História Inocência - Capítulo 5


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Categorias A Madrasta
Tags Abraça-me, Cersar Evora, Tekil, Victoria Ruffo
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Palavras 1.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Ele a queria, estava meses esperando para estar com ele. Os olhos fecharam e ele sentiu o aroma dela. Estavam juntos e ele a queria mais que tudo. Ela o beijou mais e ele a tocou com carinho, aquele momento era especial.

- Me deixe te fazer minha mulher.- ele disse com atenção e cuidado com ela, beijando com todo amor.

- Eu quero você mais que tudo. Quero seu amor e sua atenção.- ela sussurrou.- Mas eu quero que você me faça sua num lugar especial. Quero que seja especial.

Os olhos dele estavam presos nos dela. Era tão bom que eles pudessem estar juntos. Ela tocou o rosto dele e sorriu.

-Vamos, meu amor, vamos fazer amor.- ela sorriu o beijando e ele sentiu o corpo pegar fogo.

O tempo pareceu pouco para ansiedade deles dois até o momento em que Victoriano levou Cristina para um hotel. Não era um hotel qualquer, mas o melhor que tinha naquela região e nele foi agendado o quarto principal enquanto carregava seu amor no colo.

O rosto dele tinha uma satisfação, uma ansiedade louca de estar com a mulher que desejava naquele caminho em direção ao amor dos corpos. Ela tinha um cheiro tão bom, um gosto de flor que o deixava doido.

Cristina sentiu sua respiração completamente descompensada com os beijos que ele lhe dava no pescoço. Aquele homem tinha um mistério em seu toque que podia fazer ela se sentir a mulher mais especial do mundo apenas com as suas mãos. Nunca tinha sido tão complicado resistir aos encantos de um homem como era a situação deles dois.

Os dois se queriam além dos corpos, ela tinha resistido até aquele momento e não tinha sido fácil resistir a ele com aquela ternura toda e ainda tinha a filha, que estava completamente apaixonada por Victoriano. Era um amor deles dois que isso já bastaria para serem pareja.

Entraram no quarto e ele sorriu vendo que ela estava mais que feliz e disposta a dar a ele a felicidade de dividir a cama e o amor para todo sempre. Cristina era uma mulher completamente tomada pelo desejo de ser possuída e se tornar a esposa daquele homem tão encantador.

Ele a colocou na cama de modo delicado enquanto beijava seu ombro e seus braços informando que ele não ia desistir de fazer dela sua mulher naquele momento. Era o momento deles, o melhor momento que poderiam ter.

- Você é tão perfeita que eu sinto que meu coração está completamente tomado de amor por você. - ele dizia com a respiração forte, com o rosto todo cheio de amor e doçura.- Eu quero estar em seus braços e ser seu amor para todo sempre. Me deixe mostrar que eu posso ser o homem mais encantador do mundo e que posso ter uma família com você. -os olhos presos nos dela com a respiração forte.- Eu quero desfrutar do prazer de ter o seu corpo junto ao meu e isso vai trazer para você tanto prazer e felicidade quanto vai trazer para mim.

Enquanto falava essas coisas, Victoriano ia tirando a sua roupa e ficando completamente exposto enquanto olhava aquela bela mulher que também estava tirando peça por peça lentamente olhando para ele. Os dois se despiam quase de modo cinematográfico admirando um ao outro.

Quando estavam nus, ela ficou deitada na cama, mas ele veio e apegou colocando de pé. Ali, os dois se beijaram muito com os corpos se tocando, a pele se deslizando uma na outra. O cheiro dela invadiu ele por dentro, as mãos dela tocaram o peito dele, a ereção pressionou contra barriga dela que o beijou na boca o trazendo mais para ela.

Foram muito beijos até ele se curvar para fazer seu membro roçar nela, na cavidade úmida de amor que ele sentiu estar preparada para ele. Quando roçou ali, com o corpo tentando se acoplar nele, ela gemeu, estava tão feliz com aquelas mãos fortes lhe acariciando e puxando para ele.

- Você é o homem mais intenso que eu já conheci e o único que quero ter aqui junto a mim como meu amor. Quero me perder em seus braços para todo sempre e que você se perca nos meus a vida inteira.- ela gemeu as palavras e ele a segurou no colo levando para cama.

