História Innocent Little Star - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Lemon, Personagens Originais, Romance, Violencia, Yaoi
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Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esta será minha primeira fic, não sou bom com palavras mas tentarei meu máximo.
Ótima leitura.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Os passos desesperados soavam na calçada molhada pela chuva,os pequenos e negros olhinhos de Ellis estavam vermelhos, estava tão cansado e com fome, apenas queria que aquele pesadelo acabasse, que "Ele" desaparecesse e o deixasse em paz.

Distraído com seus pensamentos, Ellis não percebeu que na rua em que estava vinha um carro em uma velocidade surreal atingindo o frágil corpinho fazendo-o voar para longe, tendo sua visão escurecida.

                {Innocent}

Sentiu seus olhos se abrirem e a forte luz do sol lhe atingir, se levantou e percebeu que estava em um quarto desconhecido, tentou sair do cômodo mas todas as portas estavam trancadas, voltou para a cama e se encolheu, estava com medo da pessoa que o havia colocado ali.

Ellis ouviu a porta ser aberta subitamente e se encolheu mais nas cobertas, sentiu o tecido que o cobria ser puxado carinhosamente e ter a nítida visão de um homem alto e bonito lhe encarar.

-- Você está bem pequeno? - Falou mudando sua face séria para preocupada.

Apenas acenou com a cabeça e se encolheu mais na cama.

-- Precisa de alguma coisa? - Falou novamente aproximando-se.

-- Q-quem é você? - Perguntou com uma voz quase inaudível e de cabeça baixa.

-- Ah sim, me chamo Antony e você pequenino - Perguntou de volta com um sorriso carinhoso.

Hesitou por um momento, mas falou.

-- M-meu nome é Ellie e eu não sou pequenino já tenho dezessete anos. - Falou emburrado fazendo biquinho.

-- Oh me desculpe, mas você é tão pequeno lhe daria doze anos no máximo. - Disse rindo.

Ficou um pouco irritado mas logo percebeu que estava conversando demais com um desconhecido, recuou novamente e Antony não deixou de perceber.

-- Falei algo errado? - Perguntou preocupado.

-- Não, apenas queria saber por que estou aqui. - Falou mais confiante, não podia ser um medroso na sua idade.

-- Você está no meu apartamento, e veio parar aqui depois que te atingir com meu carro, minhas sinceras desculpas. - Disse inseguro

Lembrou em fim o que lhe havia acontecido e começou a chorar, não queria lembrar daquele homem, era a última coisa que queria, mas nem sempre temos o que queremos.

-- Por que está chorando pequenino? - Perguntou desesperado por ver o adolescente chorar 

-- Ele vai vir atrás de mim, eu não quero ver ele por favor - Chorava descontroladamente.

Na cabeça de Antony tudo o que passava era quem é "Ele".

                 {Innocent}

Ellie estava cansado de chorar, fazia pouco tempo que havia parado e tinha certeza que Antony queria explicações.

-- Então, o que foi isso - O mais velho perguntou fazendo um leve cafuné nos finos fios de cabelo de Ellie.

O menor nada falou, não queria mais lembrar daquele homem que fez sua vida tão ruim, que o fez perder sua inocente infância.

-- Ok, não precisa falar - Disse amigável - mas pode me dizer quem é "Ele"?

Apenas negou com a cabeça, lembrando do que aquele homem disse "Se você falar para alguém o que acontece entre nós, eu vou fazer "aquilo" de novo, e não vou ser nada carinhoso".

Não queria que "aquilo" acontecesse de novo, era tão doloroso o fazia ter nojo de si mesmo.

-- Bem, deixando isso para depois, você deve estar com fome não é mesmo.

Antony estava certo, estava mesmo com fome e com vergonha do maior escutar sua barriga roncar decidiu aceitar o pedido.

-- Sim, estou com fome - Falou envergonhado.

-- Então é seu dia de sorte, hoje preparei espaguete - Falou com um sorriso.

Os olhos do pequenino brilharam, nunca havia comido algo do tipo, normalmente comia pão e raramente um pouco de arroz.

Os dois foram então para a cozinha que surpreendeu o jovem de tão grande e bonita que era, havia tantos utensílios , seu sonho era virar um chefe de cozinha mas obviamente era algo impossível para o mais novo, não tinha nem começado o ensino médio imagina a faculdade.

Deixando os pensamentos de lado Ellie apenas focou no prato de macarrão na sua frente, colocando na boca sua primeira garfada.

-- Está delicioso, nunca havia comido algo tão gostoso assim! - Disse comendo rapidamente.

-- Ei coma mais devagar assim pode se engasgar - Falou sorridente mas ainda assim triste por saber que o pequeno nunca havia comido um simples macarrão.

Depois de almoçar Antony levou Ellie para a sala, tinha que contactar os pais do menino para assim o levarem para casa.

-- Então Ellie, onde você mora? - Perguntou calmo.

-- Você quer que eu vá embora? - Ficou triste com a fala do maior, não queria voltar para aquele inferno.

-- Não! Só pensei que queria ir logo para seus pais. - Falou meio desesperado.

-- Eu não tenho pais. - Disse simples

E realmente não tinha, seus pais haviam morrido aos seus oito anos por um acidente de avião, tive sorte ao sobreviver mas meus pais nem tanto.

-- Oh sinto muito - Falou um pouco incomodado em falar do assunto - Você não mora com nenhum conhecido?

-- Moro, mas ele deve estar trabalhando - Mentiu, queria ficar pelo menos um pouco mais naquele lugar.

-- Entendo, por que não assistimos um filme até esse tal conhecido seu sair do trabalho? - Disse e logo a campainha tocou. - Vou ayender, só um momento Ellie.

Concordou com Antony logo esperando o mesmo voltar, até que ouviu aquela voz que tanto temia e tinha nojo.

-- Ellie seu tio está aqui, ele veio te buscar não é ótimo - Falou sorrindo - Pode ir ele já está te esperando no carro, mas antes aqui - Ele me entregou um papel com um número - Meu número de celular para conversarmos depois.

-- Sim, obrigado... Por tudo.

Assim saiu da casa e foi ao encontro do carro de seu tio, entrando no automóvel é recebido por um tapa forte na bochecha.

-- Quem mandou você sair de casa sem minha permissão em putinha - Nada respondeu - Em casa você vai ver o que é bom para essa sua teimosia, e espero não ter contado nada para aquele carinha lá.

E assim foi como meu momento de paz foi completamente destruído.





Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Desculpe qualquer erro ortográfico.
Pode demorar um pouco o próximo capítulo mas eu consigo.


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