída para não pensar em besteiras. Acho que esse ômega está me deixando maluca. 

"Garota vai te tratar." 

Ah cala boca.


Kim Taehyung 


Já estavamos em seu apartamento a alguns minutos. A chuva havia diminuido um pouco, e durante o caminho me acalmei um pouco mais. Acho que minha cabeça está explodindo de tanto pensar em como essa conversa pode dar muita merda, mas estamos aqui para isso.

— O que achou do apartamento?

— É bem bonito.

Me sentei no sofá e fiquei encarando a decoração sofisticada. Era um apartamento relativamente grande para uma única pessoa morar, mas aposto que isso deve ser coisa da senhora Jung, aquela mulher adora um exagero.

— Quer uma água?

— Não, não, eu estou bem.

— Tudo bem então.

Hoseok se sentou ao meu lado, sentia que o alfa me encarava mas não tinha certeza, afinal estava olhando fixamente para frente, talvez com medo do seu olhar.

— Tae, você sabe que não precisa me contar eu-

— Preciso sim. — Cortei sua fala. — Eu preciso, eu devo lhe contar, só que é difícil.

— Tudo bem.

O silêncio se instalou no apartamento. A minha respiração forte era o que se escutava. Acho que se o vizinho de cima começar a andar pelo seu apartamento, conseguiriamos ouvir por conta do silêncio tenso que estava entre nós. Nem eu, nem ele, sabia como começar esse diálogo enfadonho. Parecia que as palavras tinham se intalado em minha garganta, e então, sem coragem, eu resolvi por um fim nesse meu desespero.

— Tudo começou, acho que foi uma semana antes de você ter ido embora. — Hoseok me escutava atentamente, ele ainda me encarava, mas a coragem de encarar seus olhos me faltava. Suspirei. — Eu estava com enjoos frequentes naquela semana, além de um grande mal estar. Eu tinha conversado com uma amiga da época sobre isso, e ela me indicou que eu fizesse um teste de gravidez.

Parei um pouco para ver a reação do alaranjado. Por enquanto, seu olhar se mantia neutro, ele parecia me transmitir compaixão através do olhar, e isso me motivou um pouco mais para terminar a história.

— Eu fiz o teste, e deu negativo. Até ai tudo bem, joguei o teste o mais longe possível para que minha mãe não descobrisse e vivi minha vida tranquilamente. Só que os enjoos e o mal estar continuavam, e continuavam, por incrível que pareça, eu estava me sentindo diferente. Até que eu resolvi novamente fazer outro teste de gravidez, só que agora um teste de uma marca melhor. E o resultado deu... positivo.

— Taehyung...

— Calma, ainda não acabou. O teste deu positivo, e eu fiquei desesperado, eu não tinha contado para ninguém, nem para Jungkook sobre isso. Escondi isso de todos, até de você. Mas eu sabia que em alguma hora não daria mais para esconder de você, então eu resolvi que marcaria um encontro com você para contar. Nesse dia nós não tinhamos nos visto, acho que foi um dia antes de você ter ido embora. Eu tentei de tudo para falar com você no dia, mandei várias mensagens, fiz muitas ligações, enchi sua caixa postal de recados, mas você nunca me respondia, não me deu nenhum sinal de vida. No outro dia, eu fui na sua casa, e quem me atendeu foi sua mãe.

— Pera, como assim? Você foi na minha casa? E minha mãe te atendeu.

— Sim. — Olhei para ele confuso, que também compartilhava da minha confusão.

— Tá... continua.

— Ta. Sua mãe me atendeu, eu perguntei onde você estava e eu disse que tinha mandado muitas mensagens para você e você não me respondia e blá blá blá. Sua mãe apenas me disse que você tinha ido embora, não da rua e nem do bairro, mas para outro continente. E foi nesse momento que eu fiquei em choque, estático. — Lágrimas escorriam do meu rosto. — Você tinha ido embora, tinha me deixado, eu estava sozinho agora, e com um filhote. Você sabe como a sociedade trata um ômega ou beta que cria um filhote sozinho? Eles te massacram, eles te destroem. E foi pensando assim, que eu fui para casa.

— Tae... — Hoseok me olhava, já com lágrimas em seus olhos.

