História Innocent farmer boy - (kim taehyung) - Capítulo 40


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Kim Taehyung (V)
Tags Amizade, Bangtan Boys (BTS), Chen, Comedia, Exo, Família, Kimseokjin, Kimtaehyung, Kyungsoo, Romance, Sehun, Suho, Trabalho, Yoongi
Visualizações 47
Palavras 1.028
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bebês!!

O capítulo é bem triste e sentimental 😪Mas, de certa forma escrever isso me ensinou que devemos aproveitar cada momento com as pessoas enquanto ainda vivem.

Capítulo 40 - Um completo egoísta


_Tae_

À medida que os ressentimentos que eu guardava contra a s/n  realmente se cessaram. Não havia mais nenhuma mágoa. Posso até dizer que a resolução dessas  perturbações me deixaram realmente esperançoso. A felicidade estava tão próxima de acontecer. Quase tocou as minhas mãos.
Mas, a vida não é perfeita e antes de receber aquela ligação eu nem sabia a gravidade do problema que estava por vir.  A notícia recente ouvida deixou a minha mente turbulenta. A  pessoa que abandonou tudo só para me criar, a minha avó materna. Que nunca teve a obrigação de cuidar do filho de uma mulher que nem merecia ser chamada sua filha. E  fez isso sem reclamar,  dedicando-se de corpo e alma para exercer o papel de mãe  mesmo não sendo mais jovem. Ela encontrava-se hospitalizada em estado crítico. E eu era o único culpado. Se não corresse atrás da s/n pensando apenas na minha vida, talvez a minha halmoni estivesse bem. E lembrar da sua imagem me apoiando a lutar pelos meus sonhos é doloroso demais.  Quando o meu trabalho começou a se destacar, ela foi a pessoa que mais me deu forças, pois sempre acreditou no meu potencial. A mesma escondeu de mim que foi diagnosticada com diabetes e sei que foi porque não queria me preocupar e atrapalhar a minha vida. E eu tolo nem procurei  me informar sobre a sua saúde . Eu deveria ter cuidado dela! Fui um completo egoísta e em consequência disso a única pessoa que me amava incondicionalmente está entre a vida e a morte.

Estava mais que decidido voltar para o interior. Já que o quadro da minha avó não era estável. Mesmo não sendo aconselhável largar a direção da empresa sem um planejamento, pedi para que o diretor do setor administrativo ocupasse o meu lugar. Se eu fosse seguir a lógica a autoridade deveria ser repassada ao meu Vice, a Soomin. Mas seria o mesmo que jogar a empresa no buraco, pois essa mulher é uma trapasseira e ordinária que só cirucla aonde tem dinheiro.  Eu planejo deixar Seoul ainda hoje, só preciso passar em casa para pegar alguns pertences pessoais.

Depois de falar com o diretor retornei para a sala e lá estava a s/n, aflita. Não queria vê-la daquela maneira, e o seu olhar me fez desabar, mesmo não querendo demostrar ser fraco. É como se eu tivesse apenas a s/n para confiar. Eu só queria sentir os seus abraços, pois ali acharia abrigo. Tivemos as nossas desavenças, mas naquele momento só queria me sentir acolhido por ela.

S/n_

Os pensamentos me aprisionaram completamente. Era como se fosse uma premonição que algum ruim estava para acontecer. Depois de um tempo olhando para o nada e tentando ao máximo me desfazer das sensações ruins vejo o Taehyung me observando. O seu olhar carregava algo incompreensível, o seu corpo parecia fraco.

S/n:— O quê aconteceu?
Direcionei a minha atenção a ele, mesmo sem saber se o mesmo iria responder.

V se encontrava distante, como se não mantivesse o foco do olhar.

Tae:— A minha...
Ele se esforçou para pronunciar aquelas poucas palavras.

Seus olhos estavam marejados, era como se tivesse apenas um fio para desabar. Ele levou as suas mãos para o rosto o cobrindo completamente e as suas pernas fraquejaram levando o mesmo a se sentar naquele chão.
Eu corri em sua direção sem ao menos saber o que aconteceu, apenas queria ajudar. Nem se precisasse pegar um parte da sua tristeza para amenizar um pouco a sua dor.

Tae:— A minha avó está morrendo! E a culpa é minha..
Ele falou, angustiado.

S/n:— Não! Não foi a sua culpa!
Falei tentando o confortar e o abracei de lado.

Tae:— Eu vou voltar hoje.
Ele disse, puxando um pouco de ar pelo nariz.

S/n:— Eu vou com você!
Falei, decidida.

Essa decisão quebrou completamente os meus pensamentos egoístas. Era o meu trabalho em risco, com certeza seria dispensada. O emprego que sempre desejei. No entanto, não era um incômodo largar tudo. Ainda mais se fosse pelo Taehyung. Uma coisa que eu aprendi foi que a distância não alimenta o amor, apenas intensifica a dor da saudade. E seja como for e onde for eu iria atrás dele, nem se fosse para brigar e quebrar a janela de um trem ou sermos expulsos de um ônibus, mas jamais o abandonaria.

Tae:— Você não pode abandonar o seu emprego!
Ele levantou a cabeça e me olhou com os seus olhos umedecidos pelas lágrimas.

Levei a minha mão para tentar secar o seu rosto e o olhei profundamente.

S/n:— Pode contar comigo! Eu irei mesmo se não for da tua vontade.
Falei convicta e um pouco abalada ao ver o seu estado lastimável.

Tae_

Cheguei até o quarto onde a minha halmoni encontrava-se hospitalizada e foi um choque vê-la imóvel sobrevivendo a base de aparelhos. Eu tinha esperanças, apesar dos médicos me  orientarem a esperar pelo pior.

Tae:— Vovó! Eu voltei!
Falei, baixinho. Passando a mão sobre o seus cabelos macios e grisalhos.

Vovó estava tão plena. Parecia estar dormindo confortavelmente. A expressão no seu rosto era delicada e não passava nenhum sofrimento.

Tae:— Desculpas! Por favor me perdoe! Por lhe abandonar.
Não consegui conter as minhas lágrimas, as mesma desciam e pingava no lençol da maca. Eu não tinha certeza se ela podia me ouvir, mas desejava que isso fosse possível.

Tae:— Eu te amo! Eu sempre vou te amar!
Falei, emocionado.

A enfermeira chegou interrompendo a minha visita. Na unidade de tratamento intensivo o tempo é limitado e somente os mais íntimos têm acesso. Apertei a mão da minha avó como se fosse o nosso último contato.

Tae:— Eu vou voltar!
Prometi a nós dois.

Assim que eu virei os corredores escutei uma movimentação da equipe médica indo a direção do quarto da halmoni. Não virei para trás. Eu ainda sustentava a possibilidade que a mesma ainda respirava. Ela não se foi! É tudo um pesadelo e eu sei que amanhã eu vou acordar. Mesmo que a sua morte fosse premeditada, eu me  recusava a acreditar. Logo, o sentimento de culpa se envolveu na minha mente. Era como se o luto fosse aos poucos me engolindo.





Notas Finais




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