Um delicioso beijo foi trocado e os dois se abraçaram como se o mundo pudesse acabar ali e nada mais os impedia de se fundirem. Pele na pela e o prazer enquanto os beijos avassaladores que se davam faziam as bocas roçar em uma na outra com desespero de amor.

Cristina puxou o peso do corpo dele para cima do seu e manteve suas mãos presas nos ombros enquanto massageava e apertava aquela carne tão quente que desejava a carne dela de modo ardente para fazê-la mulher. O seio exposto foi tomado por ele em uma deliciosa sucção enquanto a boca se abria e mordiscava o pequeno mamilo Rosado que dava a ele ainda mais tesão.

Cristina gemia com o corpo completamente sem controle. O corpo era o perfeito complemento de tudo o que ele mais precisava em uma mulher. Victoriano desceu em beijos pelo corpo todo dela. Estava delicioso sentir os lábios quentes de seu amor, os lábios que juravam fidelidade.

- Meu amor...- ele gemeu apertando ela.

- Você, Victoriano, você.- ela disse suspirando e sentindo ele beijar seu corpo todo.

Victoriano voltou a beijar a boca de seu amor, segurou sua perna e com cuidado deslizou para dentro dela, Cristina gemeu, mordeu os lábios e deixou uma lágrima rolar. Ele entrou com mais intensidade e gemeu, tanto tempo sem ter a companhia de um homem, ela estava ali, como uma virgem de novo.

Victoriano cuidadoso entrou nela mais, até chegar ao fim onde ele urrou de prazer deitando sua cabeça no ombro dela. Ia gozar ali se não se controlasse.

- Meu Deus, o que é isso, Cristina?- ele disse com medo e amor ao mesmo tempo.

- Isso.- ela sussurrou sentindo o mundo brilhar.- Isso é tudo seu agora, é a sua nova casa, o corpo de sua mulher.- ela o agarrou beijando e incentivando que ele fosse forte.

E ele foi, bem mais forte até que os dois não se controlavam e se moviam e se moviam mais e mais. Era tudo perfeito e ela sentiu o corpo explodir e agarrou ele num grito alto deixando que sua tensão se fosse e Victoriano ainda tentou controlar, mas o gozo veio em seguida, deixando sua marca nela.

Os dois sufocaram aquele momento num beijo e quando o beijo acabou, se olharam e se sentiram os mais felizes do mundo. Era aquilo, o amor, era aquele momento de luz e sombras, de olhos piscando. Cristina sorriu feliz e ele saiu de cima dela a puxando para deitar em seu peito. Foram segundos se alisando e por fim ele disse amoroso.

- Eu amo você, como nunca amei nenhuma mulher.- estava tão feliz.- Eu estou no céu, foi perfeito.- ele a virou para beijar sugando os lábios dela e apertando ela de um jeito que Cristina gemeu. - Eu quero mais, quero fazer amor o tempo todo com você.

- Victoriano, eu quero você também.- ela sorriu.- Não acha que está na hora de ficarmos juntos? De você morar em nossa casa?- ela suspirou, talvez ele fosse ficar chateado ou se sentir pressionado.

Ele sorriu um riso largo.

- Quero sim, mas com uma condição...- ele disse buscando os olhos dela com todo amor, era o que ele queria mais que tudo.

-Me diga, o que quer?- ela suspirou, nem fazia ideia do que ia dizer. Estava alisando o peito dele com amor.

- Eu quero que me deixe ser o paizinho de nossa princesa.- ele suspirou e sorriu.- Só mora lá se me deixar ser para ela o pai que ela não tem, ser para ela tudo que uma criança merece. Eu quero que Maria seja amada por mim como uma filha, como já amo, mas quero que me autorize e me deixe livre para ser isso na vida dela.

Cristina derramou umas lágrimas e suspirou com a maior das felicidades.

- Isso é tudo que ela mais quer, Victoriano, você é o rei dela.- disse emocionada, ele era mesmo o homem perfeito.

- Ótimo, aceito, vamos fazer amor mais algumas vezes e depois ir contar a nossa filha a novidade.- ele a beijou na boca e toda inocência daquele momento se tornava ali, uma prova de amor...

������Capítulo 5 ������



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