— Nesse dia eu estava sozinho em casa, nem minha mãe e nem Haru estavam lá para me amparar. Eu comecei a chorar muito, eu me senti sozinho, eu estava com medo, muito medo. Medo das pessoas, da minha mãe, de como eu iria cuidar de um filhote sozinho e ainda ter a carga pesada de estudos. Hoseok, no momento em que eu entrei no meu quarto, a única coisa que eu sabia era chorar e rezar muito para que tudo aquilo tivesse sido apenas um sonho ruim. Nunca em toda a minha vida, eu senti todo aquele desespero. Entrei em pânico, eu estava tendo uma crise de pânico, ali, naquela casa, sozinho, sem ninguém para me dizer que tudo iria ficar bem. Até que eu dormi de tanto chorar, e no outro dia, quando eu acordei de manhã, havia uma mancha de sangue na minha cama. Naquele momento eu sabia que havia perdido o bebê, nosso bebê. 

— O-o nosso filhote... No rosto do alfa já era possível ver as lágrimas molharem seu rosto.

— Eu perdi nosso filhote Hoseok. — Comecei a chorar e minha voz ficava cada vez mais embargada. — E-eu perdi. E foi tudo culpa minha, se eu n-

— Ei, Taehyung. — O alfa enxugou suas lágrimas e se aproximou de mim, pegou meu rosto entre suas duas mãos e me encarou profundamente. — A culpa não foi sua, está me ouvindo?

— Claro que foi. 

— Não, não foi. Você estava passando por um momento horrível sozinho, estava com medo da reação das pessoas, você estava sobre uma grande pressão, e passou por tudo isso sem falar com ninguém. A culpa nunca vai ser sua.

Ele me abraçou. Demorou uns instantes, mas retribui seu abraço e me pôs a chorar em seu peito. Eu pedi por muito tempo por esse abraço, pra que finalmente eu contasse isso para alguém, tirar isso de dentro de mim, tirar esse peso nas costas.

Chorei, e não foi pouco. Ficamos vários minutos apenas ali, abraçados enquanto eu chorava e Hoseok fazia carinho em meus cabelos. Ele cantava uma música que eu amava muito, bem baixinho, enquanto me acariciava e aos poucos, meu choro foi cessando.

— V-você sabe que eu sempre quis ter um filho com você né? — Falei levantando minha cabeça para olhar em seu rosto.

— Eu também sempre quis, desde quando começamos a namorar. Eu te amo Taehyung, não importa se isso aconteceu, futuramente ainda podemos ter outro filhote, eu só sei que quero estar ao seu lado para sempre, nunca sair de perto de você novamente. — Funguei, e depois voltei a ficar com a cabeça sobre seu peito.

— Não fala assim idiota... se não eu choro de novo. 

Ele deu uma risadinha, e depois deu um beijo no topo da minha cabeça. 

Parece que nada disso é real, acho que ainda estou dormindo, mas se eu estiver, por favor não me acordem.

— Mas a parte da minha mãe ficou meio confuso para mim ainda. — Ele falou me tirando de meus devaneios.

— O que ficou confuso?

— Minha mãe havia me dito que você não havia ido me procurar depois que eu fui embora.

Tirei minha cabeça de seu peito novamente e fiquei encarando seu rosto.

— Quê?

— Quando eu fui embora, depois de chegar na Inglaterra, eu perguntei para minha mãe se você tinha me procurado, e ela me falou que não, que não tinha visto você.

— Hã? Como assim?

— Também não estou entendendo. O que será que minha mãe fez, que nós não sabemos?

— Acho que ainda temos coisa à descobrir.


 


Notas Finais


Ooooi, tudo bem minhas paixão?
Voltei com esse capítulo revelando o passado VHOPE, maaas ainda temos coisas a descobrir, o que será que Sra. Jung fez?? Essa véia ainda tem história pra nos contar.

Geeente, a @LuizaAnielly descobriu meus planos, muito Sherlock, amei kkkkkk também estou amando as teorias de vocês, podem me mandar que eu adoro saber sobre o que vocês estão pensando sobre a fic.

Enfim, hoje foi um capítulo mais curto, desculpa mozonas, mas a próximo eu vou tentar fazer maior.

qual casal vocês querem que estejam no próximo capítulo? Yoonmin? Vhope? Nosso casal hétero?

Me desculpem pelos erros ortográficos, e até o próximo capítulo, tchaaau<3


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